Perfil
| Nome | Daniel Josef Ricciardo |
| País | Austrália |
| Nascimento | 1º de julho de 1989 |
| Local | Perth |
| Residência | Mônaco |
| Altura | 1,78 |
| Peso | 66 kg |
Carreira
| Estreia |
GP da Inglaterra – 10/07/2011 |
| Corridas |
257 |
| Títulos |
0 |
| Vitórias |
8 |
| Pódios |
32 |
| Poles |
3 |
| Voltas + rápidas |
17 |
| Não correu |
1 |
| Abandonos |
39 |
| Pontos |
1329,00 |
Desempenho
| Ano | Categoria | Equipe | Corridas | Vitórias | Poles | Voltas | Abandonos | WD | Pódios | Pontos | Posição |
| 2024 | Fírmula 1 | RB | 18 | 2 | 12 | 14º | |||||
| 2023 | Fórmula 1 | AlphaTauri | 7 | 1 | 6 | 17º | |||||
| 2021 | Fórmula1 | McLaren | 21 | 3 | 37 | 11º | |||||
| 2021 | Fórmula 1 | McLaren | 22 | 1 | 1 | 2 | 1 | 115 | 8º | ||
| 2020 | Fórmula 1 | Renault | 17 | 2 | 1 | 2 | 119 | 5º | |||
| 2019 | Fórmula 1 | Renault | 21 | 4 | 1 | 54 | 9º | ||||
| 2018 | Fórmula 1 | Red Bull | 21 | 2 | 1 | 2 | 170 | 5º | |||
| 2017 | Fórmula 1 | Red Bull | 20 | 1 | 9 | 200 | 5º | ||||
| 2016 | Fórmula 1 | Red Bull | 21 | 1 | 1 | 4 | 8 | 256 | 3º | ||
| 2015 | Fórmula 1 | Red Bull | 19 | 2 | 2 | 92 | 8º | ||||
| 2014 | Fórmula 1 | Red Bull |
19 |
3 | 1 | 8 |
238 |
3º |
|||
| 2013 | Toro Rosso |
19 |
20 |
14º |
|||||||
| 2012 |
20 |
10 |
18º |
||||||||
| 2011 | Hispania |
11 |
– |
_ |
_ |
|
|
_ |
_ |
27º |
|
| Toro Rosso |
Piloto de testes |
||||||||||
| F.Renault | ISR |
12 |
1 |
2 |
3 |
|
|
6 |
144 |
5º |
|
| 2010 | Fórmula 1 | Toro Rosso |
Piloto de testes |
||||||||
| F. Renault | Tech 1 |
16 |
4 |
8 |
5 |
|
|
8 |
136 |
2º |
|
| 2009 | GP Macau | Carlin |
1 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
N/C |
| F. Renault | Tech 1 |
2 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
34º |
|
| F. 3 Master | Carlin |
1 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
N/C |
|
| F3 inglesa |
20 |
7 |
6 |
5 |
|
|
13 |
275 |
1º |
||
| 2008 | F.3 Master | SG Formula |
1 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
N/C |
| F.3 Euro |
2 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
N/C |
||
|
F.Renault 2.0 Eurocopa |
18 |
6 |
5 |
5 |
|
|
7 |
136 |
2º |
||
|
F.Renault 2.0 WEC |
15 |
8 |
9 |
7 |
|
|
11 |
192 |
1º |
||
| 2007 |
F.Renault 2.0 Eurocopa |
Motorsport |
4 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
N/C |
|
F.3 Renault Itália |
14 |
– |
– |
– |
|
|
– |
196 |
6º |
||
| 2006 |
F.BMW Mundial |
Fortec |
1 |
– |
– |
– |
|
|
– |
– |
5º |
|
F. BMW inglesa |
Motaworld |
2 |
– |
– |
– |
|
|
– |
3 |
20º |
|
|
F. BMW Ásia |
Eurásia |
19 |
2 |
3 |
3 |
|
|
12 |
231 |
3º |
|
| 2005 |
F. Ford Austrália |
Privateer |
3 |
– |
– |
– |
|
|
– |
74 |
8º |
História
Sorridente e simpático, o jovem australiano Daniel Ricciardo foi recebido na Fórmula 1, em 2011, como um dos maiores talentos surgidos na categoria até então. Alguns chegaram a apontá-lo como o substituto de Mark Webber, na Red Bull, em 2013, com possibilidades de se tornar um novo Sebastian Vettel e campeão mundial. O piloto parecia concordar com esse vaticínio, ao declarar nas primeiras entrevistas que quer ser “diferente dos outros” e “melhor que eles”. E se definiu como um piloto arrojado, que gosta de curvas de alta velocidade, dirige com delicadeza e não costuma errar.
Também disse que ao receber o convite da Hispania para ser seu piloto titular, sentiu-se como uma criança numa loja de doce. “Foi uma surpresa. Neste ano, esperava claramente pilotar só as sextas de manhã, pela Toro Rosso e fazer a World Séries, mas estou aqui mais cedo do que imaginava”. Disse ainda que depois de receber o telefonema do dirigente da Red Bull comunicando o acordo para a ida dele para a equipe espanhola, saiu andando pela casa toda, se beliscando e tentando acreditar no que acabara de ouvir. Chegar à Fórmula 1 era o que queria, havia muito tempo.
A convivência de Daniel com o automobilismo começou aos três anos de idade, quando era levado pela mãe, Graça, australiana, para ver pai, Joe Ricciardo, imigrante italiano que trabalhava com terraplenagem e era piloto amador, correr na Barbagallo Raceway, circuito localizado em Waneroo, a cerca de 50 quilômetros de ao norte de Perth, no oeste da Austrália.
Aos seis anos, começou a andar de kart, em Duncraig, subúrbio de Perth-Norte, onde nasceu, e aos nove passou a participar de competições locais. Aos 11 anos, ganhou o campeonato da divisão infantil do Waneroo Tiger Kart Club. Nesse período acompanhava também as corridas da Motogp, era fã de Valentino Rossi, e parecia interessado em correr de motos, apesar da oposição da mãe, que achava o esporte a motor muito perigoso e preferia que ele jogasse críquete ou futebol. Por insistência do pai, porém, continuou com o kart e, aos 15 anos já estava correndo em carros de Fórmula, com um Van-Diemen, 1989, fabricado na Inglaterra, a mesma marca do primeiro carro de corrida (modelo 1981) usado por Ayrton Senna.
Em 2005, foi o 8° colocado no campeonato da Fórmula Ford do oeste da Austrália, e, com outro Van-Diemen, modelo 1991, alugado, disputou duas das três provas do campeonato nacional, no circuito Sandown Raceway, em Melbourne, terminando em 16° e 17°. No ano seguinte, participou, em agosto, pela Motaworld Racing do campeonato britânico da Fórmula BMW, sendo 20° colocado; da Formula Renault 2.0 italiana, ficando em 6° lugar, e da Fórmula BMW da Ásia, na qual, correndo pela Eurásia Motorsport, com 2 vitórias; 12 pódios; 3 poles positions; 3 voltas mais rápidas e um total de 231 pontos, contra 272 e 290 dos dois primeiros, foi o 3° colocado. No final do ano, Ricciardo disputou a Formula BMW Final, pela Fortec Motosport, em Valência, na Espanha, e foi 5° colocado, a 14s7 do vencedor.
Daniel conta que no início corria por diversão e não levava a sério o automobilismo. Mas depois de ganhar a bolsa de 50 mil dólares da Formula BMW Ásia, percebeu que poderia viver das corridas e resolveu, contra a vontade do seu mentor, o ex-mecânico da F1, Brett Lupton, favorável à sua permanência na Austrália, ir para a Europa. Fixou-se na Itália e viveu um período difícil, solitário, e chegou a pensar em voltar para casa. Além da televisão, seu único divertimento eram as corridas.
Em 2007, Daniel Ricciardo se engajou na equipe italiana RP Motosport e passou a competir na Formula Renault 2.0. Inicialmente, de 1° de abril a 14 de outubro, participou da Formula Renault 2.0 da Itália, fazendo 196 pontos, em 14 corridas, com cinco 4°s, um 5° e um 6° lugares. Seu companheiro de equipe, Patrick Kronenberg, foi o 19° colocado, com apenas 31 pontos. Na última quinzena de outubro, correu as quatro últimas provas da Eurocopa da Fórmula Renault 2.0 (2 em Estoril e 2 em Barcelona), mas não conseguiu classificação em nenhuma delas.
Na mira da Red Bull, correndo pela escuderia francesa SG Formula, com um carro competitivo, o Tatuus FR2000, em 2008, Ricciardo foi campeão da Fórmula Renault 2.0 WEC (Copa do Oeste Europeu), disputada em 16 corridas, entre 23 de março e 19 de outubro. Teve 8 vitórias, 9 poles, 11 pódios, 7 voltas mais rápidas e um total de 192 pontos, contra 184 do segundo colocado. Só não conseguiu uma 9ª vitória porque na primeira prova da Itália, depois obter um lugar na primeira fila do grid, foi punido por uma irregularidade na asa traseira do carro e teve de largar da 24ª e última posição. Apesar disso, com um ritmo intenso e regularidade, acabou chegando em 6° lugar. Na corrida seguinte, foi jogado para fora da pista pelo francês Jean-Enric Vergne, mas herdou a vitória depois de o rival, da Red Bull Junior, que chegou na frente, ter sido punido por ter cortado uma chicane.
Simultaneamente, no período de 3 de maio a 19 de outubro, Ricciardo disputou a Eurocopa Formula Renault 2.0, com 14 corridas, em 7 paises. Terminou o campeonato em 2° lugar, com 6 vitórias, 6 poles e 136 pontos, 3 a menos que o campeão, o finlandês Walttery Bottas, que teve só 5 vitórias. Em meio a essa maratona, Ricciardo ainda teve tempo e disposição para participar de prova Fórmula 3 Euroséries, em Nurburgring, na Alemanha, nos dias 26 e 27 de julho. Na primeira etapa, no sábado, foi o 8° no grid e chegou no 6° lugar, porque os motores dos dois adversários da frente, James Jakes e Christian Vietoris, morreram no grid. No dia seguinte, foi apenas o 15°. No dia 10 de agosto, ele voltou a fazer uma experiência na categoria, disputando a prova da Fórmula 3 Masters, em Zolder, na Bélgica. Foi o 27° no grid e teve de abandonar a pista logo depois da largada.
Em 2009, já participando do programa de jovens pilotos da Red Bull, Ricciardo se dedicou à Formula 3, correndo pela Carlin Motosport, de Trevor Carlin, que de 2008 a 2010 foi bancada pela equipe da fábrica de energéticos. Com um Dallara 39, de motor Volkswagen, de 13 de abril a 20 de setembro, disputou Formula 3 britânica, participando de todas as 20 provas das 10 etapas, que incluíram, alem dos circuitos ingleses, pistas da Alemanha (Hockenheim), Bélgica (Spa) e Portugal (Portimão). Obteve 6 vitórias, seis poles e 12 pódios (8 consecutivos) e sagrou-se campeão com 275 pontos, 87 a mais do que o vice-campeão, o austríaco Walter Grübmuller.
No dia 1° de agosto, num intervalo da Formula 3 britânica, Ricciardo, ao lado de Charles Pic, pela equipe Tech 1 Racing, fez sua primeira experiência na Série Mundial da Renault 3,5. No autódromo internacional de Algarve, em Portugal, teve de abandonar a primeira bateria e na segunda ficou no 15° lugar.
No dia 22 de novembro, com a equipe Carlin, Ricciardo participou da 56º edição do GP de Macau da Fórmula 3, na sua primeira experiência num circuito de rua e, no caso, um trajeto desafiador, com retas rápidas, curvas estreitas e chicanes complicadas. Na primeira etapa de classificação, ficou na 5ª posição, com o tempo de 2m10s780, a 0,738. 5 do líder. Na bateria final de classificação, foi o 6° colocado, a 4s598 do pole position, o francês Jean-Karl Vernay. Na corrida, porém, não chegou a completar a primeira volta, por causa de num acidente que provocou e que envolveu outros sete pilotos. O vencedor da prova foi o italiano Edoardo Mortara, que viria a repetir o feito em 2010.
No dia 29 de outubro, Ricciardo anunciou a assinatura de contrato com a Tech 1, equipe pela qual fez sua primeira corrida da categoria, para disputar o campeonato da Formula 3, 5, em 2010. Todavia, depois de participar, nos dias 1° e 2 de dezembro, em Jerez de la Frontera, na Espanha, dos testes para jovens pilotos, dos quais foi o mais rápido, Ricciardo foi contratado como piloto de testes da Toro Rosso e, em 2010, passou a acumular o campeonato da Formula 3.5 e os treinos de sexta-feira da Fórmula 1.
Ricciardo começou bem o campeonato, obtendo a pole position nas duas primeiras etapas, no circuito de Aragon, em Alcañiz, na Espanha. Sob chuva e apesar da inexperiência na categoria, terminou em 3° no sábado e 2°, no domingo, assumindo a liderança. Em Spa Francorchamps, foi punido por prejudicar volta de classificação de outros pilotos, saiu em último e chegou em 13° na primeira etapa e 5°, na segunda, e ainda garantiu a segunda colocação na classificação geral, devido a punições aos concorrentes diretos, por violação da regras para o parque fechado, antes da corrida.
Em Mônaco, Ricciardo conquistou sua terceira pole position, com 3/10 de vantagem sobre o principal adversário, o monegasco Stefano Coletti, e a primeira vitória. Voltou a vencer em Hungaroring e Hockenheim e, com 6 poles e 3 vitórias em 12 corridas, era o mais sério candidato ao título. Em Silverstone, porém, a sorte começou a mudar. Na largada da primeira corrida, ele, que saia em 3°, ao tentar ultrapassar o pole position, Jon Lancaster, foi jogado por este para fora da pista, capotou e foi obrigado a abandonar. Na segunda prova inglesa, terminou em 2°, recuperou pontos, mas chegou ao circuito de Barcelona, para a rodada final, a três pontos atrás do líder, o russo Mikhail Aleshin. Na primeira etapa, Ricciardo saiu em 8°, fez a volta mais rápida e venceu a corrida, empatando a contagem em 128 pontos. Quem chegasse na frente na prova final, seria o campeão. Se os dois não completassem o percurso, Ricciardo seria o campeão, por ter uma vitória a mais. O australiano largou na 2ª posição do grid e caiu para 3°, mas manteve-se à frente de Aleshin (que largara em 5°) até faltarem duas voltas para o final. À essa altura, porém, cochilou e foi ultrapassado pelo rival, que chegou em 3° e conquistou o título de campeão da Formula Renault 3.5 de 2010, com dois pontos de vantagem (138 a 136).
O campeonato terminou no dia 29 de outubro e, duas semanas depois, Daniel Ricciardo fez o seu mais importante teste para a Fórmula 1, como único representante da Red Bull nos treinos para jovens pilotos, no circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi. Num desempenho surpreendente, dominou os treinos, fazendo um tempo 1s3 mais rápido do que o da pole position de Sebastien Vettel, três dias antes, na classificação para a última prova do campeonato da Fórmula 1.
O desempenho de Ricciardo na F3 e no teste, reforçou a esperança da Red Bull no seu futuro. Mas como tanto os seus pilotos como os da subsidiaria Toro Rosso estavam indo bem, para dar mais experiência ao jovem, a equipe inglesa conseguiu para ele uma vaga na Hispania Racing Team (HRT). Ele começou como piloto reserva, porém no meio do campeonato assumiu o lugar de Narain Karthikeyan e fez sua estreia no GP da Inglaterra, no dia 10 de julho.
Durante o restante da temporada de 2011, Ricciardo participou de 11 corridas e teve os seguintes resultados (grid-chegada): Inglaterra, 24-19; Alemanha, 23-19; Hungria, 22-18; Bélgica, 23-21; Itália, 23-16; Singapura, 23-19; Japão, 22-22; Coreia, 24-19; India, 23-18; Abu Dhabi, 20-21 e Brasil, 22-20.
Em 2012, Ricciardo participou de todas as 20 corridas da temporada, só teve um abandono (em Mônaco) e seus melhores resultados foram quatro 9ºs lugares (Austrália, Bélgica, Cingapura e Coreia). Foi 10º no Japão e nos Estados Unidos, somando 10 pontos e ocupando o 18º lugar na classificação final.
Depois de um ano e meio na Formula 1, não só não confirmou os prognósticos de que poderia chegar a ser campeão, e, para a maioria dos comentaristas, não se mostrou à altura de ocupar uma vaga em equipe de ponta da categoria. Surpreendentemente, porém, a Toro Rosso renovou o seu contrato para 2013 e, no final da temporada, a Red Bull o contratou para substituir Mark Webber, que deixava a F1. Adrian Newey, o projetista da Red Bull, explicou que a escuderia poderia ter escolhido um piloto mais experiente, mas decidiu dar oportunidade a um jovem promissor, para elevá-lo a num nível superior. Disse que a decisão o fez lembrar-se do tempo em que estava na Williams e precisavam escolher alguém para substituir Nigel Mansell. Poderiam ter escolhido Ricardo Patrese, mas preferiram um “jovem piloto chamado Damon Hill”, então piloto de teste.
De fato, Ricciardo mostrou, em 2013, algum progresso em relação ao campeonato anterior. Começou mal, com abandonos na Austrália e na Malásia, ambos por problemas no exaustor, mas recuperou-se na corrida da China. No circuito de Xangai, não só se classificou para a Q3 e largou em 7º, como conseguiu, na corrida, manter a posição, conquistando o melhor resultado da carreira, feito que viria a repetir na Itália. Além dessa, Ricciardo obteve mais 8 classificações na Q3, com um 5º lugar na Inglaterra e um 6º na Alemanha, mas nem sempre repetiu o desempenho na prova.
Em algumas corridas, fatores alheios à sua pilotagem foram responsáveis por isso: em Monte Carlo, retirou-se, depois de colisão com Romain Grosjean. Na Bélgica, foi punido e teve de partir da 19ª posição. Em Cingapura, é obrigado a abandonar, devido a incidente na pista. Na Coreia, abandonou por problemas nos freios. No Japão, um drive-through o impediu de terminar entre os primeiros. A partir da 4ª etapa do campeonato seus resultados (grid-final) foram os seguintes: Bahrein, 13-16; Espanha, 11-10; Mônaco, 12-n/c; Canadá, 11-15; Inglaterra, 5-8; Alemanha, 6-12; Hungria, 8-13; Bélgica, 19-10; Itália, 7-7; Cingapura, 9-n/c; Coreia, 12-19; Japão, 16-13; India, 11-10; Abu Dhabi, 9-16; Estados Unidos, 10-11, e Brasil, 7-10. Com 20 pontos, Daniel Ricciardo foi o 14º entre os pilotos, uma posição à frente do companheiro de equipe, Jean-Éric Vergne, que fez 13 pontos.
Depois dessa temporada até certo ponto decepcionante, Daniel Ricciardo mostrou, em 2014, que a Red Bull acertou na aposta. Para muitos comentaristas, Lewis Hamilton ganhou título, mas Ricciardo foi o melhor piloto do campeonato.
Daniel Johnson, do UK Telegraph o considerou o piloto de 2014: “Em sua primeira temporada com uma equipe de ponta, ele ganhou três corridas que deveriam ter sido da Mercedes e, absolutamente, bateu o atual tetracampeão. Suas ultrapassagens foram de tirar o fôlego”, escreveu.
Outro comentarista, diz: “Um campeão do mundo em formação, Ricciardo tem mostrado que é, ao mesmo tempo, extremamente talentoso e um dos caras mais legais do grid”. Outros analistas lembram que o fato de o chassis da Red Bull ser, no máximo, o terceiro do grid, torna mais notáveis os feitos do piloto australiano.
De fato, a campanha na temporada de 2014 fez Daniel Ricciardo merecedor de todos os elogios. Nas 19 corridas do campeonato, foi o único piloto a afrontar o domínio das Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, e não só uma vez; foram três: Canadá. Hungria e Bélgica. E, além disso, suplantou amplamente o companheiro de equipe, o tetra campeão Sebastian Vettel. Foi o 3º colocado na classificação final dos pilotos, com 238 pontos, enquanto o alemão.com 167 pontos, foi apenas o 5º, com uma diferença e 71 pontos.
Ricciardo começou a mostrar o seu potencial já na primeira corrida do campeonato, na Austrália. Foi o 2º no grid, atrás de Lewis Hamilton, e completou a prova também em 2º, apesar da pressão do estreante Kevin Magnussen, nas voltas finais. Quando ele cruzou a linha de chegada na segunda posição, a torcida foi ao delírio, pois pela primeira vez um piloto australiano subiria ao pódio “em casa”. Ele saiu do carro ovacionado, subiu uma escada imitando canguru e abraçou todo mundo da equipe com o sorriso que se tornou sua marca registrada. Algumas horas depois, porém, a direção da prova comunicou a desclassificação dele, por ter excedido o limite do fluxo de combustível. A Red Bull recorreu, mas o Tribunal Internacional de Recursos manteve a decisão.
Na Malásia, o australiano voltou a ter um domingo decepcionante, não por sua culpa, mas por causa do carro e da equipe. No terceiro pit stop, quando estava no 4º lugar, os mecânicos da Red Bull não fixaram corretamente o pneu dianteiro e ele teve de parar no fim da pit lane e voltar ao box para que a falha fosse corrigida. Com a perda de tempo, caiu para a 14ª posição, uma volta atrás dos lideres e quando iniciava uma corrida de recuperação sofreu outro contratempo. A asa dianteira quebrou e ele teve de parar para fazer a troca. Liberado em condições perigosas, foi punido com um sto&go e preferiu abandonar a corrida, depois de perder 10 posições do grid da prova seguinte. .
No Bahrein, mesmo tendo largado da 13ª posição, Ricciardo fez uma boa corrida, chegando em 4º, à frente de Vettel, que foi 6º, e marcou seus primeiros pontos. Na China, foi, de novo, melhor que o companheiro e repetiu o resultado. Na Espanha, Ricciardo saiu da 3ª posição, atrás de Hamilton e Rosberg e, na largada, resistiu à pressão de Valtteri Bottas. Na 15ª volta fez a primeira parada, continuou com pneus médios e caiu para o 9º lugar. Na 31ª, porém, já tinha recuperado o terceiro lugar, que sustentou até o fim, para conquistar o primeiro pódio da temporada. Em Mônaco, o australiano foi 3º no grid e no final tentou se aproveitar de um problema de Hamilton (alguma coisa entrou olho dele), mas não conseguiu passar, terminando na mesma posição, a os404 do inglês.
No Canadá, depois de largar da 6ª posição do grid, num resultado surpreendente, Daniel Ricciardo quebrou a hegemonia dos carros da Mercedes e venceu pela primeira vez na carreira. A primeira vitória do piloto australiano se desenhou na volta 68,quando ele passou por Nico Rosberg e se confirmou no início da última volta, quando foi agitada a bandeira amarela, por causa de um acidente entre Felipe Massa e Sérgio Perez. Ricciardo tornou-se o quarto australiano a ganhar um GP da F1, depois de Jack Brabham, Alan Jones e Mark Webber.
Na Áustria, os motores da Mercedes e da Ferrari voltaram a roncar mais alto e, diante deles, os dois pilotos da Red Bull, Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel, com os Renault, nada puderam fazer. Ricciardo, que largou em 4º, chegou no 8º lugar, atrás da Mercedes, Williams, Force India e até da Ferrari; Vettel teve sorte pior, sendo obrigado a deixar a pista por problemas eletrônicos na metade da corida. Na Inglaterra, numa corrida tumultuada, com paralisação de mais de uma hora, Ricciardo, que tinha largado da 8ª posição, se aproveitou da entrada do safety car para avançar e, após várias trocas de lugar, chegar em 3º. Na Alemanha, largando em 5º, depois de perder varias posições na largada, para desviar de Kevin Magnussen e Felipe Massa, que colidiram na frente ele, caiu para 15ª colocação no final da primeira volta. Todavia, beneficiado de novo pela entrada da safety car, ultrapassou vários adversários para chegar na mesma 5ª posição.
Na Hungria, depois de largar da 4ª posição, o australiano fez uma corrida perfeita. Recuperou-se atraso provocado pelo safety car, que juntou todos os carros, assumiu a liderança na volta 15 e a partir daí alternou-se na ponta com Lewis Hamilton e Fernando Alonso. Na antepenúltima das 70 voltas, passou pelo inglês e depois pelo espanhol, para conquistar a sua segunda vitória no campeonato e na F1 e firmar-se na terceira colocação entre os pilotos. Na corrida seguinte, na Bélgica, foi um choque entre os dois pilotos da Mercedes, Nico Rosberg e Lewis Hamilton, com o abandono do inglês e problemas técnicos do alemão, que deu chance a Ricciardo para obter a segunda vitória consecutiva. O australiano largou da 5ª posição e depois da primeira parada, na 12ª volta, tomou a liderança de Valtteri Bottas na 13ª e a manteve até cruzar a linha de chegada. Depois de sair do carro, foi carregado nos ombros pela equipe.
Na Itália, Ricciardo não largou bem, por falta de tração, foi superado por Sebastian Vettel, mas se recuperou durante a corrida e chegou em 5º. E, sorridente, como sempre, explicou que, mesmo que tivesse largado bem, não conseguiria um resultado melhor, devido aos problemas do carro. Em Cingapura, Ricciardo largou da 2ª posição, mas na freada da curva foi ultrapassado por Sebastian Vettel e comboiou o companheiro até o final. A sua esperança de reassumir o 2º lugar se dissiparam quando, no meio da corrida, recebeu aviso da equipe que seus pneus dianteiros estavam muito aquecidos e ele deveria longe do vácuo. No Japão, onde soube que Vettel deixaria a Red Bull, sendo substituído por Daniil Kvyat, o australiano chegou no 4º lugar, de novo atrás do alemão, depois de sair da 6ª posição do grid. Na volta 16, ele passou por Massa e na 17ª, por Bottas. Na volta 40, no grampo, passou por Button, levou um X do inglês, porém na volta seguinte tornou a ultrapassar Button, para garantir o 4º lugar. A partir do GP da Rússia, Ricciardo passou a exigir tratamento diferenciado da Red Bull, porque estava em 3º entre os pilotos e Vettel, que estava deixando a equipe, já não tinha chances, mas não foi atendido. Em Sochi, na pista molhada, foi apenas o 7º no grid. Na corrida, chegou a ser ultrapassado por Vettel, porém, antecipando o primeiro pit stop, recuperou a posição e terminou mesmo em 7º.
Nos Estados Unidos, onde foi anunciada renovação do seu contrato, 5º no grid, o piloto australiano largou muito mal e caiu para o 9° lugar. Antes da primeira curva, porém, conseguiu recuperar várias posições e acabou cruzando a linha de chegada em 3º. No Brasil, Ricciardo foi mal na última etapa da classificação,sendo apenas o 9º no grid e na corrida não teve melhor sorte. A quebra da suspensão o obrigou a deixar a pista na volta 38; A compensação para o mau fim de semana foi a garantia do 3º lugar na classificação dos pilotos. Em Abu Dhabi, depois ter sido, assim como Sebastian Vettel, excluído da classificação e obrigado a largar da pit lane, por causa de irregularidade na asa dianteira do carro da Red Bull, Ricciardo fez uma boa corrida de recuperação terminou no 4º lugar.
Embora nunca tenha tirado do rosto o sorriso largo que é a sua marca como um dos pilotos mais simpáticos da Fórmula1, Daniel Ricciardo não repetiu, em 2015, a performance do ano anterior. Não só por causa da sua atuação, mas também, e principalmente, pelo baixo rendimento do motor da Renault, que equipava os carros da Red Bull. O chassi da equipe austríaca, projetado por Rob Marshall, também não apresentou o mesmo equilíbrio dos modelos anteriores, concebidos por Adrian Newey.
Ricciardo começou bem, marcando pontos em oito das dez primeiras corridas, mas na, segunda metade do campeonato passou a ser superado pelo seu jovem companheiro de equipe, o russo Daniil Kvyat. O excesso de punições por troca de motores de combustão interna (foram oito, quatro a mais do que o permitido) e de sistemas de recuperação de energia cinética (MGU-K) e energia térmica (MGU-H) também contribuíram para a má colocação final no campeonato. Ricciardo, que no ano anterior tinha sido o terceiro colocado, atrás apenas de Hamilton e Rosberg, acabou na 8ª colocação, com 92 pontos, três a menos do que o companheiro Daniil Kvyat, 7º colocado.
Na estreia, na Austrália, Ricciardo manteve o 6º lugar da largada até o final, que garantiu depois de ultrapassar Carlos Sainz que o havia tomado, e não conseguir se aproximar o suficiente para passar por Felipe Nasr. Depois da corida, lamentou a ausência do companheiro Daniil Kvyat, proibido de correr, por causa de um problema na coluna. E reclamou da falta de confiabilidade e potência do motor. Na Malásia, o australiano teve a sua primeira frustração. Largou em 4º e tinha esperança de subir de colocação, mas, logo na primeira volta, tomou um toque que influiu em toda a sua corrida. Demorou para ultrapassar outros carros, por falta de velocidade e problema nos freios e acabou na 10º colocação. Na China, o anti-stall não funcionou na largada, ele teve problemas com o motor e isso definiu a sua corrida. Depois de enfrentar dificuldades no tráfego e não conseguir passar pelo companheiro Kvyat, caiu da 7ª posição do grid para o 9º lugar na prova. No Bahrein, o desempenho de Ricciardo foi melhor, subido do 7º para o 6º lugar, mas o final da corrida foi espetacular. Seu motor estourou no final da reta e ele cruzou a linha cobrindo a pista de fumaça. Na Espanha, depois de outro fim de semana difícil e problemas constantes com as suas unidades de energia de fraca potência da Renault, a Red Bull repetiu ameaças expressas no início da temporada de sair do esporte. Seu conselheiro de automobilismo, Helmut Marko, teria dito:”Se não tivermos um motor competitivo em um futuro próximo, ou a Audi chega ou estamos fora”. Ricciardo, porém, terminou a corrida mais otimista. Após largar em 10º, terminou a prova em 7º, dizendo que foi tudo que pode tirar do carro, pois algumas atualizações não funcionaram, mas teve algumas partes da corrida encorajadoras. Em Mônaco, Ricciardo foi o 4º no grid e nas últimas voltas tentou se aproximar de Hamilton e Vettel, segundo e terceiro, para tentar um lugar no pódio. Nessa tentativa, teve até a ajuda de Kvyat, que lhe devolveu a 4ª posição, que tinha tomado dele na largada. Na última volta, quando a equipe sentiu que ele não conseguiria ultrapassar Hamilton, determinou que devolvesse o lugar ao companheiro. Durante essa fase, na 74º das 78, fez a volta mais rápida da prova. 1m18s063, para chegar em 5º. No Canadá, um na depois de sua vitória em Montreal, Ricciardo se frustrou com o péssimo rendimento do carro e o 13º lugar na classificação final. “Eu pensei que o pior já havia passado por nós, mas este fim de semana foi de longe o nosso pior do ano,” falou Ricciardo à TV Sky Sports F1. Na Áustria, o australiano começou mal o fim de semana, sofrendo a perda de 10 posições no grid, por exceder o número permitido de troca do motor de combustão interna. Largou da 18º posição, mas, com o um carro equilibrado e boa administração dos pneus, chegou em 10º. Na Inglaterra, Ricciardo, no final do grid, bateu em Romain Grosjean, na 3ª volta, e continuou na pista, mas na volta 23 teve de abandonar a corrida, por problemas elétricos. Na Hungria, a Red Bull surpreendeu, colocando seus dois pilotos no pódio, com Kvyat em segundo, atrás de outra surpresa, Sebastian Vettel.Os dois pilotos da Mercedes ficaram para trás, com Hamilton em 6º e Rosberg em 8º. Ricciardo diz ter forçado ao máximo quando estava com pneus macios novos e teria até a chance de vencer, se não tivesse tocado em Nico Rosberg. Os dois carros tiveram que ir aos boxes, para reparos e Riccardo saiu na frente, em terceiro, mas já sem condições de alcançar os dois primeiros. Em Spa, na Bélgica, Ricciardo fez uma boa largada, e pulou do 5º para o 3º lugar, mas, de repente, já na volta 19, o motor perdeu a potência e tudo apagou, inclusive o painel, com certeza, devido a um problema elétrico, e ele teve de abandonar a corrida.Na Itália, Ricciardo recebeu a inédita punição de perda de 50 posições, devido a troca do sexto motor. Mas, mesmo tendo largado das 19ª posição, ainda chegou na zona de pontuação, no 8º lugar, depois de ganhar a disputa com o companheiro Daniil Kvyat pelo 10º lugar e, na última volta, ter ultrapassado Marcus Ericsson. Em Cingapura, 2º no grid, Ricciardo teve sua melhor chance de ganhar uma corrida, mas foi prejudicado por ser obrigado a fazer duas paradas, durante a entrada do safety car. Isso afetou a sua corrida, impedindo-o de alcançar Sebastian Vettel. No Japão, largando em 7º, teve um pneu furado e o assoalho danificado, logo na largada, ao bater em Felipe Massa, quando tentava passar entre o brasileiro e Kimi Raikkonen. Foi para o fim do pelotão e chegou a ultrapassar alguns carros, mas acabou mesmo no 15º lugar. Na Rússia, com problemas na suspensão, deixou a corrida na 47ª das 51 voltas, quando parecei ter chances de fazer muitos pontos. No início da corida nos Estados Unidos, os dois carros da Red Bull travaram um bom duelo com a dupla da Mercedes, com Ricciardo em 3º e Kvyat em 4º. Na volta 15, o australiano disputou a liderança com Hamilton e após a primeira bateria de pit stops liderava a corrida à frente de Rosberg, Kvyat e Hamilton, Nas voltas 22 e 23, porém os dois pilotos da Red Bull foram ultrapassados pelos da Mercedes, Na volta 42, Ricciardo e Nico Hulkenberg se tocaram, o alemão teve de deixar a pista e o australiano continuou, mas tendo de se contentar com o 10° lugar. Ricciardo considerou frustrante a corrida no Autódromo Hermanos Rodriguez, no México, insatisfeito, principalmente com escolha dos pneus.Lamentou não ter sido tão rápido e ultrapassado antes as Williams, o que só aconteceu na volta 53,quando, em disputa com Felipe Massa, retomou o 5º lugar de onde tinha largado. No Brasil, Ricciardo perdeu 10 posições no grid, por nova troca de pneus, caindo para o 19º lugar do grid. Nas primeiras voltas, ganhou algumas posições e quando fez a primeira troca, a vida útil dos pneus não foi a esperada, então ainda teve de fazer três paradas.Embora tenha andado no mesmo ritmo dos carros ao seu lado, a punição impediu uma recuperação maior e ele conseguiu no máximo chegar ao 11º lugar. Em Abu Dhabi, Ricciardo tentou se firmar na 5ª posição da qual largou, mas não pode segurar Sebastian Vettel e terminou no 6º lugar.
Conforme historia a Wikipédia, em uma Red Bull muito mais competitiva, Ricciardo começou bem a temporada de 2016, terminando em 4º na Austrália, onde fez a volta mais rápida, e no Bahrein, mesmo depois de colidir com Valtteri Bottas, e liderando o Grande Prêmio da China, antes de sofrer um estouro de pneus e terminar em 4º novamente. Após ser o 11º na Rússia, Ricciardo foi o 3º no grid do Grande Prêmio de Espanha e, depois que os dois carros Mercedes de Lewis Hamilton e Nico Rosberg saíram ainda na primeira volta, ele liderou as primeiras etapas da corrida. Com estratégia de três paradas e um novo estouro de pneus no final, acabou, pela quarta vez, em 4º lugar, atrás do companheiro de equipe Max Verstappen, Kimi Raikkonen e Sebastian Vettel. Em Mônaco, Ricciardo marcou sua primeira pole position e liderou as primeiras voltas com pista molhada da corrida. No entanto, depois de um pit stop muito longo, em que sua equipe levou quase 40 segundos para trocar um conjunto de pneus, terminou em 2º. Depois de dois 7ºs lugares no Canadá e Baku, no GP da Europa; do 5º, na Áustria, e do 4º lugar na Inglaterra, Ricciardo voltou ao pódio na Hungria, onde foi 3º colocado. Na Alemanha, depois de conquistar o 2º lugar do pódio, em seguida a Lewis Hamilton, celebrou a colocação bebendo champagne na sapatilha, comemoração tradicional australiana chamada “shoey”. Ele repetiu o gesto na Bélgica, após conquistar, de novo a segunda colocação, atrás de Nico Rosberg. Na Itália, o australiano foi o 5º colocado, mas na corrida seguinte, em Cingapura, largou da segunda posição do grid, tentou e não conseguiu ultrapassar Nico Rosberg na largada e também apertou o alemão, mas não pode alcançá-lo no final, terminando na mesma posição. Em Sepang, na Malásia, numa corrida empolgante, cheia de lances inesperados, Daniel Ricciardo obteve a 4ª vitória da carreira. Primeiro, um choque entre Vettel e Rosberg tirou o piloto da Ferrari da corrida e jogou o outro alemão para as últimas posições. Depois, um surpreendente estouro do motor alijou também Hamilton da pista e abriu caminho para a vitória de Ricciardo, seguido do jovem Max Verstappen. No Japão, Ricciardo largou e chegou em 6º, mas nas duas corridas seguintes, nos Estados Unidos e México voltou a subir ao pódio, com o 3º lugar nas duas ocasiões. Esses resultados lhe garantiram a 3ª colocação na classificação final dos pilotos, com 256 pontos, embora não tenha pontuado no Brasil, onde foi 8º, e em Abu Dhabi, 5º colocado.
Depois do campeonato, Ricciardo declarou que a de 2016 foi a sua melhor temporada na F1, embora tenha vencido apenas uma vez, enquanto em 2014 ganhou três corridas. Ele disse ter ficado satisfeito coma forma como respondeu a desafios de alta pressão, principalmente contra seu novo companheiro de equipe, Max Verstappen.
(a sequência da carreira de Daniel Ricciardo em tradução da wikipedia.com)
Na corrida de abertura da temporada de 2017, Ricciardo se classificou em 10º na Austrália, depois de bater na barreira de pneus na Q3 e sofrer uma penalidade de grid de cinco lugares, devido a mudança não programada da caixa de câmbio como resultado do acidente. Um problema no sensor da caixa de câmbio o impediu de dar a largada e quando começou, duas voltas depois, um problema repentino de pressão de combustível encerrou sua corrida, após 25 voltas.
Ele ganhou seu quinto Grande Prêmio no Azerbaijão, após se classificar em 10º. Terminou no pódio cinco vezes consecutivas entre Espanha e Áustria e, em seguida, três vezes consecutivas entre Cingapura e Japão. Apesar de ter mantido o quarto lugar no campeonato de pilotos durante grande parte da temporada, desistências em três das últimas quatro corridas (incluindo a corrida final em Abu Dhabi) o fizeram cair para o quinto lugar no campeonato, cinco pontos atrás de Kimi Räikkönen.
Ricciardo começou a temporada de 2018 com um quarto lugar na Austrália, após partir de oitavo no grid, devido a uma penalidade de três lugares por excesso de velocidade sob bandeira vermelha. No Bahrein, abandonou por uma falha elétrica na segunda volta. O resultado no Grande Prêmio da China foi muito melhor, obtendo uma vitória por quase nove segundos, após largar em sexto no grid. No Grande Prêmio do Azerbaijão, Ricciardo lutou pelo quarto lugar com o companheiro de equipe Max Verstappen na segunda metade da corrida, mas sua asa dianteira teve forte contato com a traseira de seu companheiro de equipe, e o incidente fez com que ambos os pilotos se retirassem. No Grande Prêmio da Espanha, Ricciardo terminou no quinto lugar e bateu duas vezes o recorde da pista, depois de rodar sob o safety car virtual. No Grande Prêmio de Mônaco, Ricciardo e Verstappen foram considerados os favoritos para vencer a corrida devido ao chassi superior e à força descendente de seus carros. Ricciardo liderou todas as três sessões de treinos antes da qualificação, quebrando o recorde de volta em cada sessão. Na corrida, segurou a Ferrari de Sebastian Vettel, para obter sua primeira vitória no Grande Prêmio de Mônaco e sua primeira vitória em um Grande Prêmio saindo da pole position, apesar de ter que administrar uma perda de potência devido a um problema no MGU-K durante todo a corrida. Mais tarde, completou o maior número de abandonos na temporada de 2018, com 8 no total. Ele conseguiu quatro voltas mais rápidas na Austrália, China, Espanha e Hungria e terminou a temporada em sexto no Campeonato Mundial de Pilotos, com 170 pontos.
Em 3 de agosto de 2018, foi anunciado que Ricciardo havia assinado um contrato para dirigir pela Renault em 2019 e 2020. O companheiro de equipe na temporada de 2019 foi Nico Hülkenberg.
O australiano teve um péssimo começo de temporada, com abandonos nas duas primeiras corridas, por danos na asa dianteira, na Austrália, e falha de energia, no Bahrein. Seguiu-se um 7º lugar na China. No Azerbaijão, bateu em Daniil Kvyat, numa tentativa de ultrapassagem, causando danos a ambos os pilotos e o terceiro abandono dele em quatro corridas. Em seguida, Ricciardo foi 12º na Espanha; 6º no Canadá; 11º na França, 12º na Áustria; 7º na Inglaterra. Abandonou corrida na Alemanha, por falha do escapamento.
Depois disso, Ricciardo foi 14º na Hungria e Bélgica e no Grande Prêmio da Itália terminou em 4º lugar, seu melhor resultado do ano. O companheiro de equipe, Hülkenberg, terminou em 5º, contribuindo para o melhor resultado da Renault desde que a equipe voltou ao esporte, em 2016. Em Cingapura foi 14ª e na Rússia, se envolveu em uma colisão na primeira volta, levando-o a mais um abandono. No Japão, foi classificado em 6º, antes de ambos os carros da Renault serem desqualificados por usarem ajudas ilegais. O desempenho de Ricciardo melhorou muito nas três corridas seguintes, com o 8º lugar no México e 6º nos Estados Unidos e no Brasil, mas voltou a decepcionar em Abu Dhabi, onde foi 11º.
Ricciardo terminou uma temporada relativamente decepcionante para a Renault em 9º no campeonato, com 54 pontos, 17 pontos à frente do companheiro Nico Hulkenberg, o 14º.
Ricciardo teve um novo companheiro de equipe para a temporada de 2020, com Hülkenberg substituído por Esteban Ocon. Ele começou a temporada com um abandono no Grande Prêmio da Áustria. Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Estíria, corria na 6ª colocação a 2 voltas do fim, quando Lance Stroll, numa tentativa de ultrapassagem o obrigou a sair pela área de escape, caindo para o 8º lugar, depois de uma disputa com o mesmo Stroll e Sergio Perez. Na Hungria, Ricciardo qualificou-se em 11º e terminou de novo no 8º lugar. No Grande Prêmio da Inglaterra, terminou em 4º lugar, igualando seu melhor resultado para a Renault. Ele corria na 6ª colocação antes de punições a Carlos Sainz Jr. e Valtteri Bottas o elevaram à 4ª posição e perdeu seu primeiro pódio em 2 anos, para Charles Leclerc para por apenas 1,2 segundos.
No Grande Prêmio de 70 anos, Ricciardo se classificou em 5º, mas uma rodada no meio da corrida o rebaixou ao 14º lugar. Na Espanha, qualificou-se em 13º e terminou em 11º. Nas 11 corridas seguintes, até o final do campeonato, o australiano da Renault esteve na zona de pontuação: na Bélgica, foi 4º e fez a volta mais rápida; na Itália, se classificou em 7º e terminou em 6º; na Toscana, se classificou em 8º e corria em 3º na maior parte da corrida, mas Alex Albon, da Red Bull, ultrapassou e ele teve de se contentar com o 4º lugar.
No Grande Prêmio da Rússia, Ricciardo foi o mais rápido na Q2, mas só conseguiu se classificar em 5º. Na corrida, também terminou em 5º, apesar de uma penalidade de 5 segundos. No Grande Prêmio de Eifel, se classificou em 6º antes de marcar, com o 3º lugar, o primeiro pódio da equipe desde o Grande Prêmio da Malásia de 2011. Foi também o primeiro pódio de Ricciardo desde que ingressou na Renault, e o primeiro desde o Grande Prêmio de Mônaco de 2018. Na corrida seguinte, o Grande Prémio de Portugal, largou em 10º, depois de sofrer uma queda no final da Q2, danificando a asa traseira, e na corrida terminou em 9º.
Ricciardo subiu ao pódio pela segunda vez com a Renault no Grande Prêmio da Emília-Romagna. Largando de 5º no grid, ultrapassou Pierre Gasly na primeira volta, antes de ser ultrapassado por Pérez, depois de ficar preso atrás do tráfego. No entanto, uma falha de pneu e o abandono do ex-companheiro de equipe Max Verstappen e um erro de estratégia da equipe de Pérez, da Racing Point, permitiram-lhe terminar no terceiro lugar. No Grande Prêmio do Bahrein, largou em 6º e ultrapassou Valtteri Bottas na primeira volta. No entanto, após uma bandeira vermelha, teve uma segunda largada ruim e acabou no 7º lugar.
No Grande Prêmio de Sakhir, Ricciardo teve a chance de um pódio, depois que Charles Leclerc, Max Verstappen e Sergio Pérez colidiram na primeira volta da corrida, mas um segundo pit stop mal calculado fez com que fosse ultrapassado, terminando a corrida em 5º. Em sua última corrida pela Renault, no Grande Prêmio de Abu Dhabi, Ricciardo só conseguiu o 12º lugar no grid, mas uma boa primeira passagem permitiu que ele saísse dos boxes em 7º lugar. Na volta final, conseguiu a volta mais rápida da corrida.
Daniel Ricciardo terminou o campeonato no 5º lugar, com 119 pontos, 6 pontos atrás de Sergio Pérez, quarto colocado, mas bem à frente do companheiro Esteban Ocon, 12º, com 62 pontos.
Após dois anos na Renault F1 Team, Ricciardo se juntou à McLaren para o Campeonato de 2021, como substituto de Carlos Sainz Jr., que assinou um contrato de vários anos com a Ferrari. Ele fez parceria com Lando Norris, também contratado pela equipe.
Em sua primeira corrida, na Austrália, foi o 5º no grid e cruzou a linha de chegada em 4º. No Grande Prêmio do Bahrein, começou a corrida em 6º. Na quarta volta, foi atropelado por Pierre Gasly e sofreu danos no chão de seu carro, com perda de uma quantidade considerável de downforce. Apesar da perda de desempenho, foi capaz de terminar em 7º.
Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Emília-Romagna, ele se qualificou em 6º lugar na segunda corrida consecutiva e mais uma vez à frente de seu companheiro de equipe. Subiu para 5º na primeira volta, mas depois não conseguiu acompanhar o ritmo dos quatro primeiros carros no molhado. Foi obrigado a deixar Norris passar e acabou na mesma posição que começou, depois de uma corrida difícil, onde teve um lento pit stop.
No Grande Prêmio de Portugal, Ricciardo largou em 16º, após ser eliminado na Q1, mas se recuperou para chegar em 9º na corrida. No Grande Prêmio da Espanha, qualificou-se em sétimo e subiu para o quinto lugar na volta de abertura. Defendeu a posição diante de Sergio Pérez até a volta 45, quando o mexicano conseguiu ultrapassá-lo na curva 1. Terminou em 6º, na primeira vez na que chegou à frente de Norris.
Na rodada seguinte da temporada, o Grande Prêmio de Mônaco, Ricciardo foi eliminado na Q2 e terminou em 12º, depois de ser ultrapassado por seu companheiro de equipe, que, com o terceiro lugar, terminou no pódio. No Azerbaijão, o australiano começou a corrida em 13º, mas foi subiu à zona de pontuação, terminando na 9ª colocação. No Grande Prêmio da França, Ricciardo chegou em 6º, depois de perder posição para seu companheiro de equipe, como resultado de problemas de tráfego durante seu pit stop.
Ricciardo qualificou-se em 13º no Grande Prêmio da Estíria e subiu para a 8ª posição na primeira volta. Na 7ª volta, sofreu uma perda de potência e caiu para 14º. O resto da corrida foi comprometido por essa falta de potência e pelos pneus excessivamente gastos. Acabou na mesma posição de partida.
No Grande Prêmio da Áustria, Ricciardo terminou em 7º, depois de partir de 13º. No Grande Prêmio da Inglaterra, se qualificou na 7ª colocação, atrás de seu companheiro de equipe, e terminou o sprint no 6º lugar, após uma ultrapassagem sobre Fernando Alonso nos estágios finais. Na corrida longa, se beneficiou do abandono de Max Verstappen para terminar no 5º lugar. Esse foi seu primeiro resultado entre os 5 primeiros na McLaren.
Na última corrida antes das férias de verão, o Grande Prêmio da Hungria, Ricciardo se qualificou em 11º, porém um início caótico, com 7 carros eliminados, subiu para o 2º lugar na primeira curva. Todavia, devido a uma colisão que provocou danos significativos no carro, terminou a corrida em 11º.
No retorno das férias de verão, Ricciardo qualificou-se em 4º para o Grande Prémio da Bélgica, à frente do seu companheiro de equipe, que não participou da Q3. A corrida foi atrasada várias vezes devido à chuva torrencial e foi suspensa após 4 voltas. O resultado final foi o obtido na qualificação e, com isso, Ricciardo foi classificado em 4º e marcou 6 pontos.
No fim de semana seguinte, no Grande Prêmio da Holanda, Ricciardo se classificou em 10º, mais uma vez à frente de seu companheiro. Na corrida, por ordem da equipe, na última volta, cedeu a posição a Lando Norris, que usava pneus mais frescos. Terminou em 11º.
Na Itália, Ricciardo se classificou para o sprint em 5º, a 6 segundos de Norris. Na corrida de velocidade, no sábado, ganhou 2 posições na volta de abertura, para terminar na 3ª posição, ganhando 1 ponto de bonificação. Devido a uma penalidade da grid sofrida por Valtteri Bottas, ele começou a prova de domingo na primeira linha, na terceira corrida consecutiva em que superou seu companheiro de equipe. Ricciardo teve uma largada melhor do que o pole Max Verstappen e assumiu a liderança na curva 1. Ele segurou Verstappen por 21 voltas, sobreviveu a uma relargada do safety car e à pressão tardia de Norris, para conquistar sua primeira vitória na McLaren, ao mesmo tempo em que estabelecia a volta mais rápida. Essa também foi a primeira vitória da equipe desde o Grande Prêmio do Brasil de 2012 e sua primeira vitória em dobradinha, desde o Grande Prêmio do Canadá de 2010.
No Grande Prêmio da Rússia, Ricciardo se classificou em quinto lugar no grid, atrás de Lando Norris, que foi pole position. Uma chuva nas últimas voltas o fez colocar pneus intermediários e chegar ao 4º lugar, apesar de um início ruim e um lento pit stop no início da corrida.
No Grande Prêmio da Turquia, Ricciardo foi eliminado na Q1, sofreu uma penalidade por troca de componentes do motor, largando no final do grid. Durante a corrida, conseguiu progredir até o 13º lugar.
No Grande Prêmio dos Estados Unidos, Ricciardo se classificou em 7º, à frente de Norris, que foi 8º. Ele foi promovido ao 6º lugar do grid, beneficiado por uma penalidade do grid para Valtteri Bottas, e ultrapassou Sainz na primeira volta, após uma batalha entre ele, Sainz e Norris. Conseguiu segurar o 5º lugar, defendendo-se de Sainz e ajudou a McLaren a marcar pontos cruciais na batalha com a Ferrari pelo terceiro lugar no Campeonato de Construtores. Norris terminou em 8º.
No Grande Prêmio da Cidade do México, Ricciardo se classificou em 7º lugar, entre as duas Ferrari. Norris largou em último, com uma penalidade no motor. Ele fez uma largada emocionante e na curva 1 já estava ao lado de Sergio Pérez disputando o 4º lugar, quando travou, fez contato com Valtteri Bottas e sofreu danos na asa dianteira. Depois de um pit stop, caiu para o último lugar e só conseguiu se recuperar para ser o 12º, enquanto o companheiro Norris foi capaz de sair do final da grid para terminar no 10º lugar.
No Grande Prêmio de São Paulo, Ricciardo correu em 8º lugar e disputou o 7º lugar com Pierre Gasly antes de ser obrigado a deixar a pista com um problema de potência, no seu primeiro abandono da temporada. No Grande Prêmio do Catar, Ricciardo foi eliminado na Q2, qualificando-se em 14º, e na corrida, por problemas no combustível, conseguiu chegar só ao 12º lugar
Ricciardo conseguiu encerrar a sequência de maus resultados na penúltima corrida, na Arábia Saudita. Apesar de ter sido eliminado na Q2, classificado em 11º lugar, se beneficiou de um bom ritmo e de um pit stop durante as bandeiras vermelhas para ganhar posições. Ele correu em 4º, após a segunda bandeira vermelha, desafiando Esteban Ocon pelo pódio, antes de perder a posição para o terceiro colocado Valtteri Bottas e se contentar com o quinto lugar. Na última corrida da temporada, em Abu Dhabi, Ricciardo conseguiu se classificar na 10ª colocação e terminou em 12º, atropelado por Fernando Alonso e Pierre Gasly depois de um safety car virtual.
Daniel Ricciardo terminou a temporada em 8º lugar na classificação de pilotos, com 115 pontos, tendo conquistado apenas um pódio e a vitória em Monza. Lando Norris foi 6º, com 160 pontos.
Ricciardo perdeu o último dia do teste de pré-temporada de 2022, no Bahrein, devido a um teste positivo de COVID-19 em 11 de março, mas foi liberado do isolamento a tempo da corrida de abertura da temporada, em 20 de março.
Nessa corrida de abertura, o Grande Prêmio do Bahrain, o australiano se classificou em 18º e terminou a corrida em 14º, à frente de seu companheiro de equipe Lando Norris, 5º, devido e três abandonos de pilotos.
No Grande Prêmio da Arábia Saudita, Ricciardo se classificou em 12º e rodava em 9º quando provocou um safety car virtual na volta 35, depois que sua McLaren parou na saída do pit lane devido a uma falha no motor.
No Grande Prêmio da Austrália, Ricciardo conseguiu se classificar em 7º lugar e terminou em 6º lugar Norris.
No Grande Prêmio de Emília-Romagna, Ricciardo se classificou em 6º lugar para o sprint e manteve a colocação para a corrida. Durante a primeira volta da corrida, colidiu com Carlos Sainz Jr., causando o abandono do espanhol e danificando a asa dianteira de seu carro. Ricciardo terminou em último lugar, Norris terminou no pódio com o 3º lugar.
No Grande Prêmio de Miami, Ricciardo se classificou em 14º e terminou a corrida em 13º lugar, depois que seu companheiro de equipe se aposentou. Depois de chegar ao Q3 e se classificar em nono para o Grande Prêmio da Espanha de 2022, Ricciardo não conseguiu marcar pontos e terminou em décimo segundo. Na preparação para o Grande Prêmio de Mônaco, foi criticado por seu desempenho no início da temporada em relação ao companheiro de equipe Lando Norris, pelo CEO da McLaren Racing, Zak Brown, em entrevista à Sky Sports F1. Brown afirmou que os resultados ruins de Ricciardo no início da temporada “não atingiram ou expectativas.”
O australiano não conseguiu marcar pontos no Grande Prêmio do Canadá e no Grande Prêmio da Inglaterra se classificou em 14º e só conseguiu terminar a corrida uma posição acima, em 13º, reclamando da falta de aderência. Depois de dois nonos lugares na Áustria e França. Ricciardo terminou o Grande Prêmio da Hungria em 15º, tendo recebido uma penalidade de 5 segundos por colidir com Lance Stroll durante a corrida.
Em agosto de 2022, McLaren e Ricciardo rescindiram contrato um ano antes, por mútuo acordo. Após a qualificação do Grande Prêmio do Japão, Ricciardo anunciou que não estaria no grid para a temporada de Fórmula 1 de 2023.
Graças a uma segunda metade da temporada mais forte, marcando pontos em três das últimas seis corridas, Ricciardo conseguiu terminar a temporada na 11ª posição no Campeonato de Pilotos, embora a McLaren terminasse atrás da Alpine no Campeonato de Construtores. Apesar da melhora no final da temporada, Ricciardo ainda terminou o campeonato de 2022 em 11º, com uma desvantagem de 85 pontos (122 a 37) para o companheiro de equipe Norris, que terminou em sétimo no Campeonato de Pilotos.
No final da temporada, Ricciardo firmou contrato para ser piloto reserva da Red Bull;