Perfil
| Nome | Yuki Tsuda Hiroki Tsunoda |
| Nascimento | 11 de maio de 2000 |
| Local | Sagamihara – Kanagawa-Japão |
| Nacionalidade | Japonês |
| Residência | Suíça |
| Altura | 1,60 |
| Peso | 53 kg |
| Estado civil | Solteiro |
| Equipe | Alpha Tauri |
| Número | 22 |
Fórmula 1
| Estreia | Bahrein 2021 |
| Corridas | 114 |
| Voltas | 1 |
| Abandonos | 15 |
| Não largou | 3 |
| Pontos | 125 |
Carreira
| Ano | Categoria | Equipe | Corridas | Vitórias | Poles | Voltas | Abandonos | Não largou | Pódios | Pontos | Posição
20º |
|||
| 2026 | Fórmula 1 | RB | 3 | 1 | ||||||||||
| 2025 | Fórmula 1 | RB | 24 | 1 | 33 | 17º | ||||||||
| 2024 | Fórmula 1 | RB | 24 | 4 | 28 | 12º | ||||||||
| 2023 | Fórmula 1 | AlphaTauru | 21 | 1 | 1 | 1 | 17 | 14º | ||||||
| 2022 | Formula 1 | AlphaTauri | 21 | 5 | 1 | 13 | 14º | |||||||
| 2021 | Fórmula 1 | AlphaTauri | 22 | 3 | 1 | 32 | 14º | |||||||
| 2020 | Fórmula 2 | Carlin | 20 | 3 | 4 | 7 | 200 | 3º | ||||||
| Toyota | M2 Competition | 15 | 1 | 0 | 0 | 3 | 257 | 4º | ||||||
| 2019 | GP de Macau | Hitech GP | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | N/A | 11º | |||||
| Euroformula | Motopark | 14 | 1 | 0 | 3 | 6 | 151 | 4º | ||||||
| Fórmula 3 | Jenzer | 16 | 1 | 0 | 1 | 3 | 67 | 9º | ||||||
| 2018 |
F4 Japão |
Honda Dream | 14 | 7 | 8 | 4 | 11 | 245 | 1º | |||||
| 2017 | 14 | 3 | 4 | 1 | 6 | 173 | 3º | |||||||
| 2016 | Suketina Racing | Estreia no Campeonato Japonês de F4, em evento único em Suzuka. Conquistou o primeiro pódio, com o 2º lugar na primeira corrida, e terminou em 4º na segunda corrida. | ||||||||||||
| 2015 |
Kart |
Obtém 2º lugar geral e 1º na região Leste da JAF All Japan Cart Championship (classe FS-125 | ||||||||||||
| 2014 | Disputa o campeonato nacional da JAF Cart Championship (classe FS-125) | |||||||||||||
| 2013 | Ganha p campeonato da área Leste da JAF Cart Championship (classe FS-125) | |||||||||||||
| 2010 | Inicia careira profissional no JAF Junior Karting Championship | |||||||||||||
História
Yuki é o 21° japonês a correr na F1. O primeiro foi Hiroshi Fushida, que disputou duas corridas pela equipe Maki, em 1975. Depois, vieram Satoru Nakajima, Ukyo Katayama, Kazuki Nakajima, Aguri Suzuki, Takuma Sato e Kamui Kobayashi, estes três que conseguiram um pódio cada um. Ele é também o primeiro a correr na categoria principal, desde Kamui Kobayashi, que disputou o campeonato de 2014. Além disso, será o primeiro piloto regular da F1 nascido nos anos 2000.
Desde 2016, ele conta com o apoio da Honda, tornando-se membro do Honda Formula Dream Project e, fazendo sua estreia em monolugar no Campeonato Japonês de F4.
O jovem japonês estava na mira da F1 desde 2018, quando, depois de ganhar pela terceira vez o campeonato da F4 japonesa, foi para a Europa, juntando-se aos programas do Red Bull Junior como parte do relacionamento mais próximo da Honda com a fabricante de bebidas energéticas na F1.
Em 2019, Tsunoda combinou campanhas na Fórmula 3 e Euroformula Open, mostrando uma consistência e talento para gerenciamento de corrida que lhe rendeu uma promoção para a F2 com a equipe Carlin.
Helmut Marko, conselheiro da Red Bull Motorsport, monitorou de perto seu progresso, quando acelerou alguns dos programas para jovens mais talentosos. Tsunoda era um deles e correspondeu à expectativa num primeiro teste pela AlphaTauri em um carro com especificações de 2018 depois do Grande Prêmio da Emília Romagna, em Imola. Seu feedback e velocidade impressionaram a equipe, assim como seu domínio do inglês, que lhe permitiu construir relacionamentos com os mecânicos. A confirmação da contratação pela AlphaTauri veio após um teste final em Abu Dhabi e o 3º lugar no campeonato da F2, que lhe garantiu a Superlicença da FIA.
Yuki nasceu no 11 de maio de 2000, na cidade de Sagamihara, na província de Kanagawa. Levado pelo pai, que era encarregado de mecânica de carrinhos infantis e participava de gincanas, andou de kart pela primeira vez aos 4 anos, no Nakai Intrcircuit.
Ele iniciou sua carreira profissional no kart em 2010, no JAF Junior Karting Championship. Em 2013, ganhou o campeonato da série na “Área Leste do JAF Regional Cart Championship (classe FS-125) e em 2014 passou para a área nacional em 2014.
Em 2015, JAF All Japan Cart Championship (classe FS-125), foi classificado em 2º lugar geral e 1º na região leste. No mesmo ano, participou de duas corridas do campeonato da FIA-F4 pela Sutekina Racing Team e conquistou o 2º lugar, o pódio mais jovem, e um 4º lugar, na 11ª jornada, em Suzuka.
Em 2016, Tsunoda se formou na Escola de Corrida do Circuito de Suzuka da Honda, na classe de fórmula avançada e tornou-se membro do Honda Formula Dream Project. Ele entrou na seção de fórmulas (SRS-Formula Advance) da Suzuka Circuit Racing School e conquistou sua primeira participação na série Super FJ Okayama, sua estreia em quatro rodas. No mesmo ano, fez sua estreia no Campeonato Japonês de F4, com a Sutekina Racing Team em um evento único em Suzuka. Ele conquistou o primeiro pódio, com o 2º lugar na primeira corrida, e terminou em 4º na segunda corrida.
Em 2017, Tsunoda começou sua primeira temporada completa de corridas em monolugares no Campeonato Japonês F4. Conquistou a primeira vitória no segundo turno (Okayama), sendo o vencedor mais jovem, com 16 anos e 333 dias. Com quatro poles positions e três vitórias na temporada, conquistou o terceiro lugar geral, atrás de Rito Miyata e Ukyo Sasahara . Além disso, também participou do Campeonato Regional de Fórmula 4 da East Japan Series e conquistou o primeiro lugar geral.
Em 2018, Tsunoda continuou a correr na F4 japonesa, com a equipe Honda Formula Dream Project. Fez seis poles positions consecutivas desde a rodada de abertura, e uma sequência de 5 vitórias consecutivas a partir da segunda rodada. No final, ele ganhou o campeonato da série, com 9 poles positions e 7 vitórias.
No final do ano de 2018, Tsunoda passou a integrar o programa de júniores da Honda e da Red Bull e anunciou que, em 2019, participaria do recém-lançado Campeonato da Fórmula 3 pela Jenzer Motorsports. Ele obteve sua primeira vitória na segunda corrida da 7ª rodada, no circuito de Monza 7 e terminou em 9º lugar, com três pódios e 67 pontos, todos os obtidos pela Jenzer ao longo da temporada.
Paralelamente ao Campeonato de Fórmula 3, disputou o Aberto Europeu pela Motopark. Na abertura, em Paul Ricard foi segundo corrida 1. Na segunda etapa, no GP de Pau, foi 3º na corrida 2 e em Hockenheim, conquistou a primeira vitória, terminando no 4º lugar da classificação geral.
No início de 2020, a Honda anunciou que Tsunoda se juntaria à Carlin para competir no campeonato de Fórmula 2 da FIA. Durante a temporada ele conquistou três vitórias, quatro poles, sete pódios e terminou em terceiro lugar no campeonato com 200 pontos, apenas 1 ponto atrás de Callum Illot, o segundo colocado.
Em agosto, o chefe da equipe de Fórmula 1 da Scuderia AlphaTauri Honda, Franz Tost, anunciou que Tsunoda pilotaria pela equipe no teste de estreia de fim de temporada em Abu Dhabi, em dezembro de 2020. No teste de jovem piloto realizado em 15 de dezembro após o GP de Abu Dhabi , ele correu 123 voltas no Alpha Tauri AT01 . Na cerimônia de premiação após o final da temporada, ele recebeu o “Troféu Pirelli”, concedido a quem melhor usou os pneus Pirelli , e o Prêmio Antoine Hubert, prêmio de melhor estreante da F2.
Tsunoda fez sua estreia na F1 no campeonato de 2021, substituindo Daniil Kvyat e em parceria com Pierre Gasly na equipe para a temporada de 2021. Adotou o número 22, anteriormente usado por Jenson Button.
Na abertura da temporada do Grande Prêmio do Bahrain, Tsunoda terminou em nono lugar. Após a corrida, Ross Brawn, diretor técnico da Fórmula 1, o saudou como “o melhor novato da F1 em anos”. No Grande Prêmio de Emilia Romagna, ao faltarem 12,01 minutos para o encerramento da Q1, ele perdeu a traseira do carro na saída da curva, rodou, foi contra a barreira, provocando bandeira vermelha e suspensão do treino. O piloto japonês não pode voltar à pista e, sem tempo, largou da última posição e chegou em 16º.
Em Portugal, Tsunoda foi 14º no grid e cruzou a bandeira quadriculada em 15º. No Grande Prêmio da Espanha foi eliminado na Q1, largou da 14ª posição e chegou na 15ª. Como Gasly obteve o 9º lugar no grid e o 10º na corrida, Tsunoda perguntou à equipe se ele e o companheiro tinham “o mesmo carro”, mas depois se desculpou. Em Mônaco, foi 15º e 14º.
Tsunoda alcançou a terceira sessão de qualificação (Q3) pela primeira vez no Grande Prêmio do Azerbaijão, mas quando iniciava volta lançada em busca da pole, perdeu o controle do carro, na curva 3, e foi de encontro à proteção. Sainz, que vinha logo atrás, se assustou e desviou para uma área de escape. A 4ª bandeira vermelha antecipou o final da etapa. Ele largou da 8ª posição e terminou em 7º, completando 8 pontos no campeonato.
No Grande Prêmio da França, na etapa de qualificação, logo no início da Q1, foi de encontro à barreira, na curva 2, sendo obrigado a abandonar a pista. Sem tempo, largou dos boxes e chegou em 13º. Ele alcançou a Q3 novamente no Grande Prêmio da Estíria, ocupando a 8ª posição, mas recebeu uma penalidade do grid, por impedir Valtteri Bottas, e largou da 11ª. Chegou em 10ª, totalizando 9 pontos e ocupando a 14ª colocação no campeonato. Na Áustria, Tsunoda foi 7º no grid. Na Áustria, Tsunoda voltou a subir à Q3, na 7ª posição, e na corrida, logo na volta 2 provocou segurança virtual, por ter parado em situação perigosa e na relargada, na volta 4, estava entre os 10 primeiros colocados, mas terminou em 12º. Na Inglaterra, foi 16º no sprint e terminou 1m 10º, uma posição à frente de Gasly. Totalizou 10 pontos, mas continuou na 14ª colocação no campeonato.
Na Hungria, embora eliminado ainda nq1, piloto japonês alcançou seu melhor resultado até aquele momento. No Grande Prêmio da Hungria. Ele começou a corrida em décimo sexto, melhorou para sétimo na linha de chegada e foi promovido para sexto após a desqualificação de Sebastian Vettel. Totalizou 18 pontos, mas ainda continuou em 14º no campeonato. Na Bélgica foi 15º no grid, posição que manteve na corrida reduzida de 4 voltas, por causa da chuva. No Grande Prêmio da Holanda, depois de largar de 15º, abandonou na volta 48, com um problema na unidade de energia.
Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Itália, ele colidiu com Robert Kubica na qualificação de sprint e, em seguida, não conseguiu iniciar a corrida devido a problemas de freio. Seu lugar no grid ficou vago.
Nos seis Grandes Prêmios, Tsunoda foi 17º na Rússia; largou em 9º e chegou em 14º na Turquia, e foi 10º e 9º, nos Estados Unidos. No México, foi 9º na qualificação, mas largou da pit lane, por troca de componentes do motor, e chegou em 17º. Em São Paulo, foi 15] no sprint e repetiu a posição na corrida principal. No Catar, voltou a subir à Q3, na 8ª posição, mas na corrida caiu para13º. Na Arábia Saudita, terminou em 13º, mas recebeu punição de 5 segundos por colisão com Sebastian Vettel e caiu para 14º.
Na corrida final da temporada, o Grande Prêmio e Abu Dhabi, qualificou-se na oitava posição e foi a primeira vez em toda a temporada que superou o companheiro de equipe Pierre Gasly, eliminado na Q2. Ele terminou em quarto lugar e ganhou 12 pontos, seu melhor resultado na Fórmula 1. Com 32 pontos, foi o 14ª colocado no campeonato de pilotos, bem atrás do companheiro de equipe, Pierre Gasly, 9º, com 110 pontos.
Ainda antes do final do campeonato, Tsunoda e Gasly foram confirmados pela AlphaTauri para a temporada de 2022.
Tsunoda se classificou em décimo sexto e terminou em oitavo no Grande Prêmio do Bahrain, que abriu a temporada de 2022. Um problema de combustível o impediu de definir um tempo de qualificação no Grande Prêmio da Arábia Saudita e ele não conseguiu iniciar a corrida após uma falha na unidade de potência. No Grande Prêmio da Emília-Romagna, Tsunoda terminou em sétimo, à frente do companheiro de equipe Gasly, classificado em décimo sexto. Ele descreveu a corrida como a melhor de sua carreira na Fórmula 1. Sua primeira aparição no Q3 da temporada veio no Grande Prêmio de Miami e ele marcou pontos pela terceira vez em seis corridas no Grande Prêmio da Espanha, terminando em décimo.
Tsunoda bateu no muro na qualificação para o Grande Prêmio de Mônaco e terminou a corrida em décimo sétimo. Ele estava correndo em sétimo no Grande Prêmio do Azerbaijão até ser forçado a ir aos boxes para reparos após uma falha no DRS. No Grande Prêmio do Canadá foi direto no muro após sair do pit-lane e abandonou a corrida. Após a prova, japonês assumiu culpa pelo erro e se desculpou com a AlphaTauri, que saiu sem pontos de Montreal
Ainda na reta inicial do GP da Inglaterra, Yuki Tsunoda errou ao tentar uma ultrapassagem na curva 3 e causou uma colisão com o companheiro de equipe Pierre Gasly, enquanto os batalhavam pelo sétimo lugar. Gasly abandonou com problemas na asa traseira, enquanto Tsunoda, com punição, se arrastou para chegar na 14ª e última posição entre os pilotos que completaram a prova.
O japonês bateu no muro nos primeiros minutos da classificação do GP da França, mas e se classificou em oitavo para o Grande Prêmio da França. Todavia, uma colisão na primeira volta com Esteban Ocon o obrigou a abandonar a pista. No Grande Prêmio da Holanda, Tsunoda abandonou com um problema no diferencial. Ele parou na lateral da pista e afrouxou os cintos de segurança antes de voltar para os boxes, pelo que recebeu sua quinta repreensão da temporada e, portanto, uma penalidade de grid para o Grande Prêmio da Itália. Nesse evento, recebeu outra penalidade por não desacelerar para bandeiras amarelas no treino. No Grande Prêmio de Cingapura, Yuki Tsunoda perdeu o ponto da freada e passou reto com a AlphaTauri, indo parar na barreira, sexto piloto a abandonar a corrida.
Tsunoda marcou um ponto no Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde largou em décimo nono, ganhou cinco lugares na primeira volta e terminou em décimo. Ele estava correndo em décimo primeiro no Grande Prêmio da Cidade do México, mas foi eliminado em uma colisão com Daniel Ricciardo. Em São Paulo, recebeu a punição após a equipe trocar partes de seu carro durante o procedimento de parque fechado e largou da pit lane, chegando em 15º. Em Abu Dhabi, o japonês chegou em 11º e terminou a temporada em décimo sétimo no campeonato de pilotos com 12 pontos contra 23 de Gasly.
Tsunoda permaneceu na AlphaTauri para a temporada de 2023, fazendo parceria com o novato Nyck de Vries enquanto Gasly partia para a Alpine. Ele terminou em 11º no Grande Prêmio do Bahrein; teve um péssimo início de corrida e terminou pouco mais de um segundo atrás de Alex Albon. No Grande Prêmio da Arábia Saudita, um safety car permitiu a Tsunoda fazer seu pit stop e saltar para o oitavo lugar. Mais tarde, foi ultrapassado pelos dois carros Alpine e depois por Kevin Magnussen a cinco voltas do fim, terminando em 11º pela terceira corrida consecutiva. No Grande Prêmio da Austrália, Tsunoda qualificou-se em 12º e chegou ao quinto lugar quando a corrida recomeçou após a segunda bandeira vermelha, mas foi rebaixado para 11º após a terceira paralisação. Uma penalidade para Carlos Sainz o promoveu ao décimo, conquistando o primeiro ponto do ano para ele e para AlphaTauri.
Ele alcançou o Q3 pela primeira vez em 2023 no Grande Prêmio do Azerbaijão. O contato com o companheiro de equipe De Vries no sprint fez com que batesse em uma parede e eventualmente se retirasse. Terminou em décimo na corrida para marcar outro ponto. No Grande Prêmio de Miami, Tsunoda terminou novamente em 11º, logo atrás de Kevin Magnussen, após largar em 17º. No Grande Prêmio de Mônaco, avançou para o Q3 e estava em nono, quando teve problemas de freio, caindo para 15º. Ele terminou em nono no Grande Prêmio da Espanha, mas recebeu uma penalidade por forçar Zhou Guanyu a sair da pista, deixando-o fora dos pontos. Tsunoda mais tarde descreveu a pena como “ridícula” e acusou Zhou de fingir que foi forçado a sair. No Grande Prêmio da Áustria, sua asa dianteira quebrou em uma colisão com Esteban Ocon e ele recebeu múltiplas penalidades pós-corrida por infrações aos limites da pista.
No Grande Prêmio da Hungria, Tsunoda fez parceria com Daniel Ricciardo depois que De Vries foi dispensado pela equipe. Ele terminou a corrida em 15º, duas posições atrás de Ricciardo, chegou ao sexto lugar durante as primeiras voltas do Grande Prêmio da Bélgica e terminou em décimo, marcando seus primeiros pontos desde abril. Tsunoda foi acompanhado em AlphaTauri por Liam Lawson a partir do Grande Prêmio da Holanda, depois que Ricciardo quebrou a mão. Ele terminou a corrida atrás de Lawson, em 15º lugar, tendo corrido bem entre os 10 primeiros durante os estágios iniciais em uma corrida com piso seco e molhado. O japonês qualificou-se em 11º no Grande Prêmio da Itália, mas não conseguiu dar a largada porque seu motor falhou durante a volta de formação. Ele foi eliminado na primeira volta do Grande Prêmio de Cingapura devido aos danos causados por uma colisão com Sergio Pérez. Tsunoda chegou ao Q3 e se classificou em nono em sua corrida em casa durante o Grande Prêmio do Japão, para alegria dos fãs japoneses. No entanto, ele retrocedeu no dia da corrida ao cair dos pontos para o 12º lugar no final, terminando atrás do companheiro de equipe Lawson.
No Grande Prêmio dos Estados Unidos, Tsunoda se beneficiou com uma posição para o décimo lugar, depois que Fernando Alonso abandonou, e então parou no final para marcar sua primeira volta mais rápida. Tendo marcado seus primeiros pontos desde as férias de verão e o ganho foi ainda maior, depois que Lewis Hamilton e Charles Leclerc foram desclassificados, o promovendo ao oitavo lugar. Ele largou de trás no Grande Prêmio da Cidade do México depois de usar elementos adicionais da unidade de potência. Depois, surpreendentemente, marcar seus pontos no meio da corrida, seu ataque foi interrompido quando foi atingido por Oscar Piastri, e lamentou o que poderia ter sido o 12º. No Brasil, Tsunoda foi eliminado do Q1 em 16º.,
No sprint, seu ritmo foi muito mais promissor, terminando em sexto após uma ultrapassagem sobre Hamilton. Na corrida, Tsunoda avançou para décimo no início e apesar de um pequeno erro, conseguiu garantir o nono lugar. Na temporada que terminou no Grande Prêmio de Abu Dhabi, Tsunoda se classificou em sexto lugar, o melhor da carreira. Depois de tentar uma ambiciosa estratégia de parada única, ele liderou uma corrida pela primeira vez. Não valeria a pena como ele esperava, segurando Hamilton pelo oitavo lugar. Apesar de não ter conseguido ajudar a AlphaTauri a superar a Williams para o P7 nos construtores, ele ganhou o prêmio de Piloto do Dia no final da temporada. Tsunoda terminou a temporada de 2023 em 14º lugar na classificação, com 17 pontos. (Wikipedia)
A AlphaTauri, que foi renomeada para RB Formula One Team para a temporada de 2024, manteve Tsunoda e Daniel Ricciardo. No Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada , começando em 11º, Tsunoda estava lutando contra Kevin Magnussen pelo 12º lugar, mas recebeu ordens para permitir que seu companheiro de equipe Ricciardo passasse e expressou sua frustração. Ele cruzou a linha em 14º. No Grande Prêmio da Arábia Saudita, Tsunoda alcançou seu primeiro Q3 do ano, se classificando em nono, mas na corrida foi mais uma vez envolvido em uma batalha com Magnussen para terminar em 15º. Ele se classificou em oitavo na Austrália. Acertando sua estratégia, cruzou a linha em sétimo lugar, mais uma vez sendo elogiado por dar “grandes passos” ao marcar seus primeiros pontos em 2024. Tsunoda chegou ao Q3 novamente para seu Grande Prêmio do Japão em casa. Apesar de ficar preso no meio do pelotão no meio da corrida, um excelente segundo pit stop permitiu que ele ultrapassasse seus rivais e terminasse em décimo, tornando-se o primeiro piloto japonês a marcar pontos em casa desde 2012.
Um azarado Grande Prêmio da China se seguiu, quando Tsunoda foi derrubado em um giro por Magnussen, após uma reinicialização do safety car, o que fez com que o primeiro abandonasse. O sprint no Grande Prêmio de Miami viu Tsunoda terminar em oitavo, garantindo um ponto. Ele seguiu com outro sétimo lugar na corrida principal, terminando até mesmo na frente de George Russell da Mercedes. Mais pontos se seguiram em suas aparições no Q3, ficando em décimo e oitavo nos Grandes Prêmios da Emilia-Romagna e de Mônaco, respectivamente. Ele continuou suas fortes performances de qualificação com o oitavo lugar no Canadá. Tendo corrido perto do companheiro de equipe Ricciardo, ele girou em direção à conclusão da corrida, levando-o a terminar em 14º. Tsunoda não conseguiu marcar pontos nos Grandes Prêmios da Espanha e da Áustria, apesar da RB introduzir atualizações. Começando em 13º no Grande Prêmio da Grã-Bretanha, Tsunoda aproveitou o mau tempo e garantiu o décimo lugar, terminando em nono na próxima corrida na Hungria, apesar de um grande acidente no Q3. Ele foi atingido por uma penalidade de motor que o confinou ao final do grid no Grande Prêmio da Bélgica, e lutou com o ritmo para terminar apenas em 16º.
Uma saída difícil no Grande Prêmio da Holanda seguiu-se a partir do 12º lugar, onde uma estratégia errada de box logo desfaria sua corrida e ele acabou terminando em 17º. Isso foi seguido por abandonos consecutivos nos Grandes Prêmios da Itália e do Azerbaijão, devido a colisões de Nico Hülkenberg e Lance Stroll sem culpa própria. Começando no Grande Prêmio dos Estados Unidos, Tsunoda seria parceiro de Liam Lawson que substituía Ricciardo. Qualificando-se em 11º para a corrida, foi ultrapassado por Lawson nos pit stops e depois girando sozinho, terminou em 14º lugar. Um fim de semana frustrante no Grande Prêmio da Cidade do México se seguiu, caindo na qualificação e sendo eliminado ao ser atingido por trás na volta de abertura por Alex Albon. Tsunoda conseguiu sua melhor posição de qualificação até então no Grande Prêmio de São Paulo, garantindo o terceiro lugar em uma sessão de chuva. Fazendo uma corrida sólida no início, Tsunoda fez pit-stop para pneus de chuva e estava recuperando terreno rapidamente, mas perdeu para uma bandeira vermelha trazida por Franco Colapinto, onde os pilotos podiam fazer um pit stop gratuito. Ele acabou terminando em sétimo lugar, beneficiando-se de uma posição da penalidade de Oscar Piastri.
Na semana anterior ao Grande Prêmio de Las Vegas, Tsunoda foi interrogado por oficiais da Alfândega e Proteção de Fronteiras dos EUA no Aeroporto Internacional Harry Reid por várias horas enquanto tentava entrar no país. Ele se classificou em nono em Las Vegas, terminando na mesma posição, após uma batalha com Nico Hülkenberg. No Grande Prêmio do Catar, Tsunoda terminou em 16º no sprint e 13º no Grande Prêmio, em um fim de semana em que a RB não teve ritmo. Começando em 11º para o Grande Prêmio de Abu Dhabi, Tsunoda sofreu um anti-stall durante a largada, caiu para trás e não conseguiu se recuperar muito, terminando em 12º. Tsunoda terminou a temporada em 12º no campeonato de pilotos com 30 pontos, sua melhor colocação na Fórmula 1 até então.
Tsunoda estendeu seu contrato com a Racing Bulls para sua campanha de 2025 , fazendo parceria com o vice-campeão da Fórmula 2 da FIA, Isack Hadjar .
(Gemini) A temporada de 2025 foi, sem dúvida, o capítulo mais dramático e transformador da carreira de Yuki Tsunoda. Para o japonês, o ano representou a realização de um sonho longamente aguardado — a promoção para a equipe principal da Red Bull Racing — mas também a dura realidade de enfrentar a “trituração” que o segundo cockpit da equipe austríaca impõe aos seus pilotos.
Tsunoda começou 2025 na Racing Bulls (VCARB), demonstrando uma maturidade que já vinha sendo lapidada nos anos anteriores. Nas duas primeiras etapas (Austrália e China), ele foi o “melhor do resto”, conseguindo pontos cruciais e superando com folga seu companheiro de equipe na época. Esse desempenho, somado às dificuldades imediatas de Liam Lawson (que havia começado o ano na Red Bull como substituto de Sergio Pérez), forçou a mão de Christian Horner e Helmut Marko.
A grande virada ocorreu no GP do Japão, sua corrida em casa. Em um movimento audacioso, a Red Bull promoveu Tsunoda ao time principal para correr ao lado de Max Verstappen a partir de Suzuka. Foi um momento de catarse para os fãs japoneses, vendo Yuki finalmente assumir o volante do RB21.
Apesar da euforia inicial, a realidade ao lado de Verstappen mostrou-se brutal. A telemetria ao longo do ano revelou que, embora Yuki fosse rápido em voltas isoladas, ele sofria para manter o ritmo de corrida de Max, com um déficit médio de 0.6s por volta em condições de pista seca. A dificuldade de adaptação ao carro, que era descrito por ele como “extremamente sensível e imprevisível”, resultou em uma série de eliminações precoces no Q1 e Q2 durante a fase europeia do campeonato.
Seu momento de maior brilho na Red Bull foi no GP do Azerbaijão, onde conquistou um excelente 6º lugar, terminando à frente de Lando Norris e ajudando diretamente Verstappen na luta pelo título. Foi nesse período que Yuki atribuiu sua evolução ao suporte técnico de Laurent Mekies, que continuou a aconselhá-lo mesmo após a mudança de equipe.
Infelizmente, a consistência que o levou à Red Bull começou a minguar na reta final. Erros em momentos críticos, como o abandono na Áustria e o desempenho apagado no Brasil, geraram dúvidas na cúpula da equipe. Enquanto Verstappen lutava pelo título até a última volta em Abu Dhabi, Tsunoda terminou o campeonato na 17ª posição geral, acumulando apenas 33 pontos contra os 385 de seu companheiro.
O balanço final de 2025 para Tsunoda foi de crescimento pessoal, mas de insuficiência técnica para as exigências da Red Bull. No encerramento da temporada, foi confirmado que ele perderia a vaga de titular para o jovem Isack Hadjar em 2026, sendo realocado para a função de piloto reserva e de testes tanto da Red Bull quanto da Racing Bulls.
Resumo Estatístico de 2025
- Melhor Resultado: 6º lugar (GP do Azerbaijão).
- Pontos Totais: 33.
- Status de Qualificação: Superado por Verstappen em 90% das sessões.
- Posição Final no Mundial: 17º lugar.