Perfil
| Nome | George Russell |
| Nascimento | 15 de fevereiro de 1998 |
| Local | King’ Lyn – Norfolk |
| Nacionalidade | inglês |
| Residência | Londres |
| Pais | Steve e Alison Russell |
| Altura | 1,85 |
| Peso | 68 kg |
| Estado civil | solteiro |
| Equipe | Williams |
| Número | 63 |
Carreira
Estreia GP da Austrália 2019
Corridas 169
| Vitória 8 |
| Sprint 4 |
| Pódio 32 |
| Poles 12 |
| Hat trick 2 |
| Grand salam 1 |
Voltas 13
Pontos 1.271
Abandonos 22
Fórmula 1
| Ano | Equipe | Corridas | Vitórias | Poles | Volta | Pódios | Sprint | Abandonos | DSQ | Pontos | Posição |
| 2026 | Mercedes | 17 | 3 | 4 | 1 | 8 | 2 | 2 | 238 | 2º | |
| 2025 | Mercedes | 24 | 2 | 2 | 2 | 9 | 319 | 4º | |||
| 2024 | Mercedes | 24 | 2 | 1 | 4 | 1 | 1 | 245 | 6º | ||
| 2023 | Mercedes | 22 | 2 | 4 | 175 | 8º | |||||
| 2022 | Mercedes | 22 | 5 | 9 | 1 | 1 | 275 | 4º | |||
| 2021 | Williams | 22 | 1 | 4 | 16 | 15º | |||||
| 2020 | Williams | 17 | 4 | 3 | 18° | ||||||
| 2019 | Williams | 21 | 2 | 0 | 20º | ||||||
| 2018 | Force India | Piloto reserva | |||||||||
Desempenho
| Ano | Categoria | Equipe | Pontos | Posição |
| 2018 | F2 | ART GP | 287 | 1º |
| 2017 | GP3 | ART GP | 280 | 1º |
| 2016 | F3 Europa | HItch | 3º | |
| GP de Macau | 7º | |||
| 2015 | F3 | Carlin | 6 º | |
| F3 Masters | 2º | |||
| 2014 | BRDC F4 | Lanan Racing | 1º | |
| Renault 2.0 Alpes | Koiranen GP | 4º | ||
| Renault 2.0 | Tech Racing | n/c |
George Russell nasceu no dia 15 de janeiro de 1998, em King’ Lyn, no condado de Norfolk, onde seu pai, Steve, negociava feijão e ervilha e a mãe era cabeleireira. Depois que ele começou a carreira de piloto, os pais passaram a acompanha-lo; a mãe registra dados técnicos das corridas, como pressão dos pneus e configurações do motor, enquanto o pai faz trabalhos de mecânico.
Com 1,85, George é o piloto mais alto do grid da F1. Tem 3 centímetros mais do que Jenson Button e só é superado pelo campeão mundial de 1958, Mike Hawthorn, falecido em 1959, que tinha 1,87.
Por causa da altura e para evitar aumento de peso, George mantém uma dieta rigorosa, na qual estão proibidos sorver e chocolate. O café da manhã é preparado na noite anterior: ele dissolve a aveia na água e a coloca na geladeira. Depois, acrescenta bagas de banana ou iogurte.
“Tomo três refeições por dia e geralmente lanche entre o café da manhã e o almoço, e entre o almoço e o jantar. A salada desempenha um papel importante nessa diet – tomate, pimentão, cenoura. Além disso, proteínas – frango, salmão, bife – mais macarrão, batata doce ou arroz. Eu tenho que reduzir o açúcar ao mínimo. Para manter meu peso em 66 kg”, relata o piloto.
George Russell começou o kart em 2006 e passou à classe júnior em 2009, tornando-se campeão britânico da MSA e campeão do British Open. Em 2010, mudou-se para a categoria Rotax Mini Max, em que se tornou o campeão britânico Super One; campeão britânico de Fórmula Kart Stars e também venceu o Grand Prix britânico de Kartmasters.
Em 2011, Russell ganhou o título SKUSA Supernationals e foi campeão europeu da CIK-FIA, título que defendeu com sucesso em 2012. Em seu último ano de kart, em 2013, terminou em 19º no Campeonato Mundial KF1 CIK-FIA.
Em 2014, Russell fez sua estreia em monopostos, competindo no campeonato de Fórmula Renault 2.0 Alpes. Ele foi originalmente contratado para correr pela Prema Powerteam, antes de fazer mudança de última hora para o Koiranen GP. Apesar de perder uma rodada devido a doença, ele terminou em quarto no campeonato, conquistando um único pódio no Red Bull Ring.
Russell também disputou duas rodadas do campeonato Eurocup Formula Renault 2.0. Participou da rodada de Moscou com o Koiranen GP antes de passar para a Tech 1 Racing na última rodada da temporada, em Jerez. Correndo como convidado, venceu a corrida final da temporada depois de partir da pole position.
Em 2014, Russell também competiu no campeonato de fórmula 4 do BRDC. Entrou na corrida final da temporada, em Snetterton, com a equipe do HHC Motorsport, de Sennan Fielding e Raoul Hyman. Depois de partir da pole position, venceu a corrida, sua quinta da temporada, para conquistar o título com apenas três pontos de vantagem sobre Adjun Maini (483 a 480). Como prêmio pelo título, Russell fez teste na GP3, com a Arden Motorsport, no circuito Yas Marina, em Abu Dhabi.
Em dezembro de 2014, Russell se tornou o vencedor do Prêmio McLaren Autosport BRDC, vencendo Alexander Albon, Ben Barnicoat, Sennan Fielding, Seb Morris e Harrison Scott, para ganhar 100.000 libras em dinheiro, o título de piloto do ano da British Racing Drivers, e um teste de Fórmula 1 com a McLaren. Em fevereiro de 2015, Russell foi anunciado como um dos pilotos selecionados para ingressar no programa SuperStars, do British Racing Drivers Club, como o mais jovem calouro de todos os tempos.
Ainda em 2015, Russell ingressou na Fórmula 3, competindo no Campeonato Europeu da FIA, com a Carlin. Em Silverstone, terminou à frente do companheiro iniciante Charles Leclerc e de Antonio Giovinazzi, na segunda corrida do fim de semana. Ele conquistou mais dois lugares no pódio em Spa-Francorchamps e Norisring, para terminar em sexto no campeonato.
Em setembro de 2015, Russell participou do evento extracampeonato Masters da Formula 3, realizado em Zandvoort. Depois de terminar em quarto na corrida de qualificação, terminou em segundo atrás do companheiro de equipe Antonio Giovinazzi, na corrida principal. Russell também estava programado para competir no Grande Prêmio de Macau, com a Carlin, mas foi substituído pelo piloto japonês da Euroformula Open Championship, Yu Kanamaru, pouco antes do evento.
Na temporada de 2016, Russell mudou-se para o Hitech GP, obteve duas vitórias e terminou em terceiro na classificação.
Em 19 de janeiro de 2017, Russell assinou com o ART Grand Prix para a temporada da GP3, depois de ter treinado na equipe, no teste pós-temporada em Yas Marina em novembro de 2016. O jovem inglês começou bem a temporada no Circuito da Catalunha, Barcelona, onde terminou o fim de semana com a quarta e a quinta posições. Na corrida seguinte, no Red Bull Ring, ganhou a pole position e obteve a primeira vitória na GP3. Em Silverstone, fez a pole e ganhou a primeira corrida do fim de semana e ocupou o quarto lugar na segunda, a caminho de assumir a liderança. Um desempenho dominante em Spa-Francorchamps, marcado pela pelo position, o segundo lugar e as voltas mais rápidas em ambas as corridas. Em
Monza, após condições climáticas adversas e o cancelamento da corrida de sábado, Russell venceu uma briga titânica com seus companheiros de equipe do ART Grand Prix, Jack Aitken e Hubert Anthoine, para selar sua quarta vitória da temporada.
Russell conquistou quatro vitórias, três poles e cinco pódios para vencer o campeonato em Jerez, com uma rodada ainda a ser disputada em Yas Marina. E confirmou a conquista as assumir a liderança na corrida.
Em 18 de janeiro de 2018, Russell foi confirmado como piloto do ART Grand Prix para o Campeonato da FIA F2. Em 22 de fevereiro, ele também foi confirmado com o piloto reserva de Mercedes-AMG Petronas F1, compartilhando tarefas com Pascal Wehrlein.
No Bahrein, Russel foi 2º no grid, terminando em 5º na rodada de abertura do campeonato. Em Baku, liderou a maior parte da corrida longa, antes de ser derrotado. Na corrida rápida, Russell fez a volta mais rápida no caminho para a vitória do 12º no grid. Em Barcelona, conquistou sua segunda vitória da temporada, a primeira na corrida longa, depois de vencer duelo com Nyck de Vries. Na corrida rápida foi 4º, para subir para o 2º lugar na classificação do campeonato. Em Monte Carlo, Russell teve uma falha no motor nos treinos livres, o que limitou severamente desempenho, enfrentando duas corridas fora dos pontos. Na França no circuito de Paul Ricard, conquistou sua primeira pole position na FIA F2, liderou uma corrida desafiadora de pista molhada e seca e conquistou sua terceira vitória no campeonato. Mais tarde, ele ganhou o título com a corrida em Abu Dhabi, após uma longa luta com o britânico Lando Norris.
A carreira de George Russel na Fórmula 1 começou em 19 de janeiro de 2017, quando ingressou na Mercedes-AMG Petronas Motorsport como parte de seu programa de pilotos juniores. Em 7 de novembro de 2017, foi anunciado que Russell faria sua estreia nos treinos de Fórmula 1 no GP do Brasil, na primeira sessão de treinos da Force India. Em 1º de maio de 2018, foi um dos pilotos da Racing Point nos testes da Pirelli, depois do GP da Espanha. Ele completou 123 voltas com as especificações de pneus para 2018.
Em outubro de 2018, foi anunciado que Russell estaria dirigindo para a equipe de Fórmula 1 da Williams no início da temporada de 2019, onde faria parceria com Robert Kubica.
Embora não tenha marcado nenhum ponto durante todo o campeonato e terminado na última colocação entre os pilotos, George Russell mostrou alto nível de desempenho e despertou a atenção dos observadores da Fórmula 1. O jovem inglês participou de todas as 21 corridas da temporada, abandonando a pista em apenas duas, e se impôs absolutamente sobre o companheiro Robert Kubica nas qualificações, ganhando a disputa por 21 a 0. Só ficou atrás na classificação final porque Kubica conseguiu 10º lugar no GP da Alemanha, depois da desclassificação de Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi, da Alfa Romeo.
Nessa corrida no circuito de Hockenheim, também favorecido pelas desclassificações, Russell obteve o seu melhor resultado no campeonato, o 11º lugar. Na Austrália, foi 16º na frente de Kubica e superou mais três pilotos que não completaram a corrida. No Bahrein, voltou a ficar na frente do companheiro e de mais 4 concorrentes que deixaram a pista antes do final, mas foram classificados. Na China, voltou a ser 16º, superando Kubica e mais três desistentes. No Azerbaijão, foi 15º, seguido por Kubica e mais 4 que abandonaram. Na Espanha, ficou em 17º, ainda na frente de Kubica e de Lance Stroll e Lando Norris, que deixaram a pista depois de um choque.
Em Mônaco, voltou a ser 15°, seguido de Lance Stroll, Kimi Raikkonen, Robert Kubica, Antonio Giovinazzi e de Charles Leclerc, que não completou a corrida devido a danos de um acidente. No Canada, foi 16°, na frente de Kevin Magnussen e Kubica e de Alexander Albon e Lando Norris, que abandonaram a pista. Na França, pela primeira vez, terminou atrás de Kubica, em 19º, como o último entre os que terminaram a prova, pois só Romain Grosjean abandonou. Na Áustria, foi punido com a perda de três posições e largou da pit lane, chegando em 18º, na frente de Kevin Magnussen e Kubica.
Na Inglaterra cruzou a linha de chegada em 14º, na frente de Kubica, Vettel e Sergio Perez, que completaram a corrida e de Giovinazzi, Grosjean e Magnussen, que abandonaram. Na Alemanha, Russell terminou em 12º, depois do abandono de Gasly, Bottas, Hulkenberg, Leclerc, Norris, Ricciardo e Sergio Perez, foi alçado ao 11º lugar com a punição a Raikkonen e Giovinazzi.
Na Hungria, foi 16º, na frente de Stroll, Giovinazzi, Kubica, que completaram a prova e de Grosjean, que abandonou. Na Bélgica, ficou em 16º, à frente de Raikkonen e Kubica. Giovinazzi, Sainz e Verstappen abandonaram. Na Itália, Russell voltou a ficar em 14°, na frente de Raikkonen, Grosjean e Kubica, que terminaram a corrida, e de Magnussen, Kvyat e Sainz, que abandonaram. Em Cingapura e na Rússia, não completou a corrida, por causa de acidentes. No Japão, foi o 16º, com Kubica em 17°, ambos superando Verstappen, Ricciardo e Hulkenberg, que não completaram. No México, repetiu o 16º lugar, seguido de Grosjean e Kubica e superando também Raikkonen e Norris, que não terminaram. Nos Estados Unidos, foi 17º e o último entre os que terminaram a corrida, que não foi completada por Magnussen, Kubica e Vettel.
No Brasil, Russell teve seu segundo melhor resultado da temporada. Foi 12º, posição que ganhou com punição a Hulkenberg, na frente de Grosjean, Albon, Hulkenberg e Kubica e de Vettel, Leclerc, Stroll e Bottas, que não terminaram. Russell concluiu a temporada com o 16º lugar, seguido de Gasly, Kubica e Stroll, que abandonou a prova de Abu Dhabi.
Apesar de terminar na última posição, George Russell viu um lado positivo da temporada, que foi colocá-lo “sob o radar” da F1.
“Acho que este ano atendeu às minhas expectativas pré-temporada”, disse ele ao MotorsportWeek.com. Com toda a montanha-russa de Fórmula 1, não tinha 100% de certeza do que esperar, mas estou muito feliz com o andamento da temporada, em geral. Desde os bons momentos até os tempos mais difíceis, acho que não mudaria nada. Especialmente nos tempos mais difíceis, aprendi uma quantidade enorme e, geralmente, na posição em que estive na parte de trás do grid, deu uma oportunidade e uma oportunidade apenas para explorar um pouco mais e estar sob o radar”.
Após seu bom desempenho, muitos esperavam que ele disputasse um lugar na Mercedes, em 2020, no entanto, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, indicou que apenas dois pilotos estavam em consideração, Valtteri Bottas e Esteban Ocon.
No campeonato de 2020, Russell abandonou a corrida de abertura na Áustria devido à perda de pressão do combustível. No Grande Prêmio da Estíria, começou a corrida em 11.º após um treino classificatório em pista molhada, batendo sua anterior melhor qualificação de 14.º. Entretanto, cometeu um erro já no início da prova e uma escapada da pista o levou para cascalho e fez com que ele caísse no final do pelotão, tirando suas chances de pontuar. Terminou em 16.º.
Russell abandonou o Grande Prêmio da Bélgica, depois que uma roda solta do carro de Antonio Giovinazzi, bateu nas barreiras externas e atingiu sua Williams. No Grande Prêmio da Toscana, largou em 18.º, mas chegou a correr na zona de pontuação durante a maior parte da corrida. Ele foi nono antes da segunda bandeira vermelha da prova, entretanto teve uma relargada ruim, caindo para 12.º e último. Apesar de ultrapassar Romain Grosjean, acabou por não conseguir avançar nas posições, terminando em 11.º. No Grande Prêmio da Rússia, Russell se classificou em 14.º lugar, marcando sua sexta participação na Q2 da temporada. Apesar disso, terminou na última posição e posteriormente admitiu ter cometido “muitos erros” durante a corrida. Ele figurava na zona de pontuação nas voltas finais do Grande Prêmio da Emília-Romagna, contudo abandonou após cometer um erro e bater sozinho no carro de segurança.
No Grande Prêmio de Sakhir, Russell correu substituindo Lewis, acometido pela Covid-19, e classificou-se em segundo para o grid da corrida, perdendo a pole position para o companheiro de equipe Valtteri Bottas por apenas 26 milésimos. Ele assumiu o controle desde o início da corrida e liderou a maior parte da prova, mas faltando 20 voltas para o fim, os mecânicos da equipe Mercedes colocaram os pneus dianteiros de Bottas no carro dele, fazendo com que tivesse que retornar aos boxes na volta seguinte para corrigir o erro. Dez voltas antes da chegada, teve um pneu furado e foi forçado a ir para os boxes novamente. Apesar das duas paradas não programadas, terminou em nono lugar e ganhou seus primeiros três pontos na F1, dois pontos pelo nono lugar e um pela volta mais rápida.
Depois dessa experiência, Russell voltou para a Williams a tempo de treinar no Grande Prêmio de Abu Dhabi e, na corrida, usou um capacete especial em homenagem a Frank Williams e Claire Williams, que tinham vendido a equipe e deixado a Fórmula 1 após o Grande Prêmio da Itália de 2020. Na qualificação, ele foi 18.º, à frente de Pietro Fittipaldi e do companheiro de equipe Nicholas Latifi, depois de enfrentar dificuldades na gestão dos pneus durante a sessão. Terminou a corrida em 15.º e foi o 18º na classificação dos pilotos, com 3 pontos.
No GP do Bahrein, que abriu a temporada de 2021, George Russell passou para a Q2 e foi o primeiro a tentar volta lançada, aproveitando a pista livre, mas teve de abortar a tentativa por problemas no carro. Eliminado dessa fase, foi o 15º do grid e terminou a prova em 14º. No Grande Prêmio da Emilia Romagna, em pista molhada, ele perdeu o controle do carro numa tentativa de ultrapassagem, colidiu com Valtteri Bottas, fazendo com que ambos se retirassem e provocando uma bandeira vermelha. Russell inicialmente culpou Bottas pelo incidente, acusando-o de “tentar matar-nos ambos”, mas depois retirou as acusações e se desculpou com Bottas e com sua própria equipe. No GP e Portugal, ele voltou a ser eliminado ainda na Q2, mas numa posição melhor, a 11ª, e acabou no 16º lugar. Na Espanha, foi o 15º no grid e terminou no 14º lugar. Em Mônaco, Russell chegou à Q2, ocupando a 15ª colocação no grid e chegou em 14º, uma volta atrás do vencedor, Max Verstappen.
No Grande Prêmio do Azerbaijão, depois de largar em 15º, teve problemas de câmbio e parou na volta 48, mas foi classificado em 17º, por ter completado mais de 90% do percurso. Russell terminou em 12º no Grande Prêmio da França, depois comentou que essa foi a “melhor corrida [que ele] já teve junto com a Williams”. No Grande Prêmio da Estíria, ele se qualificou em 11º, perdendo a terceira sessão de qualificação por oito milésimos, mas foi promovido ao 10º lugar após Yuki Tsunoda receber uma penalidade no grid. Essa foi a sua melhor posição no grid para a Williams. Durante a corrida, Russell ganhou duas posições nas voltas iniciais, mas depois entrou nos boxes várias vezes enquanto sua equipe tentava resolver um problema de confiabilidade. Ele finalmente abandonou da corrida. Russell alcançou a Q3 pela primeira vez em um carro da Williams no Grande Prêmio da Áustria e começou a corrida em oitavo, a posição mais alta da equipe no grid desde 2017. Ele terminou a corrida na 11ª posição, tendo sido ultrapassado por Fernando Alonso nas voltas finais. Ele alcançou a Q3 novamente no Grande Prêmio da Inglaterra, mas foi punido com uma penalidade do grid por colidir com Carlos Sainz Jr. na sessão de qualificação do sprint. Terminou a corrida em 12º. No Grande Prêmio da Hungria, Russell saiu do 17º lugar do grid para, após desqualificação de Sebastian Vettel, terminar em oitavo, a melhor colocação da carreira, ganhando os primeiros pontos para a Williams.
Na sessão de qualificação do Grande Prêmio da Bélgica afetada pela chuva, Russell qualificou-se em segundo lugar, atrás de Max Verstappen. Foi a primeira largada na primeira linha da Williams desde o Grande Prêmio da Itália de 2017. A corrida foi atrasada devido ao tempo úmido e, no final das contas, apenas quatro voltas foram concluídas, ambas em condições de safety car. Isso permitiu a Russell manter sua segunda posição do grid e conquistar seu primeiro pódio na Fórmula 1. Na Holanda, o inglês foi eliminado na Q2, largou da 11ª posição, mas abandonou a 69ª das 72 voltas, com quebra do câmbio. No Grande Prêmio da Itália, Russell terminou em nono, marcando dois pontos. No Grande Prêmio da Rússia, George Russell, ainda na Williams, mas já contratado para ocupar o lugar de Valtteri Bottas, na Mercedes, foi o terceiro do grid e terminou em 10º. Na Turquia, ele voltou a ser eliminado na Q2, ficando com a 13ª ´posição do grid e terminando em 15º, uma volta atrás do vencedor, Valtteri Bottas. Nos Estados Unidos, Largou da 15ª posição e terminou na 14ª. No México, largou em 13º e terminou em 16º, a duas voltas de Max Verstappen.
Em São Paulo, Russell foi o 17º no sprint e terminou a prova em 13º. No Catar, foi o último da Q2, ocupando o 15º lugar do grid e completando a prova no 17º lugar. Na Arábia Saudita, largou do 14º e abandonou na volta 14, depois de colisão com Sergio Perez e Nikita Mazepin. Na última corrida do campeonato, em Abu Dhabi, Russell saiu da 17ª posição e deixou a pista na volta 26, om problemas no câmbio.
Com 16 pontos, George Russell terminou o campeonato no 15º lugar, duas posições à frente do companheiro de equipe, Nicholas Latifi, 17º, com 7 pontos. Ele terminou 4 corridas na zona de pontuação e teve 4 abandonos.
Em 2022, Russell ingressou na Mercedes, substituindo Valtteri Bottas e se juntando ao sete vezes campeão mundial de pilotos Lewis Hamilton. Ele escolheu mudar o design de seu capacete vermelho para um design predominantemente preto em respeito a Michael Schumacher.
Em sua primeira corrida como piloto da Mercedes em tempo integral, o Grande Prêmio do Bahrain, Russell se classificou em nono e terminou em quarto. Ele conquistou seu primeiro pódio na Mercedes no Grande Prêmio da Austrália, beneficiando-se de um pit stop durante um período de safety car para largar em sexto e terminar em terceiro. Ele não conseguiu chegar ao Q3 nos Grandes Prêmios de Emília-Romagna e Miami, mas se recuperou para terminar em quarto e quinto, respectivamente. Mais pódios vieram no Grande Prêmio da Espanha, que liderou por quatro voltas, e no Grande Prêmio do Azerbaijão, onde se beneficiou da desistência de ambas as Ferraris, para terminar em terceiro.
Russell se envolveu, como vários outros pilotos, em um acidente na primeira volta no Grande Prêmio da Inglaterra. Ele saltou de seu carro para verificar Zhou Guanyu, cujo carro capotou na barreira de pneus e estava parado de cabeça para baixo contra a cerca. A intenção de Russell era voltar à corrida, porém isso foi proibido porque seu carro havia sido levado de volta aos boxes pelos comissários e não por conta própria. Ele rodou na qualificação para o Grande Prêmio da Áustria e depois colidiu com Sergio Pérez na primeira volta, sofrendo danos na asa dianteira e uma penalidade de tempo, mas se recuperou para terminar em quarto. Na França, ultrapassou Pérez nas últimas voltas para conquistar seu quarto pódio da temporada. No Grande Prêmio da Hungria, Russell conquistou sua primeira pole position na Fórmula 1, 0s044 à frente de Carlos Sainz Jr., da Ferrari. Ele liderou grande parte da corrida, mas depois foi ultrapassado por Max Verstappen e seu companheiro de equipe Hamilton, terminando em terceiro. Outros pódios vieram nos Grandes Prêmios da Holanda e da Itália, colocando-o 16 pontos atrás do segundo lugar no campeonato de pilotos.
Russell começou o Grande Prêmio de Cingapura no final do grid devido a penalidades nos componentes do motor. Ele fez um pit stop para pneus slick antes que a pista secasse, perdendo tempo e terminando fora dos pontos. Nos Estados Unidos, colidiu com o pole Sainz na primeira curva, recebendo uma penalidade de tempo e causando o abandono de Sainz. Mais tarde, ele se desculpou com Sainz e descreveu a corrida como seu “pior domingo” do ano, apesar de terminar em quinto.
Russell se classificou na terceira posição para o Grande Prêmio de São Paulo e ultrapassou Verstappen e Kevin Magnussen para vencer o sprint. Ele manteve a liderança durante a corrida para terminar à frente de Hamilton e conquistar sua primeira vitória no Grande Prêmio e a primeira da Mercedes na temporada. Russell terminou a temporada em quarto lugar no campeonato de pilotos, marcando 275 pontos contra 240 de Hamilton.
Russell permaneceu na Mercedes, ao lado de Hamilton, em 2023. Ele terminou em sétimo no Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada, após o qual afirmou que a equipe estava “muito atrás” e que esperava que os rivais da Red Bull Racing “devessem vencer todas as corridas nesta temporada “. Uma melhor performance no Grande Prêmio da Arábia Saudita fez com que ele se classificasse e terminasse em quarto. Ele foi promovido provisoriamente ao pódio quando Fernando Alonso recebeu uma penalidade, que Russell descreveu como “muito extrema”. A penalidade de Alonso foi posteriormente anulada e Russell foi classificado em quarto lugar. Ele se classificou em segundo no Grande Prêmio da Austrália e tomou a liderança de Max Verstappen no início da corrida. Ele fez um pit stop durante o período do safety car, mas uma bandeira vermelha, o deixou em sétimo na relargada. Ele melhorou para o quarto lugar, mas foi forçado a abandonar devido a uma falha no motor. No Grande Prêmio da Espanha, Russell colidiu com o companheiro de equipe Hamilton no Q2 e se classificou em 12º, ambos os pilotos culpando uma falha de comunicação. Na corrida, Russell se recuperou para terminar em terceiro, atrás de Hamilton, e alcançar um pódio duplo para a Mercedes.
Russell qualificou-se em quarto lugar no Grande Prêmio do Canadá, mas bateu na parede na volta 12, sofreu um furo e quebrou a asa dianteira, voltando à corrida em 19º lugar. Ele havia se recuperado para o oitavo lugar quando abandonou devido ao desgaste dos freios. Ele se classificou fora dos dez primeiros tanto para o sprint quanto para a corrida principal do Grande Prêmio da Áustria, tendo relatado uma falha hidráulica na disputa de sprint. Ele ganhou lugares para marcar pontos em ambas as corridas. O tráfego na qualificação do Grande Prêmio da Hungria fez com que Russell largasse apenas em 18º, mas ganhou doze lugares na corrida, para terminar em sexto. Ele se classificou em terceiro no Grande Prêmio da Holanda, mas sua mudança tardia para pneus intermediários quando a chuva começou a cair o deixou para trás. Mais tarde, se recuperou para os dez primeiros; estava em oitavo lugar no reinício, após uma bandeira vermelha, mas os danos causados pelo contato com Lando Norris o rebaixaram para fora dos pontos. Ele perdeu a pole position por 0,072 segundos no Grande Prêmio de Cingapura e estava ganhando dos líderes nos estágios finais da corrida, mas caiu do terceiro lugar na volta final. A perda do pódio o deixou 33 pontos atrás do vencedor da corrida e quinto no campeonato Carlos Sainz.
Russell foi o único piloto a fazer um pit stop no Grande Prêmio do Japão e caiu do terceiro para o sétimo lugar em sua passagem final. Após a corrida, afirmou que seu objetivo para o restante da temporada seria ajudar a Mercedes a terminar em segundo lugar no Campeonato de Construtores, e que sua campanha no Campeonato de Pilotos foi “um desastre completo”. Ele se classificou em segundo lugar no Grande Prêmio do Catar e se envolveu em uma colisão com seu companheiro de equipe Hamilton na primeira curva, pela qual Hamilton assumiu a responsabilidade. Mais tarde, Russell foi ultrapassado por ambas as McLaren e terminou em quarto. Ele marcou pontos no sprint do Grande Prêmio de São Paulo, terminando em quarto lugar, mas estava fora dos pontos na corrida principal antes de abandonar devido a problemas de superaquecimento. Ele foi rebaixado de quarto para oitavo na linha de chegada do Grande Prêmio de Las Vegas com penalidade por colidir com Max Verstappen. Esse resultado garantiu o oitavo lugar no Campeonato de Pilotos, pior para um piloto da Mercedes desde 2012. Ele se classificou em quarto lugar e terminou em terceiro no Grande Prêmio de Abu Dhabi, que encerrou a temporada, seu segundo pódio da temporada, resultado que garantiu o segundo lugar no Campeonato de Construtores para a Mercedes.
Russell terminou a temporada em 8º no campeonato, marcando 175 pontos contra 234 de Hamilton. Seu contrato para correr com a Mercedes foi prorrogado até o final de 2025. (Wikipedia)
Para a temporada de 2024, a Mercedes mudou fundamentalmente seu conceito de design. O novo Mercedes W15 era rápido, mas inconsistente, duro com os pneus e difícil de configurar corretamente. Embora a equipe não fosse competitiva até o meio da temporada, Russell comentou que a equipe estava “fazendo progresso” nos bastidores. Na terceira rodada, o Grande Prêmio da Austrália, Russell caiu pesadamente ao tentar ultrapassar Fernando Alonso (que recebeu uma penalidade de 20 segundos por frear o inglês) para o sexto lugar na penúltima volta. O acidente o deixou imóvel e indefeso em uma curva cega de 250 km/h por dez segundos antes que o diretor da corrida acionasse o safety car virtual. Ele saiu ileso e se encontrou com Alonso para acalmar as coisas. Após a corrida, ele pediu safety cars automatizados para evitar incidentes semelhantes.
No meio da temporada, a Mercedes conquistou pódios em seis corridas consecutivas. Russell obteve alguns de seus melhores resultados em anos, incluindo uma pole e um pódio em Montreal, sua segunda vitória na carreira em Spielberg, depois que os dois primeiros colidiram na frente dele. Seguiram-se uma pole e um abandono mecânico, em Silverstone e a primeira vitória em Spa, perdida pela primeira desqualificação pós-corrida desde 1994, pela qual a equipe assumiu a responsabilidade.
A forma da equipe tornou-se mais inconsistente com o passar do ano, mas Russell desafiou por vitórias em várias corridas. No Grande Prêmio de São Paulo, estava liderando a corrida até que a Mercedes ordenou que parasse para pneus novos logo antes de uma bandeira vermelha dar aos seus concorrentes uma troca de pneus gratuita. Russell dominou o Grande Prêmio de Las Vegas, se classificando na pole e liderando 49 das 50 voltas para sua terceira vitória na carreira. Ele novamente se classificou na pole no Catar, depois que Max Verstappen recebeu uma penalidade de grid por dirigir desnecessariamente devagar à frente dele, que estava em uma volta de saída. Verstappen condenou os apelos de Russell aos comissários por sua penalidade, afirmando que “perdeu todo o respeito” por ele, e avisou Russell que o ultrapassaria a qualquer custo. Russell afirmou ter dito que iria “colocá-lo na parede”, o que Verstappen negou. Verstappen o ultrapassou na primeira curva, com Russell terminando em quarto após dois períodos de safety car.
(Gemini) A trajetória de George Russell entre o final de 2024 e o encerramento de 2025 marca a sua consolidação definitiva como o “pilar” da Mercedes na era pós-Lewis Hamilton. Se 2024 foi um ano de montanha-russa emocional, 2025 revelou um piloto mais maduro, consistente e pronto para liderar a equipe tecnicamente.
O final de 2024 foi agridoce para Russell. Embora a Mercedes tenha finalmente encontrado o caminho do desenvolvimento com o W15, George viveu momentos de extrema frustração e brilho intenso.
A vitória “perdida” no GP da Bélgica (devido à desclassificação pelo peso do carro) foi um divisor de águas. Russell mostrou uma pilotagem magistral ao sustentar uma estratégia de uma única parada, mas o erro técnico da equipe testou sua força mental.
O grande destaque do final do ano foi sua vitória dominante em Las Vegas, onde ele controlou a corrida do início ao fim, reafirmando que, quando o carro permitia, ele era intocável.
le encerrou o ano superando Lewis Hamilton na classificação interna e nos pontos (245 contra 223), garantindo o 6º lugar no Mundial. Foi uma vitória simbólica antes da partida do heptacampeão para a Ferrari.
Com a chegada do jovem Andrea Kimi Antonelli em 2025, o papel de Russell mudou. Ele deixou de ser o “aprendiz prodígio” para se tornar o capitão da Mercedes.ssell descreveu 2025 como sua “melhor temporada na F1”. Ele demonstrou uma consistência rara, completando 99,9% das voltas da temporada (falhando apenas em Mônaco devido a uma punição que o deixou voltas atrás, mas sem abandonar).
Terminou o Mundial em 4º lugar com 319 pontos. Foram 9 pódios e 2 vitórias cruciais: no Canadá (onde se redimiu de erros passados) e em Singapura (uma aula de gestão de pneus).
No duelo de classificações contra o novato Antonelli, Russell foi implacável, vencendo por um expressivo 25 a 5 (incluindo Sprints). Ele serviu como o “benchmark” necessário para a evolução do carro e do próprio colega de equipe.
O que mais chamou a atenção em 2025 não foi apenas a velocidade pura — que George sempre teve — mas o controle emocional. Ele admitiu que a saída de Hamilton tirou um peso de seus ombros, permitindo que ele focasse menos em “provar que era tão rápido quanto Lewis” e mais em extrair o máximo do carro de forma cerebral.
A Mercedes terminou o ano como vice-campeã de construtores, e grande parte desse sucesso deveu-se à capacidade de Russell de somar pontos pesados mesmo em fins de semana onde o W16 sofria com superaquecimento (como vimos na perna europeia da temporada).
George Russell entra em 2026 não mais como uma promessa, mas como um piloto de elite estabelecido. Ele provou que pode carregar o peso de uma equipe do tamanho da Mercedes e que, com um carro verdadeiramente capaz de lutar pelo título, possui o repertório técnico e a estabilidade mental para enfrentar Max Verstappen de igual para igual.
Em 2025, George assumiu o papel de “capitão” da equipe ao lado do novato Andrea Kimi Antonelli. O balanço das 24 etapas revela um piloto que maximizou o potencial do W16, mesmo enfrentando problemas crônicos de superaquecimento do carro em circuitos de alta temperatura.
Russell começou o ano com uma regularidade impressionante, acumulando pódios e pontos pesados:
Na Austrália (P3), China (P3) e Miami (P3) garantiu três terceiros lugares, aproveitando as oportunidades enquanto a McLaren e a Red Bull dominavam. No Bahrein (P2) conquistou seu melhor resultado inicial, terminando à frente de Max Verstappen e atrás apenas de Oscar Piastri.
Com o aumento das temperaturas na Europa, o W16 sofreu. Russell teve seu único resultado fora dos pontos em Mônaco (P11), devido à sensibilidade do carro aos pneus e ao tráfego. Em Silverstone, sob pressão em casa, conseguiu apenas um P10, seu pior resultado pontuável do ano.
A Mercedes ajustou o carro para a segunda metade do ano, e Russell brilhou:
No Canadá , uma pilotagem cirúrgica na chuva e em condições mistas rendeu sua primeira vitória no ano. Em Singapura, o ponto alto da temporada, George venceu em um circuito de rua exigente, No Azerbaijão e Las Vegas, no final da temporada, ele foi o único capaz de desafiar consistentemente o trio da frente (Norris, Verstappen e Piastri).
George Russell provou ser o sucessor natural de Hamilton. Sua capacidade de não abandonar corridas (0 DNFs em 24 etapas) e a forma como dominou o duelo interno contra Antonelli mostraram que ele está pronto para uma disputa direta pelo título, caso a Mercedes forneça um carro capaz de vencer em todas as temperaturas em 2026.
statísticas de 2025 em Resumo
| Categoria | Dado |
| Pontos Totais | 319 |
| Vitórias | 2 (Canadá e Singapura) |
| Pódios | 9 |
| Pole Positions | 2 |
| Duelo Interno (Classificação) | 18 x 6 contra Antonelli |
| Abandonos (DNFs) | 0 (Completou todas as 24 corridas) |