Curva 11, Bahrein

É uma curva à esquerda feita na quarta marcha, que obriga a uma forte desaceleração, tanto na entrada quanto na saída, na qual os pilotos têm de travar e acelerar levemente para manter o controle e evitar perder ímpeto na saída em subida.
Signes, Paul Ricard

Depois de uma ausência de 10 anos, Signes voltou à Formula 1, em 2018. A icónica curva do circuito Paul Ricard é, possivelmente, a mais rápida dos esportes motorizados, com os carros atingindo facilmente 340 km/h. A sua abertura ampla à direita oferece muitas possibilidades de ultrapassagem, mas a curta zona de travagem na saída faz com que essa estratégia seja só para os mais corajosos.
Eau-Rouge, Spa

Com uma variação máxima de 18%, esa famosa curva em S termina num cume cego, e os pilotos não conseguem ver a saída e não sabem onde vão aterrissar quando terminar a subida.
Copse, Silverstone

Combinando uma entrada cega e um apex incrivelmente rápido, no qual a velocidade mínima é de 280 km/h, essa curva à direita, feita na sétima marchafoi tornada ainda mais rápida a partir da temporada de 2017.
Curva 15, Sepang

Esse grampo, que finaliza o circuito do Grande Prémio da Singapura, foi modificada em 2016 para a tornar intimidante A curva é complicada, tanto no nível estratégico como técnico, obrigando os carros a uma mudança de cambagem estranha. Os pilotos que estiverem à procura do tempo mais rápido têm de fazer a curva por fora, criando uma oportunidade de ultrapassagem pela linha interior tradicional.
Maggots/Becketts, Silverstone

Dada por muitos como sendo a combinação de curvas mais técnica e exigente dos esportes motorizados, a Maggots/Beckett combina uma esquerda rápida com uma direita rápida, antes de obrigar a reduzir duas marchas à entrada de outra curva rápida à direita, na saída.
Campsa, Catalunha

A montanha russa da Fórmula 1 mistura um binário que castiga com privação de sentidos. Uma curva à direita, feita a fundo e em sexta, Campsa começa com uma entrada às cegas e passa para uma subida íngreme, seguida de uma descida acentuada no fim. Essas características fazem com que seja fácil para os pilotos avaliar mal a sua saída e alargá-la até à grama sintética.
Curva 8, Istanbul Park

Esta curva para a direita tem 640m de comprimento, o que a torna a mais longa da F1. A curva 8 do Circuito de Istambul conta com quatro apexes, o mais lento dos quais é percorrido a 260 km/h. Os pilotos são submetidos a um torque que pode ir até 4.5G,. É também por volta desses Gs que um humano começa a perder a sua visão.
Pouhan, Spa

Há muito tempo uma das favoritas dos fãs, Pouhon é uma curva implacável e que exige perfeição. A curva à esquerda começa com uma difícil entrada em descida e tem dois apexes, sendo crucial acertar em ambos para conseguir terminá-la a fundo.
130R, Suzuka

É a peça central de uma das pistas de Fórmula 1 mais complicadas. A 130R, cujo nome tem origem no seu raio de 130m, consiste numa curva com duplo apex, percorrida a 305 km/h e que submete os pilotos a forças G laterais de 3.5. Isto não só faz dela uma das curvas mais rápidas dos desportos motorizados, como também uma das mais temidas, podendo ser um elemento absolutamente decisivo no campeonato.
Fonte https://www.redbull.com