Sergio Perez

Perfil

Nome Sergio Pérez Mendoza
País México
Nascimento 29 de janeiro de 1990
Local Guadalajara
Residência Suíça
Altura 1,73
Peso 63 kg
Línguas Espanhol, português, inglês
Hobbies Futebol, kart, yoga, ginástica e golfe
Comidas Massa, “torta afogada”
Pistas Mônaco, Monza, Spa Francorchamps
Música Pop
Site www.sergioperezf1.com

Carreira

Estreia

GP da Austrália  – 27/03/2011

Corridas

298

Títulos

0

Vitórias

6

Sprint

1

Pódios

39

Poles

3

Voltas + rápidas

12

Não correu

4

Abandonos

41 e 2WD

Pontos

1.638,00

Desempenho

Ano

Competição

Equipe

Provas

Vitórias

Poles

Pódios

Sprint

Voltas

Abandonos

Pontos

Posição

2026 Fórmula 1 Cadillac 17       5

0

23º
2024 Fórmula 1 Red Bull 24 4 4

152

8º
2023 Fórmula 1 Red Bull 22 2 2 9 1 2 2

286

2º
2022 Fórmula 1 Red Bull 22 2 1 11 2 1

305

3º
2021 Fórmula 1 Red Bull 22 1 4 5 2 2

190

4º
2020

Fórmula 1 Racing Point 15 2 1+2WD

125

4°

2019

Formula 1 Racing Point 21 2

52

10º

2018

Formula 1 Force India

21

1

62

8º

2017

Formula 1 Force India

20

100

7º

2016

Fórmula 1 Force India

21

 2

101

7º

2015

Fórmula 1 Force India

19

78

9º

2014

Force India

19

59

10º

2013

Fórmula 1 McLaren

19

0

0

49

11º

2012

Sauber

20

0

0

66

10º

2011

19

0

0

14

16º

2010

GP2 Séries Barwa Addax

20

1

5

71

2°

   2009 GP2 Asia Barwa Addax

4

0

0

5

15°

GP2 Séries Arden

20

0

0

22

12°

2008

GP2 Asia Campos GP

11

0

2

26

7°

F3 Britânica T-Sport

22

0

4

195

4°

2007

F3 Britânica T-Sport

21

14

14

376

1°

2006

BMW ADAC ADAC

18

0

0

112

6°

A1 GP A1 México

2

0

0

35

10°

2005

BMW ADAC Rosberg

19

0

0

37

14°

2004

US Skip Barber Telmex

14

0

0

77

11°

1996/

2003

Kart/México/EUA Telmex

Cinco vezes campeão

História

No dia 26 de fevereiro de 2011, entre 150 e 200 mil mexicanos foram às ruas de Guadalajara, para ver uma exibição do piloto Sergio Perez, com o C29, da Sauber, no centro de sua cidade natal. Eles não só matavam a curiosidade de ver um bólido da Fórmula 1 em ação, como também comemoravam a entrada do conterrâneo, com a volta de um piloto mexicano à principal categoria do automobilismo mundial. O último tinha sido Hector Rebaque, que estreou na F1 em 1977 e fez a última corrida em Las Vegas, mo dia 17 de outubro de 1981. E desde 1992, ano do último GP do México, no Circuito Hermanos Rodrigues, um caro da Fórmula 1 não rodava em território mexicano. Perez deu oito voltas num circuito de rua de 1.500 metros, com derrapagens controladas e “queimando” pneus, para delírio da assistência.

Tendo como resultados mais expressivos da carreira um primeiro lugar na Fórmula 3 britânica em 2008, e o 2° lugar na G2 Séries, de 2010, Sergio Perez só chegou à Fórmula 1 graças ao apoio financeiro das empresas mexicanas Telmex e Tequila José Cuervo. A Telmex, de Carlos Slim, o homem mais rico do mundo, que patrocina Perez desde p início da carreira, ainda no kart, além de serviços de comunicações, através de suas subsidiárias em várias partes do mundo, oferece hospedagem  na web e conexões para outras operadoras. A Tequila José Cuervo foi a primeira fabricada no México e uma garrafa chega a custar 450 reais. Não informação oficial, mas Lívio Oricchio, de O Estado de S. Paulo, estimou em cerca de 30 milhões de dólares anuais o investimento de Slim, quantia suficiente para que Peter Sauber esquecesse suas restrições a pilotos inexperientes e aceitasse o jovem mexicano, então com 20 anos.

Já como um garoto-propaganda de seus patrocinadores, numa das primeiras entrevistas, ao ser perguntado como gostaria de comemorar o título, se fosse campeão, respondeu: “Em Guadalajara, com uma grande garrafa de Tequila Cuervo, sem comida.” Mas não deve ter agradado ao pessoal da Sauber: gostaria, mesmo, era de guiar a McLaren com que Ayrton Senna foi campeão. E, embora só tenha visto Senna correr em vídeos, se revela um admirador dele; queria ter sido seu companheiro de equipe, pois o considera o melhor piloto da Fórmula 1 de sempre.

Sérgio (Checo) Perez nasceu em Guadalajara, no dia 29 de janeiro de 1990. Começou a andar de kart aos seis anos e já foi vice-campeão da classe infantil, com 4 vitórias. Em 1997, como o mais novo participante da  categoria dos jovens, foi o 4° colocado no campeonato mexicano, com uma vitória e 4 pódios. No ano seguinte, com 8 vitórias, foi o mais jovem campeão da categoria; participou de corridas da classe Shifter 125  e ganhou a única prova que fez na categoria de cadetes masters. Em 1999, com autorização especial da federação mexicana, competiu na categoria de 80 cc e, com 3 vitórias, terminou em 3° lugar. Em 2000, foi campeão da Shifter 80cc e participou de três corridas da 125 cc do Desafio Telmex. Em 2001, participou do campeonato regional e várias corridas nos Estados Unidos. Em 2002,  já como integrante da Escuderia Telmex, com 6 vitórias, foi vice-campeão nacional  da Shifter 125 cc e 11° no mundial de 80cc em Las Vegas. Em 2003, liderou dois campeonatos da Shifter 125 cc., mas foi  impedido de disputar sete corridas, perdendo a chance de conquistar os títulos. Nesse mesmo ano, como convidado, competindo com rivais de vários países, foi o piloto mais jovem a ganhar o Easy Kart 125 Shootout e ainda foi terceiro no Desafio Telmex e vice-campeão da Copa do México.

Em 2004, Serio passou a correr de carro, conseguindo um pódio nas  Series e o 11° lugar  no campeonato nacional da Skip Barber Dodge e o 7° lugar e o título de calouro do ano no campeonato do Meio Oeste

Em 2005, a Telmex proporcionou a Sérgio a oportunidade de disputar a Fórmula BMW ADAC (Allgemeiner Deutscher Automobil Club), alemã, categoria para jovens talentos. Apesar do apoio da empresa mexicana, ele passou por inúmeras dificuldades nessa época, quando era obrigado até a dormir na oficina do seu mecânico. Na primeira etapa da temporada, foi  o 11° na primeira prova e 2° da segunda, o melhor resultado da sua equipe, a 4speed Media.  Nas 10 etapas, com  20 corridas, ele fez 37 pontos, ficando em 14° lugar entre 29 participantes. Em 2006, correndo pela Mucke Motorsports, em 18 corridas, totalizou 112 pontos, terminando em 6° lugar, entre 28 concorrentes.

Sergio Perez deu um passo importante em sua carreira, em 2007, ao participar do campeonato da Classe Nacional da Fórmula 3 britânica. Correndo com um Dallara F304 (Mugen Honda), pela equipe inglesa T-Sport,  das 21 corridas, venceu 14, com 14 poles e 19 pódios, conquistando um total de 376 pontos, contra 267 do vice-campeão,  o chinês (Frankie) Cheng Congfu. Foi o mais novo campeão da história da Classe nacional da F3 britânica. Nesse mesmo ano, com um a Lola B05/52 (Zytek), participou de duas corridas da A1 GO, pela equipe do México.

Em 2008, Sergio se transferiu para a Classe Internacional da F3 britânica. Apesar dos modestos recursos da T-Sport com o Dallara F308, da Mugen Honda,  liderou a primeira metade do campeonato, com 3 vitórias nas 6 primeiras provas, e  terminou em 4° lugar, com 4 vitórias, 7 pódios, 1 volta mais rápida, com 195 pontos, em 22 corridas.

No final do ano, o piloto mexicano deu outro passo rumo à F1, disputando o campeonato da GP2 Asia, da temporada 2008/09, pela Barwa International Campos, resultado da compra pela Barwa Addax, equipe espanhola,  da Campos Racing, do ex-piloto Adrian Campos. Com o Dallara GP2/05, com motor Renault, em 24 de janeiro de 2009, Sérgio venceu a segunda corrida do  Bahrein e, a 14 de fevereiro ganhou também a segunda prova do Catar, tornando-se o piloto mais jovem a vencer na categoria. Com 2 vitórias, 3 poles, 1 volta mais rápida e 26 pontos, contra 56 do campeão, o japonês Kamui Kobayashi, terminou em 7° lugar da competição.

Sergio Perez começou 2009 disputando, pela equipe Arden Telmex, de 9 de maio a 20 de setembro, o campeonato da GP2 Series, com corridas na Espanha, Mônaco, Turquia, Inglaterra, Alemanha, Hungria, Bélgica, Itália e Portugal.  Com o Dallara GP2/08 – Renault, seu primeiro melhor rsultado no campeonato aconteceu na 7ª corrida, em Silverstone, onde, depois de partir da 20ª posição do griud, chegou no 4° lugar. Dois outros bons resultados foram obtidos em Valência, na Espanha, com um 3° lugar na corrida de sábado, e o 2°, na de domingo. Das seis corridas finais, porém, só conseguiu completar duas e terminou o campeonato só com 2 pódios, 1 volta mais rápida e 26 pontos (Nico Hülkenberg, o campeão, fez 100), ficando em 12° lugar na classificação final, depois de 19 provas.

Entre os dias 5 e 27 de fevereiro de 2010, Perez disputou quatro provas da GP2 Asia, em Abu Dhabi e Bahrein, chegando em 12° e 4°, nas duas primeiras, e 7° e 17°, nas outras duas. Com os 5 pontos, foi 15° na classificação final. De 8 de maio a 14 de novembro, novamente pela Barwa Addax Team, Sergio voltou a disputar a categoria principal da GP2 Series, com o Dallara GPs/08-Renault. Com cinco vitórias (Mônaco, Silverstone, Hockenheim, Spa Francorchamps e Abu Dhabi), 1 pole, 7 pódios e 6 voltas mais rápidas e um total de 71 pontos, foi o segundo no campeonato vencido por Pastor Maldonado, com 87 pontos.

Depois de ter servido durante o ano como piloto reserva e de testes da equipe, no dia 5 de outubro a BMW Sauber anunciou sua nova parceria com a Telmex a contratação de Sérgio Perez como seu piloto titular para a temporada de 2011, tornando-se o 5° mexicano a correr na principal categoria do automobilismo mundial e o primeiro 30 anos depois da despedida de Hector Rebaque, em 1981. Sergio substituiu Nick Heidfeld, que tinha retornado à Sauber naquele ano e foi trocado por um piloto que  levava um patrocínio melhor.

Sergio Perez fez sua estreia na Fórmula 1 no GP da Austrália, no dia  27 de março de 2011, depois de um período de treinos, com um total de 95 voltas, no circuito de Montemeló, em Barcelona, entre os dias 8 e 12.

Nessa primeira corrida, o piloto mexicano surpreendeu com atuação considerada excepcional para um novato e terminou a prova em 7° lugar, depois de ter largado na 13ª posição do grid. Depois da corrida, porém, os dois carros da Sauber foram considerados irregulares, por terem a curvatura superior da asa traseira menor que o mínimo exigido e ele e o companheiro de equipe, o japonês Kamui Kobayashi foram desclassificados.  A má sorte do mexicano continuou na Malásia, onde uma peça escapada do carro de Sebastian Buemi, da Toro Rosso, atingiu o seu sistema elétrico e o obrigou a abandonar a prova. Depois do susto, Sergio comemorou por a peça ter atingido o carro e não o seu corpo. Os resultados na China, 17°, depois e sair em 12°, e na Turquia, 14°, não foram muito animadores, mas a 9ª colocação na Espanha proporcionaram os primeiros dois pontos de Sergio Perez na F1.

Os riscos e os perigos da Fórmula 1, Sergio veio a conhecer já na sua 6ª corrida, em Mônaco. No sábado, 28 de maio, a 2m26s da  Q3 e quando buscava uma colocação ainda melhor entre os top 10 da prova, ele sofreu um grave acidente que o tirou da prova do domingo. Na saída do túnel, o trecho mais rápido do circuito, perdeu o controle do carro, que foi de encontro a barreira de pneus, deslizou pela chicane e bateu na barreira do outro lado, com forte impacto. Sergio foi visto com as mãos em torno da cabeça, para se proteger, mas quando os paramédicos chegaram o encontraram desacordado. O treino foi interrompido e Sergio levado para o centro médico.

Dez dias após o acidente, Sergio Perez estava de volta à pista, para os treinos do GP do Canadá. Depois de participar da primeira prática, porém, não se sentiu bem e preferiu não correr, sendo substituído por Pedro de la Rosa. Ele voltou a correr em Valência, no GP da Europa, no dia 26 de junho, chegando em 11°, e na corrida seguinte conseguiu o seu melhor resultado, o 7° lugar, em Silverstone, no GP da Inglaterra. Em seguida, foi 11°, na Alemanha; 15°, na Hungria, e não completou a prova da Bélgica. Quando o campeonato foi interrompido pelas férias de verão, Sergio era o 15° na classificação geral, com 8 pontos, e a BMW Sauber já confirmara a renovação do contrato dele  e de Kobayashi, para 2012.

No reinício da temporada, Perez também abandonou a corrida da Itália e depois só esteve na zona de pontuação em três provas: Cingapura (10º), Japão (8º) e Índia (10º). Na Coreia foi 16º; em Abu Dhabi, 11º, e no Brasil, 13º. Terminou o campeonato com 14 pontos, em 16º lugar, quatro posições atrás do companheiro de equipe, Kamui Kobayashi, que foi o 12º, com 30 pontos.

Nas primeiras 13 corridas do campeonato de 2012, Sérgio Perez subiu ao pódio três vezes, com o 2º lugar na Malásia; 3º na Austrália e 2º em Monza. A partir do GP do Japão, em 7 de outubro, e, por coincidência, pouco depois do anúncio e sua transferência para McLaren, feito no dia 28 de setembro, seu rendimento despencou. Das últimas seis corridas não terminou três e nas outras três nunca esteve na zona de pontuação, Com os 66 pontos obtidos antes desse período obscuro, foi o 10º colocado na classificação final, ainda assim à frente do companheiro de equipe, Kamui Kobayashi, o 12º, com 60 pontos.

Ele começou mal na Austrália, perdendo 5 posições no grid, por troca da caixa de câmbio. Mas mesmo largando da 22ª posição, ganhou várias posições e, com uma só parada, acabou chegando no 8º lugar. Só não conseguiu mais devido a um choque com o companheiro Kamui Kobayashi e o superaquecimento dos pneus, que o fez perder várias posições na última volta.

Na Malásia, Sergio Pérez conseguiu seu primeiro grande resultado na Fórmula 1, subindo pela primeira vez ao pódio, pela conquista do 2º lugar, atrás apenas de Fernando Alonso. Foi também o primeiro pódio da Sauber fora do período BMW-Sauber e a volta da bandeira do México à plataforma dos vencedores, desde que Pedro Rodriguez venceu o GP da Bélgica, em 1970. Pérez classificou-se na 10ª posição, mas foi beneficiado por punição a Kimi Raikkonen e largou em 9º.

Logo na primeira volta, diante do anúncio de que a chuva iria aumentar, ele parou para colocar os pneus de pista molhada, antecipando-se aos demais concorrentes, que só começaram a fazer isso a partir da 5ª volta. Com excelente ritmo, manteve a diferença para Alonso em 1,339 até a primeira rodada de pit stops, entre as voltas 39 e 42. Alonso parou na 40m, mas Pérez só o fez na volta seguinte e, em consequência, a desvantagem em relação ao líder subiu para 7s180. Mas ele não desistiu da luta, chegou a ficar a apenas 0,5 do adversário e liderou a prova enquanto o espanhol foi para os boxes e só não conseguiu vencer por um erro na curva 14, onde escapou da pista, terminando a 2s2 de Alonso.

Na época, um fato ocorrido na volta 50 e que causou grande controvérsia, apesar dos desmentidos de todas as partes envolvidas provocou o seguinte comentário de Reginaldo Leme: (…) Até que surgiu a mensagem de rádio: “Lembramos a você que esta segunda posição é muito importante para a equipe”. A mensagem de rádio deixa no ar uma dúvida. Por conhecer a extensão da velha parceria que a Sauber tem com a Ferrari, incluindo o uso do motor italiano em seus carros, é possível que a intenção tenha sido mesmo a de tentar impedir que Perez atacasse Alonso.

E isso teria acontecido mesmo depois de um erro estratégico da Sauber, por não chamar seu piloto para o pit stop junto com Alonso. O pneu slick já havia mostrado na Toro Rosso de Daniel Ricciardo que o tempo de volta caia em 5 segundos. Ali a corrida já tinha sido jogada fora pela Sauber. Mas, ainda assim, Perez foi buscá-la de volta. Alonso era bem mais lento do que ele e os 7,7 segundos de diferença após o pit stop foram recuperados rapidamente (…) A mensagem de rádio deixa no ar uma dúvida. Por conhecer a extensão da velha parceria que a Sauber tem com a Ferrari, incluindo o uso do motor italiano em seus carros, é possível que a intenção tenha sido mesmo a de tentar impedir que Perez atacasse Alonso.”.

No GP da China, depois de largar da 8ª posição, a melhor colocação no grid até então, Pérez errou na estratégia de paradas e, com problema na embreagem, cruzou a linha em 11º lugar, logo atrás de Kamui Kobayashi.

Na Espanha, o piloto mexicano melhorou ainda mais a posição grid e largou da 5ª posição. Já na 3ª volta, porém, depois de ter um pneu furado num choque com Romain Grosjean, teve de lutar muito para escapar da brita. O esforço, porém, foi em vão. Na volta 37, ficou sem a embreagem e abandonou a Em Mônaco, onde prestou homenagem ao ídolo Chapolim, com a efígie do personagem Chispirito no capacete, Pérez não pode participar da etapa de classificação, por ter batido no início da Q1; só entrou na corrida por concessão dos comissários, na 23ª posição. E mostrou mais uma vez a sua grande capacidade de recuperação. Depois de várias ultrapassagens, na volta 23 já era o 15º colocado; na 48 era 2,7 segundos mais rápidos que os líderes e na 50 fez a volta mais rápida (1m17s296) e acabou chegando no 11º lugar.

O segundo pódio, no GP do Canadá, no dia 10 de junho, surpreendeu ao próprio piloto. “Para ser sincero, quando você larga em 15º, a última coisa que você pensa é chegar ao pódio” disse, depois da corrida. Com uma estratégia arriscada de uma só parada, mostrou, mais uma vez a sua força de superação. Na metade da corrida era o 5º colocado, insistindo nos pneus macios; passou a 8º, depois da troca, na volta 42, e para surpresa geral, inclusive dele, chegou em 3º.

Em Valência, no GP da Europa, Sergio Pérez mostrou novamente a sua deficiência na etapa de classificação. Enquanto o companheiro Kamui Kobayashi obtinha a 7ª posição, mais uma vez ele largou lá de trás, na 15ª. Mas na corrida, o panorama se inverteu e ele cruzou a linha de chegada em 9º, enquanto o companheiro não passou da volta 33, por causa e uma colisão.

Um choque provocado por Pastor Maldonado, que causou a quebra da suspensão do seu carro, determinou o abandono de Sergio ainda na volta 12 do GP da Inglaterra. Na curva Brooklands, no final da reta Wellington, Maldonado tentou ultrapassar por dentro; Pérez defendeu a posição; os dois se enroscaram, rodaram e o mexicano teve de deixar a pista. O incidente deixou o mexicano irritado. “Ele é um piloto que não sabe que estamos arriscando nossas vidas e não tem nenhum respeito por ninguém”, disse. E mais tarde acrescentou: “Basta olhar para as últimas corridas. Ele arruinou a corrida de Hamilton em Valência e a minha em Mônaco, fazendo coisas estúpidas. Não sei por que os comissários não tomam uma decisão séria com ele.” Mas eles tomaram, sim. Maldonado foi repreendido e levou multa de 10 mil euros, após a corrida.

No GP da Alemanha, vencido de ponta aponta por Fernando Alonso, Sergio Pérez mostrou de novo que é ruim de classificação, mas bom de corrida. Na classificação, foi 12º, sofreu punição de 5 posições, por prejudicar Fernando Alonso e Kimi Raikkonen na Q2 e largou em 17º. O piloto lamentou o resultado, alegando que, com pneus macios, foi o segundo na Q1, mas devido à chuva, mudou para os intermediários e ficou preso no trânsito, sem poder recuar, porque tinha vários carros atrás. Na corrida, ele fez uma sequencia de ultrapassagens, em poucas voltas já estava entre os 10 primeiros e terminou no 6º lugar.

Na Bélgica, depois de conquistar a 5ª posição no Q3, Sergio Pérez não passou da primeira curva do circuito de Spa-Francorchamps. Numa largada confusa, Romain Grosjean acertou o carro de Lewis Hamilton, voou sobre Fernando Alonso e envolveu no acidente mais dois carros, um deles o de Sergio Pérez, que não pode continuar na pista.

Se faltasse alguma prova de que Sérgio Pérez é ruim de classificação, mas bom de corrida, ela viria no GP da Itália. Depois de sair da 12ª posição do grid, na corrida deu uma arrancada avassaladora passando, entre outros, por Kimi Raikkonen, Nico Rosberg, Felipe Massa e Fernando Alonso, e pela terceira vez na temporada subiu ao pódio, como o 2º colocado. Ele largou com pneus duros, retardou a troca até a volta 29, quando passou para os médios e, com melhor ritmo que os adversários, que tinham pneus duros, chegou a liderar a prova por cinco voltas. Se tivesse um pouco mais de tempo, não seria surpresa se ele passasse por Lewis Hamilton, o vencedor.

O pódio ma Itália foi o último brilhareco de Sérgio Perez na temporada. Depois de um 10º lugar em Cingapura e, como já se disse, coincidindo com o anúncio de sua transferência para a McLaren, nas últimas seis corridas não mais chegou à zona de pontuação. Largou em 5º, mas rodou na volta 19 do GP do Japão; foi 12º no grid e chegou em 11º, na Coreia; deixou a pista na volta 21 do GP da India, por causa e danos no carro causados por colisão; em Abu Dhabi, largou em 11º e chegou em 15º; nos Estados Unidos, foi 15º no grid e 11º na corrida e no Brasil, foi 12º na classificação e deixou a pista, depois de ser atingido por Bruno Senna.

No dia 28 de setembro de 2012, com a confirmação da transferência de Lewis Hamilton para a Mercedes, a McLaren anunciou oficialmente a contratação de Perez para a temporada de 2013.

Na estreia, na Austrália, ele passou à Q2 e largou da 15ª posição, chegando no 11º lugar. Na Malásia, foi 10ª na classificação, mas ganhou uma posição no grid e marcou os dois primeiros pontos pela nova equipe, mantendo o 9º lugar, depois de fazer a volta mais rápida da corrida. . Na China, saiu em 12º e chegou em 11º.

No Bahrein, ele conseguiu o seu melhor resultado até então, com o 6º lugar, depois de largar da 12ª posição, mas também começou uma rivalidade com o companheiro Jenson Button, que acabaria por comprometer a sua permanência na equipe. Os dois travaram um duelo feroz em várias ocasiões e depois da corrida Button o criticou acidamente: “Eu já corri com muitos colegas de equipe e com um grande companheiro, agressivo, Lewis, mas não estou acostumado a dirigir na reta com o meu companheiro tocando suas rodas em mim, a 300 km/h. Tive algumas disputas difíceis, mas nenhuma tão suja. Isso é algo que você faz no kart, mas depois você cresce o que, obviamente não é o caso de Checo. Logo, algo sério vai acontecer e ele vai ter que se acalmar. Ele é extremamente rápido e fez um bom trabalho Joe, mas também algumas coisas desnecessárias”.

Na Espanha, Perez voltou a largar e chegar na 9ª posição, sem nenhuma reclamação contra ele, porém em Mônaco, 7º no grid, fez várias ultrapassagens agressivas até colidir com Kimi Raikkonen e ser obrigado a deixar a pista. Raikkonen foi ainda mais incisivo do que Button e disse que o mexicano merecia um soco na cara. No Canadá ele foi 11º. Na Inglaterra não completou a corrida, por causa de um furo no pneu, mas foi classificado em 20º, por ter feito 90% do percurso. Na Alemanha, voltou a pontuar, com o 8º lugar, duas posições atrás de Button.

Na Hungria, voltou a largar e chegar em 9º. Na Bélgica, largou em 13º e cruzou a linha de chegada em 11º. Na Itália, voltou a ter uma boa posição no grid, a 8ª, mas na corrida foi acertado de novo por Kimi Raikkonen, teve de sair para a área de escape, para continuar na prova e acabou no 13º lugar.  Em Cingapura, Perez fez uma boa corrida de recuperação, depois de ter largado da 14ª posição. Fez uma boa largada, terminou a primeira volta em 10º e chegou em 8º, a apenas 0s466 de Jenson Button, que tinha sido o 8º no grid. Na Coreia, Perez marcou mais um ponto, saindo de 11º e chegando no 10º lugar. No Japão, largou outra vez em 11º, porém terminou no 15º lugar.

Na India, Sergio Perez obteve a sua melhor colocação, cruzando a linha de chegada no 5º lugar, depois de ter largado da 9ª posição, superando amplamente Button, que foi o 14º colocado. O piloto comemorou o fato de ter feito uma corrida limpa, sem nada de errado e, principalmente por ter ultrapassado Lewis Hamilton e Sebastian Vettel numa só manobra.  Em Abu Dhabi, classificado em 8º no grid, Perez teve problemas com os pneus e a tração durante a corrida e ficou desapontado por não poder progredir na classificação, terminando no 9º lugar. Depois dessa corrida, no dia 13 de novembro, pelo twitter, Perez anunciou a sua saída da McLaren, em mensagem muito diplomática em que agradeceu a oportunidade; falou da honra em pertencer a uma das equipes mais competitivas da F1 e lamentou não ter feito tudo o que gostaria. Em entrevista a um jornal mexicano, porém, deixou a diplomacia de lado, acusou a McLaren de não ter organização e humildade, demorando a perceber que tinha só um carro para lutar pelos pontos. Só poupou o chefe e equipe, Martin Whitmarsh que, segundo ele, “depende de vários outros elementos que não foram suficientemente bons”.

Já demissionário, nos Estados Unidos, correndo com um capacete com as cores do México, diante de milhares de patrícios, Perez largou e chegou em 7º. No Brasil, punido com a perda de 5 posições, por causa da troca da caixa de marcha, o mexicano, que tinha sido o 14ª na classificação, teve de largar da 19ª. Fez, porém, uma das suas melhores atuações no campeonato cravou a maior velocidade da corrida, 312.5 km/h; fez uma bela ultrapassagem sobre Adrian Sutil e cruzou a linha no 6º lugar.

Sergio Perez terminou o campeonato no 11º lugar, com 49 pontos, enquanto Jenson Button foi o 9º, com 73, e, pela primeira vez desde 1980, a McLaren terminou o campeonato sem nenhum pódio.  No dia 13 de dezembro, exatamente um mês depois do anúncio da sua saída da McLaren, onde foi substituído por Kevin Magnussen, a Force India anunciou a contratação dele, por 15 milhões de euros, para formar a dupla com Nico Hulkenberg em 2014.

Na Austrália, depois do 16º lugar, ele chegou em 11º, mas foi beneficiado pela desclassificação de Daniel Ricciardo, que tinha siso o segundo colocado, e ganhou seu primeiro ponto na nova equipe. Na Malásia, um problema na caixa de câmbio, surgido pouco antes de ir para o grid o impediu de participar da corrida. No Bahrein, na 900ª corrida da F1, depois bom desempenho na classificação, ocupando a 5ª posição, inspirado, venceu a disputa com o companheiro Nico Hulkenberg, passou por Daniel Ricciardo e chegou em 2º, conquistando o primeiro pódio da Force India desde 2009. Na China, onde, por um erro do apressado responsável por agitar a bandeira quadriculada, a corrida terminou na volta 54 e não na 56 regulamentares, Perez largou da 16ª posição, e voltou a fazer uma excelente corrida de recuperação. Ganhou quatro lugares já no início e fez malabarismos para chegar no 9º. Na Espanha, Perez voltou a mostrar que estava mal de classificação, mas bom de corrida. Largou da 12ª posição.

Em Mônaco, pela primeira vez no campeonato, Perez não completou a corrida. Na largada, rodou, colidiu com Adrian Sutil e Romain Grosjean e teve de deixar a pista. No Canadá, o mexicano chegou a estar em 3º e a lutar pelo pódio, mas por problemas nos freios, foi ultrapassado. Na última volta, o carro dele foi atingido por trás por Felipe Massa, ambos foram para a barreira de pneus e tiveram que abandonar a corrida. Pela sexta vez na história da F1, a prova terminou com o safety car na pista e os dois pilotos foram classificados, por terem completado 90% do percurso. Perez foi 11º e Massa, 12º. Na Áustria, Perez teve de cumprir punição de perda de cinco posições no grid, por ter causado o acidente no Canadá, ao sair da linha de corrida. Todavia, mais uma vez ele fez uma excelente recuperação, largando da 16ª posição e chegando no 6º lugar, depois de fazer a terceira volta mais rápida da carreira e também a terceira da história da Force India.

Na Inglaterra, depois de uma boa colocação na classificação, a 7ª posição do grid, Perez teve uma grande decepção na corrida. Logo no inicio, chocou-se com Jean-Éric Vergne e caiu para o último lugar. A troca dos pneus intermediários pelos duros melhorou o desempenho do carro, mas o longo stint final não foi suficiente para chegar à zona de pontuação. Foi o 11º colocado. Na Alemanha, Sergio Perez saiu e chegou na 10ª posição e atribuiu o resultado a um erro de estratégia da equipe, que lhe deu pneus macios, em vez de supermacios, nas duas últimas paradas.

Na Hungria, o mexicano foi vítima de uma disputa interna: abandonou a pista, com sérios danos no carro, depois de uma colisão com o companheiro de equipe, Nico Hulkenberg, logo na 22ª das 70 voltas. Na Bélgica, Perez voltou a fazer uma das melhores corridas do campeonato. Largou da 13ª posição, perdeu algum tempo para ultrapassar as duas McLaren e nas últimas dez voltas resistiu à pressão de Daniil Kvyat, para chegar em 8º. Em Monza, na Itália, o desempenho foi ainda melhor. Perez foi o 13º no grid e numa corrida que ele considerou divertida, principalmente na disputa de posição com Jenson Button, cruzou a linha no 7º lugar, ganhando elogios do dono da Force India, Vjay Mallia.

A boa performance se repetiu em Cingapura, onde Perez mostrou que continuava um piloto ruim de classificação, mas bom de corrida: saiu da 15ª posição e terminou, de novo, em 7º. No Japão, na corida que ficou marcada pelo acidente como francês Jules Bianchi, numa pista molhada em que até acquaplanou, Perez, mais uma vez foi melhor na corrida do que na classificação: saiu em 12º e chegou em 10º. Na Rússia, de novo, saiu da 13ª posição e na pista ganhou três lugares, numa corrida difícil, na qual teve de lidar com o consumo de combustível, especialmente quando teve de se defender do ataque de Felipe Massa.  Perez não completou o GP dos Estados Unidos, diante dos seus fãs mexicanos, e ainda comprometeu a corrida seguinte no Brasil. Logo na primeira volta, na disputa por posição com Adrian Sutil, tocou no carro do alemão e no de Kimi Raikkonen e foi obrigado a abandonar a corrida. Considerado culpado pelo acidente, sofreu a perda de sete posições no grid da prova seguinte, em Interlagos, e dois pontos na carteira.

Mas, apesar dos pesares, Sergio Perez pode correr tranquilo no Brasil, sem preocupação com o futuro. No dia 7 de novembro, a Force India anunciou que as negociações para a renovação do contrato estava em andamento. No Brasil, porém, largando da 17ª posição, Perez não pode pretender muita coisa e com muito esforço chegou em 15º.

Em Abu Dhabi, Perez voltou a fazer uma boa corrida. Largou da 11ª posição e chegou em 7º, tirando proveito da contagem em dobro na última corrida do ano. Com os 12 pontos obtidos em Yas Marina, totalizou 59 pontos e ficou em 10º lugar, logo atrás na classificação, mas muito longe nos pontos de Nico Hulkenberg, 9º colocado, com 96 pontos.

A trajetória de Sergio Perez no campeonato foi a seguinte:

 

Corrida

Grid

Colocação

Pontos

Geral

Austrália

16

10

1

1

Malásia

14

n/l

0

1

Bahrein

14

3

15

16

China

16

9

2

18

Espanha

11

9

2

20

Mônaco

10

n/c

0

29

Canadá

13

11

0

20

Áustria

16

6

8

28

Inglaterra

7

11

0

28

Alemanha

10

10

1

29

Hungria

13

n/c

0

29

Bélgica

13

8

4

33

Itália

10

7

6

39

Cingapura

15

7

6

45

Japão

11

10

1

46

Rússia

12

10

1

47

Estados Unidos

11

n/c

0

47

Brasil

18

15

0

47

Abu Dhabi

13

7

12

59

No fim de semana em Abu Dhabi a Force India confirmou que o contrato de Sergio Perez tinha sido estendido por mais dois anos, até 2016.

Em 2015, Sergio Perez realizou o sonho de todo piloto: correr em casa, diante da sua torcida. Foi no dia 1º de novembro, no GP do México, no Autódromo Hermanos Rodriguez, que voltava ao calendário da Fórmula um, depois de 23 anos. O piloto, 8º colocado na corrida, se emocionou com a torcida calorosa a cada passagem pelo setor chamado Foro Sol, uma espécie de estádio, com arquibancadas dos dois lados da pista.  Um outro momento de emoção Perez já tinha vivido, pouco antes, no dia 11 de outubro,  no circuito de Sochi, no GP da Rússia, onde conquistou o 5º pódio da carreira, com o terceiro lugar, atrás apenas de Lewis Hamilton e Sebastian Vettel.

Além disso, obteve três bons 5ºs lugares na Bélgica, Estados Unidos e Abu Dhabi, marcando 63 dos seus 78 pontos nas últimas nove corridas da temporada. Nessas 9 provas, só em duas (Japão e Brasil) não terminou na zona de pontuação. Foi superado pelo companheiro Nico Hulkenberg nas classificações, por 11 a 8, mas o superou na classificação final, colocando-se em 9º lugar, enquanto o alemão, com 58 pontos, foi o 10º colocado.

Na Austrália, apesar de ter sido obrigado a devolver uma posição a Marcus Ericsson, depois de uma batalha com Jenson Button, do começo ao fim da corrida, pode assegurar o 10º lugar e marcar o primeiro ponto na temporada. Na Malásia, por ter batido em Romain Grosjean, na volta 31, foi punido com perda de 10 segundos e também por causa do desgaste de pneus, acabou no13 lugar.  Na China, o desempenho do caro melhorou, mas faltou confiabilidade e ele só pode alcançar o 11º lugar, depois de ter largado em 15º. No Bahrein, pela primeira vez na temporada, Perez chegou nos pontos, assegurando o 8º lugar, depois de sair em 11º e ultrapassar Felipe Massa e Daniil Kvyat, no final, graças ao gerenciamento do ritmo e dos pneus, na sua melhor corrida do campeonato, até então. Perez começou mal o GP da Espanha, ocupando apenas a 18ª posição no grid e chegar em 13º acabou sendo um resultado aceitável.

Em Mônaco, voltou aos top 10, com o 7º lugar no grid, e conseguiu manter a colocação na prova, correndo longe dos que estavam à frente, mas também com boa vantagem sobre os de trás. No Canadá, Perez largou em 10º e no final teve de poupar pneus, combustível e freios, para terminar a corrida em 11º. Na Áustria, o piloto voltou a se classificar mal, saindo da 16ª posição, mas fez uma boa corrida de recuperação, cruzando a linha de chegada no 9º lugar. Na Inglaterra, depois de largar em 11º, Sergio Perez chegou a ultrapassar Sebastian Vettel, numa disputa pelo 9º lugar, mas, prejudicado pela chuva, não passou dessa posição, enquanto o alemão chegava ao pódio, com o 3º lugar.

Na Hungria, Perez se chocou com Pastor Maldonado, recebeu punição de tempo, conseguiu continuar, mas teve problemas nos freios e teve de abandonar a pista na volta 53. Na Bélgica, começou a melhor fase de Perez na temporada. Largou da 5ª posição e esteve perto de assumir a liderança, que disputou roda a roda com Lewis Hamilton, após a Eau Rouge. Com grande desgaste dos pneus macios, não pode sustentar o ritmo e chegou mesmo em 5º. Na Itália, com o sexto lugar, após largar em 7º, Perez ajudou a Force India a subir para a 5ª colocação entre as equipes, enquanto ele passava do 11º para o10º lugar entre os pilotos, com 33 pontos.

Em Cingapura, depois de uma boa largada da 13ª posição e uma disputa com o companheiro Nico Hulkenberg, que abandonou a corrida na volta 12, Perez passou por Fernando Alonso e Romain Grosjean, ficou à frente de Maldonado, Ericsson, Nasr, Sainz e Verstappen, para conquistar o 7º lugar e subir mais um posto na classificação, colocando-se em 9º, com 39 pontos. No dia 24 de setembro, quatro dias antes do GP do Japão, a Force India confirmou a extensão do contrato de Perez para 2016, mas o fim de semana em Suzuka não foi bom. Largou entre os top 10, na 9ª posição, embora sem marcar tempo na Q3, mas depois de ter de se desviar de Felipe Massa e de se chocar com Sainz Jr., perdeu posições e chegou em 12º.

Em Sochi, na Rússia, Perez viveu o melhor momento da temporada. Largou da 7ª posição, fez uma parada durante o safety car e assumiu a terceira posição, que perdeu para Bottas e Raikkonen, mas recuperou depois, para subir ao pódio pela primeira vez na temporada e a quinta na carreira. Todavia, apesar dos 15 pontos, continuou na 9ª colocação, com 54 pontos, ultrapassado por vários pilotos. Nos Estados Unidos, Perez ficou entre os 6 primeiros no grid, ganhou uma posição, com punição imposta a Sebastian Vettel, e terminou em 5º, após ter problemas com os pneus intermediários, na pista úmida, e com o os macios, nas relargadas da prova. E os 10 pontos o mantiveram na 9ª colocação entre os pilotos, com 64 pontos.

No México, numa corrida monótona, sem grandes emoções, mas a torcida mexicana do Foro Sol teve dois momentos de vibração com o seu piloto, o primeiro quando Sainz rodou na frente dele e depois quando o mesmo espanhol cortou a pista, mas teve de devolver a posição a Perez. Depois da corrida, o piloto disse ter vivido um fim de semana com uma atmosfera incrível, com momentos especiais, e estava feliz de ter marcado pontos diante do sue público, em uma da suas melhores performances na F1e que só não conseguiu mais do que a 8ª colocação porque foi prejudicado pela entrada do safety car. Totalizando 68 pontos, o mexicano continuou na 9ª colocação.

No Brasil, Perez foi 13º na classificação, mas ganhou duas posições, por punições a Bottas e Ricciardo. Na volta 30, ele disputou o 9º lugar com Grosjean e Verstappen, mas foi ultrapassado pelos dois, na mesma manobra, e depois ainda perdeu a disputa com Maldonado e Ricciardo, terminando em 12º. Em Abu Dhabi, Perez coroou a temporada com uma corrida consistente, sem grandes dramas, na qual correu praticamente sozinho, só se preocupando com os pneus. E quando Ricciardo se aproximou, ele conseguiu segurá-lo para garantir o 5º lugar.

 Para alguns comentaristas, desde a estreia na Sauber, Perez teve lampejos de potencial, mas só na sua quinta temporada mostrou maturidade, deixou de ser mau humorado e irritadiço e progrediu no meio do pelotão da F1. Ainda segundo  esses observadores, foi uma das revelações do ano, apesar de algusn erros,e brilhou durante a segunda metade da temporada.

No dia 23 de setembro de 2015, antes do GP do Japão, Sergio Perez confirmou que continuaria com a Force India em 2016, dirigindo o VJM09.

O mexicano teve um início de temporada difícil e nas primeiras quatro corridas, com um carro pouco competitivo, o melhor resultado foi o 9º lugar na Rússia. Na Austrália foi 17º; no Bahrein, 16º e na China, 11º. As atualizações feitas na Espanha surtiram efeito e ele melhorou de desempenho, chegando em 7º lugar, Em Mônaco, Perez teve uma corrida excepcional, na pista molhada. Ele começou na 7ª posição e terminou em 3º, atrás de Lewis Hamilton e Daniel Ricciardo, numa corrida sob forte chuva, iniciada com carro de segurança.

No Canadá continuou na zona de pontuação, com 10º lugar e, em Baku, no GP da Europa, chegou de novo em 3º, recuperando-se da perda de 5 posições no grid, devido à troca da caixa de câmbio, quebrada na classificação. Largando da 7ª posição, passou a 4º na largada e na última volta superou Kimi Raikkonen, para conquistar o segundo pódio em três corridas. completando 7 e igualando-se ao patrício Pedro Rodrigues. Na Áustria, mesmo não tendo completado a prova, por ter completado 90% do percurso, foi classificado no 17º lugar. Na 69ª das 72 voltas, ele perdeu os freios, na entrada da curva 3, passou reto e bateu na barreira, danificando a dianteira do carro, mas saindo ileso. Na Inglaterra, onde disse não se sentir confortável no carro e se classificou na 10ª posição, Sergio Perez acabou tendo um bom resultado, o 6º lugar. E só não foi melhor porque rodou na curva 1 e danificou os pneus, o que o prejudicou no resto da prova.

Na Hungria, o mexicano fez um tempo superior a 107% do líder na Q1, mas. assim como quatro outros pilotos, foi admitido na Q2 e ficou na 13ª posição. Na corrida, por uma falha de comunicação, os mecânicos não estavam a postos para o seu pit stop e o tempo perdido tirou-lhe a chance de pontuar. Foi 11º. Na Alemanha, fez a que considerou a pior largada da carreira e, tendo saído da 9ª posição, caiu para 16] e a muito custo chegou em 10º. Na Bélgica, saiu pela parte externa da curva 1, teve de abrir muito para evitar acidente e perdeu várias posições, caindo posições, caindo do 6º para o 9º lugar. Numa boa corrida de recuperação, porém, terminou na 5ª colocação.

Com esse resultado, encerrou a primeira parte da temporada na 8ª colocação, com 58 pontos. Na metade final da temporada, Sergio Perez pontuou em todas as corridas: foi 8º na Itália, Cingapura, Estados Unidos e Abu Dhabi;  6º na Malásia; 7º no Japão; 10º no México e 4º no Brasil. Na Itália, ele pretendia tomar a sexta posição de Valtteri Bottas, mas acabou atrás do finlandês. Em Cingapura, ficou feliz por ter feito uma das suas melhores corridas da carreira e  resistido ao ataque de Daniil Kvyat durante 36 voltas, para terminar em 8º. No Japão, largou em 5º, chegou a estar em 3º, mas como sabia que tinha carros mais velozes atrás dele, preferiu fazer uma corrida contida, para chegar em 7º. Nos Estados Unidos, Perez foi tocado por Daniil Kvyat, rodou e foi obrigado a uma corrida de recuperação e chegou em 8º, depois de ter largado em 11º.

No México, pela segunda vez diante da sua torcida, Perez lamentou os erros na escolha de pneus, achando que poderia correr mais com os médios e antecipado a parada e se sentiu frustrado por te obtido apenas o 10º lugar. No Brasil, onde largou da 11ª posição, só não chegou ao pódio porque Max Verstappen tinha um carro mais rápido e teve de festejar a 4ª colocação. Em Abu Dhabi, Perez largou e chegou em 8º e a única satisfação foi ter recuperado a posição com ultrapassagem sobre Jenson Button, que se despedia da F1. Com os 4 pontos, completou 101 e, além de pela primeira vez passar dos 100 pontos, terminou o campeonato na 7ª colocação, a melhor da sua carreira.

No final da temporada, Sergio Perez rompeu com um patrocinador, a marca de óculos de sol Hawkers. No twitter, após a vitória de Donald Trump, que prometia construir um muro separando México e Estados Unidos, a empresa publicou: “Mexicanos, coloquem estas lentes para que não vejam seus olhos inchados amanhã durante a construção do muro”.

“Jamais vou deixar alguém brincar com meu país!”, escreveu Pérez, rompendo o contrato.

Em 2017, Sergio Perez praticamente repetiu a campanha de 2016, quando também terminou em sétimo na tabela, só que desta vez com 100 pontos, não 101. Numa campanha consistente, ele pontuou em 17 das 21 corridas, teve apenas um abandono e andou na frente do companheiro Esteban Ocon durante a maior parte da temporada. Ocon foi 8º, com 87 pontos.
O seu melhor resultado foi o 4º lugar no GP da Espanha, graças a uma colisão que tirou da pista Kimi Raikkonen e Max Verstappen e ao problema de motor que provocou o abandono de Valtteri Bottas. Até aí, ele já tinha acumulado dois 7ºs lugares, na Austrália e no Bahrein; um 6º na Rússia e um 9º na China, somando 28 pontos, aos quais acrescentou mais 12.
A boa fase foi interrompida em Mônaco, onde ele foi punido com a perda de 10 segundos e dois pontos na Superlicença, por ter causado colisão com Daniil Kvyat e terminou em 13º. No Canadá, ele começou uma série de desentendimentos como Ocon, a não obedecer à ordem da equipe para que cedesse passagem ao companheiro, que tinha mais condições de lutar pelo pódio com Daniel Ricciardo. Perez terminou em 5º e Ocon, em 6º. No Azerbaijão, abandonou a pista na 39ª das 51 voltas, por problema na direção. Mas o clima na equipe esquentou antes, quando, numa relargada, Perez e Ocon se chocaram na saída da curva 2, quando ocupavam o 4º e 5º lugares, respectivamente. O mexicano condenou a ação do companheiro, que o impediu de brigar pelo pódio, considerando-a “totalmente inaceitável”.
Perez voltou a pontuar na Áustria, ocupando o 7º lugar e caiu para 9º na Inglaterra. Na Hungria, Perez e Magnussen fizeram o mesmo tempo na qualificação, mas o mexicano ficou com o 14 º lugar, que depois virou 13º, por ter obtido a marca primeiro. Na corrida ele se recuperou, chegando no 8º lugar, com manteve a 7ª colocação entre os pilotos, com56 pontos.
O desentendimento da dupla de pilotos da Fosse India chegou ao auge no GP da Bélgica. Os dois s e tocaram logo na largada, na Eau Rouge, e voltaram a bater com força, na volta 30, e o mexicano perdeu um pneu, tendo de se arrastar só sobre a roda até o box, para colocação de um novo. Perez abandonou a prova, enquanto Ocon precisou substituir a asa dianteira do seu carro e terminou em 9º.

Em publicação nas redes sociais, Ocon acusou Perez de ter tentado mata-lo duas vezes. Em resposta, em dois vídeos, Perez assumiu a culpa pela primeira batida, por iniciar a corrida de modo de motor errado, mas atribuiu a Ocon o segundo choque. Pediu desculpas pelo erro, porém criticou o companheiro pelos comentários.

No dia 31 de agosto, na entrevista antes do GP da Itália, porém, orientados pelos respectivos empresários e dirigentes da equipe, os dois pilotos selaram a paz. Explicaram que, depois de uma longa conversa, chegaram à conclusão que era necessário deixar o passado para trás e brigar pela 4ª posição da equipe entre as construtoras.
Sergio Perez manteve a regularidade e nas últimas 9 corridas esteve sempre na zona de pontuação: foi 5º em Cingapura; 6º na Malásia. 7º no Japão, México e Abu Dhabi; 8º nos Estados Unidos e 9º na Itália e Brasil.

Em uma temporada sólida, Sergio Pérez ficou novamente atrás apenas dos pilotos das três escuderias de maior orçamento. Ocupou a 7ª posição, com 100 pontos, sem conseguir nenhum pódio e sendo obrigado a abandonar duas corridas, no Azerbaijão e na Bélgica. No dia 13 de setembro de 2017, a Force India anunciou a renovação do contrato de Perez até o fim da temporada de 2019.

No começo de 2018, Sergio Perez disse que mantinha em aberto várias opções em relação ao seu futuro na F1, principalmente devido à situação financeira da Force India. Mas seu problema foi resolvido com a compra da equipe indiana pelo consórcio que criou a Racing Point, pois no dia 18 de outubro de 2018, a nova equipe anunciou a extensão do contrato dele até o fim da temporada de 2019.
Mas até chegar a essa solução, os problemas financeiros da Force India e outras questões extra pista, inclusive a convivência conflitante com o companheiro Esteban Ocon, Checo Perez viveu uma temporada cheia de altos e baixos e uma das mais difíceis de sua carreira.
Ele começou com 11º lugar na Austrália, depois caiu para o 16º no Bahrein e na terceira corrida terminou em 12º. Só no GP do Azerbaijão veio a ficar em 3º, seu primeiro e único pódio do ano, um resultado que não conseguia desde 2016.
Depois do recesso e de pontuar em apenas 4 das 8 corridas anteriores, Perez conseguiu um bom número de pontos. Foi 7º em duas ocasiões, 5º e 8º uma vez, além de um 10º lugar. Mas a corrida de Cingapura acionou os alarmes novamente. Terminou em 16º lugar, depois de bater duas vezes, a primeira contra o Ocon e a segunda contra Sergei Sirotkin, Williams, pela qual foi multado. Depois disso, porém voltou à zona de pontuação em 5 corridas, sendo 7º no Japão; 8º em Abu Dhabi; 19º Rússia e Brasil. Não completou justamente a corrida em seu pais, que teve de abandonar na 38ª das 71 voltas, por quebrar dos freios. Com 62 pontos, 16 a mais que o companheiro Ocon, foi o 8º colocado no campeonato e ajudou a Racing a ser a 7ª colocada entre as equipes, apesar de ter disputado só 9 das 21 provas da temporada.
Na Austrália, Perez ganhou na corrida só uma posição, tendo terminado em 11º. No Bahrein, terminou em 12º, mas foi punido com 30 segundos, por ultrapassagem na volta de apresentação, e caiu para16º. Na China, conseguiu chegar à Q3 e ser o 8º no grid, mas acabou na 11º posição. No Azerbaijão, no caos da largada, bateu em Raikkonen e teve de parar para trocar a asas dianteira, mas voltou gloriosamente ao pódio com o 3º lugar. A conquista esteve ameaçada pela suspeita de usar irregularmente o DRS por duas vezes, mas ele acabou inocentado, mantendo a posição.
Na Espanha, Perez saiu da 15ª posição, fez uma boa largada, mas teve de desviar-se de choque com Grosjean e perdeu várias posições. Depois, ainda passou sobre destroços do carro de Verstappen e sofreu danos no carro, porém, se recuperou, para chegar em 9°. Em Mônaco, em corrida sem grandes lances, o mexicano fez o contrário: largou em 9º e terminou 15º. No Canadá, saiu de 14º, perdeu posições, ao ser jogado fora da pista por Sainz, numa relargada, todavia garantiu o 10º lugar.
O fim de semana na França começou mal para Perez. No segundo treino livre de sexta-f eira, depois de trocar os pneus, o traseiro esquerdo se soltou, felizmente sem maiores consequências, a não ser uma bandeira vermelha. Na qualificação foi 13º e na corrida, após perder o 11º lugar para Valtteri, teve de abandonar na 27ª das 53 voltas, por problemas no motor.
Na Áustria a recuperação foi completa. Perez se qualificou em 17º, mas subiu para 15º. com punições da Fernando Alonso e Leclerc, não parou durante o safety car e, com o abandono de quatro carros que largaram na frente dele, terminou em 7º. Na Inglaterra, Perez saiu de 12º, perdeu a traseira, tentando evitar choque com os dois carros da Williams, que largavam da pit lane, rodou e foi parar no fim do pelotão. Durante a recuperação, foi jogado para fora da pista por Gasly, terminou em 13º, porém, ganhou uma posição, com a punição ao francês. Na Alemanha, os dois carros da Force India terminaram na zona de pontuação.com Perez em 7º e Ocon em 8º. Depois de largar em 10º, o mexicano esteve sempre no meio do pelotão; foi prejudicado por um pit stop demorado; rodou, na chuva, quando tentou passar por Leclerc, e só não foi melhor que 7º porque perdeu uma posição para Grosjean na última volta. Na Hungria, Perez completou a primeira parte da temporada com uma jornada difícil. Foi mal na qualificação, ficando na 18ª posição, ganhou algumas posições na largada, mas voltou a cair, depois de bater em Leclerc e chegou em 14º.
Na Bélgica, naquela que seria a última corrida pela Force India, Perez obteve a 4ª posição no grid, formou a segunda fila com o companheiro Esteban Ocon, o terceiro colocado, e acabou, como o “melhor do resto”, na 5 ª colocação. De todo o fim de semana só lamentou não ter obtido a pole, que teria sido possível. Na Hungria, Perez, com estratégia agressiva, recuperou posições na corrida, mas não conseguiu chegar à zona de pontuação. Largou de 18º e terminou em 14º. Na Itália, O mexicano liderou o último treino livre, tomando a liderança de Kimi Raikkonen com o cronometro zerado. Na corrida, largou em 14º, pouco a pouco se aproximou dos ponteiros e acabou em 8º.
O GP de Cingapura foi um desastre para a dupla da Racing Point. Perez saiu da 7ª posição e Ocon da 9ª, mas os dois se juntaram e se chocaram na largada, numa colisão que a equipe considerou inaceitável. Na saída da curva 3, Ocon tentou ultrapassar, mas Perez o jogou contra o muro, tirando-o da corrida. O mexicano continuou na pista, mas depois se chocar com Sergey Sirotkin teve de lutar para terminar em 16º.
Na Rússia, Perez e Ocon jogaram como equipe, mas não conseguiram o resultado esperado. O francês saiu de 6º e o companheiro de 8º, e em dado momento, trocaram de posição, para pressionar Magnussen. Não tiveram êxito e voltaram às antigas posições, com Ocon terminando em 9º e Perez, em 10º. No Japão, depois de uma tentativa fracassada no pit stop, na relargada, aproveitou uma única chance e ultrapassou Romain Grosjean para garantir o 7º lugar. Nos Estados Unidos, a dupla da Racing Point voltou a ficar entre os 10 primeiros do grid, com Ocon em 8º e Perez em 10º, e o mexicano descreveu assim a sua corrida. “Fiz uma boa largada, consegui não me meter em problemas e me beneficiei do caos que me rodeava, tentamos estender stint, mas talvez tenhamos parado um pouco tarde demais. Meu pit stop não era o melhor e acabei em muito atrás do Leclerc. Consegui alcançá-lo na primeira curva, quando ele saiu dos boxes, mas ele me passou na reta oposta”. Leclerc terminou em 9º e Perez, em 10º.
No México, na corrida em casa, diante da sua torcida, Checo Perez teve a maior decepção da temporada. Não foi bem na qualificação, ficando em 13º, mas depois de uma excelente primeira volta e de ultrapassagens sobre Fernando Alonso e os dois carros da Sauber (Leclerc e Ericsson) teve de abandonar na 38º volta por falha dos freios. No Brasil, Perez largou de 12º, resistiu à pressão de Carlos Sainz; tomou a 11º lugar de Ericsson e superou Brendon Hartley para ser o 10º colocado.
Na última corrida, em Abu Dhabi, Perez disse ter ficado muito feliz com o 8º lugar, depois de um fim de semana difícil, por falta de confiança no carro, que não o levou além da 14ª posição no grid. Na corrida, porém, depois de uma boa primeira volta ele se colocou entre os 10 primeiros e no final tentou, mas não teve velocidade suficiente para ultrapassar o francês Leclerc.
Em resumo, nas 21 corridas do campeonato, Sergio Perez foi 3º no Azerbaijão; 5º na Bélgica; 7º na Áustria, Alemanha, Itália e Japão; 8º nos Estados Unidos e Abu Dhabi; 9º na Espanha; 10º na Inglaterra, Rússia e Brasil: 11º na Austrália; 12º China e Mônaco; 14 º no Canadá e França e 16º no Bahrein. Não completou as provas de França e México.
Com os 35 pontos que fez nas últimas 9 corridas, ajudou a Racing Point a completar 52 pontos a ser a 7ª colocada entre as equipes.

Sergio Perez começou o campeonato de 2019 com uma boa qualificação pata o GP da Austrália, mas, depois de ocupar a 10 posição do grid, largou mal, perdeu várias posições e acabou em 13º, com desempenho muito inferior ao de sábado. No Bahrein, numa corrida que ele considerou imprevisível, faturou o primeiro ponto, após ter largado da 14ª posição e chegado em 10º graças ao abandono de Nico Hulkenberg e Daniel Ricciardo. E ele lamentou a entrada do carro de segurança, quando estava chegando em Alexander Albon. Na China, Perez fez uma largada fantástica e uma corrida com bom ritmo, para se defender de Kimi Raikkonen e chegar em 8º lugar. No Azerbaijão, o mexicano teve o melhor fim de semana até então. Foi o 5º colocado no grid, liderou o bloco intermediário e, numa corrida praticamente sem erros, impediu a aproximação de Carlos Sainz e Lando Norris, para obter seu melhor resultado, o 6º lugar. Na Espanha, Perez não se adaptou às atualizações do carro, não passou da Q2, largou e chegou em 15º. Nas ruas de Mônaco, ele não teve um bom fim de semana. No sábado, foi apenas o 17º na qualificação e no domingo tentou reagir, mas não passou do 12° lugar, após quase ter atropelado dois que limpavam a pista quando deixava a pit lane. No Canadá, Sergio Perez bateu um recorde negativo: na sua 166ª corrida, superou a marca de Johnny Herbert e Martin Brundle como pilotos com maior número de GPs sem pole position. Ele largou da 16ª posição e cruzou a linha de novo em 12º. Na França, Perez saiu de 14º, foi punido com 5 segundos por cortar a chicane na largada e pela terceira vez consecutiva terminou no 12º lugar. Na Áustria, o piloto mexicano continuou mal na qualificação e foi o 16º no grid e, sem tempo para concluir a recuperação, graças à resistência de Carlos Sainz, terminou no 11º lugar. Na Inglaterra, depois de largar da 15ª punição, na volta 24, Perez chocou-se com Nico Hulkenberg, teve a asa dianteira quebrada e a parada forçada o levou ao fim do pelotão, sendo o 17º e último dos pilotos que terminaram a corrida. Na Alemanha, afinal, depois de longo tempo, Perez voltou ao top 10 da qualificação, com a 8ª posição do grid, mas na corrida, logo na volta 3, perdeu o controle do carro na reta e foi de encontro à barreira, tendo que abandonar a pista. Na Hungria, o mexicano voltou às últimas posições do grid, em 17º e, de novo, não teve tempo para concluir a recuperação, terminando em 11º.
Completada a primeira parte da temporada, Sergio Perez era apenas o16º colocado na classificação dos pilotos, com 13 pontos, atrás do companheiro Lance Stroll, o 12º, com 18 pontos. Apesar da má colocação, em grande parte devida ao mau rendimento do carro, em agosto Perez anunciou a renovação do contrato com a Racing Point por mais três temporadas.
Na volta das férias, no GP da Bélgica, Sergio Perez voltou ao top 10, com a 9ª colocação do grid e, com uma corrida agressiva, só perdeu o 5º lugar para Alexander Albon, na última volta. Na Itália, Perez bateu no primeiro treino livre; perdeu potência na saída da curva 3, e foi eliminado na Q1, largando da 17ª posição, mas numa corrida notável e com bom ritmo do início ao fim e uma parada nos boxes durante Safety-Car Virtual, cruzou a bandeira quadriculada no 7º lugar, resistindo a forte pressão de Max Verstappen. Em Cingapura, Perez foi o 10º na qualificação, mas foi punido coma perda de 5 lugares, por troca da caixa de câmbio, largou da 15ª posição e teve de abandonar a pista na 42ª das 61 voltas, por causa de vazamento de óleo. Na Rússia, Perez saiu da 11ª posição e, numa corrida que considerou ter sido uma das melhores da careira, terminou em 7º. No Japão, foi, outra vez, dos últimos do grid, na 17[ posição, fez boa corrida de recuperação e cruzou a linha em 9º, mas ganhou mais um lugar com a desclassificação de Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg. Em casa, no GP do México, Perez voltou a fazer boa corrida, saindo da 11ª posição e chegando em 7º, num resultado que não esperava e i surpreendeu. Nos Estados Unidos, ele não obedeceu à chamada para pesagem, depois do 2º treino livre, e foi obrigado a largar da pit lane, porém conseguiu terminar em 10º, mesmo depois de se abalroado por Daniil Kvyat. No Brasil, após largar da 15ª posição, Perez voltou à zona de pontuação, com o 9º lugar, apesar de nas 17 primeiras voltas ficar atrás do companheiro Lance Stroll, que deixou a pista na 65ª das 71 voltas. Em Abu Dhabi, Sergio Perez teve um bom final de campeonato, chegando em 7º, depois de largar de 11º e ser tocado por Pierre Gasly.
Com uma boa reação nas últimas 9 corridas, nas quais fez 39 dos seus 52 pontos, Sergio Perez foi o 10º colocado na classificação dos pilotos, bem à frente do companheiro Lance Stroll, o 15º, com apenas 21 pontos. Nas qualificações, Perez também bateu Stroll por 18 na 3.
O piloto mexicano disse que não esperava muito do carro da Racing Point nem que o desempenho fosse melhor do que os últimos anos, mas considerou que a temporada foi decepcionante e ficou muito abaixo do que pretendia. Pérez assinou uma extensão de contrato com a Racing Point, para quem deveria continuar correndo até o final de 2022.

Três dias antes do Grande Prêmio da Inglaterra, ele testou positivo para o corona vírus, que causa o COVID-19, e não pôde participar da corrida, sendo substituído por Nico Hülkenberg. Foi confirmado que ele também perderia o Grande Prêmio do 70º Aniversário, pois havia novamente testado positivo para COVID-19.

Pérez voltou a correr no Grande Prêmio da Espanha; qualificou-se em quarto lugar e terminou a corrida na quinta posição. Em setembro de 2020, Pérez anunciou que deixaria a Racing Point no final da temporada. Pérez alcançou seu nono pódio na F1 no Grande Prêmio da Turquia. Depois de se classificar em terceiro na chuva, ultrapassou Max Verstappen e subiu de terceiro para segundo, atrás apenas de seu companheiro de equipe Lance Stroll. Largando com pneus de chuva e trocando por pneus intermediários na volta 10 de 58, Pérez herdou a liderança após Stroll fazer um pit stop, e na volta 37 foi ultrapassado por Lewis Hamilton para a liderança. O pódio foi Hamilton, Perez e Sebastian Vettel.

Pérez foi 3º na maior parte do Grande Prêmio do Bahrein depois de largar em 5º, mas um problema elétrico do MGU-K a apenas algumas voltas do fim, o forçou a encostar e sair do carro, com chamas saindo da unidade de potência.

Desde que Pérez anunciou sua saída da Racing Point, teve apoio da mídia, com The Race dizendo que seria uma “grande injustiça se Perez não estivesse no grid de 2021”. O ex-piloto de F1 e comentarista da Sky Sports F1, Martin Brundle, também expressou pensamentos semelhantes em sua coluna online analisando o Grande Prêmio da Turquia de 2020, onde Pérez terminou em segundo e sugeriu que Pérez “deveria estar no radar da Red Bull Racing” para fazer parceria com Max Verstappen no lugar de Alex Albon.

Pérez venceu sua primeira corrida no Grande Prêmio de Sakhir, tornando-se o 110º vencedor da Fórmula 1. Na primeira volta, foi atropelado por Leclerc e passou da 2ª posição para a 18ª e última. Na volta 64 assumiu a liderança e venceu a corrida na frente de Esteban Ocon e do companheiro de equipe Stroll. Essa foi a primeira vitória de um piloto mexicano desde que Pedro Rodríguez venceu o Grande Prêmio da Bélgica de 1970, 50 anos antes.

Pérez terminou a temporada com 125 pontos, conquistando uma vitória e um pódio. Terminou em quarto lugar geral, seu melhor resultado no campeonato.

Pérez correu pela Red Bull Racing em 2021, substituindo Alex Albon – rebaixado ao cargo de reserva e piloto de testes – e fazendo parceria com Max Verstappen.

No Grande Prêmio do Bahrain de 2021, Pérez fez sua estreia com a equipe Red Bull Racing terminando em 5º lugar. Durante a qualificação no sábado, ele ficou em 11º. Durante a volta de formação para a corrida, seu carro desligou devido a uma falha elétrica, mas ele conseguiu redefinir seu RB16B antes de começar a corrida do pit lane. No Grande Prêmio da Emília-Romagna, Pérez se classificou na primeira linha em segundo lugar, apenas 0,035 segundos atrás do pole Lewis Hamilton, superando seu companheiro de equipe Max Verstappen. Foi a primeira vez que largou na primeira linha da carreira.

No Grande Prêmio do Azerbaijão, Pérez se classificou em 7º lugar, largando em 6º devido a uma penalidade de Lando Norris. Na corrida fez uma largada forte, subindo para o 3º lugar na volta 8. Na janela do pit stop, ultrapassou Lewis Hamilton para ficar com o 2º lugar e assumiu a liderança após uma falha de pneu do companheiro de equipe Max Verstappen na volta 47. Ele manteve a posição nas 2 voltas finais, na primeira vitória da carreira e primeira para a Red Bull.

No Grande Prêmio da França de 2021, Pérez se classificou em 4º lugar, largando atrás do piloto da Mercedes, Valtteri Bottas. Na corrida, economizou os pneus até a volta 24. Com pneus mais novos, ultrapassou Bottas para assumir o 3º lugar na volta 49. Foi a primeira vez em sua carreira que conquistou pódios em finais de semana consecutivos.

No Grande Prêmio da Estíria, Pérez se classificou em 5º lugar, largando em 4º atrás de Lando Norris, da McLaren, após penalidade aplicada em Valtteri Bottas. Ele ultrapassou Norris cedo, mas perdeu uma posição para Bottas após um lento pit stop. Incapaz de ultrapassar a Mercedes, então mudou de estratégia e foi para os boxes para colocar pneus novos e perseguiu Bottas nas etapas finais. Ele recuperou uma desvantagem de 20 segundos para pegar Bottas na última volta, mas não conseguiu ultrapassar seu rival pelo terceiro pódio consecutivo e terminou apenas meio segundo atrás na 4ª colocação.

A caminho do grid no Grande Prêmio da Bélgica de 2021, Pérez rodou, depois de derrapar nas barreiras em Les Combes. O carro foi consertado a tempo para o início da corrida, embora ele fosse obrigado a largar de trás. A corrida foi interrompida com bandeira vermelha após apenas duas voltas sob o safety car, e ele terminou na 20ª colocação, embora tenha sido posteriormente promovido a 19º, devido a uma penalidade aplicada a Lance Stroll. No Grande Prêmio da Turquia, ele terminou em terceiro para marcar outro pódio, depois de uma batalha intensa, roda a roda com Lewis Hamilton no molhado.

No Grande Prêmio dos Estados Unidos, Perez teve um de seus fins de semana mais competitivos da temporada, superando a Mercedes de Valtteri Bottas e largando em 3º, atrás do companheiro de equipe Verstappen e da outra Mercedes de Lewis Hamilton, antes de terminar na mesma posição, 42 segundos atrás do vencedor Verstappen.

Em sua corrida em casa, no México, Pérez conquistou seu terceiro pódio consecutivo, pela primeira vez em sua carreira. Nos momentos finais da corrida, pressionou Lewis Hamilton pelo 2º lugar, mas não conseguiu ultrapassar o inglês antes da bandeira quadriculada.

No final da temporada em Abu Dhabi, o trabalho defensivo de Pérez contra Hamilton ajudou seu companheiro de equipe Max Verstappen a diminuir a diferença de sete segundos para Hamilton, o que foi crucial para a vitória de Verstappen e a conquista do título. Pérez desistiu da corrida a poucas voltas do final por suspeita de problemas no motor. Verstappen elogiou Perez após a corrida afirmando “É muito raro ter um companheiro de equipe assim … ele era um verdadeiro jogador de equipe e realmente espero que possamos continuar assim por muito tempo.”

O mexicano terminou a temporada com 190 pontos, conquistando 1 vitória e 5 pódios. Terminou em quarto lugar geral, igualando seu melhor resultado no campeonato estabelecido em 2020.

Pérez permaneceu na Red Bull na temporada de 2022. Em maio, logo após sua vitória em Mônaco, foi anunciado que ficaria com a equipe até o final da temporada de 2024.

Ele conquistou a primeira pole position no Grande Prêmio da Arábia Saudita, em sua 215ª largada na Fórmula 1; quebrou o recorde de mais corridas antes de uma primeira pole position e também se tornando o primeiro piloto mexicano a conseguir uma pole position na F1. Ele liderou a corrida até a volta 16, quando parou, após sofrer pressão de um possível rebaixamento por Leclerc em 2º. Uma queda de Nicholas Latifi na mesma volta fez com que o safety car fosse acionado, permitindo que Leclerc, Verstappen e Sainz fizessem um pit stop e mantivessem posição na pista, rebaixando Perez para a 4ª colocação, onde encerraria a corrida.

No Grande Prêmio da Austrália, Perez se classificou em terceiro e perdeu uma posição na largada para Lewis Hamilton, por ter ficado encaixotado e recuperou a colocação na volta 10. Ele fez seu pit stop na volta 21, passando aos pneus duros e ultrapassou Fernando Alonso e George Russell. Na volta 39, seu companheiro de equipe Max Verstappen desistiu da corrida devido a problemas mecânicos e ele terminou em segundo, atrás de Charles Leclerc. Foi o décimo sexto pódio de sua carreira e o sexto com a Red Bull Racing.

Na rodada seguinte, o Grande Prêmio de Emília-Romagna, Pérez se classificou em 7º, por não conseguir marcar um tempo representativo na Q3, devido a bandeiras vermelhas. Ele se recuperou para 3º na corrida de velocidade e saltou para 2º na primeira volta da corrida, após bater Charles Leclerc. Durante a maior parte da corrida, Pérez conseguiu evitar que Leclerc o ultrapassasse novamente. Depois que Leclerc rodou, Pérez subiu para o segundo lugar, atrás do companheiro de equipe Max Verstappen. Isso deu à Red Bull sua primeira dobradinha, desde o Grande Prêmio da Malásia de 2016.

No Grande Prêmio da Espanha, Pérez se classificou em 5º, não pilotando o carro no FP1, substituído por Juri Vips. Ele ultrapassou Carlos Sainz Jr. na largada e depois lutou com George Russell pelo terceiro lugar, que se transformou em uma batalha pelo segundo depois que o companheiro de equipe Max Verstappen ficou para trás. Ele não conseguiu ultrapassar Russell, então deixou Verstappen passar, mas este também não conseguiu ultrapassar Russell devido a um problema com seu DRS. Na volta 31, após não ter permissão da equipe para trocar posição com Verstappen Pérez ultrapassou Russell, quando seu companheiro de equipe fez o pit stop, e assumiu a liderança da corrida. Mas depois da saída de Charles Leclerc, Pérez novamente deixou Verstappen passar e terminou em segundo, dando à Red Bull outra dobradinha. Pérez inicialmente ficou insatisfeito com as ordens da equipe, apesar de estar satisfeito com o resultado, dizendo: “Definitivamente estou aqui para vencer e acho que se estivesse três paradas, deveria ter vencido a corrida”.

No Grande Prêmio de Mônaco, Pérez se classificou, rodando na curva Portier, em sua última tentativa. A corrida começou em condições de chuva com todos os pneus de chuva. Na volta 17, Pérez passou aos pneus intermediários, assumindo a liderança na volta 22, após o pit de Sainz. Ele parou na mesma volta para colocar pneus slick duros e ainda saiu na liderança depois de uma boa saída. Após bandeira vermelha, Pérez reiniciou a corrida com pneus médios e eles se degradaram rapidamente, mas os dois carros da Ferrari e seu companheiro de equipe que estavam logo atrás dele, não conseguiram ultrapassar. A corrida foi encerrada no limite de três horas e Pérez obteve a terceira vitória de sua carreira na Fórmula 1.

Pérez se classificou em 2º para o Grande Prêmio do Azerbaijão, 2 décimos atrás de Charles Leclerc, devido à perda de potência e falta de vácuo. Na corrida, ultrapassou Leclerc na largada e construiu uma diferença de 2,5 segundos, que manteve até que seu companheiro de equipe Max Verstappen o ultrapassou na volta 14, depois que a ordem de “sem luta” foi dada a Pérez, se Verstappen tentasse ultrapassá-lo. Ele terminou em 2º conquistando o 20º pódio de sua carreira na Fórmula 1. No Grande Prêmio da Inglaterra, Perez largou em quarto, mas devido a uma queda na curva quatro, foi forçado a ir aos boxes para uma nova asa dianteira que o fez cair para 17º. Depois de um safety car, ele se recuperou e lutou contra Lewis Hamilton e Charles Leclerc pelo segundo lugar, onde finalmente terminou. Ele também foi eleito o ‘Piloto do dia’.

No terceiro Grande Prêmio da Bélgica, Pérez foi promovido a segundo devido às penalidades de seu companheiro de equipe no grid. Ele teve uma péssima largada e foi atacado pelos dois carros da Mercedes, mas acabou em segundo, atrás de seu companheiro de equipe Verstappen, dando à Red Bull outra dobradinha. Pérez se classificou em segundo para o Grande Prêmio de Cingapura, atrás de Charles Leclerc. Ele ultrapassou Leclerc na largada e liderou todas as voltas na corrida encurtada para 59 voltas, por causa do limite de tempo de 3 horas devido aos carros de segurança e um atraso de uma hora. Ele venceu com 7,5 segundos de vantagem para Leclerc. Após a corrida, ele foi investigado por possível violação do safety car, mas na sua vitória foi mantida, com ele recebendo uma repreensão e uma penalidade de 5 segundos. De novo, foi eleito o Piloto do Dia

No Grande Prêmio do Japão, Perez se classificou em quarto lugar. Como Carlos Sainz Jr. se retirou após uma queda, Pérez correu em terceiro na maior parte da corrida. Na última volta, pressionou o segundo colocado Charles Leclerc a cometer um erro. Leclerc atravessou o Triângulo Casio e impediu Pérez de fazer uma ultrapassagem. O monegasco recebeu uma penalidade de 5 segundos, o que elevou Pérez ao segundo lugar na corrida, dando à Red Bull sua quinta dobradinha na temporada. A penalidade também garantiu a Max Verstappen a conquista do campeonato.

Em sua corrida em casa no México, Pérez se classificou em quarto lugar e ultrapassou George Russell para mais uma vez terminar no pódio em terceiro lugar, atrás de Lewis Hamilton e do companheiro de equipe Verstappen. Na etapa seguinte, em São Paulo, Pérez se classificou em nono em circunstâncias complicadas, elevando-se à quinta colocação na corrida Sprint. Conseguiu correr em terceiro na maior parte do tempo, mas foi pego por um safety car com pneus médios em comparação com os pneus macios de todos os outros. Com um carro já lento, caiu para o sexto lugar. Ele deixou o companheiro de equipe Verstappen passar com a esperança de que o holandês o deixaria passar se não conseguisse ganhar nenhuma posição, devido à luta com Leclerc pelo segundo lugar no campeonato de pilotos. Verstappen não o deixou passar, o que deixou Pérez desapontado. Pérez e Leclerc chegaram à rodada final, em Abu Dhabi, empatados em 280 pontos na luta pelo o segundo lugar. Na qualificação, Pérez recebeu vácuo de Verstappen em sua última volta voadora e se classificou em segundo, à frente de Leclerc. Durante a corrida, Pérez usou uma estratégia de duas paradas, indo para o lado oposto de Leclerc. Ele perdeu tempo lutando contra Sebastian Vettel e Fernando Alonso, ao passar pela chicane, ao tentar uma ultrapassagem. Mais tarde, cometeu o mesmo erro ao ultrapassar Lewis Hamilton, novamente perdendo tempo. Por fim, ele foi retido por Pierre Gasly, que levava uma volta, mas estava envolvido em uma batalha própria e não cedeu rapidamente a posição. Por fim, Pérez terminou 1,4 segundos atrás de Leclerc e em terceiro na classificação de pilotos de 2022.

(Tradução do https://en.wikipedia.org/wiki/Sergio_Perez)

Na abertura da temporada de 2023, no Bahrein, Pérez empatou com o companheiro de equipe Verstappen nas últimas voltas de qualificação até as curvas finais, que lhe custaram a pole por quase 0,15 segundos. Na corrida, inicialmente perdeu posição para Charles Leclerc, mas posteriormente recuperou. Terminou em segundo, cerca de 11 segundos atrás de Verstappen.

No Grande Prêmio da Arábia Saudita, Verstappen teve um problema técnico que o levou a ser superado na Q2. Pérez conquistou então sua segunda pole position na carreira. Perdeu posição para Fernando Alonso na largada, que rapidamente recuperou. O companheiro de equipe Verstappen subiu do 15º para o 2º lugar, mas com ritmo um pouco mais rápido, Pérez venceu a corrida por quase 5 segundos, sua quinta vitória na carreira e a primeira na temporada de 2023.

No Grande Prêmio do Azerbaijão, Pérez conseguiu se classificar em segundo para a corrida de velocidade de sábado e em terceiro para a corrida de domingo. Vencendo a corrida de velocidade e o Grande Prêmio, ele diminuiu a desvantagem para Max Verstappen, em primeiro lugar no Campeonato de Pilotos, para 6 pontos. Sua sexta vitória geral na carreira também fez de Pérez o primeiro e, até então, único piloto a vencer o Grande Prêmio do Azerbaijão mais de uma vez, tendo feito isso também em 2021.

No Grande Prêmio de Miami, Pérez se classificou na pole position, depois que um erro de Charles Leclerc, da Ferrari, causou bandeira vermelha no final da sessão. Isso encerrou a sessão e o companheiro de equipe de Pérez, Max Verstappen, não conseguiu marcar o tempo depois de abortar sua primeira volta no Q3. Na corrida, Pérez foi ultrapassado por Verstappen quando parou na volta 21. Ele recuperou brevemente a liderança na volta 46, quando Verstappen fez a parada para os médios, mas acabou cedendo a liderança ao seu companheiro de equipe, que viria a vencer a corrida.

Depois de uma série de azar e erros que levaram Pérez a não chegar ao Q3 nas cinco corridas seguintes, nem ao pódio nas três seguintes, Pérez qualificou-se em segundo, atrás de Verstappen, para a corrida de velocidade na Áustria. Ele brigou com Verstappen pela liderança, mas acabou terminando em segundo. Na corrida, ele terminou em terceiro lugar, vindo de 15º no grid.

Na Hungria, Pérez terminou em terceiro depois de se classificar em nono e também foi eleito o Piloto do Dia.

Pérez qualificou-se em terceiro na Bélgica, alguns décimos atrás de Charles Leclerc, mas largou em segundo devido a uma penalização do companheiro de equipe Verstappen. Ele se classificou em oitavo para o Sprint, depois de não conseguir completar a volta final e, devido a danos após o contato com Hamilton, não conseguiu terminar o sprint. Na corrida ultrapassou Leclerc na primeira volta. Mais tarde, perdeu a liderança para Verstappen e terminou em segundo.

Depois de perder por pouco o pódio na Holanda, na Itália ele se classificou em quinto, apesar de um problema no motor no TL3. Ele largou atrás das Ferrari, Verstappen e Russell. Na corrida, largou com pneus médios, ultrapassou Russell e depois foi para os boxes para colocar pneus duros. Por pouco não conseguiu superar ambas as Ferraris, mas as ultrapassou mesmo assim, terminando em segundo.

Depois de terminar em 8º em Cingapura e abandonar no Japão, as duas corridas permitiram a Lewis Hamilton se aproximar dele na luta pelo segundo lugar no campeonato, Pérez entrou no Catar precisando superar o companheiro de equipe Verstappen por 32 pontos para manter vivas suas esperanças de título, mas qualificou-se em 13º para a corrida principal e 8º para o sprint. No sprint ele estava progredindo quando foi tocado por Esteban Ocon, depois que o piloto da Alpine colidiu com Nico Hülkenberg e rodou sobre ele. O dano encerrou sua corrida e o tirou da disputa pelo título, confirmando Verstappen como Campeão Mundial de 2023. Ele terminou em 10º na corrida principal após múltiplas penalidades.

Nos Estados Unidos, Perez foi 5º no sprint e 4º na corrida principal. No México, abandonou a pista ainda na primeira volta, em decorrência de um acidente na curva 1.  Em São Paulo, Pérez foi superado por Fernando Alonso em batalha pelo pódio, mas o quarto lugar foi suficiente para garantir o vice da F1 2023 sobre Lewis Hamilton. Em Las Vegas, Pérez chegou em terceiro e selou o vice-campeonato da F1 2023, abrindo 41 pontos em cima de Lewis Hamilton. Em Abu Dhabi, o mexicano foi o 4º colocado e terminou o campeonato com 285 pontos, contra 575 de Verstappen.

Pérez começou a temporada de 2024 com segundos lugares consecutivos no Grande Prêmio do Bahrein e da Arábia Saudita, antes de conquistar mais dois pódios no Japão e na China. Ele se envolveu em uma colisão de vários carros na primeira volta do Grande Prêmio de Mônaco. Antes do Grande Prêmio do Canadá, anunciou que estenderia sua permanência na Red Bull Racing até pelo menos o final da temporada de 2026.

Durante a corrida, rodou sozinho, quebrando a asa traseira e abandonando. Ele lutou contra o Haas de Nico Hülkenberg no Grande Prêmio da Áustria, saiu da qualificação para o Grande Prêmio da Grã-Bretanha e acabou sendo ultrapassado enquanto seu companheiro de equipe terminou no pódio. Caiu na qualificação para o Grande Prêmio da Hungria e só se recuperou para os pontos, e começou na primeira fila atrás de Charles Leclerc no Grande Prêmio da Bélgica, mas perdeu posições, terminando atrás de seu companheiro de equipe, que havia sofrido uma penalidade de motor.

No Grande Prêmio do Azerbaijão, Pérez superou Verstappen pela primeira vez desde o Grande Prêmio de Miami de 2023, começando em 4º na corrida enquanto seu companheiro começou em 6º no grid. Na primeira volta da corrida, Pérez ultrapassou a Ferrari de Carlos Sainz para subir para 3º, onde permaneceu durante a maior parte da corrida. À medida que os pneus do pole Charles Leclerc começaram a se degradar, Pérez e Sainz se viram na disputa pelo 2º lugar, ambos tentando ultrapassar o piloto monegasco. No entanto, na penúltima volta, o contato na reta oposta enviou os dois carros para a barreira, encerrando sua corrida. O acidente foi considerado um incidente de corrida pelos comissários, mas foi um final amargo para um fim de semana em que Pérez dominou seu companheiro de equipe em quase todas as sessões.

Durante a maior parte da temporada, Pérez foi consistentemente superado pelo companheiro Max Verstappen, e conforme o RB20 caiu de forma, com a McLaren e a Ferrari alcançando vitórias e pódios, a Red Bull começou a pressioná-lo. Pérez sofreu uma péssima corrida em casa: começando em décimo oitavo, atrás de Oscar Piastri, ele então recebeu uma penalidade de cinco segundos por uma largada imprópria e não conseguiu fazer nenhum movimento durante a corrida; enquanto isso, seu companheiro se recuperou de uma penalidade de vinte segundos para terminar em sexto. Ele acabou lutando com o novato da RB, Liam Lawson, por posição entre outros, levando a protestos dos superiores da Red Bull. Pérez terminou em décimo sétimo, o último dos carros de chegada, após a aposentadoria de três outros carros. Ele terminou em décimo primeiro no Grande Prêmio de São Paulo afetado pela chuva, após rodar na primeira volta. No Grande Prêmio de Las Vegas, ele se classificou em décimo sexto e terminou em décimo. Durante a penúltima rodada — o Grande Prêmio do Catar — Pérez rodou sob condições de safety car, relatando perda de potência. Ele se aposentou do Grande Prêmio de Abu Dhabi, que encerrou a temporada, após uma colisão na primeira volta com Valtteri Bottas. Ele terminou a temporada em oitavo na classificação com 152 pontos no campeonato, 285 atrás do companheiro de equipe Verstappen, que venceu o Campeonato Mundial de Pilotos. Após a temporada, Pérez e a Red Bull concordaram em rescindir seu contrato, encerrando uma parceria de quatro anos; ] ele foi substituído por Liam Lawson.