Organização
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Nome oficial: |
Circuit de Catalunya |
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Endereço: |
Mas la Moreneta 08160, Montmeló – Tel: (+34) 93 571 9700 |
Ficha Técnica
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Extensão |
4.675 metros |
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Voltas: |
66 (307.104 km) |
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Curvas: |
16 (9 para a direita e 7 para a esquerda. algumas com nomes e patrocinadores: (Elf, Renault, Repsol, Seat, Wrth, Campsa, La Caixa, Sabadell, New Holland). A reta oposta leva o nome da Nissan) |
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Sentido |
Horário |
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Capacidade: |
104.000 pessoas, 43.770, sentadas |
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Primeiro GP: |
29 de setembro de 1991, vencido por Nigel Mansell |
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Pole recorde: |
2022 Max Verstappen – Red Bull 11m12s272 |
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Volta mais rápida: |
2022 Max Verstappen – Red Bull 1m16s249 |
Vencedores
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Data |
Vencedor |
Equipe |
Tempo |
| 04-06-2023 | Max Verstappen | Red Bull | 1h27m57s940 |
| 22-05-2022 | Max Verstappen | Red Bull | 1h37m20s475 |
| 09-05-2021 | Lewis Hamilton | Mercedes | 1h33m07s680 |
| 15-08-2020 | Lewis Hamilton | Mercedes | 1h31m45s279 |
| 12-05-2019 | Lewis Hamilton | Mercedes | 1h35m50s443 |
| 13-05-2018 | Lewis Hamilton | Mercedes | 1h35m29s972 |
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14-05-2017 |
Lewis Hamilton |
Mercedes |
1h35m56s497 |
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15-05-2016
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Max Verstappen |
Red Bull |
1h40m31s017 |
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10 – 05 – 2015 |
Nico Rosberg |
Mercedes |
1h41m12s555 |
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11 – 05-2014 |
Lewis Hamilton |
Mercedes |
1h41m05s155 |
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12 – 05 – 2013 |
Fernando Alonso |
Ferrari |
1h39m16s596 |
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13 – 05 – 2012 |
Pastor Maldonado |
Williams |
1h39m09s145 |
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22 – 05 – 2011 |
Sebastian Vettel |
Red Bull |
1h39m03s301 |
|
09 – 05 – 2010 |
Mark Webber |
Red Bull |
1h35m44s101 |
|
10 – 05 – 2009 |
Jenson Button |
Brawn |
1h37m19s202 |
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27 – 04 – 2008 |
Kimi Raikkonen |
Ferrari |
1h38m19s051 |
|
13 – 05 – 2007 |
Felipe Massa |
Ferrari |
1h31m36s230 |
|
14 – 05 – 2006 |
Fernando Alonso |
Renault |
1h:26m21s759 |
|
08 – 05 – 2005 |
Kimi Raikkonen |
McLaren |
1h27m16s830 |
|
09 – 05 – 2004 |
Michael Schumacher |
Ferrari |
1h27m:32s.841 |
|
04 – 05 – 2003 |
Michael Schumacher |
Ferrari |
1h33m46s933 |
|
30 – 04 – 2002 |
Michael Schumacher |
Ferrari |
1h30m29s981 |
|
29 – 04 – 2001 |
Michael Schumacher |
Ferrari |
1h31m03s305 |
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07 – 05 – 2000 |
Mika Hakkinen |
McLaren |
1h33m50s390 |
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30 – 05 – 1999 |
Mika Hakkinen |
McLaren |
1h34m13s665 |
|
10 – 05 – 1998 |
Mika Hakkinen |
McLaren |
1h33m37s621 |
|
25 – 05 – 1997 |
Jacques Villeneuve |
Williams |
1h30m35s896 |
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02 – 06 – 1996 |
Michael Schumacher |
Ferrari |
1h59m49s307 |
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14 – 05 – 1995 |
Michael Schumacher |
Benetton |
1h34m20s507 |
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29 – 05 – 1994 |
Damon Hill |
Williams |
1h36m14s374 |
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09 – 05 – 1993 |
Alain Prost |
Williams |
1h32m27s685 |
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03 – 05 – 1992 |
Nigel Mansell |
Williams |
1h56m10s674 |
|
29 – 09 – 1991 |
Nigel Mansell |
Williams |
1h 38m41s541 |
Características
O Circuito da Catalunha, em Montmeló, Barcelona, é um dos autódromos mais modernos e seguros do mundo, com variedade de curvas, algumas bem acentuadas, chicanes e a maior reta da F-1, a dos boxes, com 1.040 metros, onde se podem alcançar velocidades acima de 300km/h. O traçado original do circuito sofreu várias modificações a partir de 1994, depois dos acidentes de Imola. Primeiro, foi feita uma chicane de pneus na, então, curva Nissan. Em 1995, a curva foi eliminada porque era perigosa e no seu lugar foi criada uma espécie de reta oposta. Em 2004/05, toda a pista recebeu asfalto novo e as áreas de escape das curvas Elf e Seat foram modificadas, para maior segurança. Em 2007, uma chicane foi construída entre as curvas Europcar e New Hollanda, que davam acesso à reta dos boxes, para facilitar ultrapassagens e aumentar a segurança. O novo traçado começa na curva Europcr, continua com uma reta curta e mais duas curvas ligadas ao desenho anterior. A área de escape da curva foi aumentada em seis metros. Para o GP de 2008, a caixa de brita da Elf foi substituída por uma faixa de asfalto. A troca obedeceu a orientação da FIA, sob o entendimento de que, graças à eficiência dos freios modernos, a desaceleração provocada pelo atrito com o asfalto reduz o impacto do choque com as barreiras de pneus ou muretas. E o asfalto também evita as capotagens.
Em 2021, o circuito passou por nova reforma. A curva La Caixa voltou a ter formato. Mais arredondado, parecido como desenho de 1991. O asfalto do paddock foi reconstruído, com novo sistema de drenagem. A curva 4 ganhou uma área de escape maior e todas as barreiras de pneus receberam proteção nova. As grades do pit lane também foram substituídas. A curva 10 voltou a ter formato igual ao do traçado original de 1991. Para a edição de 2023 , o circuito passou por novas reformas. As mudanças incluíram nova configuração do traçado, além de novas medidas de segurança e melhorias na área do paddock. Uma das principais mudanças foi a remoção de uma chicane entre as curvas 14 e 15. Novas barreiras foram inseridas nas últimas duas curvas de alta velocidade. Com isso, a pista passou a ter 4,657 km, 18 km a menos que a versão anterior. A pista também teve a ampliação da área de escape na curva 1 e nova barreira de proteção nas curvas 1 e 2. O placar na saída da pit lane foi remodelado, incluindo uma torre de sinalização “mais moderna. Houve também repintura e substituição de meio-fio e barreiras de pneus.
Os pilotos têm dificuldades no acerto dos carros para as corridas em Barcelona. Um dos motivos é a mudança brusca de ventos durante o dia, que impede um bom acerto aerodinâmico, embora com a eliminação de uma curva rápida, o traçado exija menos nesse quesito. É difícil encontrar o melhor set up, desde que a mesma parte da pista é completamente diferente de manhã e de tarde. Normalmente, s equipes optam por uma pressão aerodinâmica alta.
Sem o controle de tração, a suspensão dianteira pode ser mais rígida, mas a dianteira deve ser mais flexível, para dar mais arrasto na saída das curvas. O piso abrasivo e as curvas de alta velocidade (Repsol e Campsa) exigem pneus duros e médios, com compostos mais resistentes, mas, em contrapartida, os motores resistem bem e são raras as quebras.
Além da reta dos boxes, outro ponto para ultrapassagem é a freada na primeira curva, a Elf, mas Kimi Raikkonen diz que, por se uma pista rápida, o carro perde um pouco do efeito solo, quando está atrás de outro, nas curvas rápidas e isso complica as ultrapassagens.
Velocidades — Registros da FIA:
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Trecho |
Setor |
DST |
FG |
Marcha |
Velocidade |
Tempo |
|
Reta |
0.0 |
6 |
305 |
|||
|
Curva 1 |
-2.0 |
3 |
140 |
|||
|
Curva 2 |
-1.5 |
4ª |
200 |
|||
|
Saída/Curva 3 |
00 |
6ª |
280 |
|||
|
Entrada/Curva 4 |
1 |
-0.5 |
6 |
185 |
22,7 |
|
|
Curva 4 |
-2.2 |
4 |
160 |
|||
|
Saída Curva 9 |
0.1 |
6 |
260 |
|||
|
Entrada/Curva 10 |
2 |
30.7 |
||||
|
Curva 10 |
3.0 |
3 |
133 |
|||
|
Curva 12 |
-2.2 |
3 |
140 |
|||
|
Entrada Curva 13 |
1.5 |
5 |
213 |
|||
|
Detecção |
Saída da Curva 15 |
|||||
|
Entrada da Reta |
-4.0 |
6 |
260 |
|||
|
Ativação |
Início da reta |
|||||
|
Chegada |
3 |
28.4 1.21.8 |
||||
Para mais detalhes e informações técnicas, acesse:
http://www.fia.com/championship/formula-1-world-championship/gp-spain-track-guide
Registros da FOM
|
Trecho |
Setor |
FG |
Marcha |
Velocidade |
Tempo |
|
Final da Reta |
0.0 |
6 |
304,190 |
||
|
Elf |
-2.0 |
3 |
141,88 |
||
|
Saída da Curva 2 |
3 |
200,125 |
|||
|
Saída da Curva 3 |
0.0 |
6 |
280,175 |
||
|
1º Setor |
22,7 |
||||
|
Entrada/Curva 4 |
6 |
184,294 |
|||
|
Curva 4 |
-2.2 |
4 |
152,99 |
||
|
Saída Curva 9 |
5 |
257.161 |
|||
|
Final da Reta |
2 |
30.7 |
|||
|
Curva 10 |
3.0 |
3 |
83,133 |
||
|
Curva 12 |
-2.2 |
3 |
87,139 |
||
|
Entrada Curva 13 |
5 |
217,133 |
|||
|
Entrada da Reta |
-4.0 |
6 |
260,163 |
||
| Chegada |
3 |
28.4 1:21.0 |
|||
Historia
O primeiro GP da Espanha da Fórmula 1 foi disputado a 28 de outubro de 1951, no traçado de 6.316 metros, com 70 voltas, num total de 442,12 km, das ruas do circuito bairro de Pedralbes, no oeste da cidade de Barcelona. O vencedor, num Alfa Romeo 159, no tempo de 2:46:54.10 e média de 153,94 km/h, foi Juan Manuel Fangio, que com essa vitória confirmou o primeiro dos seus cinco títulos mundiais. Um segundo Grande Prêmio da Espanha foi disputado no mesmo circuito, em 1954,com vitória de Mike Hawthorn, da Ferrari, com 3:13:52.1.
Por falta de segurança nos circuitos, a Espanha ficou fora do calendário da FIA de 1955 a 1968. A partir daí, os circuitos de Jarama, em Madrid, e Montjuich, nas ruas de Barcelona, alternaram-se na promoção da prova, até 1975, quando um acidente em que morreram cinco pessoas provocou a exclusão do circuito do calendário da F1. Até 1981, as provas foram disputadas apenas em Jarama e, depois de mais cinco anos de ausência, o GP da Espanha ganhou um novo palco, o recém inaugurado circuito de Jerez de la Frontera, no sul do país. A primeira corrida, em 1986, teve um final emocionante, com Ayrton Senna chegando a 14 milésimos de segundo à frente de Nigel Mansell.
Um novo grave acidente com o piloto Martin Donelli, durante os treinos para a corrida de 1990, causou também a exclusão de Jerez e, a partir de 1991, a prova passou a ser disputada no Circuito da Catalunha , em Montmeló, município da província de Barcelona , a 20 quilômetros ao norte da Capital da província. O calendário de sua construção foi aberto a 3 de outubro de 1986, quando o Parlamento da Catalunha aprovou a projeto de lei recomendando ao Conselho Executivo “coordenar os organismos pertinentes com a finalidade de estudar e unir esforços para a criação de novo circuito permanente de velocidade”.
No dia 24 de fevereiro de 1989 foi constituído o Consórcio do Circuito da Catalunha, formado pelo governo da província, a prefeitura e o Real Automòbil Club de Catalunya (RACC), encarregado da empreitada e no mesmo dia foi assentada a pedra fundamental da obra.
Construído na carona das obras para os Jogos Olímpicos de 1982, cinco dias depois de sua inauguração, a 10 de setembro de 1991, o Circuito da Catalunha foi sede da sua primeira corrida oficial, uma prova do Campeonato de Turismo da Espanha. No dia 29 de setembro de 1991, promoveu o 36º GP da Espanha, da Fórmula 1, com vitória de Nigel Mansell, que venceu cinco GPs durante a temporada, mas perdeu o título para Ayrton Senna, que obteve sete vitórias.
Mika Hakkinen ganhou o GP da Espanha, em Barcelona, três vezes seguidas: 98, 99 e 2000. Michael Schumacher deu o troco. Venceu em 2001, 2002 e 2003. Antes de Fernando Alonso, o público nas corridas de Fórmula 1 na Espanha foi sempre muito pequeno, devido à ausência de pilotos do país nas corridas. Os eventos de motociclismo arrastavam o dobro de público às corridas.
Uma volta com Giancarlo Fisichella
“Uma volta neste circuito começa na reta da largada, que, com 830 metros, é uma das mais longas da Fórmula Um. No final dessa reta, eu reduzo fortemente a velocidade de 300 km/h para 130 km/h, e entro em 2ª na curva à direita. Ela é imediatamente seguida por uma curva à esquerda, tomada em 3ª, a aproximadamente 165 km/h, que conduz a uma longa curva de 4ª, a Renault. Essa curva é extremamente difícil porque tem cerca de 350 metros, durante os quais os pneus são extremamente exigidos. Na pequena reta em seguida, eu engato uma 4ª marcha, antes de brecar de 285 km/h para uma segunda marcha na Repsol, curva à direita, que tomo a cerca de 125 km/. Depois de uma pequena aceleração, volto à 2ª, para a lenta curva à esquerda, tomada abaixo de 90 km/h. Ai, eu passo para a 4ª marcha e 260 km/h, antes de tomar a próxima curva de 2ª, à esquerda, em torno de 130 km/h. A seguinte é uma curva à direita, tomada em 4ª marcha, a 210 km/h mais ou menos. Ela é realmente complicada e eu tenho de fazer um controle rigoroso do acelerador. Daí eu chego à reta oposta, onde engato uma 5ª marcha e chego a 290 km/ h, antes de brecar forte para entrar na curva La Caixa, de 2ª, que eu tomo perto dos 100km/h, e que é seguida imediatamente pela apertada Blanca Sabadell, outra curva de 2ª, à direita, tomada em torno dos 110 km/h. Isto me leva às duas curvas finais, que são as mais desafiadoras não só deste circuito mas da temporada inteira. Ambas são tomadas em 4ª marcha, a penúltima a 230 km/h e a última a 220 km/h. É importante uma boa saída para maximizar a velocidade na longa reta e para isso eu tenho de usar da melhor maneira essas excitantes curvas”.
Momentos
1975 – Os pilotos protestam contra a falta de segurança no circuito de rua de Montjuich e Emerson Fittipaldi se recusa a correr. No final da corrida, cinco pessoas morrem, quando o piloto Rolf Stommelen perde a direção da sua Lola-Hill, batendo numa arquibancada especial a apenas um metro da pista. Depois disso, o circuito é excluído da F1.
1991 – Nigel Mansell e Ayrton Senna correm lado a lado, pela liderança, na reta principal, e Mansell sai na frente, para vencer a corrida
1992 – Damon Hill estréia na F1, na Brabham, em substituição a Giovanna Amati
1994 – Acontece a primeira greve de pilotos da história da Fórmula 1. Liderados por Flavio Briatore, chefe da equipe Benetton, os pilotos se recusavam a ir para pista por não concordarem com as alterações postas em prática pela FIA, alegando que elas aumentavam a insegurança dos carros.
1995 – Nigel Mansell que voltava à F1, abandona a corrida e a carreira retomada, dizendo que o chassi da McLaren era muito ruim]
1996 – Pedro Paulo Diniz, da Ligier, consegue seu primeiro ponto na F1, com um sexto lugar
1997 – O jogador Ronaldo (na época ainda Ronaldinho e jogando pelo Barcelona) é a atração maior da corrida e andando pelo paddock chama mais atenção do que os pilotos
2000 – Na volta 22, a BAR de Jacques Villeneuve pega fogo e o piloto canadense tem de abandonar a prova. Ao sair do segundo pit stop, Michael atropela um mecânico, que tem de ser hospitalizado
2001 – Mika Hakkinen liderava e sua vitória parece certa quando, a menos de um quilômetro para a chegada, o motor estoura. Michael Schumacher vence e Juan-Pablo Montoya, com o segundo lugar, sobe ao pódio pela primeira vez.
2002 – Na volta de apresentação, o carro de Rubens Barrichello fica parado na pista. Ele tenta largar do box, mas o carro falha de novo
2003 – Na largada, Jarno Trulli toca a McLaren de David Coulthard; a Jaguar de Pizzonia fica parada na pista e é atingida por Kimi Raikkonen. Trulli, Pizzonia e Raikkonen têm de abandonar a corrida. David Coulthard consegue voltar e correr até a 26ª volta.
2006 – Alonso é o primeiro espanhol a vencer em seu país, recebendo a bandeirada 20 segundos à frente de Schumacher. Fisichella corria em segundo, com outro Renault, mas foi ultrapassado por Schumacher no pit stop. Durante os treinos da pré-temporada, em janeiro, Lewis Hamilton foi alvo de racismo por parte de torcedores espanhóis.
2007 – Felipe Massa dominou a corrida desde o pole position, no segundo GP pela Ferrari. Nem um toque com Fernando Alonso, na primeira curva impediu a vitória tranqüila. Lewis Hamilton foi o segundo colocado e Alonso o terceiro.
2008 – Na 22ª volta, Heikki Kovalainen saiu da pista a 240 km/h, depois de do estouro de um pneu, passou direto pela curva 9 e se chocou com a barreira de pneus a 130 km/h. Ficou desacordado por algum tempo, mas não sofreu lesões graves.
2009 – A sensação do ano, os carros da Brawn GP dominaram o GP da Espanha. Jenson Button ganhou a corrida e Rubens Barrichello foi o segundo. Felipe Massa (6º) teve de economizar combustível para terminar a corrida e foi ultrapassado por Fernando Alonso (5º), que também parou sem gasolina logo após a chegada.
2010 – Mark Webber, da Red Bull, venceu de ponta a aponta, mas o companheiro de equipe, Sebastian Vettel fez uma parada a mais e perdeu o segundo lugar para Fernando Alonso. O brasileiro Bruno Senna envolveu-se num acidente logo no início e deixou a pista.
2011 – Mark Webber quebra uma sequencia de 5 poles seguidas do companheiro Sebastian Vettel e sai na frente. Mas na corrida, com tática inteligente de evitar o tráfego nos boxes, Vettel atrasou a sua parada, assumiu a liderança obteve a sua 4ª vitória em cinco corridas.
2012 – Num resultado surpreendente e histórico, o venezuelano Pastor Maldonado venceu o GP da Espanha de 2012. Beneficiado por punição aplicada a Lewis Hamilton, que perdeu 10 posições no grid, Maldonado conseguiu se defender do assédio de Fernando Alonso e ganhou também a corrida. Foi primeira vitória da Williams, em 8 anos, e serviu também para a comemoração dos 70 anos do dono da equipe, Frank Williams.
2013 – Pela primeira vez no circuito da Catalunha, no GP da Espanha, em 12 de maio de 2013, o vencedor foi um piloto que não largou entre os três primeiros do grid. E a façanha coube, justamente, a um piloto da casa, o asturiano Fernando Alonso. Ele largou da 5ª posição, mas já na 3ª curva estava em 3º e na 13ª volta assumiu a liderança, que manteve até a volta 21. Até a volta 38, o espanhol travou uma dura luta, primeiro com Sebastian Vettel e depois com Kimi Raikkonen, mas, depois de belas ultrapassagens e de superar o finlandês na pista, liderou sem muita dificuldade as 27 voltas restantes.
2014 – Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a sua 4ª vitória consecutiva na atual temporada e a 26ª da carreira, no GP da Espanha, no circuito da Catalunha, em Montmeló, em Barcelona, dia 11 de maio de 2014. Com o triunfo, o piloto inglês assumiu a liderança do campeonato, com 4 pontos à frente de seu companheiro de equipe, Nico Rosberg. A dobradinha da Mercedes patenteou, mais uma vez, a ampla superioridade dos seus carros em relação dos demais. Houve momentos em que o líder Hamilton chegou a cravar 1m3s de vantagem sobre o 4º colocado.
2015 – Pela quarta vez em cinco corridas da temporada, a Mercedes fez a dobradinha no GP da Espanha, em Barcelona, no dia 10 de maioo, só que, desta vez, com as posições invertidas: Nico Rosberg foi o vencedor, com Lewis Hamilton em 2º. O piloto alemão, que largou da pole position, dominou inteiramente a corrida, não dando oportunidade de reação ao companheiro. Completou as 66 voltas em 1h41m12s555, com 17s551 de vantagem.
2016 – Lewis Hamilton e Nico Rosberg se chocaram logo na curva 3, deixaram a pista e deram chance a Max Verstappen, que, na estreia pela Red Bull, ganhou a sua primeira corrida e, no GP da Espanha, em Barcelona, tornou-se o mais jovem vencedor da Fórmula 1. Ele superou a Sebastian Vettel, que no GP da Itália de 2008, foi o mais jovem, com 21 anos. holandês, de 18 anos e 227 dias, completou as 66 voltas no circuito de Montmeló em 1h41m40s017, com apenas duas paradas e resistindo, durante 22 voltas, um forte assédio de Kimi Raikkonen, da Ferrari, segundo colocado, a 0s616 do vencedor.
2017 – Depois de uma disputa acirrada e graças à estratégia de pit stops da Mercedes, Lewis Hamilton venceu o Grande Prêmio da Espanha, neste domingo, no circuito de Barcelona. O piloto inglês, que largou da pole position, completou o percurso em 1h35m56s497, fez também a volta mais rápida, com 1m23s593, fazendo o hat-trick (barba, cabelo e bigode), na sua segunda vitória na temporada e a 55ª na carreira. Sebastian Vettel, que tinha assumido a liderança na largada, chegou no 2º lugar, a 3s490 de Hamilton e manteve a liderança do campeonato, com 104 pontos contra 98. Daniel Ricciardo beneficiou-se do abandono de Valtteri Bottas, Kimi Raikkonen e Max Verstappen para chegar em 3º e obter o primeiro pódio do ano. Felipe Massa, que tinha a 9ª posição, teve um pneu furado num choque com Fernando Alonso, na largada, quando disputavam a 6ª posição, foi para o box e, obrigado a fazer 3 paradas. O brasileiro foi também atingido por Stoffel Vandoorne, da McLaren, na volta 34 , e terminou em 13º.
2018 – Com um “hat trick” (barba, cabelo e bigode) e recorde da pista, Lewis Hamilton venceu o Grande Prêmio da Espanha de 2018, no circuito de Montmeló, em Barcelona. O piloto inglês venceu a corrida em 1h35m56s497 e fez a melhor volta, na 64, com 1m23s593, depois de, na véspera, ter obtido a pole position, com o recorde de 1m16s173, superando a marca de 1m16s182, de Sebastian Vettel. Valtteri Bottas, também da Mercedes, e Max Verstappen, da Red Bull, completaram o pódio. Hamilton, até com tranquilidade, cruzou a linha de chegada na sua segunda vitória consecutiva no campeonato. Bottas fez a dobradinha da Mercedes e Verstappen completou o pódio. Vettel tentou passar o holandês, mas teve de se contentar com o 4º lugar, seguido de Magnussen, Sainz, Alonso, Perez e Leclerc.
2019 – Com a 3ª vitória de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, em segundo, a Mercedes conquistou no GP da Espanha, em Barcelona, a sua 5ª dobradinha consecutiva nas 5 corridas da temporada de 2018 da Fórmula 1. A equipe alemã igualou seus próprios recordes de 2014 e 2016 e os da Ferrari, em 1952 e 2002. Lewis Hamilton liderou a corrida de ponta a ponta e completou o percurso de 66 voltas em 1h35m40s443, com 4s073 à frente do companheiro Valtteri Bottas, que era o pole position. O piloto inglês também ganhou o ponto extra pela volta mais rápida da corrida, com 1m18s452, na 54.
2020 -cCom duas paradas e fazendo excelente gestão dos pneus macios e médios, Lewis Hamilton venceu o Grande Prêmio da Espanha de ponta a ponta em 1h31m45s279. Foi a 88ª vitória em 255 corridas; o 156º pódio, novo recorde da F1; a 5ª vitória no GP da Espanha e 4ª consecutiva no circuito de Barcelona e a 39ª corrida seguida na zona de pontuação do piloto inglês, Ele cruzou a linha de chegada 24s177 à frente de Max Verstappen, da Rede Bull, o segundo colocado na corrida, em que, na 66ª, Valtteri Botas, da Mercedes, fez a volta mais rápida da corrida, 1m18s183, novo recorde da pista da Catalunha. Depois dos líderes o destaque da corrida foi a performance dos carros da Racing Point, com Lance Stroll em 4º e Sergio Perez, em 5º, apesar de uma punição de 5 segundos. Carlos Sainz repetiu seu melhor resultado no seu país, terminando em 6º, e Sebastian Vettel, 7º colocado, foi apontado pelos internautas como o “piloto do dia”. Alexandre Gasly, Alexander Albon e Lando Norris completaram a zona de pontuação.
2021 – Depois de ser superado na largada, Lewis Hamilton reagiu, pressionou Max Verstappen por 60 voltas, ultrapassou o holandês e venceu o GP da Espanha, no circuito de Barcelona. Foi a 3ª vitória no atual campeonato, a 98ª da carreira e a 6ª no circuito espanhol do inglês da Mercedes, eleito o melhor piloto do dia. Max Verstappen, da Red Bull, o segundo colocado, a 15s841 do vencedor, fez a volta mais rápida da prova, com 1m18s159, na 63ª. Valtteri Bottas, da Mercedes, completou o pódio, tendo ficado a 26s610 do companheiro de equipe. A vitória de Hamilton deveu-se principalmente a uma acertada estratégia da Mercedes, que promoveu um pit stop extra para que, com pneus mais frescos ele pudesse baixar a vantagem de Verstappen, que correu 41 voltas com o mesmo jogo de pneus médios. Só na volta 61 o holandês colocou pneus macios, para buscar a volta mais rápida, depois de dar a corrida por perdida. As diferentes estratégias adotadas pela Mercedes e Red Bull deram muita movimentação e o 31º GP da Espanha acabou tendo momentos de muita emoção, numa pista conhecida pelas dificuldades nas ultrapassagens.
2022 – O motor Ferrari de Charles Leclerc pifou na 27ª volta, quando ele liderava com folga, e Max Verstappen, que assumiu o primeiro lugar 11 voltas depois, venceu o GP da Espanha e passou à frente na classificação do campeonato de 2022, da Fórmula 1. Antes de chegar à liderança, Verstappen saiu da pista uma vez e falhou em várias tentativas de ultrapassagens, por causa de problema no sistema de DRS. Apesar dos contratempos, em 1h37m20s475, o belga que corre sob bandeira holandesa obteve a 4ª vitória da temporada e 14ª da carreira. Sergio Perez, que fez jogo de equipe, abrindo para a passagem de Verstappen em duas ocasiões, foi o segundo no pódio e completou a 19ª dobradinha da Red Bull. George Russell provou a recuperação dos carros da Mercedes, chegando no terceiro lugar. Lewis Hamilton que teve um pneu furado em choque com Magnussen na largada, caiu para o 19º lugar, mas fez corrida de recuperação e, mesmo tendo problema com combustível no final, acabou em 5º, atrás de Carlos Sainz.
2023 – Max Verstappen, da Red Bull, venceu de ponta a ponta e com folga o Grande Prêmio da Espanha, a 7ª corrida da temporada da F1, no circuito de Barcelona. O piloto da Red Bull cumpriu as 66 voltas em 1h27m57s840, 24s090 |à frente do segundo colocado e fez a melhor volta da corrida, com 1m16s249. Essa foi a 5ª vitória no campeonato e a 40ª da carreira do holandês, que também conquistou o seu 3º Grand Chelem, com a pole, vitória melhor volta e liderança em todas as voltas. Os outros dois foram obtidos na Áustria, em 2021, e na Emília-Romagna, em 2022. Verstappen recebeu punição por ter excedido o limite da pista na curva 10, por três vezes, e depois de fazer a melhor volta foi advertido pelo seu engenheiro: “Agora que conseguiu tudo, por favor, se mantenha entre as duas linhas brancas”. Pela primeira vez na temporada, a Mercedes colocou seus dois pilotos no pódio, com Lewis Hamilton, eleito o melhor piloto do dia, em segundo e George Russell, que largou da 12ª posição, foi o terceiro colocado.