Carros de 2026 – Ferrari

SF-26

A Ferrari apostou alto na inovação e chamou a atenção de todo o paddock com soluções aerodinâmicas criativas — incluindo o curioso movimento extremo de suas asas flexíveis e móveis (apelidada internamente no paddock de “macarena” devido ao seu ângulo de atuação). O motor próprio de Maranello nasceu forte, garantindo à equipe o status de principal desafiante ao topo, com um carro muito direto e preciso de frente. (Gemini)

Características

Com o nome interno de Projeto 678, 0 SF-26 é carro da Ferrari criado de acordo com os regulamentos da FIA pra 2026 e por isso tem mudanças significativas em relação ao modelo anterior. O SF-25. O novo modelo introduz a aerodinâmica dianteira móvel na F1 e dá papel mais importante energia hibrida da unidade de potência e otimiza o fluxo de ar para o difusor.

A asa traseira tem um desenho exclusivo, que ajuda a desviar os gases de escape e funcionar como uma extensão do fluxo de ar do difusor. Pelo design original, a asa traseira gira de cabeça para baixo quando a aerodinâmica ativa é ativada.  A suspensão dianteira e traseira têm o sistema push rod.  Asa traseira, m vez de abrir como no DRS, rotacional o flap superior, com o objetivo d reduzir o arrasto aerodinâmico nas retas. Na unidade de potência, a parte elétrica passa a fornecer 50% da potência total, eliminando o MGU-H.

A pintura do SF-26, volta a ter vermelho brilhante mais claro, como o SF71H, de 2018, após sete anos de acabamento fosco. Na tampa do motor e áreas do cockpit, há mais branco, como em modelos anteriores.

Para o GP de Miami, a Ferrari fez onze modificações no carro, incluindo assoalho, bordas do assoalho, difusor, asa traseira, placas laterais e carenagens das suspensões dianteira e traseira. As asas são móveis, abrindo e fechando para reduzir o arrasto.

 Ficha técnica

. Chassi: Feito em compósito de fibra de carbono com estrutura em colmeia, com proteção halo para o cockpit. Carroceria e banco em fibra de carbono.

Transmissão – Ferrari integrada em carcaça de carbono e titânio– 8 marchas para a frente + 1 para trás

Câmbio: Câmbio longitudinal traseiro Ferrari com oito marchas à frente e uma à ré.

Diferencial traseiro com controle hidráulico.

Freios: Discos de freio Brembo em carbono ventilados (dianteiros e traseiros), com freios traseiros controlados eletronicamente.

Suspensão dianteira – biela de acionamento de duplo braço oscilante

Suspensão traseira – biela de acionamento de duplo braço oscilante

Peso (incluindo líquido de arrefecimento, óleo e piloto): 770 kg.

Largura – 1.900 mm

Rodas –  dianteiras e traseiras de 18 polegadas.

Motor – Ferrari 067/6 –  V6 turbo alimentado de 1,6 L (98 pol³) com injeção direta, limitado a 15.000 RPM , montado na posição central e com tração traseira 

Configuração do motor:  V6 a 90°.

Cilindrada: 1.600 cc

Turbo alimentação: turbo compressor único

Rotação máxima do turbo compressor: 150.000 rpm

Fluxo máximo de energia do combustível: 3.000 MJ/h

Número de cilindros: 6

Diâmetro (bore): 80 mm

Curso do motor: 53 mm

Válvulas por cilindro: 4

Injeção direta: até 350 bares

Configuração do ERS: sistema híbrido de recuperação de energia com um único motor-gerador elétrico (MGU-K).

Baterias: íons de lítio, massa mínima do conjunto de baterias incluindo eletrônica de controle – 35 kg.

Capacidade da bateria: variação máxima do estado de carga (SOC) de 4 MJ; energia máxima durante carregamento: 9 MJ.

Tensão máxima de operação: 1.000 V.

Potência do MGU-K: 350 kW.

Rotação máxima do MGU-K: 60.000 rpm.

Rodas: 18 polegadas

Pneus – mais estreitos 25 mm na frente e 30 mm atrás – P Zero (Seco/Piso Liso); Cinturato (molhado/com rastilho)

Combustível – Etanol sustentável Shell V-Power

Lubrificantes – Shell Helix Ultra