As cifras milionárias que envolvem a Fórmula 1 já foram muito mais modestas em outros tempos. Na década de 60, grandes ídolos como Graham Hill e Jim Clark mal ganhavam US$20 mil por ano. Em 2003, Michael Schumacher faturou a fortuna de US$ 65 milhões por temporada. Aos se retirar das corridas pela primeira vez, em 2006, Michael Schumacher tinha ganhado, só de salários, US$ 229 milhões. Depois de retornar às pistas, na temporada de 2011, Schumacher faturava 18 milhões de euros (cerca de 24 milhões de dólares) e era o segundo piloto mais bem pago da F1. O primeiro era Fernando Alonso, da Ferrari, com 28 milhões de euros. Mas Sebastian Vettel passou a ganhar, a partir de 2011, 15 milhões de euros (R$ 37,5 milhões) por temporada.
No final de 1985, Nelson Piquet, então bicampeão mundial, foi contratado pela Williams por duas temporadas para ganhar, no total, US$ 3 milhões. Na época, a imprensa mundial considerou o valor “astronômico”. Ayrton Senna, que quando morreu ganhava US$ 20 milhões anuais, era considerado bem pago em 1985, quando foi contratado pela Lotus por US$ 500 mil por temporada.
Não são todos os pilotos, claro, que ganham tanto quanto um Schumacher. Os segundos pilotos das equipes grandes não ganham mais do que US$ 1 milhão por ano. Damon Hill, em 1994, faturava US$ 800 mil por temporada. Foi vice-campeão e reivindicou um aumento. Passou a ganhar US$ 6 milhões no ano seguinte.
Nas equipes intermediárias e pequenas, a maioria ganha muito pouco. A negociação, normalmente, envolve comissões sobre a verba de patrocínio que cada um leva para o time. Um bom piloto é aquele que tem bons patrocinadores. Arranja-se alguém para colocar um bom dinheiro na equipe, está contratado. A porcentagem que fica no seu bolso varia de 10% a 30%.
Já houve (não há mais) pilotos que literalmente pagavam para correr. Em situação financeira difícil, as equipes pequenas não relutavam em alugar seus cockpits. A Minardi fez isso com Christian Fittipaldi em 1993, tirando o brasileiro das duas últimas corridas do ano. Em 1991, a Jordan perdeu Bertrand Gachot, preso na Inglaterra por jogar gás paralisante num motorista de táxi durante uma briga de trânsito, e colocou uma vaga no mercado.
A Mercedes-Benz, para dar experiência a um jovem garoto chamado Michael Schumacher, desembolsou US$ 300 mil pelo lugar no GP da Bélgica. O alemão surpreendeu nos treinos, foi o sétimo no grid, mas não chegou a completar uma volta. O câmbio quebrou. Na prova seguinte, em Monza, a Mercedes pagou a mesma quantia para colocá-lo na Benetton, equipe pela qual Schumacher acabou conquistando os títulos de 1994 e 1995.
A partir dos anos 1990, os pilotos foram muito além do macacão. Eles passaram a exibir publicidade no capacete, nos bonés usados ao final da prova, nos punhos e até nos bancos do carro. E tornaram-se, também, relações públicas ou garotos-propaganda dos patrocinadores e equipes, fazendo comerciais para jornais e televisão e participando de eventos promocionais.
Em 2004, um anúncio na vizeira do capacete de Michael Schumacher custava 2,3 milhões de dólares por ano; a frente do capacete, 1,8 milhão de dólares; o boné, 1,5 milhão; os punhos das luvas, 1,5 milhão; a sapatilha, 1,5 milhão. Rubens Barrichello recebia cerca de 300 mil dólares de cada um dos anunciantes, para usar o boné da Pepsi ou anunciar as Pizzas Hut, batatinhas Ruffles, brinquedos Estrela, roupas da Minelli e eletrodomésticos da fábrica italiana Polti. Fernando Alonso faz comerciais para a TV do banco ING: Lewis Hamilton, faturando a imagem de primeiro negro da Fórmula 1, é figura central de anúncios em quase todos os jornais ingleses. David Coulthard assinou contrato para ser embaixador da marca de relógios Edifice, da Casio e até a joelheira que usava sobre o macacão era patrocinada e rendoa bom dinheiro. Jarno Trulli e Timo Glock participam ativamente das campanhas de marketing e comunicação da Panasonic Toyota, comparecendo a eventos ou investindo horas em fotos e entrevistas para a imprensa.
No início dos anos dois mil, os ganhos dos pilotos eram assim distribuídos:
- Salário-base: de US$ 6 milhões a US$ 20 milhões por temporada.
- Comercialização de coluna semanal na mídia impressa: de US$ 100 mil a US$ 500 mil por ano.
- Uso de roupas e equipamentos especiais: de US$ 500 mil a US$ 2,5 milhões por campeonato.
- Prêmios por pontos no Mundial: de US$ 500 mil a US$ 1 milhão.
- Eventos especiais ao longo do ano promovidos por patrocinadores: de US$ 700 mil a US$ 3 milhões.
Em 2002, de acordo com a revista F1 Business, os salários anuais dos pilotos, sem contar as rendas extras, eram estes:
- Schumacher, US$ 32 milhões
- Villeneuve, US$ 21 milhões
- Irvine e Ralf., US$ 12 milhões
- Coulthard, US$ 8 milhões
- Raikonenn e Trulli, US$ 6 milhões
- Barrichello, US$ 5,5 milhões
- Fisichella, US$ 5 milhões
- Button, US$ 4,5 milhões
- Panis, US$ 3 milhões
- Heidfeld, De la Rosa e McNisch, US$ 1,5 milhões
- Sato, US$ 1 milhão
- Massa, US$ 500 mil
- Salo e Montoya, US$ 3,5 milhões
Ainda conforme a revista, até então, Michael Schumacher tinha ganhado, só de salários, US$ 229 milhões. O segundo colocado nesse ranking era Jacques Villeneuve, com US$91 milhões, e o terceiro é Ayrton Senna, com US$83,7 milhões. Ao suspender a sua carreira, no final da temporada de 2006, Schumacher estava ganhando salários de 62,4 milhões de dólares e mais 17 milhões de dólares de outras fontes, como publicidade e prêmios. Durante a carreira, Schumacher teria acumulado uma fortuna de 800 milhões de dólares, que seria aumentada com os 10 milhões que passou a ganhar como assistente do diretor da Ferrari John Todt.
Com a retirada do piloto alemão, a liderança nos ganhos na Fórmula 1 passou ao seu sucessor na Ferrari, o finlandês Kimi Raikkonen, com os salários são pagos pelo principal patrocinador da equipe, a Phillip Morris, e os rendimentos de contratos comerciais, que não lhe eram permitidos na McLaren, onde ganhava não mais do que 15 milhões de dólares por ano.
Der acordo com a revista F1 Racing, em março de 2007, o ranking de salários dos pilotos era o seguinte:
- Kimi Raikkonen, US$ 51 milhões
- Ralf Schumacher, US$ 25 milhões
- Fernando Alonso, US$22 milhões
- Jenson Benton, US$ 18 milhões
- Rubens Barrichello, US$ 12 milhões
- Jarno Trulli, US$ 10 milhões
- Felipe Massa, US$ 8 milhões
- Giancarlo Fisichella, US$ 7 milhões
- Mark Webber, 5 milhões
- Takuma Sato, US$ 4,5 milhões
No início de 2008, ainda não se tinha informações sobre os prováveis ganhos dos pilotos até o fim da temporada, sendo conhecidos apenas os salários anuais pagos pelas equipes. E assim mesmo, com algumas discrepâncias. Os jornais espanhóis, por exemplo davam números diferentes para o contrato de Fernando Alonso coma Renault. O AS dizia que ele iria ganhar 61 milhões de dólares (42 milhões de euros) por ano, por um contrato de dois anos. O El Mundo dava a cifra de 35 milhões de euros; o La Vanguardia, de 25 milhões; Marca, 20 milhões de euros (30 milhões de dólares) e o El Pais, mais modesto, 16 milhões de euros por ano.
A revista alemã Auto Motor und Sport, todavia, informava que o piloto espanhol tinha salários de 28 milhões de dólares, seguido de Kimi Raikkonen, com 22 milhões; Nick Heidfeld, 11 milhões e Lewis Hamilton, 5 milhões. Outras fontes dizem que Ralf Schumacher e Jenson Button ganhavam 16 milhões de dólares; Giancarlo Fisichella e Felipe Massa, 10 milhões de dólares; Nico Rosberg, 5 milhões e Heikki Kovalainen, 2,5 milhões de dólares. Apesar do salário considerado baixo para a categoria, Lewis Hamilton, segundo o jornal inglês The Times, tem um ganho anual total de 30 milhões de euros, cerca de 75 milhões de reais. Normalmente, 70% da renda do piloto vêm de salário e 30% de vitórias, pódios, classificação no campeonato e merchandise.
Em 2011, o Top7site.com apresentava o seguinte ranking de ganhos dos pilotos: Fernando Alonso, 28 milhões de euros; Michael Schumacher, 18 milhões; Sebastian Vettel e Lewis Hamilton, 15 milhões; Felipe Massa, 14 milhões; Jenson Button, 12 milhões e Nico Rosberg, 10 milhões de euros.
Ainda de acordo com a Auto Motor und Sports, embora na Fórmula 1 de 2008 nenhum piloto pagasse para correr, alguns deles estavam quase nessa situação: Nelsinho Piquet recebia 1,5 milhão de dólares (em torno de 125.000 dólares mensais); Timo Glock, 2 milhões de dólares; Kazuki Nakajima e Adrian Sutil, 1 milhão de dólares.
E mesmo para conseguir salários como esses é imprescindível que os pilotos levem às equipes apoio financeiro. Por não terem conseguido patrocínio, os brasileiros Luiz Razia, Bruno Senna e Lucas Di Grassi perderam suas chances de vagas em 2011. Bruno Senna foi preterido pela Hispania que, levando o indiano Narain Karthikeyan, garantiu o patrocínio das empresas Tata Motors e Base Corporation, da India. O mexicano Sérgio Peres conseguiu um lugar na Sauber graças ao patrocínio da Telmex, empresa de comunicações, e a tequila Jose Cuervo, do México. O venezuelano Pastor Maldonado foi admitido pela Williams, com a porte de ~20 milhões de dólares anuais da PDVSA (Petróleos Venezuelanos S.A.), garantidos pelo seu amigo pessoal, o presidente Hugo Chavez. Mas a briga por patrocínio não é nova. Em 1979, sem outros recursos, Arthuro Merzário levou no aerofólio traseiro do seu carro anuncia de La Varesina Sofam, uma empresa funerária italiana. Nos anos 1980 e 1981, Slim Borguda, da ATS, era patrocinado pelo grupo musical ABBA, do qual era o baterista.
Usando como justificativa os altos salários dos pilotos e também os seus gastos com a segurança nas pistas, a FIA decidiu aumentar em 2008 a cobrança pela concessão da Super Licença, documento necessário para a participação no campeonato. A taxa mínima teve um aumento de quase sete vezes, passando a custar 1,690 euros, e a cota por ponto obtido na temporada anterior aumentou mais de 4 vezes, foi para 447 euros, num acréscimo total de 479%.
Eis uma comparação entre o que os pilotos pagaram em 2007 e passaram a pagar em 2008, em euros:
|
Piloto |
2007 |
2008 |
|
Adrian Sutil |
1,725.00 |
10,000.00 |
|
Anthony Davidon |
1,725.00 |
10,000,00 |
|
David Coulthard |
8,109.00 |
38,000,00 |
|
Felipe Massa |
44,589.00 |
198,000,00 |
|
Fernando Alonso |
51,429, 00 |
228,000,00 |
|
Giancarlo Fisichella |
11,301.00 |
52,000.00 |
|
Heikki Kovalainen |
15,429.00 |
70,000,00 |
|
Jarno Trulli |
5,373.00 |
26,000.00 |
|
Jenson Button |
4,461.00 |
22.000.00 |
|
Kazukin Nakajima |
1,725.00 |
10,000.00 |
|
Kimi Raikkonen |
51,885.00 |
230,000.00 |
|
Lewis Hamilton |
51,429.00 |
228,000.00 |
|
Mark Webber |
6,285.00 |
30,000.00 |
|
Nelson Piquet Jr. |
1,725.00 |
10,000.00 |
|
Nick Heidfeld |
29,541.00 |
132,000.00 |
|
Nico Rosberg |
10,885.00 |
50.000.00 |
|
Robert Kubica |
19,509.00 |
88,000.00 |
|
Rubens Barrichello |
1.725,00 |
10.000, 00 |
|
Sebastian Vettel |
4,461.00 |
22,000.00 |
|
Sebastien Bourdais |
1,725.00 |
10,000,00 |
|
Takuma Sato |
3,549.00 |
18,000.00 |
|
Timo Glock |
1,725.00 |
10,000.00 |
De acordo com a revista Business BookGP, em 2013, os salários dos pilotos eram os seguintes:
| Piloto/País/Equipe | Salário anual |
| 1. Fernando Alonso (ESP/Ferrari) | €20 milhões (R$ 52,5 milhões) |
| Lewis Hamilton (ING/Mercedes) | €20 milhões (R$ 52,5 milhões) |
| 3. Jenson Button (ING/McLaren) | €16 milhões (R$ 42 milhões) |
| 4. Sebastian Vettel (ALE/Red Bull) | €12 milhões (R$ 31,5 milhões) |
| 5. Nico Rosberg (ALE/Mercedes) | €11 milhões (R$ 28,9 milhões) |
| 6. Mark Webber (AUS/Red Bull) | € 10 milhões (R$ 26,2 milhões) |
| 7. Felipe Massa (BRA/Ferrari) | €6 milhões (R$ 15,8 milhões) |
| 8. Kimi Räikkönen (FIN/Lotus) | €3 milhões (R$ 7,9 milhões) |
| 9. Sergio Pérez (MEX/McLaren) | €1,5 milhão (R$ 3,9 milhões) |
| 10. Romain Grosjean (FRA/Lotus) | €1 milhão (R$ 2,6 milhões) |
| Pastor Maldonado (VEN/Williams) | €1 milhão (R$ 2,6 milhões) |
| Nico Hulkenberg (ALE/Sauber) | €1 milhão (R$ 2,6 milhões) |
| 13. Valtteri Bottas (FIN/Williams) | €600 mil (R$ 1,6 milhão) |
| 14. Jules Bianchi (FRA/Marussia) | €500 mil (R$ 1,3 milhão) |
| Adrian Sutil (ALE/Force India) | €500 mil (R$ 1,3 milhão) |
| 16. Paul di Resta (ESC/Force India) | €400 mil (R$ 1 milhão) |
| Jean-Éric Vergne (FRA/Toro Rosso) | €400 mil (R$ 1 milhão) |
| Daniel Ricciardo (AUS/Toro Rosso) | €400 mil (R$ 1 milhão) |
| 19. Esteban Gutiérrez (MEX/Sauber) | €200 mil (R$ 524,8 mil) |
| 20. Charles Pic (FRA/Caterham) | €150 mil (R$ 393,6 mil) |
| Giedo van der Garde (HOL/Caterham) | €150 mil (R$ 393,6 mil) |
Salários 2014
Em 2014, ainda conforme a mesma publicação, os salários são os seguintes:
|
Piloto |
Equipe |
Salário/euros |
|
Sebastian Vettel |
Red Bull |
22 milhões |
|
Fernando Alonso |
Ferrari |
22 milhões |
|
Kimi Raikkonen |
Ferrari |
22 milhões |
|
Lewis Hamilton |
Mercedes |
20 milhões |
|
Jenson Button |
McLaren |
16 milhões |
|
Nico Rosberg |
Mercedes |
12 milhões |
|
Felipe Massa |
Williams |
4 milhões |
|
Nico Hulkenberg |
Force India |
4 milhões |
|
Romain Grosjean |
Lotus |
3 milhões |
|
Pastor Maldonado |
Lotus |
3 milhões |
|
Sergio Perez |
Force India |
3 milhões |
|
Adrian Sutil |
Sauber |
2 milhões |
|
Kevin Magnussen |
McLaren |
1 milhão |
|
Valtteri Bottas |
Williams |
1 milhão |
|
Daniel Ricciardo |
Red Bull |
750 mil |
|
Jean-Éric Vergne |
Toro Rosso |
750 mil |
|
Jules Bianchi |
Marussia |
500 mil |
|
Esteban Gutierrez |
Sauber |
400 mil |
|
Daniil Kvyat |
Toro Rosso |
250 mil |
|
Max Chilton |
Marussia |
250 mil |
|
Kamui Kobayashi |
Caterham |
150 mil |
|
Marcus Ericsson |
Caterham |
150 mil |
Nos últimos 4 anos os salários dos pilotos foramos seguintes:
2019
Lewis Hamilton – Mercedes – 57 milhões de dólares
Sebastian Vettel – Ferrari – 45 milhões]
Daniel Ricciardo – Renault – 17 milhões
Alexander Albon – Toro Rosso – 170.000
Alexander Albon – Toro Rosso – 170.000
George Russel – Williams – 180.000
Antonio Giovinazzi – Sauber – 230.000
Lando Norris – McLaren – 260.000
Daniil Kvyat – Toro Rosso – 300.000
Robert Kubica – Williams – 570.000
Kevin Magnussen – Haas – 1.200.000
Lance Scroll – Racing Point – 1.200.00
Pierre Gasly – Red Bull – 1.400.000
Romain Grosjean – Haas – 1.800.000
Sergio Perez – Racing Point – 3.500.000
Charles Leclerc – Ferrari – 3.500.000
Carlos Sainz – McLaren – 4.000.000
Nico Hulkenberg – Renault – 4.500.000
Kimi Raikkonen – Sauber – 4.500.000
Valtteri Bottas – Mercedes – 8.500.000
Max Verstappen – Red Bull – 13.500.000
Daniel Ricciardo – Renault – 17.000.000
Sebastian Vettel – Ferrari – 45.000.000
Lewis Hamilton – Mercedes – 57.000.000
2020
| Equipe | Piloto | Salário |
| Mercedes | Lewis Hamilton | € 47 milhões (R$ 303 milhões) |
| Mercedes | Valtteri Bottas | € 9 milhões (R$ 58,1 milhões) |
| Ferrari | Sebastian Vettel | € 35 milhões (R$ 226 milhões) |
| Ferrari | Charles Leclerc | € 9 milhões (R$ 58,1 milhões) |
| Red Bull | Max Verstappen | € 16 milhões (R$ 103,4 milhões) |
| Red Bull | Alexander Albon | € 2 milhões (ou R$ 12,9 milhões) |
| McLaren | Carlos Sainz | € 4,5 milhões (R$ 29 milhões) |
| McLaren | Lando Norris | € 1,5 milhões (R$ 9,7 milhões) |
| Renault | Esteban Ocon | € 4 milhões (R$ 25,8 milhões) |
| Renault | Daniel Ricciardo | € 20 milhões (R$ 129 milhões) |
| AlphaTauri | Daniil Kvyat | € 750 mil (R$ 4,8 milhões) |
| AlphaTauri | Pierre Gasly | € 1 milhão (R$ 6,47 milhões) |
| Racing Point | Sergio Pérez | € 4 milhões (R$ 25,8 milhões) |
| Racing Point | Lance Stroll | € 1,5 milhões (R$ 9,7 milhões) |
| Alfa Romeo | Kimi Räikkönen | € 6 milhões (R$ 38,7 milhões) |
| Alfa Romeo | Antonio Giovinazzi | € 500 mil (R$ 3,2 milhões) |
| Haas | Romain Grosjean | € 2 milhões ( R$ 12,9 milhões) |
| Haas | Kevin Magnussen | € 2 milhões (R$ 12,9 milhões) |
| Williams | Nicolas Latifi | € 750 mil (R$ 4,8 milhões) |
| Williams | George Russell | € 750 mil (R$ 4,8 milhões |
2021
Lewis Hamilton: R$ 114.4 milhões
Sebastian Vettel: R$ 83.5 milhões
Daniel Ricciardo: R$ 83.5 milhões
Charles Leclerc: R$ 66.8 milhões
Valtteri Bottas: R$ 55.7 milhões
Kimi Räikkönen: R$ 55.7 milhões
Carlos Sainz: R$ 55.7 milhões
Lance Stroll: R$ 55.7 milhões
Sergio Pérez: R$ 44.5 milhões
Pierre Gasly: R$ 27.8 milhões
Lando Norris: R$ 27.8 milhões
Esteban Ocon: R$ 26.2 milhões
George Russell: R$ 5.5 milhões
Antonio Giovinazzi: R$ 5.5 milhões
Mick Schumacher: R$ 5.5 milhões
Nikita Mazepin: R$ 5.5 milhões
Nicholas Latifi: R$ 5.5 milhões
Yuki Tsunoda: R$ 2.7 milhões… –
2022
| 1 | Lewis Hamilton | Mercedes | R$ 221,3 milhões |
| 2 | Max Verstappen | Red Bull | R$ 138,3 milhões |
| 3 | Fernando Alonso | Alpine | R$ 110,6 milhões |
| 4 | Sebastian Vettel | Aston Martin | R$ 83 milhões |
| 5 | Daniel Ricciardo | McLaren | R$ 83 milhões |
| 6 | Charles Leclerc | Ferrari | R$ 66,4 milhões |
| 7 | Carlos Sainz | Ferrari | R$ 55,3 milhões |
| 8 | Valtteri Bottas | Alfa Romeo | R$ 55,3 milhões |
| 9 | Lance Stroll | Aston Martin | R$ 55,3 milhões |
| 10 | Sergio Pérez | Red Bull | R$ 44,2 milhões |
| 11 | George Russell | Mercedes | R$ 27,6 milhões |
| 12 | Lando Norris | McLaren | R$ 27,6 milhões |
| 13 | Esteban Ocon | Alpine | R$ 27,6 milhões |
| 14 | Pierre Gasly | AlphaTauri | R$ 27,6 milhões |
| 15 | Alexander Albon | Williams | R$ 11 milhões |
| 16 | Guanyu Zhou | Alfa Romeo | R$ 5,5 milhões |
| 17 | Mick Schumacher | Haas | R$ 5,5 milhões |
| 18 | Nikita Mazepin | Haas | R$ 5,5 milhões |
| 19 | Nicholas Latifi | Williams | R$ 5,5 milhões |
| 20 | Yuki Tsunoda | AlphaTauri | R$ 4,1 milhões |