Perfil
| Nome | Jack Aitken |
| Nascimento | 25 se setembro de 1995 |
| Local | Londres |
| Nacionalidade | Inglês |
| Altura | 1,75 |
| Peso | 65 kg |
| Estado civil | Noivo |
| Residência | Londres |
| Equipe | Williams |
| Número | 89 |
Carreira
| Ano | Categoria | Equipe | Corridas | Vitórias | Poles | Pódios | Voltas | Pontos | Posição |
| 2020 | Fórmula 1 | Williams | 1 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | 22ª |
| Fórmula 2 | Campos | 22 | 0 | 0 | 1 | 2 | 48 | 14ª | |
| 2019 | Fórmula 2 | Campos | 22 | 3 | 1 | 2 | 7 | 159 | 5ª |
| Fórmula 1 | Williams | Piloto reserva | |||||||
| 2018 | Fórmula 2 | ART GP | 23 | 1 | 0 | 0 | 2 | 63 | 11ª |
| Fórmula 1 | Renault | 3º piloto reserva | |||||||
| 2017 | GP3 | ART GP | 15 | 1 | 2 | 2 | 6 | 141 | 2ª |
| 2016 | V8 3.5 | RP Motorsport | 4 | 0 | 1 | 0 | 0 | 14 | 15ª |
| F3 Espanha | 2 | 1 | 1 | 1 | 1 | 27 | 7ª | ||
| Euroformula | 4 | 2 | 2 | 1 | 3 | 71 | 8ª | ||
| GP3 | Arden | 18 | 1 | 0 | 2 | 7 | 148 | 5ª | |
| 2015 | Renault 2.0
Alps |
Koiranen | 17 | 5 | 4 | 3 | 3 | 206 | 1ª |
| Renault 2.0
Europa |
15 | 4 | 3 | 3 | 7 | 242 | 1º | ||
| Pro Mazda | Pelfrey | 5 | 3 | 1 | 2 | 4 | 167 | 1º | |
| 2014 | Renault 2.0
Europa |
Fortec | 14 | 1 | 1 | 0 | 4 | 86 | 7ª |
| Renault 2.0
Alps |
8 | 0 | 0 | 1 | 0 | 0 | N/C | ||
| Pro Mazda | Pelfrey | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 31 | 20ª | |
| 2013 | Renault 2.0
NEC |
Fortec | 23 | 2 | 2 | 3 | 13 | 490 | 3ª |
| Renault 2.0
Europa |
16 | 0 | 1 | 1 | 5 | 239 | 2ª | ||
| Manor | 2 | 0 | 0 | 0 | 0 | 0 | NC | ||
| 2012 | Dunlop Interstps | Fortec | 23 | 2 | 2 | 3 | 13 | 490 | 3ª |
História
Jack Aitken é um piloto de origem coreana do sul, filho de pai escocês e mãe coreana, nascido em Londres no dia 23 de setembro de 1995 e que em 2020 ingressou na Fórmula 1, pela equipe Williams. Como a maioria dos pilotos, aos 7 anos, começou a correr de kart, no Buckmore Park. Mas, ao contrário dos outros pilotos, que se concentram inteiramente na carreira com prejuízo de uma educação tradicional, para Aitken, os estudos continuaram a ser prioridade até os 18 anos. “Meus pais deixaram bem claro que eu deveria terminar meus estudos e, para ser honesto, não discordei muito deles”, diz ele. Aitken saiu da escola com 4 níveis A e 10 GCSEs, todos com notas A-star, tornando-o provavelmente o piloto de F1 mais bem preparado.
Ele passou para os carros ao competir no Intersteps Championship pela Fortec Motorsport, com a qual correu na Fórmula Renault BARC Winter Series, Fórmula Renault NEC e Fórmula Renault Eurocup. Depois de vencer a Fórmula Renault Eurocup em 2015, foi inscrito na academia de jovens pilotos da Renault, na qual permaneceu até 2019. Após competir na GP3 Series em 2016 e 2017, passou à Fórmula 2 em 2018.
Aitken entrou em sua primeira temporada completa da Fórmula Renault Eurocup em 2014 com a Fortec Motorsports. Ele venceu uma corrida em Hungaroring e terminou no pódio quatro vezes. Durante a primeira metade da campanha, teve que terminar seu A Levels enquanto frequentava a Westminster School.
A temporada de destaque de Jack veio em 2015, quando ele conquistou três títulos de campeonatos juniores: a Fórmula Renault 2.0 Eurocup Series com oito pódios, cinco dos quais por vitórias em corridas; o Campeonato dos Alpes da Fórmula Renault com mais quatro vitórias, e fechando a temporada ganhou o título da Pro Mazda Winterfest nos EUA, obtendo uma vaga premiada na Renault Sport Academy, o programa de jovens pilotos da equipe de Fórmula 1 da Renault.
Em 2016, Jack começou sua temporada na Renault Sport Academy, dirigindo pela Arden International na Série GP3. Apesar de um início de ano difícil, adaptando-se aos carros maiores e novos pneus, Jack terminou a temporada em quinto lugar. Durante as últimas nove corridas, só deixou de subir ao pódio duas vezes, conquistando sua primeira vitória na GP3 no famoso circuito de Spa-Francorchamps, na Bélgica e terminando em quinto na classificação geral.
Durante 2017 Jack competiu na GP3 Series com a ART Grand Prix Team. Com uma vitória na Hungria, pole position em Barcelona e Hungria e pódios na Áustria, Grã-Bretanha, Bélgica e Itália, Jack esteve perto de vencer o campeonato, mas acabou a temporada como vice-campeão. Em setembro, testou as máquinas da Fórmula 1 pela primeira vez ao dirigir um carro de Fórmula 1 E20 da Renault no Circuito de Jerez, na Espanha.
Em janeiro de 2018, a ART Grand Prix anunciou que Aitken se juntaria à sua equipe de Fórmula 2, novamente em parceria com George Russell. Ele conquistou seu primeiro pódio com o segundo lugar na corrida especial de Baku, e mais tarde obteve a primeira vitória na corrida de velocidade de Barcelona.
O resto de sua temporada foi mais complicado e às vezes precisou se esforçar para marcar pontos. Enquanto Russell foi campeão, terminou o campeonato em 11º, com 63 pontos. No mesmo ano, Aitken passou a competir no Campeonato de Fórmula 2 da FIA, ainda pela ART Grand Prix, sempre com o apoio da Renault, e com George Russell como companheiro de equipe.
Para a temporada de 2019, Aitken mudou-se para Campos Racing, inicialmente em parceria com Dorian Boccolacci e mais tarde Arjun Maini e Marino Sato. Ele conquistou sua primeira vitória da temporada, e a primeira vitória da Campos Racing na Fórmula 2, na corrida especial de Baku. Também venceu a corrida de velocidade em Silverstone, depois de ultrapassar Louis Delétraz na volta 17. Aitken também venceu a corrida de velocidade de Monza após se defender do carro MP Motorsport de Jordan King. Ele terminou em 5º na classificação, marcando 159 dos 189 pontos da Campos, ajudando-a a terminar em 5º no campeonato por equipes.
Aitken permaneceu em Campos até 2020, como parceiro de Guilherme Samaia. Conseguiu um pódio duplo na segunda rodada de Silverstone, terminando em terceiro tanto na corrida especial quanto na corrida de velocidade. Ele se envolveu em uma colisão em alta velocidade com Luca Ghiotto na sétima volta da corrida de velocidade no Autódromo de Sochi e ambos os pilotos saíram ilesos, mas os danos às barreiras fizeram com que a corrida fosse interrompida com a bandeira vermelha e não reiniciada.
Para a temporada de 2020, Aitken ingressou na Williams Driver Academy ao lado dos rivais da Fórmula 2 Dan Ticktum e Roy Nissany, e serviu como, como piloto reserva da equipe. Ele dirigiu na primeira sessão de treinos do Grande Prêmio da Estíria de 2020, substituindo George Russell.
Aitken fez sua estreia na Fórmula 1 como piloto de corrida com Williams no Grande Prêmio Sakhir de 2020 como um substituto para George Russell, que foi promovido à Mercedes após o teste de coronavírus positivo de Lewis Hamilton. Ele escolheu correr com o carro de número 89, em referência a um número que ele usava anteriormente no karting, e se classificou para a corrida em 18º lugar, a um décimo de segundo do companheiro de equipe Nicholas Latifi. Na volta 61 de 87, 15º colocado, rodou na última curva, colidindo com uma barreira e quebrando sua asa dianteira.
Ele voltou aos boxes para uma substituição e foi capaz de continuar a corrida, terminando em 16º. Aitken realizou tarefas de mídia na quinta-feira com a Williams antes da corrida em Abu Dhabi, mas no final não dirigiu o carro, pois Russell voltou para a equipe antes da primeira sessão de treinos, quando Hamilton foi aprovado para retornar à Mercedes.