Kevin Magnussen

Perfil

Nome: Kevin Magnussen
País:  Dinamarca
Nascimento: 5 de outubro de 1992
Local: Roskilde
Residência: Roma
Altura:  1,74
Peso: 68 kg
Residência: Inglaterra
Hobbies: Esportes aquáticos,  especialmente jet ski e esqui aquático
Preferências: Músico e música: Mads Langer, cantor dinamarquês e No Gravity
Web site: htttp//kevinmagnussen.com

Carreira

Estreia

GP da Austrália

16-03-2014

Corridas

185

Títulos

0

Vitórias

0

Pódios

1

Poles

1

Voltas + rápidas

3

Abandonos

35

Pontos

202

Suspensão

1

Não correu

1

Carreira

Ano Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Abandonos Suspensão Não correu Pódios Pontos Posição
2024 Fórmula 1 Haas 22 1 1 1 2 16 15º   º
2023 Fórmula 1 Haas 22 3 3 19º
2022 Fórmula 1 Haas 22 1 4 25 13º
2020 Fórmula 1 Haas 17 6 1 20°
2019 Formula 1 Haas 21 1 2 20 16º
2018 Formula 1 Has 21 56 9º
2017 Formula 1 Haas 20 19 14º

História

Kevin Magnussen (Kev, para os íntimos) nasceu em 5 de outubro de 1992, em Roskild, uma das mais antigas cidades da Europa, localizada na ilha de Zelândia, na Dinamarca. É filho de Jan Magnussen, ex-piloto, que disputou a Fórmula 1 pela McLaren, em 1995 e 1996, e pela Stewart, em 1997 e 1998, e correu as 24 Horas de Le Mans, de 1999 a 2006. Em 2013, Jan participava de provas de GT, mas admitiu deixar as pistas para acompanhar e apoiar o filho.

Kevin, como a grande maioria dos pilotos da F1, e assim como seu pai, começou a correr de kart, aos 13 anos, em 2005, em no ano seguinte participou de competições na Dinamarca, conquistando o 3º lugar no Troféu Viking da classe Intercontinental A (ICA) de juniores e os campeonatos da Zona Norte Europeia e da Super Peugeot da ICA.

Em 2008, foi campeão da Fórmula Ford da Dinamarca, com 11 vitórias, em 15 corridas. No mesmo ano, foi 19º na Fórmula Ford da Benelux (Bélgica, Holanda e Luxemburgo); 7º no torneio da Fórmula Ford Duratec (motor da Ford de 4, 5 e 6 cilindros produzidos pela Ford); 4ª na competição da Fórmula Ford da Nova Zelândia; foi 10º no Masters da ADAC e 12º na F2. 0 de Portugal.

Em 2009, Kevin passou a correr na Formula Renault 2.0 e disputou os campeonatos do Norte Europeu e da Europa, formando dupla com o português Antonio Felix da Costa, na equipe Motopack Academy. Foi vice-campeão das duas competições, perdendo uma disputa acirrada com o companheiro de equipe. Apesar da derrota, o desempenho de Kevin chamou a atenção da McLaren, que o recrutou para o seu programa de jovens pilotos.

Em 2010, o dinamarquês foi para a Fórmula 3, correndo pela Motopark Academy e pela Carlin Motorsport . Estreou com vitória, em Oschersleben, no campeonato da Alemanha, no qual ganhou mais duas corridas, terminou em 3º e obteve o título de calouro do ano. No mesmo ano, disputou a F3 europeia e foi 12º colocado.

Em 2011, Kevin Magnussen dedicou-se à Fórmula 3 inglesa, com a equipe Carlin. Das 29 corridas, ganhou 7, mas acabou em 2º lugar, atrás do brasileiro Felipe Nasr, que também venceu 7 provas, mas teve melhores colocações. Ainda em 2011, Kevin disputou prova de Masters da F3, chegando em 14º, e o GP de Macau, no qual foi 19º.
Em 2012, foi promovido à Fórmula Renault 3.5, correndo ainda pela Carlin. Ganhou a corrida de domingo em Spa-Francorchamps; subiu ao pódio mais duas vezes e, com 106 pontos, ficou no 7º lugar.

Em 6 de novembro de 2012, depois de trabalhar no simulador, Kevin Magnussen sentou pela primeira vez no MP4-27, em Abu Dhabi, e, com volta de 1m42s651, foi o mais rápido nos três dias de testes parta jovens pilotos. A distância percorrida nos testes possibilitou que ele recebesse a Super Licença da FIA.

Em 2013, Kevin Magnussen viveu o seu ano de ouro. Pela equipe francesa DAMS (Driot-Arnoux Motorsport), venceu 5, das 17 corridas; fez 8 poles; 3 voltas mais rápidas; subiu 13 vezes ao pódio e, com 274 pontos, foi campeão da Word Séries, da que, como a GP2, é um degrau para a F1. Também em 2013, no dia 13 de julho, foi o mais rápido entre os jovens pilotos, em treino no circuito de Silverstone.

A performance de Magnussen despertou o interesse da Marussia, que,em outubro de 2013, cogitou de contratá-lo para substituir Charles Pic. O piloto, porém, não se comoveu com a possibilidade e decidiu esperar pela realização do seu sonho: correr pela McLaren. E teve razão. Em novembro, a equipe inglesa anunciou a contratação dele para o lugar do mexicano Sergio Perez, como o 3º piloto lançado pela equipe, em 20 anos. Os outros dois foram Lewis Hamilton, em 2007, e o pai de Kevin, Jan Magnussen, em 1995. O último antes desses foi Michael Andretti, em 1993. E de uma lista de 10, que inclui Jody Scheckter e Gilles Villeneuve, o que mais se destacou foi Alain Prost, que estreou em 1980, no GP da Argentina.

Martin Whitimarsch, chefe de equipe da McLaren, admitiu que a conquista do título da World Séries foi decisiva na decisão da equipe de contratá-lo: “O jeito como venceu foi realmente impressionante. Mostrou não apenas seu grande ritmo, como também exibiu maturidade e habilidade para estruturar e administrar uma campanha vitoriosa”. Jenson Button, que formará a dupla com Kevin, foi bastante receptivo: “Será o colega ideal. É muito rápido; tem muita experiência e muito capaz tecnicamente. Já foi campeão, que é algo que também ambiciono. Estou determinado a aprender o que mais possa com ele”.

E o ex-companheiro Antonio Felix da Costa foi mais enfático e tocou no ponto central da contratação, a renúncia da McLaren ao patrocínio levado por Sérgio Perez. Pelo twitter, o português declarou: “É uma alegria vê-lo juntar-se à F1. A Fórmula 1 foi justa, hoje; o talento sobrepôs-se ao dinheiro. Isto, agora, vai mostrar-lhes como o talento ainda é necessário. Força, mano!”. Nos bastidores, os que acompanham a F1, esperam que Kevin seja melhor, mais preparado, mais veloz e mais profissional que o pai. Jan Magnussen, que também foi catapultado à F1 depois de ganhar a Fórmula 3 inglesa em 1994, é lembrado por ser muito festeiro e sem preocupação com testes e preparação física.

Depois do anúncio da contratação, Kevin Magnussen revelou: “Tenho o sonho de correr pela McLaren desde que era criança e não exagero ao dizer que dediquei todos os dias da minha vida a alcançar o objetivo de ser piloto da Fórmula 1 e da McLaren.” Em entrevista pelo twitter, em dezembro de 2013, o dinamarquês disse que gostaria de repetir o feito de Lewis Hamilton, vice-campeão no ano de estreia. Disse não sentir pressão por suceder ao pai na McLaren e sim por correr por uma equipe de ponta, que espera grandes resultados. Falou também que estava ansioso por correr em Suzuka e por fazer uma ultrapassagem na Eau Rouge; que o seu carro favorito é o McLaren MP4/4, que venceu 15 de 16 corridas e, entre Senna e Prost, prefere Senna. E perguntado o que estaria fazendo, se não fosse piloto de corrida, brincou: “Estaria chorando!”.

Kevin Magnussen se destacou nos testes da pré-temporada no Bahrein e teve na Austrália uma estreia como nem ele sonhava. Depois de se classificar na 4ª posição do grid, cruzou a linha de chegada em 3º lugar, mas, com a desclassificação de Daniel Ricciardo, da Red Bull, ganhou o segundo lugar no pódio, atrás de Nico Rosberg, da Mercedes. Seu companheiro de equipe, Jenson Button, também subiu um posto, ficando e terceiro e, com isso, a McLaren assumiu a liderança do campeonato. Esse foi o primeiro pódio de um piloto dinamarquês na F1 e Magnussen confessou que nunca teria previsto esse início de carreira.

Esse bom resultado não foi, todavia, repetido ao longo da temporada. Nas 18 corridas seguintes, embora tenha pontuado em 12 delas, os melhores posições foram um 5º lugar na Rússia e os 7ºs lugares da Áustria e Inglaterra.

Na Malásia, Magnussen batei na traseira de Kimi Raikkonen, foi punido com parada de 5 segundos, mas ainda conseguiu salvar a 9ª colocação. No Bahrein, abandonou na 42ª volta, por quebra da suspensão. Na China, recebeu gestos de reprovação de Fernando Alonso, ao retardar a ultrapassagem do espanhol e, depois de largar da 15ª posição, terminou no 13º lugar. Na Espanha também saiu de trás, da 14ª posição e chegou em 12º. Ele só voltou a pontuar em Mônaco, com o 10º lugar, mesmo depois de, mais uma vez, ter-se enroscado com Kimi Raikkonen. No Canadá, apesar da degradação excessiva dos pneus, conseguiu manter bom ritmo e alcançar o 9º lugar. A boa fase continuou na Áustria, onde ele largou da 6ª posição e se segurou no 7º lugar, classificação que repetiu na corrida seguinte, na Inglaterra. Na Alemanha, foi de novo o 4º no grid, mas na largada chocou-se com Felipe Massa, tirando o brasileiro da corrida, e teve de forçar o ritmo para ainda terminar em 9º. Na Hungria, provocou um acidente na classificação, foi punido com a perda de posições e teve de largar dos boxes, chegando no 12º lugar. Na Bélgica, Magnussen terminou a corrida no 6º lugar, o melhor resultado desde a estreia na Austrália, mas não teve o que comemorar. Depois da corrida, foi punido com acréscimo de 20 segundos no seu tempo, por manobra irregular na penúltima volta e caiu para o 12º lugar. Na Itália, o piloto dinamarquês voltou a ter um bom desempenho na classificação, conquistando o 5º lugar no grid, mas, de novo, foi punido com um drive-through, por jogar Valtteri Bottas para fora da pista, e terminou no 10º lugar. Em Cingapura, Magnussen teve de receber cuidados médicos depois da corrida, por causa de queimaduras nas costas provocadas pelo aquecimento do carro, mas ainda assim garantiu um ponto, com o 10º lugar. No Japão, com problemas no volante caiu da 7ª posição no grid para o 14º lugar. Na Rússia, Magnussen perdeu 5 posições no grid, por causa da troca da caixa de câmbio no último treino livre, mas ainda assim conquistou o seu segundo melhor resultado na temporada, o 5º lugar. O 8º lugar nos Estados Unidos não foi considerado por Magnussen um “resultado fantástico”, devido às condições do carro e na opinião dele, não foi um fim de semana para ser lembrado pela equipe. No Brasil, Magnussen também teve uma corrida que considerou decepcionante, com muita degradação dos pneus. Por causa desse problema, foi ultrapassado por Nico Hulkenberg e por Fernando Alonso, a quem segurou por duas voltas, mas acabou tendo que ceder o 7º lugar. Em Abu Dhabi, largando da 9ª posição, Magnussen foi atingido por Adrian Sutil logo na primeira volta, teve o lado direito do seu carro muito danificado e os pneus comprometeram o forte ritmo do último stint, fazendo com que cruzasse a linha de chegada em 11º lugar.

 Com os 55 pontos conquistados, Kevin Magnussen ocupou a 12ª colocação na classificação final dos pilotos, bem longe do companheiro Jenson Button, o 8º, com 126 pontos. Essa deve ter sido a principal razão para ele ser preterido pela McLaren na escolha do piloto a ser substituído por Fernando Alonso e rebaixado a piloto reserva da equipe.

Durante a temporada de 2015, Magnussen, que tinha sido rebaixado a piloto reserva, com a chegada de Fernando Alonso, fez apenas uma corrida. No GP do Bahrein, substituiu o espanhol, que tinha sofrido acidente na Austrália, e foi o 11º colocado.

Em 5 de outubro de 2015, ele recebeu um e-mail do assistente pessoal do presidente da McLaren, Ron Dennis, liberando-o da equipe, o que foi confirmado com anúncio tornado público no dia 16 de outubro. Depois de liberado pela equipe inglesa, Magnussen esteve em negociações com a Haas, antes desta se decidir por Romain Grosjean e Esteban Gutierrez, e também com a Manor. Ele ainda fez testes com um carro da Mercedes, do DTM, e da LMP 1, da Porsche, e até teria entrado em contato com a Bryan Herta Autosport, para correr na IndyCar. Todavia, em 3 de fevereiro de 2016, a Renault confirmou a informação de que Kevin Magnussen fora contratado para substituir Pastor Maldonado, que perdeu os financiamentos venezuelanos.

Na nova equipe, Magnussen não pode corresponder às expectativas, principalmente pelas circunstâncias enfrentadas pela Renault no seu retorno à F1. O RS 16, carro da fábrica francesa, não teve maior desenvolvimento do que o Lotus 2015, e não possibilitou resultados expressivos.  Suas melhores performances foram na Rússia, onde obteve o 7º lugar, e em Cingapura, 10º colocado. Nas demais corridas, esteve sempre acima do 12º lugar e terminou o campeonato no 16º lugar, com 7 pontos. Na verdade, em toda a temporada, além dos dois bons resultados, chamou a atenção pelos incidentes na Bélgica e na Malásia.

Em Spa, na 9ª volta do GP da Bélgica, ele rodou e bateu forte na saída da Eau Rouge, provocando bandeira vermelha por mais de 20 minutos, para reparos na barreira de proteção. Na Malásia, apenas 8 minutos depois de iniciado o primeiro treino livre, ele entrou na pit lane com o carro lançando fumaça e chamas, devido a um vazamento de combustível. Os mecânicos e bombeiros tiveram dificuldades para debelar o incêndio e o treino esteve interrompido por 15 minutos.

Dispensado pela Renault, que não aprovou a experiência com dois pilotos novatos, ele e Jolyon Palmer, em novembro de 2016, Magnussen assinou contrato com a Haas, para substituir Esteban Gutierrez, em 2017.  Com isso, ele seria o primeiro piloto a correr com os 4 motores diferentes da era híbrida, iniciada em 2014.

No GP da Austrália, Kevin Magnussen jogou seu carro contra o Sauber de Marcus Ericsson na primeira volta, e acabou abandonando na 11ª, supostamente por anos da suspensão. A inspeção no carro após a corrida revelou, porém que que a verdadeira causa foi um furo no pneu dianteiro direito e uma simples troca teria permitido que ele continuasse na pista. Na China, com o 8º lugar, Magnussen conquistou os primeiros 4 pontos da Haas na Fórmula 1. O piloto dinamarquês se recuperou do mau desempenho da China e teve uma atuação perfeita na pista molhada. No Bahrein, Kevin abandonou a corrida na 8[ volta, por problemas elétricos. Na Rússia, largou e chegou no 13º lugar.
Na Espanha, num contato com Daniil Kvyat, teve um pneu furado e isso atrasou a sua corrida. Ainda assim, esteve perto da zona de pontuação; largou do 14º e chegou no1 1º lugar. Em Mônaco, pela primeira vez na temporada, a Haas viu os seus dois pilotos completarem a corrida na zona de pontuação. Romain Grosjean terminou no 8º lugar e Magnussen no 10º e com isso a equipe norte-americana empatou com a Renault no 7º lugar entre as construtoras.
No Canadá, Kevin passou por Stoffel Vandoorne no período de segurança e, embora tenha devolvido a posição logo depois, foi punido com um stop&go de cinco segundos. A punição lhe custou várias posições, chegando em 18º, após largar do 12º lugar do grid. No Azerbaijão, depois de uma bela ultrapassagem sobre Nico Hulkenberg, Kevin voltou a pontuar, ocupando o 6º lugar, depois de ter largado da 7ª posição. Na Áustria, com problemas hidráulicos, Magnussen abandonou na 29ª das 71 voltas. Na Inglaterra, com desempenho frustrante, saiu do 12º e chegou no 16º lugar, depois de chegar a correr em 8º.
Na Hungria, na disputa pelo 11º lugar, quando Nico Hulkenberg tentou ultrapassá-lo por fora, na curva 2, Magnussen o espremeu para fora da pista. Foi punido com 5 segundos e 2 pontos na carteira e caiu para 13ª. Apesar de terminado a prova em 11°. Na Bélgica, com pneus ainda frios, depois de uma relargada, Kevin travou as duas rodas na última curva, caindo para o 12º lugar, depois de ter feito uma corrida de recuperação, a partir do 15º lugar. Na Itália, o dinamarquês perdeu o 10º lugar nas últimas voltas, e reclamou bastante de uma fechada do holandês Max Verstappen na segunda chicane de Monza.

Em Cingapura, Magnussen e Hulkenberg disputavam a 4ª posição, após ultrapassarem Carlos Sainz, quando ambos tiveram que abandonar. Kevin parou na 50ª das 58 voltas por quebra do motor. Na Malásia, Kevin e Fernando Alonso duelavam pela 13ª posição e acabaram se tocando. O espanhol se irritou e, pelo rádio da equipe, chamou o adversário de idiota. O piloto da Haas, que tinha largado de 12º, chegou em 17º. No Japão, pela segunda vez na sua história, a Haas voltou a ter os dois pilotos na zona de pontuação. A primeira foi no GP de Mônaco de 2017. Com um ataque persistente e ultrapassagem arrojada sobre Felipe Massa Magnussen foi o 8º colocado. Romain Grosjean foi 9º.

Nos Estados Unidos, Magnussen sofreu punição de três posições, por bloquear Sergio Perez na qualificação. Foi 16ª na qualificação e deveria largar do 19º, mas saiu do 17º, beneficiado por punições a pilotos da frente. Mas a promoção não rendeu nada, pois ele terminou mesmo no 17º. Depois de um desempenho decepcionante na qualificação, a dupla da Haas surpreendeu no GP do México. Os dois seriam os últimos no grid, mas, devido a várias punições, ganharam várias posições para a largada. Magnussen, que era 18º, pulou para 14º e Grosjean, 19º passou a 15º. Com uma largada excepcional, Magnussen pulou para o 8º lugar e garantiu a posição até o final, apesar da pressão de Fernando Alonso e Lewis Hamilton.

No Brasil, Magnussen deixou a pista logo após a largada, depois de uma tríplice colisão, que envolveu também Esteban Ocon e Stoffel Vandoorne, na segunda curva da pista, Em Abu Dhabi, logo na primeira volta, Magnussen deu uma escapada, fez um “zerinho” e voltou para a pista, mas perdeu várias posições. Ameaçou uma recuperação, mas acabou pó chegar apenas em 14º, depois de ter largado de 13º.Com apenas 19 pontos, Kevin Magnussen foi o 14º na classificação dos pilotos, uma posição atrás do companheiro de equipe, Romain Grosjean, que somou 28 pontos. Os melhores resultados do dinamarquês foram o 7º lugar no Azerbaijão e os 8º lugares, na China, Japão em México. Nas demais corridas, foi 10º em Mônaco; 11º na Itália; 12º no Canadá, Inglaterra e Malásia; 13° na Rússia, Hungria e Abu Dhabi; 14º na Espanha; 15º na Bélgica e 16º nos Estados Unidos. Não completou as corridas da Austrália, Bahrein, Áustria, Cingapura e Brasil.

A Haas manteve para 2018, pelo segundo ano consecutivo, a dupla formada por pelo dinamarquês Kevin Magnussen e pelo francês Romain Grosjean. Em 14 de fevereiro de 2018, a equipe revelou seu novo carro, o VF-18. Após uma forte demonstração durante os testes de inverno, apareceu na Austrália com um carro competitivo; marcando as melhores posições de grid da equipe, com Magnussen começando em 5º e Grosjean em 6º, respectivamente.
Durante o Grande Prêmio, eles corriam nas 4ª e 5ª posições, o que lhes poderia dar o melhor resultado da equipe. Mas ambos foram vítimas de erros grosseiros dos mecânicos da Haas. Magnussen fez o pit stop na volta 21, mas na seguinte teve que parar porque uma porca da roda estava solta. Três voltas depois, o mesmo aconteceu com Grosjean.
Na corrida seguinte, no Bahrein, Magnussen se recuperou. Largou de 6º, ganhando uma posição devido a punição a Lewis Hamilton e terminou em 5º. Ele tentou tirar a 4ª posição de Pierre Gasly, mas não conseguiu e chegou a sair da pista.

O dinamarquês voltou a pontuar, embora mais modestamente, na China, onde largou do 11º e foi o 10º colocado. Na sexta volta, a Haas determinou que Romain Grosjean dessa passagem a Magnussen, que subiu para o 9º lugar. Romain não gostou e reclamou pelo rádio pela troca ter sido cedo demais. No final, Magnussen lamentou a entrada do safety car, que obrigou a equipe a mudar a estratégia e parara antes do previsto.
No Azerbaijão, Magnussen largou da 15ª posição e logo teve que parar para trocar dois pneus, furados durante uma série de choques entre vários carros. A parada não programada prejudicou sua estratégia e ele só pode chegar ao 13º lugar. O dinamarquês provocou protesto de torcedores por ter fechado Pierre Gasly duas vezes numa mesma volta. Por causa do incidente, Kevin recebeu uma punição de 10 segundos e também dois pontos de penalidade acumulando sete pontos na superlicença.

Na Espanha, na qualificação, Magnussen voltou a mostrar seu espírito agressivo, fechando e assustando Charles Leclerc. Ele chegou a ser investigado pelos comissários de corrida, mas sofreu apenas uma reprimenda. No grid, ele foi o 7º colocado, atrás somente das duplas de Mercedes, Ferrari e Red Bull. E celebrou a colocação como se uma pole position: “Foi uma classificação muito boa. O P7 para nós é realmente a pole – é o melhor que você pode esperar se não estiver em uma Ferrari, Mercedes ou Red Bull”. Na volta 25, Kimi Raikkonen teve problema de motor, Magnussen herdou o seu 6º lugar e manteve a posição até o final, sem maiores complicações.
Em Mônaco, onde a Haas testou várias atualizações no carro, Magnussen de forma até certo ponto surpreendente, não passou da Q1, ficando na 19º posição do grid. Na largada, foi ultrapassado por Verstappen, que era o 20º, mas não desistiu da luta. Ele fez apenas uma parada, logo na volta 17, para colocar pneus supermacios, quando os outros usavam compostos ainda mais macios, e não parou mais, mas não conseguiu ir além da 13ª colocação.

Magnussen esperava voltar aos bons resultados no Canadá, onde a Haas iria estrear um novo pacote de componentes técnicos. O VF-18 iria ganhar uma nova asa dianteira e um novo assoalho. Na qualificação, pareceu que a previsão iria se confirmar. Kevin foi o mais rápido do Q2, mas depois não passou do 11º lugar do grid. Na corrida, a escolha de compostos diferentes dos Top 10 não funcionou e ele terminou em 13º. E só garantiu a posição porque o erro na bandeirada da modelo Winnie Harlow anulou a última volta e, por consequência a ultrapassagem de Sergio Perez sobre ele.

No GP da França, em Paul Ricard, Magnussen voltou a ser combativo. Largou bem, livrou-se dos incidentes da primeira volta, Charles Leclerc no início e, no fim, impediu o avanço de Valtteri Bottas (Mercedes) para conquistar um convincente sexto lugar. Com o resultado, obteve oito importantes pontos, passou a ocupar 10º lugar entre os pilotos e ajudou a equipe a ficar em sétimo entre os construtores.
A Áustria, depois de um bom 8º lugar no grid, Magnussen teve uma bela surpresa na corrida. Com a ausência de Lewis Hamilton e Valtteri Bottas, da Mercedes, que tiveram de abandonar, o dinamarquês e outros personagens que costumam frequentar, no máximo, o segundo escalão, tiveram seu dia de glória. Com Romain Grosjean, Esteban Ocon, Sergio Perez, Charles Leclerc e Marcus Ericsson formou o grupo que nunca tinha entrado junto no Top 10. E a surpresa não parou por aí. O 5º lugar de Kevin e o 4º de Grosjean deram à Haas o melhor resultado de suas 50 corridas na F1. E com os 22 pontos, a equipe pulou do 7º para o 5º lugar entre os construtores, com 49 pontos.

Em Silverstone, na Inglaterra, voltou a obter uma boa qualificação, partindo da 7ª posição. Até a volta 32, ele travou uma dura batalha com Ocon e Alonso e quanto disputavam a 8ª posição, ele voltou a se atritar com o espanhol. Alonso acusou de não ter deixado espaço suficiente para dois carros na curva 7 e, por isso, merecia punição. A disputa entre os dois continuou até a última volta, quando Alonso partiu por dentro da curva Village, surpreendeu Magnussen e garantiu o 8º lugar. O dinamarquês terminou em 9º e depois da corrida comparou Alonso a Neymar, “por reclamara demais no rádio”.

Na Alemanha, Magnussen voltou a fazer uma boa sessão de qualificação, obtendo a 5ª posição, mas na corrida não confirmou a boa performance. Começou sendo ultrapassado por Lewis Hamilton, que tinha largado da 14ª posição e a partir daí foi ficando para trás, até terminar em 11°. Mas a culpa foi da equipe, que chamou os dois pilotos ao mesmo tempo para troca de pneus e obrigou Magnussen esperar Grosjean ser atendido, perdendo tempo e posições. Grosjean fez uma corrida mais consistente, largou e chegou em 6º, ameaçando recuperação depois de ser batido por quase toda a temporada.

Na Hungria, Magnussen voltou a frequentar a Q3, obtendo a 9ª colocação e teve um resultado melhor ainda, terminando no 7º lugar. O piloto disse que teve uma boa primeira volta, ganhou algumas posições e a corrida não foi muito agitada, exceto na primeira volta. Mas o resultado foi o menos chamou a atenção na corrida. Na verdade, ela foi marcada por mais um dos vários atritos entre Magnussen e Nico Hulkenberg. Na disputa pelo 11º lugar, o dinamarquês jogou o alemão para fora da pista, contra o muro. Cobrado, durante entrevista, Kevin respondeu: “Chupe minhas bolas”. Hulkenberg reagiu dizendo que o rival era o piloto mais antidesportivo do grid, um nojo, e que jogar as pessoas contra o muro era crueldade. Mais tarde, num evento da sua equipe, Hulkenberg sentou sobre o um retrato de Magnussen colocado no seu assento.

Na Bélgica, pela segunda corrida consecutiva e a terceira vez a temporada, a Haas teve os pilotos na zona de pontuação, com Romain Grosjean e Kevin Magnussen terminando em sétimo e oitavo, respectivamente. Os 10 pontos permitiram à Haas F1 Team solidificar sua posição em quinto lugar no ranking de construtores, com 76 pontos. Magnussen passou a o oitavo no campeonato do piloto com 49 pontos. Os pilotos da Haas evitaram o caos da volta de abertura em La Source, no grave acidente envolvendo Fernando Alonso e Charles Leclerc.
Em Monza, no GP da Itália, Magnussen saiu da 11ª posição do grid, depois de uma sessão de qualificação em que trocou ofensas e críticas com Fernando Alonso. No começo, ele se chocou com Sergio Perez na Lesmo 1 e teve parte do assoalho. Depois da primeira volta ele teve também problema com danos no pneu traseiro e a troca por compostos médios não surtiu efeito e ele acabou na 16ª colocação, última dos que terminaram a corrida.
No Grande Prêmio de Cingapura, Magnussen registrou a primeira volta mais rápida de sua carreira, sendo também, a primeira volta mais rápida da equipe Haas; a primeira volta mais rápida para um piloto dinamarquês na história da F1 e o recorde da pista. Na volta 50, fez o tempo de 1m41s905. Na final da corrida, porém, isso pouco valeu, pois, o dinamarquês fracassou rotundamente; largou da 18ª posição e não passou da 16ª.

Na Rússia, Kevin surpreendeu ao surgir na 5 = posição do grid ao final da Q3, repetindo feitos da Áustria e Alemanha. Na corrida fez um ótimo trabalho para se manter à frente da dupla da Racing Point, Sergio Perez e Esteban Ocon, garantindo o 8º lugar. Na volta 26, a Racing chegou a dar ordem a Ocon que cedesse passagem para que Perez perseguisse o dinamarquês. Sem sucesso, o mexicano teve que devolver a posição. Com o resultado, a Haas, em 5º lugar, com 80 pontos, baixou para 11pontos a diferença para a Renault.

No Japão, após largar da 12ª posição, Magnussen abandonou a corrida na volta 8, por danos no carro sofridos antes. Na volta 4, num choque com Leclerc, um furo no pneu, que espalhou pedaços de borracha pela pista, o fez voltar ao box rodando sobre o aro da roda e provocou o abandono do dinamarquês 4 voltas depois.
No Estados Unidos, Magnussen saiu de 12º, chegou em 9º, mas seus esforços foram em vão. Depois da corrida, ele e Esteban Ocon foram desclassificados por contrariarem o regulamento e excederem no consumo de comestível.

No México, Magnussen teve a sua pior qualificação da temporada, ficando na 18ª posição, mas acabou largando do 16º, graças às punições de Romain Grosjean e Pierre Gasly. Mas a promoção não teve resultados práticos. Na corrida, continuou a enfrentar problemas com os pneus, que já havia denunciado na qualificação, e terminou no 15º lugar. Em entrevista, Kevin disse não ter entendido o que aconteceu com os pneus e descreveu a borracha como uma ”desgraça” durante a corrida.

No Brasil, Magnussen comemorou a presença dele e do companheiro Grosejan no Top 10, com os 9 e 8º lugares, respectivamente. O resultado, disse ele, limitou os danos da véspera, quando foi o 17º na qualificação, e fez esquecer o duro golpe do México.
Na última corrida do campeonato, em Abu Dhabi, Kevin terminou na 10ª colocação e Grosjean, na 9ª. E com a repetição da dupla na zona de pontuação a Haas ratificou sua condição de 4ª colocada entre as construtoras.
Com 56 pontos nas 21 corridas, Kevin Magnussen foi o 9º colocado na classificação dos pilotos. Sus melhores resultados foram o 5º lugar no Bahrein e na Áustria. Foi 6º na Espanha e na França: 7º na Hungria; 8º na Bélgica e na Rússia; 9º na Inglaterra e Brasil: 10º na China e Abu Dhabi; 11º na Alemanha; 13º no Azerbaijão, Mônaco e Canadá; 15º no México; 16º na Itália e 18° em Cingapura. Não completou as corridas da Austrália e Japão e foi desclassificado nos Estados Unidos.
A Haas, que com novo patrocinador passou a se chamar oficialmente Rich Energy Haas F1, manteve para 2019, pelo terceiro ano consecutivo a dupla Kevin Magnussen-Romain Grosjean. O anúncio da permanência de Magnussen já tinha sido feito ainda em meio a temporada, no dia 28 de setembro.

Kevin começou bem o campeonato, qualificando-se em 7º, terminando em 6º, e obtendo os primeiros 8 pontos, no GP da Austrália. No Bahrein, melhorou a posição no grid, largando em 6º, mas na corrida teve pouco ritmo e terminou em 13º. Na China, depois de repetir a entrada no Top 10, em 9º, voltou a ter o problema de falta de ritmo e chegou outra vez em 13º. No Azerbaijão, ganhou uma posição, com punição a Antonio Giovinazzi, e saiu de 12°, mas, no final, continuou vítima da maldição do 13º. Na Espanha, voltou a chegar à Q3, largou da 8º posição e chegou em 7º, obtendo mais 6 pontos. Em Mônaco, depois de largar em 5º, ele e a equipe erraram de estratégia, parando no box durante o safety car, chegou em 12º, foi punido com 5 segundos e caiu 2 posições. No Canadá, Magnussen largou da pit lane, depois de ser 10º na qualificação, mas ser punido com a perda de 10 posições, por troca do terceiro controle eletrônico e mais 5 pela troca da caixa de câmbio. Chegou em 17º. Na França, largou de 15º e cruzou a linha outra vez em 17º, sofrendo a humilhação de uma passagem por fora de Daniil Kvyat. Na Áustria, o piloto da Haas foi punido com perda de 5 posições, por troca da caixa de câmbio, e teve de largar da 10ª posição, depois de ter sido o 5º na qualificação. Numa corrida sem abandonos, o que não acontecia desde o GP da China de 2016, ele foi punido com um drive-through, por se mover antes da largada, esteve bem nas primeiras 9 voltas, mas depois decaiu e acabou no 19º e penúltimo lugar. Na Inglaterra, 16º no grid, Magnussen teve de abandonar a corrida na 6ª volta, por causa de danos no carro, provocados por choque com o companheiro Romain Grosjean já na 1ª volta. Na Alemanha, os dois pilotos da Haas voltaram a se tocar na 56ª das 64 voltas, mas puderam continuar na pista e ambos terminaram na zona de pontuação, com Grosjean em 7º e Magnussen, em 8º. Na Alemanha, no último GP antes das férias, Magnussen largou de 14º e chegou em 13º, com advertência da FIA, pelas constantes mudanças de direção na freada, diante do australiano Daniel Ricciardo.
Na primeira metade do campeonato, a Haas não repetia a performance do ano anterior e somava apenas 26 pontos, contra 66 do mesmo período de 2018. A equipe demorou a se adaptar aos novos pneus da Pirelli e isso se refletiu no desempenho dos pilotos. Magnussen, que começou bem na Austrália, passou oito corridas sem pontuar, só fez um 7º lugar na Espanha e um 8º na Alemanha. Depois de 12 corridas, era 13º entre os pilotos, com apenas 18 pontos.
No reinicio do campeonato, no GP da Bélgica, com uma versão atualizada do VF-19, Magnussen largou da 8ª posição, na 10ª volta, na disputa pelo 7º lugar foi superado por Sergio Perez, depois foi ultrapassado por Pierre Gasly e Lance Stroll, caindo para o 12º lugar. Na Itália, o dinamarquês foi 11º no grid, mas abandonou a pista na 43ª das 53 voltas, por problemas hidráulicos. Em Cingapura, um ano após sua primeira volta mais rápida no mesmo circuito, repetiu a façanha, após largar da 14ª posição. Quando estava em oitavo lugar, já na parte final da prova, um saco plástico ficou preso na asa dianteira e comprometeu a aerodinâmica do carro. Ele passou a perder quatro segundos por volta e precisou de um pit stop extra para retirar o saco, terminando em 17º, o último dos que completaram a corrida. Na Rússia, Magnussen passou pela bandeira quadriculada em 8º, após largar em 13ª, mas caiu para 9º, com penalidade de cinco segundos, por irregularidade na volta à pista, depois de saída na curva 2. O piloto também levou um ponto na carteira, elevando para um total de 5 em 12 meses. Os 2 pontos foram os primeiros da Haas, desde o GP da Alemanha e os únicos de Magnussen na segunda metade do campeoanto. No Japão, Magnussen rodou e foi de encontro à parede, danificando a caixa de câmbio, as asas dianteira e traseira, e não marcou tempo na qualificação. A Haas conseguiu recuperar o carro para a corrida e, punido com a perda de 5 posições, pela troca da caixa de câmbio, saiu da 19ª posição e terminou em 15º. No México, com um carro sem nenhuma consistência, Magnussen foi o 20º colocado, cometendo a proeza de ficar atrás de George Russell, Robert Kubica na aferição das voltas mais rápidas da corrida. Nos Estados Unidos, ele teve quebra de freios e rodou na 52ª das 55 voltas e foi classificado em 18º, por completar 90% do percurso. No Brasil, depois de muito tempo, Magnussen voltou à Q3, colocando-se em 9º no grid. Na volta 9, foi jogado para fora da pista, por Daniel Ricciardo, perdeu posições e chegou em 11º. Em Abu Dhabi, concluiu uma temporada que considerou frustrante largando e chegando no 14º lugar.
Kevin Magnussen terminou o campeonato em 16º lugar, com 20 pontos, e tendo como único destaque volta mais rápida em Cingapura. O piloto disse que a temporada foi um desastre e, depois dos primeiros maus resultados, a equipe entrou em pânico.
“Ficou muito claro no Bahrein que tínhamos um problema, o que era realmente estranho, porque nos testes de inverno e na primeira corrida o carro era muito bom. Na corrida, tudo se desfez completamente. Então, a partir daí, houve um pouco de pânico na equipe. Não conseguimos realmente focar … tipo, encontrar a verdadeira raiz do problema. Estávamos olhando muito para os pneus e culpando o problema pelas questões dos pneus, enquanto na verdade era um pouco mais simples. Acabamos identificando os problemas na aerodinâmica, aerodinâmica instável e toda a plataforma simplesmente não sendo suficientemente forte e consistente, suficientemente estável. É um problema muito frustrante, porque conseguimos nos classificar bem, mas na corrida apenas não tivemos forças. Isso é muito frustrante para o piloto. Você começa em uma posição e luta para tentar se manter na posição em vez de atacar o cara na frente”.
Apesar da má temporada, a Haas decidiu manter Kevin Magnussen e Romain Grosjean em 2020.

As duas primeiras rodadas do campeonato no Red Bull Ring foram difíceis para Magnussen e Haas, já que o Haas VF-20 estava fora do ritmo.

Nas primeiras etapas do Grande Prêmio da Hungria, Magnussen corria em terceiro, graças a uma decisão estratégica no início da corrida. Embora tenha caído para trás ao longo do percurso, ele conseguiu cruzar a linha de chegada em nono. Após a corrida, foi determinado que Haas quebrou as regras em relação ao rádio da equipe ao dizer aos dois pilotos para irem aos boxes no final da volta de apresentação, e Magnussen recebeu uma penalidade de dez segundos. Isso o rebaixou para décimo, mas ele conquistou primeiro ponto dele e da Haas no ano. Magnussen teve uma falha na unidade de potência no Grande Prêmio da Itália e sofreu um acidente com vários carros no Grande Prêmio da Toscana, seu quinto abandono em nove corridas.

Magnussen e o companheiro de equipe Grosjean deixaram a equipe no final da temporada de 2020, substituídos pelo campeão da Fórmula 2 Mick Schumacher e o russo Nikita Mazepin para o Campeonato Mundial de 2021.

Em 2022, após a invasão russa da Ucrânia, a Haas rescindiu o contrato com Nikita Mazepin. Magnussen voltou à equipe como seu substituto com um contrato de vários anos, fazendo parceria com Mick Schumacher.

No Bahrein, Magnussen conseguiu largar em 7º e terminar em 5º, marcando um dos cinco primeiros cinco resultados na história da Haas até aquele ponto. No Grande Prêmio da Arábia Saudita, ele chegou à Q3 e se classificou em décimo. Mais tarde, transformou isso em um nono lugar, garantindo pontos consecutivos da Haas pela primeira vez desde 2019. Magnussen terminou em 10º em Silverstone com seu companheiro de equipe Mick Schumacher terminando em oitavo, dando a Haas a primeira pontuação dupla desde a Alemanha 2019. No Grande Prêmio de São Paulo, Magnussen conquistou a primeira pole position dele e de Haas na Fórmula 1. Ele se classificou primeiro depois que George Russell rodou na curva 4, provocando bandeira vermelha durante a qual as condições da pista se deterioraram, e nenhum piloto pode definir um tempo mais rápido do que antes do acidente. Magnussen se tornou o segundo piloto na história da F1 a estabelecer uma pole para uma equipe não-Ferrari usando um motor Ferrari, 14 anos depois que Sebastian Vettel o fez pela Toro Rosso no Grande Prêmio da Itália de 2008. Ele terminaria a corrida de velocidade na 8ª posição e desistiria do Grande Prêmio na primeira volta após uma colisão com Daniel Ricciardo.

Na temporada de 2022, Magnussen obteve 1 quinto lugar; 1 oitavo; 3 nonos; 1 décimo; 1 décimo segundo; 2 décimos quarto; 1 décimo quinto; 3 décimos sexto; 4 décimos sétimo e 1 décimo oitavo. Ele fez uma pole e abandonou 4 corridas. Terminou o campeonato em 13º, com 25 pontos. (Tradução do https://en.wikipedia.org/wiki/Kevin_Magnussen)

Magnussen, que fez parceria com Nico Hülkenberg para a temporada de 2023, teve dificuldades com o carro, o Haas VF-23, que não teve um bom desempenho no estilo de direção preferido pelo piloto. Além disso, o VF-23 teve uma má gestão dos pneus, fazendo com que ambos os pilotos perdessem tempo em relação aos rivais ao longo da corrida, embora este problema tenha sido mais bem gerido por Hülkenberg. Magnussen lutou com a qualificação em relação ao seu companheiro de equipe, embora tenha se qualificado fortemente nos Grandes Prêmios de Miami e Cingapura (quarto e sexto respectivamente), e terminou em pontos três vezes ao longo da temporada, alcançando o décimo lugar no Grandes Prêmios da Arábia Saudita, Miami e Cingapura. Com esses três pontos, colocou-se em 19º lugar entre os 22 concorrentes. Hülkenberg totalizou 9 pontos e ficou na 16º posição.  Magnussen e Hülkenberg foram mantidos pela Haas para a temporada de 2024. (Wikipedia)

Magnussen e Hülkenberg foram retidos pela Haas para a temporada de 2024. Magnussen terminou em 12º na abertura da temporada no Bahrein, depois terminou em 11º na Arábia Saudita, mas recebeu duas penalidades de tempo de dez segundos. Ele terminou em 10º na Austrália com Hülkenberg em 9º, marcando a primeira chegada de pontos duplos de Haas desde o Grande Prêmio da Grã-Bretanha de 2022. Ele rodou na volta de abertura do Grande Prêmio de Mônaco, onde colidiu com Sergio Pérez; o impacto foi considerado um incidente de corrida. Ele teve uma ótima largada na volta de abertura do Grande Prêmio do Canadá em 4º lugar, mas perdeu tempo no pit stop na volta 8 e terminou em 12º, atrás do companheiro Hülkenberg, que estava em 11º. Terminou em 17º no Grande Prêmio da Espanha, em 8º no Grande Prêmio da Áustria de 2024 e ajudou a guiar o companheiro de equipe Hülkenberg para o 6º.

Antes do Grande Prêmio da Hungria, Magnussen anunciou que deixaria a equipe no final da temporada. Magnussen terminou em 9º no Grande Prêmio da Itália, mas recebeu uma penalidade de 10 segundos por causar de colisão com Pierre Gasly, caindo para 10º. Isso também significou que com o acúmulo de pontos de penalidade em sua Super Licença, ganhou proibição de uma corrida, ele foi  forçado a perder o Grande Prêmio do Azerbaijão, sendo substituído por seu futuro substituto Oliver Bearman. Ele foi o primeiro piloto desde seu ex -companheiro de equipe Romain Grosjean, em 2012, a ser banido de uma corrida de Fórmula 1. No Grande Prêmio de Cingapura de 2024, sua corrida terminou quando bateu no mur,o na volta 50, e sofreu um furo na traseira direita, abandonando devido aos danos. Ele terminou em 7º no Grande Prêmio da Cidade do México, seu melhor resultado desde 2022. Magnussen não estava bem antes do Grande Prêmio de São Paulo de 2024 e foi substituído mais uma vez por Bearman. Ele deveria perder apenas os treinos e o sprint antes de participar do Grande Prêmio, mas mais tarde teve que ficar de fora o fim de semana inteiro para recuperação completa.

Magnussen deixou a Haas e a Fórmula 1 ao final da temporada 2024, encerrando o ano em 15º, com 16 pontos.