Perfil
| Nome | Esteban José Jean-Pierre Ocon-Khelfabne |
| País | França |
| Nascimento: | 17 de setembro de 1996 |
| Local: | Evreux |
| Pais | Laurent e Sabrina Ocon |
| Altura: | 1,89 |
| Peso: | 66 kg |
| Estado civil: | solteiro |
| Equipe | Racing Point Force India/Alpine |
| Nº do carro | 31 |
Carreira
| Estreia GP da Bélgica 2016 |
| Corridas 197 |
| Não largou 1 |
| Vitórias 1 |
| Pódios 4 |
| Voltas 1 |
| Pontos 490 |
| Abandonos 26 |
Desempenho
| Ano | Categoria | Equipe | Corridas | Vitoria | Pole | Pódio | Volta | Abandono | NP | Pontos | Pos. |
| 2026 | Fórmula 1 | HAAS | 17 | 1 | 7 | 16 º | |||||
| 2025 | Fórmula 1 | Alpine | 24 | 1 | 38 | 15º | |||||
| 2024 | Fórmula 1 | Alpine | 23 | 1 | 1 | 2 | 1 | 23 | 14º | ||
| 2023 | Fórmula 1 | Alpine | 22 | 1 | 6 | 58 | 12º | ||||
| 2022 | Formula 1 | Alpine | 22 | 2 | 92 | 7º | |||||
| 2021 | Fórmula 1 | Alpine | 22 | 1 | 3 | 74 | 11º | ||||
| 2020 | Fórmula 1 | Renault | 17 | 4 | 62 | 12º | |||||
| 2018 | Fórmula 1 | Force India | 21 | 49 | 12° | ||||||
| 2017 | 20 | 87 | 8º | ||||||||
| 2016 | Manor | 9 | 0 | 23º | |||||||
| 2015 | GP2 | ART GP | 18 | 1 | 3 | 14 | 5 | 253 | 1º | ||
| 2014 | Renault 3,5 | Comtec | 3 | 2 | 23º | ||||||
| F3 Europa | Prema | 33 | 9 | 15 | 21 | 7 | 478 | 1º | |||
| 2013 | F 3 Inter | Prema | 2 | 10º | |||||||
| Renault 2.0 | ART JR | 8 | 1 | 3 | 3 | 122 | 12º | ||||
| Renault 2.0 Eur | 14 | 2 | 1 | 5 | 1 | 159 | 3º | ||||
| 2012 | Renault 2.0 Alps | Koiranen | 9 | 0 | 2 | 1 | 69 | 7º | |||
| Renault 2.0 Eur | 14 | 1 | 31 | 14º | |||||||
| 2004/11 | Carreira no Kart | ||||||||||
História Esteban Ocon, nascido em Evreux, na França, a 17 de setembro de 1996, é filho de Lauren Ocon e Sabrina Ocon, procedentes de Málaga, na Espanha. Ele é o 72º francês a ingressar na Fórmula 1 e estreou na categoria principal no GP da Bélgica de 2016, pela Manor, substituindo o indonésio Rio Haryanto. Antes, por três anos, foi piloto de testes da Force India, Mercedes e Renault. No final da temporada de 2016, foi contratado pela Force India. Ocon começou no kart, aos 4 anos e meio, num centro de recreação e no jardim dos pais, antes de participar de competições de minikart, em 2004 e 2005. Em 2006, participou de diversas competições locais, do campeonato da França, terminando no 8º lugar e sendo considerado o primeiro calouro. Em 2007, ganhou o campeonato da França de minikart em 2008, o campeonato de cadetes. Em 2009, pela equipe liderada por Eric Boullier, passou para a KF3 disputando a WSK International na qual se classificou no 35º lugar. Também ocupou o 35º na liga espanhola e o 4º na Copa Bridgestone KF3 da Europa. No ano seguinte, ainda na KF3, foi 35º Aberto de Masters da Itália, 7º na Copa de Inverno, 6º Copa das Nações WSK e na Copa Bridgestone. No Troféu Andrea Margutti foi segundo colocado. Em sua última temporada no karting, em 2011, Ocon foi o 27º do Troféu da Academia de Kart CIK-FIA e 26º da Copa do Mundo CIK-FIA de KF3. Foi 9º na FEDER Kart Masters; 6º no Troféu Andrea Margutti Júnior; terminou em 2º lugar na WSK Euro Series-KF3 e foi campeão da KF3. Em 2012, o piloto francês estreou nos monopostos, na Copa da Europa da Renault 2.0, com a equipe Korainen GP e foi o 14º, com décimo quarto, com 31 pontos, com quatro entradas na zona de pontuação e um pódio em casa, Le Castellet. Ele também disputou parte da temporada da Renault 2.0 Alpes, com a Koiranen, terminando com dois pódios, ambos no Red Bull Ring, na Áustria. Em 2013, ele decidiu mudar para a ART Junior e conquistou três pódios, assim como a primeira vitória, em Le Castellet, e terminou a temporada na 3ª colocação. No mesmo ano, fez a estreia na Fórmula 3, no Grande Prêmio de Macau, correndo pela Prema Powerteam. Em 2014, ainda com a Prema, participou do campeonato europeu da Fórmula 3. Ele esteve na primeira colocação desde a primeira rodada, em Silverstone, e venceu o campeonato com uma rodada de antecipação, tendo superado, entre outros mas Verstappen. Em 2015, com a ART Grand Prix, Ocon conquistou o campeonato da GP 3, apesar de ter obtido apenas uma vitória (duas outras foram negadas devido a penalidades) e da pressão de Luca Ghiotto. Ocon dirigiu para Mercedes-Benz nas primeiras 10 corridas da temporada da DTM de 2016, ao mesmo tempo em que atuava como piloto reserva da Renault Sport F1. Ele participou da primeira sessão de treinos livres do Grande Prêmio de Abu Dhabi, em 21 de novembro de 2014, dirigindo para a Lotus, e de testes em Barcelona com a Force India. Em fevereiro de 2016, foi anunciado que Ocon atuaria como piloto reserva da Renault e a 10 de agosto de 2016, que dirigiria para o Manor na segunda metade da temporada de 2016, substituindo Rio Haryanto. Esteban Ocon fez sua estreia na Fórmula 1 no Grande Prêmio da Bélgica, no dia 28 de agosto, classificando-se no 16º lugar, uma volta atrás do vencedor, Nico Rosberg. Em seguida teve uma série de últimos lugares, até chegar em 12º, no GP do Brasil, após deixar a zona dos pontos na última volta. Ele terminou o campeonato no 23º lugar, sem marcar nenhum ponto. Fez a estreia na Fórmula 1 no Grande Prêmio da Bélgica, classificando-se no 16º lugar. Em seguida, foi 18º, na Itália e Cingapura; 1º na Malásia; 21º no Japão; 18º nos Estados Unidos e 21° no México. No Brasil, estava na zona de pontuação na última volta, quando foi ultrapassado por Fernando Alonso e Valtteri Bottas. Em 10 de novembro de 2016, a Force India anunciou que tinha assinado contrato com ele para 2017, como parte de seu contrato de vários anos com a Mercedes. A escuderia alemã, que investe na carreira do piloto, o indicou à equipe anglo-indiana em troca de um desconto no fornecimento dos motores. Ao entrar para a Fórmula 1, Esteban Ocon escolheu o número 31, igual ao que usava quando corria de kart com uniforme igual ao de Michael Schumacher nos seus dias de Ferrari. Na primeira corrida de 2017, o GP da Austrália, Esteban Ocon obteve o 10º lugar, marcando seu primeiro ponto na Fórmula 1. Na China, o piloto repetiu a posição, somando mais um ponto. No Bahrein repetiu a colocação e na Rússia foi 7º, totalizando 9 pontos. Na Espanha, foi 5º colocado, pulando para 19 pontos. No restante do campeonato, Ocon só não pontuou em Mônaco, quando foi 12º colocado, e no Brasil, onde abandonou a corrida. Depois da Espanha, foi 5º no México; 6º no Canadá, Azerbaijão, Itália, Japão e Estados Unidos; 9º na Hungria e Bélgica; e 10º em Cingapura e Malásia. Terminou n 8ª colocação entre os pilotos, com 87 pontos. Sergio Perez foi 7º, com 100 pontos e a Force India ficou na 4ª colocação entre as equipes, com 187 pontos, atrás, da Mercedes, Ferrari e Red Bull. Na primeira corrida da temporada de 2018, na Austrália, Esteban Ocon foi 15º na qualificação, ganhou um posto, com punição de Valtteri Bottas, e chegou em 12º, com atuação inexpressiva. Fez pro gasto! No Bahrein, depois de ser ultrapassado por Lewis Hamilton, que passou por ele e mais dois de uma só vez, Ocon conquistou seu primeiro ponto da temporada. Largou da 8ª posição e a duas voltas do final passou por Carlos Sainz para ser o 10º colocado. Na China, Ocon largou de 12º e estava perto de terminar na zona de pontuação, mas, depois de perder muito tempo atrás Romain Grosjean, não conseguiu passar por Kevin Magnussen e terminou em 11º. No Azerbaijão, o piloto francês chegou a se revezar com Vettel e Hamilton na liderança da Q3 e terminou na 7ª posição. Na corrida, porém, foi tocado por Kimi Raikkonen, na curva 3, logo na primeira volta, e os danos no carro obrigaram-no a deixar a pista. Ocon não foi feliz também no GP seguinte, na Espanha. De novo passou à Q2 e foi 13º colocado, mas teve que se retirar na 40ª das 66 voltas, por vazamento de óleo. Como parou na área interna da curva, foi preciso impor segurança virtual em toda a pista. Depois da corrida ele reclamou e de erro no pit stop e da perda de 20 segundos na troca do pneus traseiro esquerdo, que o colocou no fim da fila. Em Mônaco, Ocon recuperou o prejuízo das corridas anteriores e obteve valiosos 8 pontos, com o 6º lugar, que foi também a posição dele no grid. Durante a prova, a pedido de Toto Wolf, chefe da equipe da Mercedes, Ocon, que é faz parte do programa de formação da equipe alemã, abriu passagem a Lewis Hamilton, que ainda lutava pela liderança. No Canadá, Ocon foi de novo vítima de erro no pit stop, que lhe custou pelo menos um lugar na classificação final. Largou da 8ª posição, ultrapassou Nico Hulkenberg e estava correndo em 7º, quando perdeu alguns segundos na parada, sendo superado de novo por Hulkenberg e Pierre Gasly. Na França, assim como o compatriota Pierre Gasly, Ocon não teve a satisfação de completar uma corrida em casa. Na largada, depois de tocados por outro francês, Romain Grosjean, eles se chocaram e, com os carros bastante danificados, tiveram que abandonar a pista. Na Áustria, o piloto da ainda Force índia largou da 11ª posição e voltou à zona dos pontos, terminando em 6º. Ele conseguiu preservar os pneus até o fim e se revezou como companheiro Sergio Perez na perseguição a Kevin Magnussen, mas terminou atrás do dinamarquês. Na Inglaterra, Ocon completou uma sequência de 5 corridas, desde Mônaco, nas quais conquistou mais pontos do que todos os outros pilotos do pelotão intermediário. Com os 6 pontos do 7º lugar, totalizou 25 pontos (4 a mais do que Nico Hulkenberg) passou ao 11º lugar da classificação, com 2 pontos à frente do companheiro Sergio Perez. O francês voltou a pontuar na Alemanha, onde largou da 15ª posição, depois de ganhar um posto por punição a Pierre Gasly, e cruzou a linha no 8º lugar. Totalizou 29 pontos e subiu para 10ª colocação, ainda à frente de Checo Perez. Em Hungaroring, na Hungria, Ocon teve corrida decepcionante. Foi 17º na qualificação, subiu pata 16º, por punição a Lance Stroll, e completou em 13º. Começou bem, subiu algumas posições, teve boas disputas com as Renault, mas lhe faltou ritmo para sair de trás do pelotão. Na Bélgica, a Force India colocou seus dois carros na Q3. Ocon foi 3º e Sergio Perez, 4º e os dois formaram a segunda fila do grid, atrás de Hamilton e Vettel. Na largada, Ocon tentou ultrapassar Hamilton, mas o inglês fechou a porta, e deu chance a que Sergio Perez tomasse a posição do companheiro. Ocon terminou no 6º lugar e totalizou 37 pontos, mas foi superado por Perez, que foi 5º, somou 40 pontos e manteve a 10ª colocação. Em Spa, Ocon teve a notícia que acabaria por abalaria sua carreira. A Force India foi comprada por um consórcio presidido por Laurence Stroll, pai de Lance Stroll, que, como se confirmou mais tarde, iria dar a vaga dele ao filho. Na Itália, Ocon voltou a ter desempenho consistente. Mais uma vez chegou à Q3, na 8ª posição, e terminou em 6º, beneficiado pela desclassificação de Romain Grosjean. Com a conquista, Ocon subiu para a 10ª posição do Mundial de Pilotos, com 45 pontos e ficou a um ponto de Sergio Pérez, que, com o sétimo lugar, foi para 46 pontos. Em Cingapura, a largada que parecia tranquila acabou conturbada. Logo na saída da primeira curva, Sergio Perez praticamente jogou Esteban Ocon contra o muro. O piloto francês, que tinha de novo disputado a Q3, sendo como 9º do grid, foi obrigado a deixar a pista. Perez acabou na 17ª colocação e a Force India (já Racing Point) saiu de Marina Bay sem nenhum ponto. Na Rússia, Esteban Ocon saiu da 6ª posição e só terminou em 9º devido a uma atitude elogiável do companheiro Checo Perez. Na volta 26, assim como a Mercedes, a Racing Point recorreu a ordem de equipe e aceitou pedido de Perez para passar por Ocon, na tentativa de ultrapassar Kevin Magnussen. Sem conseguir o intento, o mexicano devolveu a posição na volta 38 e terminou no 10º lugar. No Japão, Ocon começou em desvantagem, tendo caído da 8ª para a 11ª posição do grid, por excesso de velocidade durante bandeira vermelha, no 3º treino livre, além de levar dois pontos na carteira. Apesar disso, o francês fez boa corrida e chegou em 9º.. Nos Estados Unidos, em 6º, Ocon foi o mais bem classificado do pelotão intermediário, mas a boa colocação não teve resultado prático. Ele terminou no 8º lugar, mas, junto com Kevin Magnussen, foi desclassificado, por excesso de fluxo de combustível, na primeira volta. No México, Esteban Ocon fez a que considerou a pior corrida da carreira. Na largada, acertou o radiador de Alonso e provocou o abandono do espanhol, cinco voltas depois, com pedaço da asa de Ocon grudada no seu carro. O francês teve de ir ao box para troca do bico do carro, Depois, freou, mas não conseguiu evitar o toque em Carlos Sainz, teve a asa dianteira quebrada, parou de novo, ainda na primeira volta, e complicou a sua prova. Largou e chegou em 11º. No Brasil, Ocon brigou para escapar, nos minutos finais, da degola já na Q1, mas não passou da Q2 e deveria largar da 13ª posição, se não tivesse sofrido perda de 5 posições, por troca da caixa de câmbio. Acabou largando de 18º e chegou em 17º, depois de protagonizar o incidente que mais deu o que falar durante toda temporada. O francês tentava entrar na mesma volta do líder da corrida, Max Verstappen, e quando os dois se aproximaram, no S do Senna, Ocon atingiu o carro do holandês. Verstappen saiu da pista e deu chance a Hamilton de passar e ganhar a corrida. Na área de pesagem, Verstappen interpelou e chegou a agredir Ocon, o que rendeu uma punição da FIA. Durante dois dias, teve de trabalhar como auxiliar de comissário em corridas da Fórmula E. Em Abu Dhabi, já dispensado pela Racing Point, Esteban Ocon teve despedida frustrante. Largou da 9ª posição e teve de abandonar na 44ª das 55 voltas do circuito, por problemas no motor. Antes disso, correu lado a lado com Verstappen, que o empurrou para fora da pista. O holandês confessou que fez de propósito, para se vingar do incidente no Brasil. “Eu pensei comigo mesmo, se ele fechar a porta, vou empurrá-lo para fora da pista. Pode ser uma vingança pelo Brasil”, disse Verstappen à Servus TV. Esteban Ocon terminou o campeonato na 12ª colocação, com 49 pontos, nem atrás de Sergio Perez, o 8º, com 62. Sem contar os pontos da Force India, que foram zerados, a Racing Point somou 52 pontos, em 10 corridas. Nas 21 provas da temporada, Ocon foi 6º em Mônaco, Áustria, Bélgica e Itália; 7º na Inglaterra; 8º na Alemanha; 9º no Canadá, Rússia e Japão; 10º no Bahrein; 11º na China e México; 12º na Austrália; 13º na Hungria; 14º; no Brasil. Abandonou no Azerbaijão, Espanha, França, Cingapura e Abu Dhabi e foi desclassificado nos Estados Unidos. Depois do campeonato, a Racing Point oficializou a troca de Ocon por Lance Stroll e o francês ficou sem equipe para a temporada de 2019. Tentou a Renault, a Mclaren e até a Williams e não teve êxito, até que a Toto Wolff, confirmou que ele seria reserva e terceiro piloto da equipe da Mercedes. Nos bastidores e na mídia passou a circular a especulação de que o francês será usado como ameaça a Valtteri Bottas. Ocon poderia ser seu substituto, em 2020, se o finlandês não fizesse uma temporada convincente.
A especulação não se confirmou. Em 2021, Esteban Ocon continuou na Renault, rebatizada de Alpine F1, Passou a ter como companheiro o bicampeão mundial Fernando Alonso, substituto de Daniel Ricciardo, que foi para a McLaren.
Na primeira corrida da equipe como Alpine, o Grande Prêmio do Bahrein, Ocon foi batido na traseira por Sebastian Vettel e terminou a corrida em 13º. Ocon se classificou em nono para o Grande Prêmio da Emília-Romagna e foi classificado em nono na corrida, à frente de Alonso, em décimo, dando à equipe seus primeiros pontos com o novo nome.
Esse foi o início a uma série de finais nos pontos: Ocon se qualificou em sexto e terminou em sétimo no Grande Prémio de Portugal, antes de somar dois nonos lugares nos Grandes Prémios de Espanha e Mônaco. Seu primeiro abandono da temporada aconteceu no Grande Prêmio do Azerbaijão, com uma falha no turbo compressor;
E Ocon enfrentou problemas também nas corridas seguintes: teve desgaste dos pneus e terminou em 14º no Grande Prêmio da França; qualificou-se em 17º nos Grandes Prêmios da Estíria e da Áustria; foi 14º no primeiro e abandonou este último, após uma colisão com Antonio Giovinazzi na primeira volta. Na Inglaterra, foi 9º no sprint e na corrida.
Ocon largou em oitavo no Grande Prêmio da Hungria. Várias colisões à frente o levaram ao segundo lugar na primeira curva, que se tornou o primeiro, quando o líder da corrida Lewis Hamilton fez uma parada para colocar pneus de seco. Ele se manteve na liderança durante o resto da corrida, defendendo-se de Sebastian Vettel e conquistando a sua primeira vitória e da Alpine. No GP da Bélgica, reduzido a 4 voltas por causa da chuva, Ocon manteve a 7ª colocação que havia obtido na qualificação. Na Holanda, ele foi 9º, depois de ser ultrapassado por Sergio Perez no fim da corrida.
Na Itália, Ocon foi 12º no sprint e na corrida principal chegou em 10º. Com mais um ponto, totalizou 45, no 11º lugar na classificação dos pilotos. Na Rússia, Ocon diz ter vivido um dos domingos mais difíceis do ano. Considerou positivas a largada e as primeiras voltas, que foram muito boas. Ganhou um pouco de terreno na largada e conseguiu manter uma boa posição nas primeiras voltas, mas depois disso foi bastante difícil em termos de ritmo. Terminou em 14º;
Na Turquia, Ocon foi o único piloto a completar as 58 voltas da prova com um mesmo jogo de pneus intermediários, sem entrar nos boxes para troca. Ele largou de 12º e chegou em 10º e após a corrida reconheceu que foi uma estratégia de risco pois, se a corrida tivesse mais uma volta não teria escapado de um furo nos pneus. Nos Estados Unidos, o francês abandonou a pista na 40ª das 56 voltas, devido a problemas mecânicos. No México, Ocon largou da 20ª posição por causa de troca de motor e chegou em 13º. Em São Paulo, Ocon foi 9º no sprint e 8º na corrida principal. Com os 4 pontos, totalizou 50 e ficou na 22ª colocação entre os pilotos.
No Catar, Ocon chegou à Q3, largou da 9ª posição, chegou em 5º e ajudou Fernando Alonso chegar em 3º e conquistar seu primeiro pódio desde o GP da Hungria de 2014. Na Arábia Saudita, Ocon obteve o melhor resultado da segunda metade da temporada, o 4º lugar. Só perdeu o segundo pódio do ano por ter sido ultrapassado por Valtteri Bottas nos metros finais. No fim de semana da última corrida da temporada, em Abu Dhabi, Ocon surpreendeu e foi o segundo no primeiro dia de treinos. Depois, foi 9º na qualificação e na corrida.
Nas 21 corridas do campeonato, Ocon conquistou sua primeira vitória, na Hungria, totalizou 75 pontos e ficou na 11º posição, uma atrás de Fernando Alonso, que fez 81 pontos. Ainda em junho, durante a primeira parte do campeonato, Ocon renovou contrato coma Alpine até 2024.
Ocon terminou em sétimo no Grande Prêmio do Bahrain, que abriu a temporada de 2022, apesar de ter recebido uma penalidade por colidir com Mick Schumacher. Ele se classificou em quinto e terminou em sexto no Grande Prêmio da Arábia Saudita, onde uma batalha acirrada com Alonso terminou com ordem da equipe para manter sua posição. Uma rodada nos treinos para o Grande Prêmio de Miami o forçou a perder a qualificação e largar em último no grid. Ele se recuperou na corrida para terminar em nono e foi promovido a oitavo, quando Alonso recebeu uma penalidade. No Grande Prêmio da Espanha, Ocon se classificou em décimo segundo e terminou em sétimo, à frente de Alonso, depois de segurar o ataque de Lando Norris. Ele terminou em nono no Grande Prêmio de Mônaco, mas foi rebaixado para décimo segundo por uma penalidade por colidir com Lewis Hamilton.
No Grande Prêmio da Inglaterra, Ocon se classificou em décimo quinto lugar devido a problemas de bateria e desistiu da corrida com um problema na bomba de combustível, apesar dos pacotes de atualização significativos levados pela Alpine. Seguiram-se cinco pontos, incluindo o quinto lugar no Grande Prêmio da Áustria, Ocon se classificou em quinto no Grande Prêmio da Bélgica, mas foi rebaixado para décimo sexto por uma penalidade de componente do motor. Ele se recuperou na corrida para somar pontos na sétima colocação, largou em décimo sétimo no Grande Prêmio de Cingapura tendo problemas de freio na qualificação e depois desistiu da corrida devido a uma falha no motor. O melhor resultado de Ocon na temporada até então veio no Grande Prêmio do Japão, onde segurou Lewis Hamilton para terminar em quarto. Ocon foi eliminado na Q1 e largou em décimo oitavo no Grande Prêmio dos Estados Unidos. Terminou em décimo primeiro depois de pegar novos elementos da unidade de potência e largar do pit lane. Ele se envolveu em colisões com o companheiro de equipe Alonso no sprint do Grande Prêmio de São Paulo e, com os danos ao carro, caiu para o décimo sétimo lugar. Ele se recuperou para somar quatro pontos na corrida.
Ocon encerrou a temporada em oitavo lugar no campeonato de pilotos, igualando seu melhor resultado conquistado em 2017. Ele marcou 92 pontos contra 81 de Alonso, (Traduzido do https://en.wikipedia.org/wiki/Esteban_Ocon).
Ocon tem contrato para permanecer na Alpine até o final da temporada de 2024. Para 2023, quando Alonso partiu para a Aston Martin, ele ganhou um novo companheiro de equipe, o ex-rival do kart Pierre Gasly. Seu treinamento foi impactado antes do início da temporada, quando ficou “muito doente” com um vírus pulmonar.
No Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada, recebeu penalidades por estar fora de posição no grid, não cumprir a penalidade corretamente e por excesso de velocidade na pit lane. Finalmente abandonou a corrida com problemas mecânicos. Ele largou em sexto e marcou os primeiros pontos da temporada no Grande Prêmio da Arábia Saudita, terminando em oitavo. Correndo em décimo lugar no reinício final do Grande Prêmio da Austrália, se envolveu em uma forte colisão com Gasly, que se desculpou por seu culpa no incidente. Ocon caiu na qualificação do Grande Prêmio do Azerbaijão. Alpine então fez alterações em seu carro no parque fechado, forçando-o a iniciar a corrida de velocidade e a corrida principal na pit lane. Durante a corrida, Ocon rodou com pneus duros até a última volta. Os fotógrafos começaram a entrar no pit lane, sem perceber que Ocon ainda estava no box, e por pouco evitaram ser atropelados por seu carro.
Ocon largou em terceiro no Grande Prêmio de Mônaco, depois que Charles Leclerc recebeu uma penalidade. Ele segurou Carlos Sainz na primeira metade da corrida, mas perdeu a vaga para George Russell durante os pits stops. Um erro e uma penalidade para Russell permitiram que voltasse ao terceiro lugar, valendo-lhe seu terceiro pódio na carreira e o prêmio de Piloto do Dia. Mais pontos vieram nos Grandes Prêmios da Espanha e do Canadá e na corrida de velocidade do Grande Prêmio da Áustria, afetada pela chuva, onde ele superou Charles Leclerc, da Ferrari, e Lando Norris, da McLaren. Na corrida principal, terminou fora dos pontos, após receber uma penalidade por saída insegura do box. Após a corrida, ele recebeu outras quatro penalidades por violações dos limites da pista, totalizando 30 segundos. Cinco penalidades no Grande Prêmio deram a ele o recorde de maior número de penalidades em uma única corrida na história da Fórmula 1. Desistências consecutivas seguiram-se com um vazamento hidráulico no Grande Prêmio da Inglaterra e uma queda na primeira volta no Grande Prêmio da Hungria. Ele melhorou do décimo quarto lugar no grid no Grande Prêmio da Bélgica para marcar pontos no oitavo lugar.
Ocon retirou-se do Grande Prêmio da Itália “por questões de segurança” devido a um problema de direção. Ele então abandonou o sexto lugar no Grande Prêmio de Cingapura com um problema na caixa de câmbio, sua quarta falha em seis corridas. Ele terminou o Grande Prêmio do Catar em sétimo, apesar do clima quente, que o fez vomitar no capacete. Seu sétimo abandono da temporada aconteceu no Grande Prêmio dos Estados Unidos, após uma colisão com Oscar Piastri. Ocon largou em décimo sexto no primeiro Grande Prêmio de Las Vegas, evitou colisões para melhorar para oitavo na primeira volta e subiu para o quarto lugar no final da corrida.
Ele terminou a temporada em décimo segundo no Campeonato Mundial de Pilotos com 58 pontos, uma posição e quatro pontos atrás do companheiro Gasly. (Wikipedia)
Ocon continuou ao lado de Gasly na Alpine em 2024. Durante os testes de pré-temporada, ele observou que a equipe estava “em desvantagem”. Os pilotos da Alpine se classificaram em décimo nono e vigésimo para o Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada, que Gasly descreveu como “nada surpreendente”. A Alpine não chegou à segunda sessão de qualificação de um Grande Prêmio até que Ocon o fez na terceira corrida, o Grande Prêmio da Austrália onde terminou em décimo sexto.
Ocon conquistou os primeiros pontos da equipe em 2024 no Grande Prêmio de Miami, melhorando da décima terceira posição no grid para a décima na chegada. Ele se classificou em décimo primeiro no Grande Prêmio de Mônaco, mas abandonou após colidir com Gasly na pista, em acidente pelo qual se desculpou e assumiu a responsabilidade. Uma semana depois, a Alpine anunciou que Ocon deixaria a equipe no final da temporada. Durante o Grande Prêmio do Canadá a Alpine impôs ordens de equipe, forçando Ocon a ceder a P9 para Gasly, que estava em melhor posição para atacar Daniel Ricciardo. No entanto, depois que Gasly não conseguiu passar Ricciardo, a Alpine não pediu que ele devolvesse a posição, deixando Ocon chateado. Ocon marcou pontos nos Grandes Prêmios da Espanha e da Bélgica, não pontuou nas seis corridas seguintes, mas a Alpine conquistou um pódio duplo (seu primeiro pódio do ano) no Grande Prêmio de São Paulo afetado pela chuva, com Ocon terminando em segundo e Gasly em terceiro. Ocon liderou a corrida por um período, mas foi ultrapassado pelo vencedor Max Verstappen.
Ocon foi substituído por Jack Doohan para o Grande Prêmio de Abu Dhabi, que encerrou a temporada . O site da Fórmula 1 relatou que a Alpine exigiu que Ocon deixasse a equipe uma corrida antes em troca de liberá-lo para a Haas para o teste de pós-temporada de Abu Dhabi. Em uma mensagem no Instagram, Ocon agradeceu à equipe e escreveu que “não era assim que eu queria que as coisas terminassem.
(Gemini) Ocon se juntou a Haas em um contrato de vários anos a partir de 2025 , em parceria com o novato Oliver Bearman. A temporada de 2025 marcou um capítulo de reconstrução e liderança técnica na Haas. Após uma saída conturbada da Alpine, o francês assumiu o papel de piloto experiente na equipe americana, enfrentando o desafio de guiar o desenvolvimento do carro ao lado do estreante Oliver Bearman.
Ocon terminou o campeonato de 2025 de forma sólida, sendo o principal responsável pela pontuação da Haas. Pontuação Final: 38 pontos. Posição no Mundial de Pilotos: 15º lugar. Melhor Resultado: 5º lugar no GP da China (seu melhor resultado com a equipe).
Ocon começou o ano com pessimismo, chegando a declarar que o modelo VF-25 parecia uma “causa perdida” após o GP da Austrália. No entanto, ele foi o arquiteto da recuperação da equipe. Sua performance no GP da China, onde terminou em 5º aproveitando punições de rivais e realizando ultrapassagens agressivas, foi o ponto alto do seu primeiro semestre.O grande diferencial de Ocon em 2025 não foi a velocidade pura aos sábados, mas o seu ritmo de corrida. Ele teve um ganho médio de +3 posições por GP, mostrando maturidade na gestão de pneus e leitura estratégica. Em pistas de baixa velocidade, como Mônaco, ele brilhou ao garantir um 7º lugar, segurando carros teoricamente mais rápidos.A relação com Oliver Bearman foi um dos pontos focais. Ocon cumpriu seu papel de “capitão” na primeira metade, acumulando 27 pontos contra apenas 8 do britânico antes da pausa de verão. Contudo, a reta final do campeonato mostrou um Ocon mais pressionado pela evolução rápida do novato, o que gerou alguns momentos de tensão, como a colisão entre ambos no GP da Grã-BretanhaO saldo de Ocon é positivo. Ele entregou o que a Haas buscava: pontos consistentes no meio do pelotão e feedback técnico para tirar o carro das últimas posições. Embora tenha terminado o ano com um gosto “meio amargo” em Abu Dhabi (7º lugar), por não ter conseguido superar a Aston Martin no Mundial de Construtores, ele reafirmou sua posição como um dos pilotos mais resilientes do grid. A capacidade de Ocon de extrair resultados em condições adversas foi fundamental para que a Haas não ficasse isolada no fundo do grid em 2025.