Lando Norris

Perfil

Nome Lando Norris
País Inglaterra
Nascimento Bristol – Inglaterra
Pai Adam Norris
Altura 1,70
Peso 64 kg
Estado civil solteiro
Residência Guilford – Inglaterra
Hobbies simuladorF1, pintura e desenho
Equipe McLaren
Carro MCL 34
Número #4

Carreira

Estreia                                        GP da Austrália 2019 – McLaren
Corridas                                    168
Vitórias                                        13
Poles                                             19
Pontos                                      1.631
Pódios                                      49
Voltas                                        20
Abandonos                               17
Hat trick                                    3
Sprint                                       4

Desempenho

Ano Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Abandonos Não correu Sprint Hat-trick Pódios Pontos Posição
2026 F1 McLaren 17 2 1 3 3 1 1 5 201 6º
2025 F1 McLaren 23 7 6 6 1 2 18 423 Campeão
2024 F1 McLaren 24 4 4 4 1 13 374 2º
2023 F1 McLaren 22 1 1 7 205 6º
2022 F1′ McLaren 22 2 2 1 122 7º
2021 F1 McLaren 22 1 1 1 4 160 6º
2020 F1 McLaren 17 2 97 9º
2019 F1 McLaren 21 4 49 11º
2018 F1 McLaren Piloto de testes
2018 Sportcar U.Sport ‘ 18 58ª
2018 F2 Carlin 24 1 1 1 9 219 3º
2017 F1 McLaren Piloto de testes
2017 F2 Campos 2 0 0 0 1 2º
2017 GP Macau Carlin 1 0 0 0 0 2º
2017 F3 Europa Carlin 30 9 8 8 20 441 1º
2016 GP Macau Carlin 1 0 0 0 0 11º
2016 F3 Europa Carlin 3 0 0 0 0 N/C
2016 F2 inglesa Carlin 11 4 4 3 8 247 8º
2016 Toyota M2 Competition 15 6 8 5 11 924 1º
2016 NEC Josef Kaufman 15 5 8 5 11′ 316 1º
2016 Renault Europa Josef Kaufman 15 5 6 4 12 253 1º
2015 F4 britânica HHC Motorsport 4 2 1 1 4 128 5º
2015 F4 Itália Mucke 9 0 0 3 1 51 11º
2015 F4 ADAC Mucke 8 1 9 3 6 131 8º
2015 Fórmula MSA Carliin 30 8 10 9 15 413 1º
2014 Ginete Jr HHC Motorsport 24 4 8 2 11 432 3º

História

Lando Norris, nascido em Bristol, na Inglaterra, em 13 de novembro de 1999, é filho de Adam Norris, um administrador aposentado, uma das pessoas mais ricas de Bristol e a 501ª do país. Sua família, o pai Adam, a mãe Cisca, o irmão mais velho Oli, as irmãs Flo e Cisca, moram em Glastonbury, Somerset, mas ele divide um apartamento com o piloto de Fórmula 3 Sacha Fenestraz em Guildford, Surrey, a menos de 16 quilômetros da fábrica da McLaren, em Woking. Lando e Sacha correm uns contra os outros em simuladores em seu tempo livre e isso se torna competitivos.
Apesar do pai rido, Lando diz compra tudo como dinheiro que ganha. Ele diz ter vendido adesivos para a parte de trás dos telefones para fazer algum dinheiro. E a coisa mais cara que comprou foi o equipamento de aerógrafo para suas pinturas. Ele gosta de desenhar seus próprios gráficos e para isso tem seu próprio cortador de vinil, todo o equipamento de areografia e tintas. Também gosta de pintar seus capacetes, desenhar o próprio terno e botas. Esse seria o seu passatempo favorito, o que faria se não estivesse competindo.
Depois de inicialmente se interessar por motociclismo, a atenção de Norris mudou para as quatro rodas depois que seu pai o levou e a seu irmão para assistirem a uma partida do Super 1 National Kart Championships, na pista de kart local. Conforme o seu perfil publicado pela McLaren, Lando começou a correr de kart aos 9 anos, em 2008. No ano seguinte conquistou a pole no seu primeiro evento nacional e até hoje é o piloto mais jovem a conseguir essa posição numa competição britânica. Nesse mesmo ano de 2009, apesar de problemas mecânicos no início da temporada, a mudança para a equipe Mick Barret Racing e um chassi Tony Kart possibilitou a Lando vencer pilotos muito mais experientes.
Na temporada de 2010, Lando entrou nos dois principais campeonatos nacionais da categoria de cadetes, contra pilotos até três anos mais velhos que ele. Uma série de pódios e de pole positions – mais do que qualquer outro piloto naquele ano – viu sua reputação subir a caminho do 3º lugar no Super One Series, além de ganhar o cobiçado ‘O’ Plate durante a temporada. Em 2011, cursando a Millfild School, ao final de uma temporada frustrante devido a problemas no carburador e chassi de seu kart, ele se transferiu para a categoria Rotax Mini-Max, a fim de se preparar para o ano seguinte. E essa nova temporada marcou o início de uma série conquistas nos três anos seguintes, entre elas a Formula Kart Stars e vice-campeonato do MSA Super One British Championship.
Em 2013, Lando participou da WSK Euro Series, da Winter Cup, do Rotax Super One e do Euro Max. O talentoso adolescente mostrou classe e talento para se tornar o campeão europeu de KFJ da CIK-FIA, campeão WSK Euro Series KFJ e CIK- Campeão da Supertaça da FIA KFJ. Ele também foi vice-campeão no WSK Master Series e 4º colocado no Campeonato Mundial, com uma vitória no Bahrein.
Em 2014, Lando subiu para a KF, a principal categoria de Karting, enquanto também competia com carro de corrida no campeonato Ginetta Junior naquele ano. Na Croft, ele fez a primeira das cinco poles positions consecutivas, três das quais ele converteu em vitórias. Ele terminou o ano com uma quarta vitória, que lhe valeu o terceiro lugar no campeonato, um feito impressionante contra pilotos mais velhos e mais experientes. Mas a conquista mais notável aconteceu em setembro no Campeonato Mundial de KK da CIK-FIA, onde o piloto de 14 anos fez história ao se tornar o mais jovem vencedor do Campeonato Mundial.
Em 2015, aos 15 anos, Lando iniciou sua trajetória nos monopostos andando em quatro diferentes torneios de Fórmula 4, para pegar quilometragem. Venceu corridas em três deles. No único que disputou toda a temporada (MSA, atual F4 Britânica), foi campeão, somando oito vitórias e dez poles em 30 provas. Como piloto da Super Somerset, Lando, ficou em êxtase depois de conquistar o título inaugural da MSA Formula Championship com a Carlin. Ele conseguiu oito vitórias impressionantes durante a temporada para ser coroado campeão da Fórmula 4 da Grã-Bretanha em Brands Hatch em outubro. Em 2016, antes de se aventurar na Fórmula 3, Norris aproveitou a pouca idade para dar um passo intermediário. Começou o ano na Toyota Racing Series, um torneio de tiro curto disputado na Nova Zelândia nos meses de janeiro e fevereiro. Venceu cinco vezes, fez oito poles e conquistou o título. Com 3 coroas de campeonato, o piloto da McLaren Autosport BRDC Young Driver e piloto de corridas britânico do ano teve, então, a sua temporada de maior sucesso. Com 16 poles e 11 vitórias em 30 corridas, foi campeão da Eurocup e do campeonato Norte-Europeu da Fórmula Renault. Paralelamente, correu algumas etapas da Fórmula 3 Britânica, ganhando cinco das 11 corridas que disputou, ficando em oitavo na tabela.
O piloto da McLaren Young continuou sua fenomenal ascensão na categoria de automobilismo em 2017, ao se tornar o mais jovem campeão europeu de Fórmula 3 na história da FIA e os bons resultados chamaram a atenção da McLaren, que o selecionou para seu programa de jovens talentos. Aos 17 anos, Norris assinou com a equipe inglesa um compromisso de longa duração que o deixou ainda mais próximo da Fórmula 1. Enquanto isso, disputou a competitiva Fórmula 3 Europeia e mesmo correndo contra pilotos que já tinham pelo menos uma temporada na categoria, foi campeão com oito poles e nove vitórias. Em novembro foi anunciado como o piloto oficial de testes e reserva de F

Em 24 de agosto de 2018, Norris participou do primeiro treino livre no Grande Prêmio da Bélgica pela McLaren, dirigindo o carro nº 47. Ele fez 26 voltas e terminou a sessão na 18ª posição entre 20 carros. Em 3 de setembro de 2018, foi anunciado como piloto da McLaren para o Campeonato do Mundo de Fórmula 1 de 2019, em parceria com Carlos Sainz Jr., substituindo Stoffel Vandoorne, que foi correr na Fórmula E.
Na estreia, no Grande Prêmio da Austrália, Norris, o piloto mais novo do grid, com apenas 19 anos, surpreendeu ao passar para Q3 e se classificar na 8ª posição. Na corrida, ele foi o 12º, e ficou desapontado, admitindo que não fez uma boa largada, ficando atrás de carros mais lentos e cometeu alguns erros, que o impediram de marcar pontos. No Bahrein, Norris voltou à Q3, classificando=se na 10[ posição do grid e na corrida conquistou seus primeiros 8 pontos, terminando no 6º lugar. Na China, o jovem da McLaren foi 15º, o último da Q2 e na corrida foi classificado em 18º, o último lugar, por ter completado 90% do percurso, embora tenha abandonado a pista a seis voltas do final. No Azerbaijão, Norris voltou à Q3 e ocupou a 7ª posição do grid, terminando no 8º lugar e marcando mais 4 pontos. Na Espanha, depois de ser o 16º do grid, abandonou na 44ª das 66 voltas, depois de choque com Lance Stroll. Em Mônaco, foi 12º no grid e 11º na corrida. No Canadá, após ser 8º na qualificação, na 9ª volta da corrida, quando estava em 8º, parou ao lado da saída da pit lane, com problemas na suspensão raseira direita. Mais tarde, descobriu-se que os freios da McLaren haviam superaquecido e pegado fogo, queimando a suspensão. Na França, Norris obteve seu melhor resultado em classificações, o 5º lugar no grid. Na volta final da corrida, com problemas hidráulicos, foi ultrapassado por Daniel Ricciardo e Nico Hulkenberg, na curva 8, e terminou no 9º lugar. Na Áustria, voltou a ficar na 5ª posição do grid, fez uma grande largada, chegou a disputar posições com Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen e chegou em 6º. Na Inglaterra, depois de largar da 8[ posição, Norris terminou em 11º, apontando erro de estratégia, a não fazer uma 2ª parada e na escolha dos pneus. Na Alemanha, foi 16ª na qualificação e deveria ser rebaixado para o último lugar do grid, por causa da troca de MGU-K, bateria e controle eletrônico, mas saiu de 19º, na frente de Vettel, que recebeu punição maior. Na corrida, abandonou a pista na volta 25, devido a perda de potência do motor. Na Hungria, Norris largou em 7º e não conseguiu manter a posição, como pretendia, e terminou em 9º. Na Bélgica, o jovem inglês largou da 12ª posição, chegou a correr em 5º, mas acabou em 11º, parando logo após a linha de chegada, de novo por perda de potência. Na Itália, Norris foi 16º na qualificação, mas largou da pit lane, devido a trocas no motor e conseguiu obter mais um ponto, no 10º lugar. Em Cingapura, terminou em sexto nas Q1 e Q2, mas depois caiu para 9º na fase final, ao rodar 0s7 mais lento. Na corrida, porém, se saiu melhor, chegando em 7º. Na Rússia, Norris foi 8º na qualificação, mas ganhou uma posição, graças a punição sofrida por Max Verstappen, e terminou em 8º. Com o resultado, totalizou 35 pontos e passou à 9ª colocação na classificação dos pilotos, enquanto companheiro Carlos Sainz chegava a 66 pontos e era o 7º colocado. No Japão, Norris largou da 8ª posição, mas na corrida caiu para 11º. No México, largou de 8º, mas abandonou na 48ª das 71 voltas, depois de um erro dos mecânicos, que deixaram uma roda solta, obrigando-o a parar na saída da pit lane. Nos Estados Unidos, voltou a ser 8º no grid e completou a prova em 7º, totalizando 41 pontos e caindo para o 11º lugar na classificação dos pilotos, enquanto Sainz mantinha-se em 7º, com 80 pontos. No Brasil, depois de comemorar, no dia 13 de novembro, seus 20 anos, Norris terminou em 8º, após fazer jogo de equipe e dar passagem ao companheiro Carlos Sainz, mais bem colocado na classificação dos pilotos. A manobra foi decisiva para que Sainz acabasse com o 3º lugar no pódio, beneficiado por punição a Lewis Hamilton. Em Abu Dhabi, Norris se qualificou em 7º, mas largou em 6º, devido a punição sofrida por Valtteri Bottas. Na corrida, perdeu o 7º lugar para Sergio Perez, na última volta, por causa do desgaste dos pneus.
Lando Norris terminou o campeonato no 11º lugar com 49 pontos, 47 menos que o companheiro Carlos Sainz, 6º. E ambos colocaram a McLaren na 4ª posição entre as equipes.
Em julho, a McLaren anunciou a assinatura com Norris de um contrato de vários anos, a partir de 2020.

Na abertura da temporada de 2020,  no Grande Prêmio da Áustria, Norris se classificou em quarto lugar, mas foi elevado a terceiro após uma penalidade do grid aplicada a Lewis Hamilton. Era a posição mais alta do grid de sua carreira e a mais alta para a McLaren desde o Grande Prêmio da Áustria de 2016. Nos estágios finais da corrida, Hamilton, terceiro colocado, recebeu uma penalidade de cinco segundos por causar uma colisão com Alex Albon. Norris estabeleceu a volta mais rápida da corrida na volta final, para terminar 4s802 atrás de Hamilton, no primeiro pódio de sua carreira.  O resultado fez de Norris o terceiro mais jovem a terminar no pódio na história da Fórmula 1.

No Grande Prêmio de Estíria, Norris se classificou em sexto, mas recebeu uma penalidade de três posições no grid por ultrapassagem sob bandeiras amarelas durante os treinos. Na corrida, ultrapassou três carros nas duas últimas para terminar no quinto lugar, no que ele descreveu como “uma das melhores corridas da carreira”.

Entre os GPs da Inglaterra e da Toscana, Norris conseguiu seis pontos consecutivos, No GP da Rússia, sofreu danos na primeira volta e terminou a corrida em décimo quinto. No Grande Prêmio da Eifel, abandonou quando estava no sexto lugar, com falha na unidade de energia. Durante o Grande Prêmio de Portugal, uma colisão com Lance Stroll e um furo resultou em um décimo terceiro lugar. Depois disso, enfrentou críticas sobre suas observações de que Stroll “não parece aprender” e por minimizar a conquista de Lewis Hamilton na maioria das vitórias em Grandes Prêmios, descrevendo-as como “nada para ele”. Posteriormente, Norris se desculpou por seus comentários sobre Stroll e também fez um pedido de desculpas pessoal a Hamilton, afirmando que seus comentários foram “descuidados” e que ele “não mostrou o respeito que deveria ter por certas pessoas”.

No molhado Grande Prêmio da Turquia, Norris teve o que ele chamou de “pior começo da carreira de todos”.  Ele largou do 14º lugar, após uma penalidade de cinco posições no grid, por não respeitar as bandeiras amarelas na qualificação, mas se recuperou para terminar em oitavo, com a volta mais rápida da corrida. Norris terminou em quarto lugar no Grande Prêmio do Bahrain e quinto no Grande Prêmio de Abu Dhabi, que, junto com os pontos marcados pelo companheiro de equipe Sainz, ajudaram a McLaren a garantir o terceiro lugar no campeonato de construtores sobre a Racing Point. Norris terminou a temporada em 9º, com 97 pontos, oito atrás de Sainz. (wikipedia.org).

Norris permaneceu na McLaren pela temporada de 2021, fazendo parceria com Daniel Ricciardo que substituiu Carlos Sainz.

Ele se classificou em sétimo para o Grande Prêmio do Bahrain na abertura da temporada e terminou a corrida em quarto lugar. Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Emilia Romagna, um tempo de qualificação que o colocaria em terceiro lugar no grid foi excluído por exceder os limites da pista, e ele começou a corrida em sétimo. Ele correu em segundo lugar, antes de ser ultrapassado por Lewis Hamilton, a três voltas do fim. Terminou em terceiro, no seu segundo pódio na Fórmula 1. No Grande Prêmio de Mônaco, Norris largou em quinto e se beneficiou do fracasso de Charles Leclerc em iniciar a corrida e do abandono de Valtteri Bottas, para ser o 3ª colocado, atrás de Verstappen e Sainz, e conquistar outro pódio.

No Grande Prêmio do Azerbaijão, Norris foi punido com uma penalidade de grid e largou em nono no por não entrar nos boxes durante um período de bandeira vermelha na qualificação, uma sanção que ele considerou “injusta”. Ele recuperou lugares na corrida, para terminar em quinto, auxiliado por quedas e erros dos pilotos à frente.

Norris igualou sua melhor posição no grid no Grande Prêmio da Estíria, largando em terceiro após Bottas receber uma penalidade. Terminou em quinto lugar pela terceira corrida consecutiva. Ele melhorou a posição de qualificação no Grande Prêmio da Áustria, no fim de semana seguinte, começando em segundo lugar com um tempo 0s048 atrás do pole position Max Verstappen. Norris recebeu uma penalidade durante a corrida depois de ser julgado por ter tirado Sergio Pérez da pista. Ele terminou a corrida em terceiro para conquistar o terceiro pódio da temporada.

No Grande Prêmio da Inglaterra, estabeleceu o sexto tempo mais rápido na qualificação de sexta-feira para o sprint; terminou em quinto no sprint e em 4º na corrida principal. Com esse resultado, totalizou 113 pontos e subiu ao terceiro lugar no campeonato de pilotos. Norris qualificou-se em sexto para o Grande Prêmio da Hungria. Pulou para terceiro na primeira curva, mas foi atingido por Bottas, colidiu com Verstappen e abandonou a corrida duas voltas depois devido a graves danos. No Grande Prêmio da Itália, Norris terminou em quarto na qualificação para o sprint; foi 4º no sprint, mas ocupou o terceiro no grid da corrida por Bottas ter sofrido uma penalidade no motor. Ele terminou a corrida em segundo, atrás do companheiro de equipe Ricciardo, marcando seu quarto pódio da temporada e garantindo a primeira dobradinha da McLaren desde o Grande Prêmio do Canadá de 2010.

Norris conquistou sua primeira pole position na Fórmula 1 na qualificação para o Grande Prêmio da Rússia. Ele perdeu a liderança para Carlos Sainz na primeira volta antes de recuperá-la na volta 13. Continuou a liderar a corrida com Lewis Hamilton, logo atrás, até que a chuva começou a cair nas voltas finais. Norris decidiu ficar com pneus de seco enquanto Hamilton lutava com pneus intermediários. A chuva piorou rapidamente, permitindo que Hamilton ultrapassasse, forçando Norris a fazer box para colocar intermediários e terminou em sétimo, registrando a volta mais rápida da corrida.

Nas demais corridas, além das relatadas, Norris foi 4º em Portugal; 8º na Espanha; 5º na França e em Estiria; 4º na Alemanha; 14º na Bélgica; 10º na Holanda; 7º na Turquia; 8º nos Estados Unidos; 10º no México e em São Paulo; 9º no Catar; 10º na Arábia Saudita e 7º em Abu Dhabi.

Nas 22 corridas, Lando Norris totalizou 160 pontos, ocupando a 6ª colocação na classificação final,2 posições à frente do companheiro Daniel Ricciardo, 8º, com 115 pontos. (wikipedia.org).

Norris permaneceu na McLaren em 2023, ao lado do novato Oscar Piastri, que substituiu Ricciardo. Na primeira corrida no Bahrein, ambos os carros da McLaren tiveram problemas de confiabilidade. Norris fez seis pit stops para resolver o problema e terminou em décimo sétimo e último dos pilotos finalistas. Ele foi eliminado na primeira sessão de qualificação (Q1) pela primeira vez desde 2019 no Grande Prêmio da Arábia Saudita, depois de bater na parede. O carro teve danos causados por destroços na primeira volta e novamente terminou em décimo sétimo. O Grande Prêmio da Austrália viu a McLaren marcar os primeiros pontos da temporada; Piastri terminou em oitavo e Norris melhorou de décimo terceiro na largada para sexto no final. Outro nocaute no Q1 do Grande Prêmio de Miami e o contato com Nyck de Vries na largada resultaram em mais uma finalização fora dos pontos. Ele se classificou em terceiro no Grande Prêmio da Espanha, mas o contato na primeira volta com Lewis Hamilton o deixou para trás. Ele foi rebaixado da pontuação no Grande Prêmio do Canadá com uma penalidade por “comportamento antidesportivo” depois de desacelerar excessivamente ao entrar na pit lane para criar uma vantagem para Piastri à frente.

A McLaren levou atualizações para o MCL60 de Norris para o Grande Prêmio da Áustria; a chefe da equipe, Andrea Stella, comentou que “praticamente todo o carro” havia sido redesenhado. Norris se classificou em terceiro no sprint e terminou em quarto na corrida. Mais sucesso veio no Grande Prêmio da Inglaterra, onde Norris e Piastri se classificaram em segundo e terceiro, um resultado que Norris descreveu como “insano”. Ele ultrapassou Max Verstappen na primeira curva e liderou a corrida por quatro voltas antes de Verstappen recuperar a posição. Nas fases finais da corrida, Norris segurou Lewis Hamilton para terminar em segundo, tornando-o o primeiro piloto da McLaren a terminar no pódio no Circuito de Silverstone, desde Hamilton em 2010. Ele se classificou em terceiro e defendeu de Sergio Pérez para terminar em segundo no Grande Prêmio da Hungria, os primeiros pódios consecutivos de sua carreira na Fórmula 1. Acidentalmente quebrou o troféu de primeiro lugar de Verstappen – um Herend feito à mão no valor de cerca de 45 mil dólares durante as comemorações do pódio; o troféu foi posteriormente substituído. Ele largou em segundo no Grande Prêmio da Holanda, mas criticou a decisão de sua equipe de não trocar os pneus durante uma chuva; terminou em sétimo.

Quatro pódios consecutivos começaram com no Grande Prêmio de Cingapura, onde ele superou a dupla da Mercedes, Hamilton e George Russell, e terminou menos de um segundo atrás do vencedor da corrida, Carlos Sainz, seu ex-companheiro de equipe na McLaren. Sainz, que fez Norris segurar estrategicamente os dois Mercedes, elogiou este momento de “Carlando” por lhe permitir conquistar a vitória; seu companheiro de equipe Charles Leclerc foi ultrapassado por Hamilton e Russell, que lutaram contra médios mais frescos e, portanto, não conseguiu segurá-los. Ele se classificou em terceiro, atrás do companheiro de equipe Piastri, no Grande Prêmio do Japão, mas o ultrapassou na corrida para terminar em segundo. Ele liderou grande parte do Grande Prêmio dos Estados Unidos, tendo se qualificado em segundo e ultrapassado Charles Leclerc na largada, mas acabou sendo ultrapassado por Verstappen e Hamilton. A desqualificação pós-corrida de Hamilton promoveu Norris ao segundo lugar.

Norris não conseguiu estabelecer um tempo de qualificação competitivo no Grande Prêmio da Cidade do México, largando em décimo sétimo, mas se recuperou para terminar a corrida em quinto. No Grande Prêmio de São Paulo, conquistou a pole position na corrida de velocidade, mas foi ultrapassado por Verstappen na primeira curva e terminou em segundo. Também terminou em segundo na corrida principal, tendo largado em sexto e conquistado quatro posições na largada. Seu único abandono da temporada ocorreu na penúltima rodada, o Grande Prêmio de Las Vegas. Ele se classificou em décimo sexto e bateu fortemente na terceira volta. Foi levado ao hospital para exames de precaução e recebeu alta no mesmo dia.

Norris marcou 205 pontos no total contra 97 de Piastri e ficou em sexto lugar no Campeonato de Pilotos, igualando o resultado de 2021. Ele terminou apenas um ponto atrás do quarto lugar, com Fernando Alonso e Charles Leclerc empatados com 206 pontos.

Antes da temporada de 2024, Norris assinou um novo contrato plurianual com a McLaren, encerrando assim as especulações que o ligavam a uma mudança para equipes rivais como Mercedes ou Red Bull Racing. Ele terminou em sexto na primeira corrida, o Grande Prêmio do Bahrein, e conquistou seu primeiro pódio da temporada no Grande Prêmio da Austrália, começando e terminando em terceiro.  Ele conquistou a primeira pole position da temporada no Grande Prêmio da China, mas perdeu posições na volta de abertura do sprint e terminou em sexto. Para a corrida principal, ele se classificou em quarto, ultrapassou Fernando Alonso e ganhou de Sergio Pérez nos boxes para terminar em segundo, seu décimo quinto pódio na Fórmula 1. No Grande Prêmio de Miami, ele abandonou o sprint após uma colisão na primeira curva com Alonso.  Ele se classificou em quinto para a corrida principal e liderou, depois que os pilotos à frente fizeram pit stops. Um safety car subsequente permitiu que parasse e mantivesse sua liderança à frente de Verstappen na reinicialização para conquistar sua primeira vitória no Grande Prêmio, após 110 corridas e seu 16º pódio, empatando o recorde de mais pódios antes de obter uma primeira vitória, um recorde que ele agora compartilha com Patrick Depailler, Mika Häkkinen, Eddie Irvine e Jean Alesi  Depois de Miami, Norris conquistou cinco pódios antes das férias de verão. Ele conquistou pódios em Imola, onde alcançou Verstappen, mas não conseguiu ultrapassá-lo para vencer; no Canadá, onde liderou brevemente a corrida, mas perdeu para Verstappen por estratégia e Espanha, onde conquistou a pole position, mas a perdeu na largada. Apesar de não ter aproveitado várias oportunidades, Norris afirmou que acreditava ser um rival de Verstappen no campeonato após o alvoroço do desempenho geral de seu MCL38.  Ele não conseguiu um pódio em Mônaco, terminando em quarto, atrás do companheiro de equipe Oscar Piastri, e na Áustria, onde lutou com Verstappen, antes de fazer contato com ele no final da corrida. Norris alcançou mais pódios no Grande Prêmio da Grã-Bretanha, terminando em terceiro após estratégia malfeita,  e na Hungria, onde conquistou a pole position, mas a perdeu na primeira curva, dando a liderança ao seu companheiro de equipe Oscar Piastri; depois que a estratégia o priorizou, a McLaren invocou ordens de equipe sobre Norris, ordenando que ele diminuísse a velocidade para dar a Piastri a liderança e a eventual vitória da corrida.  Norris terminou em sexto no Grande Prêmio da Bélgica, atrás de Verstappen, mas foi promovido ao quinto lugar após a desqualificação de outro piloto.

Após as férias de verão, Norris alcançou a pole position no Grande Prêmio da Holanda. Durante a corrida, a perdeu para o segundo colocado, Verstappen, na largada, mas recuperou o primeiro lugar através do DRS. Ele manteve a liderança, que estendeu para 22 segundos na bandeira quadriculada, para obter sua segunda vitória, a primeira vitória da McLaren no Circuito de Zandvoort desde a vitória de Niki Lauda em 1985, e a primeira vitória não-Red Bull ou Max Verstappen no local desde seu retorno ao calendário da Fórmula 1 em 2021.  Norris conquistou a pole position para a corrida italiana, marcando as primeiras pole positions consecutivas de sua carreira e se tornando o primeiro piloto da McLaren a alcançar esse feito, desde Lewis Hamilton, em 2012. Ele começou a corrida à frente de Piastri, marcando o primeiro bloqueio da primeira fila da McLaren em Monza desde 2012. [No entanto, Norris perdeu para seu companheiro de equipe, que o ultrapassou na curva quatro, e acabaria terminando em terceiro atrás de Piastri e do vencedor da corrida, Charles Leclerc, embora ainda tenha conseguido a volta mais rápida na volta 53. Norris sofreu a primeira eliminação dele e da McLaren no Q1 desde o Grande Prêmio de Las Vegas de 2023, durante qualificação para o Grande Prêmio do Azerbaijão. Ele abortou sua volta após uma breve bandeira amarela ser mostrada no setor três; Esteban Ocon havia raspado seu carro contra a parede, danificando-o. Norris, que estava se aproximando do setor três, foi forçado a levantar o pé devido a isso, forçando-o a abandonar a volta. Norris se recuperou para o quarto lugar, após passar Verstappen, e os resultados combinados dele e do companheiro de equipe, o vencedor da corrida Piastri, permitiram que a McLaren assumisse a liderança do Campeonato de Construtores pela primeira vez desde 2014 .

Norris conquistou sua quinta pole position da temporada no Grande Prêmio de Cingapura e estabeleceu um novo recorde de tempo de volta de qualificação no Circuito de Marina Bay Street. Uma exibição dominante o viu conquistar sua terceira vitória por uma margem de 20 segundos sobre Verstappen, e liderar todas as voltas para a vitória. No Grande Prêmio dos Estados Unidos, Norris se classificou em quarto para o sprint e terminou em terceiro. Ele conquistou sua sexta pole position para a corrida principal, mas a perdeu enquanto lutava contra Verstappen, permitindo que ambas as Ferrari assumissem a liderança e a eventual vitória da corrida. Norris acabou lutando com Verstappen pelo lugar final do pódio, do qual Norris foi rebaixado, após uma penalidade de cinco segundos por ultrapassar Verstappen fora da pista. Ele se classificou em terceiro para o Grande Prêmio da Cidade do México e terminou em segundo após capitalizar um erro de Charles Leclerc.

Apesar de vencer o sprint do Grande Prêmio de São Paulo, partindo do segundo lugar depois que Piastri foi instruído a trocar de posição, Norris, que começou a corrida principal na pole position, sua sétima da temporada, após correr o risco de ser eliminado no Q1, violou os procedimentos relativos a largadas abortadas e depois perdeu a posição para George Russell; a violação lhe rendeu uma multa. Após a recuperação assistida de Hülkenberg, pela qual recebeu uma desqualificação, o safety car virtual saiu e Norris optou por ir para o boxr. Após uma bandeira vermelha graças a um acidente envolvendo a Williams de Franco Colapinto e um muro, e o erro de Sainz logo depois, Norris perdeu mais posições na reinicialização do safety car, caindo para um modesto sétimo lugar. Ele permaneceria em sétimo, subindo para sexto depois que Piastri o deixou passar. Verstappen venceu a corrida do décimo sétimo lugar, balançando o campeonato de volta para ele. Antes do Grande Prêmio de Las Vegas , Norris pareceu admitir que qualquer esperança realista de tirar o campeonato de pilotos de Verstappen havia terminado, embora insistisse que sua temporada ainda tinha sido boa. Também admitiu que não havia se preparado para uma potencial tentativa de título do Campeonato de Pilotos no início da temporada de 2024. Keith Collantine, do RaceFans, opinou que nas primeiras 21 rodadas do calendário, Norris havia perdido 92 pontos puramente por erros de direção.

Norris se classificou e terminou o Grande Prêmio de Las Vegas em sexto lugar, enquanto o rival Verstappen terminou em quinto, encerrando matematicamente a tentativa de título de Norris com duas rodadas restantes. No sprint do Grande Prêmio do Catar, Norris liderou todas as voltas da pole até que propositalmente diminuiu a velocidade ao se aproximar da linha de chegada, entregando a vitória a Piastri como um retorno de favor para o sprint de São Paulo. Nigel Chiu, da Sky Sports, comparou a jogada à de Michael Schumacher no Grande Prêmio dos Estados Unidos de 2002. Ele recebeu uma penalidade de 10 segundos de stop&go por excesso de velocidade sob bandeiras amarelas, enquanto corria em segundo na corrida, terminando em décimo, enquanto Charles Leclerc, da Ferrari, que agora era o principal desafiante de Norris para o segundo lugar no campeonato de pilotos, terminou o Grande Prêmio em segundo atrás do campeão Verstappen. Norris assumiu seu erro de bandeira amarela, desculpando-se por custar pontos para sua equipe, dizendo que ele “estragou tudo”. O erro de Norris e os fortes resultados da Ferrari no Catar ajudaram a reduzir a liderança da McLaren no campeonato de construtores para a segunda colocada Ferrari para 21 pontos, indo para a rodada final da temporada de 2024 no Grande Prêmio de Abu Dhabi, e reduziu a vantagem de Norris sobre Charles Leclerc para o segundo lugar no campeonato de pilotos para apenas oito pontos, indo para o mesmo evento.

Em Abu Dhabi, Norris conquistou a pole e liderou do início ao fim em sua quarta vitória da temporada, que garantiu o primeiro título de construtores da McLaren desde 1998.

(Gemini) A temporada de 2025 ficará gravada na história da Fórmula 1 como o ano em que Lando Norris finalmente ascendeu ao topo, conquistando seu primeiro título mundial em uma das disputas mais acirradas da era moderna. Ao longo das 24 corridas, o britânico da McLaren não apenas demonstrou uma velocidade pura avassaladora, mas também a resiliência necessária para superar erros próprios, falhas estratégicas da equipe e uma pressão implacável de Max Verstappen e seu próprio companheiro, Oscar Piastri.

A campanha começou de forma eletrizante com uma vitória dominante na Austrália, onde Norris conquistou o “Grand Slam” (pole, vitória, volta mais rápida e liderança em todas as voltas). No entanto, o início de 2025 não foi um mar de rosas. Erros em classificações — como a batida no Q3 em Jedá e uma certa dificuldade em converter poles em vitórias nas etapas da China e Miami colocaram em dúvida se ele teria o “instinto assassino” para bater Verstappen. Nesse período, ele viu Piastri crescer internamente, o que gerou momentos de tensão na garagem da McLaren, especialmente após o incidente entre os dois no Canadá.

O ponto de virada veio na perna europeia. Norris conquistou vitórias cruciais na Áustria e em Silverstone, onde sua habilidade em gerir pneus em condições variáveis se provou superior. Em Monza, a equipe precisou intervir com ordens de equipe para garantir que ele maximizasse os pontos sobre Verstappen, uma decisão controversa que destacou o foco total da McLaren no título de Lando. Foi nesta fase que ele consolidou a liderança do campeonato, apoiado por um carro que era claramente o mais equilibrado do grid.

A reta final foi dramática. Após vitórias dominantes no México e em Interlagos (sob chuva), Norris parecia ter o título encaminhado. Contudo, uma desclassificação técnica em Las Vegas e um erro estratégico no Catar reduziram sua vantagem para apenas 12 pontos antes da última etapa. Em Abu Dhabi, agindo com uma maturidade que muitos questionavam no início do ano, Lando fez uma corrida cerebral. Ele evitou riscos desnecessários, terminou no pódio e selou o campeonato com 423 pontos, apenas dois à frente de Verstappen.

Lando Norris encerrou o ano não apenas como campeão, mas como o piloto que quebrou o jejum de títulos da McLaren que durava desde 2008. Sua temporada foi um exercício de evolução psicológica, transformando um piloto rápido em um campeão completo.

Os Números do Título

Estatística Total em 2025
Pontos 423
Vitórias 7
Poles 7
Pódios 18
Voltas Mais Rápidas 6