Perfil
| Nome | Alexander Albon Ansusinha |
| Nascimento | 23 de março de 1996 |
| Local | Londres |
| Nacionalidade | tailandês |
| Pai | Nigel Albon |
| Altura | 1,86 |
| Peso | 74 |
| Estado civil | solteiro |
| Hobbies | animais e desenho |
| Ídolo | Michael Schumacher |
| Equipes | Toro Rosso/AlphaTauri |
| Carro | STR 14 |
| Número | 23 |
Carreira
| Estreia GP da Austrália 2019 – Toro Rosso |
| Corridas 144 |
| Pontos 318 |
| Pódio 2 |
| Não correu 1 |
| Voltas 1 |
| Abandonos 28 |
Fórmula 1
| Ano | Equipe | Corridas | Vitórias | Poles | Volta | Abandonos | Não correu | Pódios | Pontos | Posição | ||
| 2026 | Williams | 17 | 4 | 1 | 5 | 19º | ||||||
| 2025 | Williams | 24 | 1 | 4 | 73 | 8º | ||||||
| 2024 | Williams | 24 | 6 | 1 | 12 | 16º | ||||||
| 2023 | Williams | 22 | 4 | 27 | 13º | |||||||
| 2022 | Williams | 21 | 4 | 1 | 4 | 19º | ||||||
| 2020 | Red Bull | 17 | 1 | 1 | 105 | 7° | ||||||
| 2019 | Toro Rosso Red Bull | 21 | 0 | 0 | 0 | 1 | 0 | 92 | 8º |
Carreira
| Ano | Categoria | Equipe | Pontos | Posição |
| 2018 | Fórmula 2 | DAMS | 40 | 6º |
| 2017 | Fórmula 2 | ART | 66 | 10º |
| 2016 | GP3 | ART | 177 | 2º |
| 2015 | F3 Masters | Hitch GP | 5º | |
| F3 Europa | Signature | 187 | 7º | |
| GP Macau | Signature | 13º | ||
| 2014 | R, 2,0 Europa | KTR | 117 | 3º |
| 2014 | r, 2,0 NEC | KTR | 88 | 17º |
| 2013 | R. 2,0 Europa | KTR | 22 | 16º |
| R. 2.0 NEC | KTR | 61 | 22º | |
| 2012 | r, 2.0 Eueopa | Epic | 0 | 38º |
| R. 2,0 Alpes | Epic | 26 | 16º | |
| 2011 | Kart |
História
Alexander Albon, filho de ex-piloto britânico Nigel Albon, nasceu em Londres, no dia 13 de março de 1996, mas tem nacionalidade tailandesa, herdada da mãe, e sob a bandeira desse país disputa a F1, sendo o segundo tailandês na categoria. O primeiro foi Príncipe Birabongse Bhanudej Bhanubandh, ‘B Bira’ ou Príncipe Bira. Assim como Albon, Bira também passou muito dos primeiros anos da sua vida na Inglaterra, tendo sido piloto de F1 entre 1950 e 1954. Alex, como a maioria dos pilotos, iniciou sua carreira no kart com apenas oito anos de idade, vencendo o campeonato local de Hoddesdon. Em 2006, Albon começou a competir na classe de cadetes, terminando em 1º no Kartmasters Grande Prêmio de Inglaterra e terminando em 1º em 2006 e 2º em 2007 no Campeonato Nacional 1 de Honda Cadet. Em 2008, subiu para a classe KF3 onde permaneceu até 2010. Nesse período venceu o Grande Prémio Britânico de Kartmasters, o Campeonato de Fórmula Kart Stars, a Série KF Winter, o Campeonato Nacional Super 1 KF3, o Campeonato do Mundo CIK-FIA e o Campeonato da Europa CIK-FIA. Em 2011, Albon correu na KF1, ficando em 2º lugar na WSK Euro Series e 2º na CIK-FIA World Championship. Com 12 anos, Albon foi contratado pelo time de juniores da Red Bull e disputou a Copa da Europa da Fórmula Renault 2.0, pela equipe Epic. Ele permaneceu na equipe austríaca até 2012, quando foi dispensado, após ter sido 38º na Copa da Europa da Renault 2.0. Em entrevista ao site da Red Bull, o piloto relembrou que 2012 foi um ano complicadíssimo. Além de ter sido tirado do programa de jovens, o tailandês enfrentou a falta de recursos para seguir correndo. Em 2013, Alex disputou as Copa da Europa e NEC, pela KTR, e no ano seguinte, pela mesma equipe obteve seu melhor resultado na carreira, o 3º lugar na Copa da Europa da Renault 2.0. Em 2015, disputou F3 Masters, terminando na 5ª colocação; a F3 europeia, onde foi 7º, e, como convidado, o GP de Macau, que terminou no 13º lugar. Após um período de testes em dezembro de 2015, Albon foi contratado, em fevereiro, pela ART Grand Prix para disputar a GP3. Com 4 vitórias e 177 pontos foi o vice-campeão, atrás de Charles Leclerc. Em 2017, Albon passou para a Fórmula 2, estreando com um modesto 10º lugar, mas no venceu as corridas de Baku, Silverstone e Sochi Após estrear em 10º lugar na classificação geral da Fórmula 2 de 2017, Alex foi além no ano seguinte e com o primeiro lugar na última corrida, em Abu Dhabi, foi o 3º colocado no campeonato, atrás de George Russel e Lando Norris. Em 26 de novembro, após ser liberado de um contrato com a Formula E Nissan, Alexander Albon foi anunciado como novo piloto da Toro Rosso, ao lado de Daniil Kvyat.
Albon começou o campeonato correndo pela Toro Rosso, mas no meio da temporada foi transferido pela a Red Bull, no lugar de Pierre Gasly. Pelas duas equipes, só não terminou o GP do Canadá, esteve na zona de pontuação em 14 corridas, marcou 92 pontos e foi o 8º colocado na classificação dos pilotos.
Na primeira intervenção na F1, no GP da Austrália, Albon largou em 13] e chegou em 14º. No Bahrein, marcou seus primeiros dois pontos, chegando na 9ª colocação, depois de ter largado da 12ª posição. No GP da China, a corrida 1.000 da F1, o tailandês não pode participar da qualificação, devido a um acidente no 3º treino livre. Ele largou da pit lane e fez uma excelente corrida de recuperação, chegando no 10º lugar, sendo eleito o “piloto do dia”. No Azerbaijão, foi 11º no grid e chegou em 12º. Na Espanha, foi 11º e 11º. Em Mônaco, Albon alcançou pela primeira vez a Q3, colocando-se na 10ª posição do grid e na corrida faturou mais 4 pontos, com o 8º lugar. No Canadá, foi 14º na qualificação, ganhou uma posição, graças a punição de Carlos Sainz, mas deixou a pista na 59ª das 70 voltas, por causa de danos decorrentes de acidente. Na França, largou de 1º e na corrida caiu para 15º. Na Áustria, embora tenha sido o 13º na qualificação, Albon largou da pit lane, depois de excede na troca de elementos do motor e cruzou a linha em 15º. Na Inglaterra, Albon voltou à Q3, ocupando a 9ª posição, mas na corrida acabou no 12º lugar. Na Alemanha, foi 17º na qualificação, mas, apesar da inexperiência em pista molhada, fez outra excelente corrida de recuperação e ganhou mais 8 pontos, com a 6ª colocação. Na Hungria, Albon largou da 12ª posição, foi jogado para fora da pista pelo companheiro Daniil Kvyat, numa disputa roda a roda na volta19, mas completou a prova na 10ª colocação.
Após o GP da Hungria, nas férias de verão da F1, a Red Bull anunciou a troca de Albon por Pierre Gasly, com o tailandês passando a correr pela equipe principal da empresa de bebidas e o francês voltando à Toro Rosso, ao lado de Daniil Kvyat. A troca ocorreu devido ao bom desempenho de Albon na primeira metade da temporada, principalmente na Alemanha, onde obteve o 6º lugar, apesar da chuva, e a fraca temporada de Gasly, que não conseguia acompanhar o ritmo do companheiro Max Verstappen. Em comunica do à imprensa, a Red Bull explicou que usaria as 9 corridas restantes para avaliar o desempenho de Alex, para decidir quem correria ao lado de Verstappen, em 2020.
Na primeira corrida pela Red Bull, no GP da Bélgica, Albon foi o 14º na qualificação, mas teve de largar da 17ª posição, por causa de mudanças na unidade de potência. Todavia, em outra grande performance, terminou em 5º, depois de ultrapassar Sergio Perez com duas rodas na grama e superar, com os macios, as dificuldades que enfrentou com os pneus médios. Na Itália, Albon passou à Q3, porém não teve tempo de fazer uma volta lançada, devido a bandeira vermelha, teve de largar da 8ª posição, mas conseguiu evoluir para o 6º lugar, na frente de Max Verstappen, o 7º colocado. Em Cingapura, o paquistanês saiu em 6º e chegou de novo em 6º, reclamando da “procissão” imposta pelas características do circuito de rua. Na Rússia, na Q1, Albon perdeu o controle da traseira do carro na curva 13 e foi de encontro à barreira, sendo obrigado a trocar o piso do carro e a largar da pit lane. Em outra corrida de recuperação, terminou no 5º lugar, 25 segundos atrás de Verstappen. No Japão, Albon e Verstappen fizeram o mesmo tempo na qualificação (1m27s851), mas o holandês, que obteve a marca primeiro, foi o 5º e o paquistanês, o 6º. Na corrida, Albon se chocou com Lando Norris na curva 19, na 4ª volta, mas o incidente não tece consequência e ele acabou por conquistar o seu melhor resultado na F1, o 4º lugar. No México e nos Estados Unidos, o piloto da Red Bull terminou em 5º, após chegar à Q3 e obter as 5ª e 6ª posições, respectivamente. No Brasil, Albon esteve perto de conquistar um pódio e só não conseguiu por causa, justamente, do hexacampeão e líder da corrida, Lewis Hamilton. Na volta 70, na relargada após a saída do carro de segurança, Verstappen era primeiro e Albon, segundo, quando este foi tocado por Hamilton, saiu da pista e voltou no 14 º lugar. Foi a primeira vez, em 9 corridas, que ele terminou fora da zona de pontuação. Hamilton assumiu a culpa pelo incidente e pediu desculpa a Albon, tendo sido punido em cinco segundos pelo incidente. Em Abu Dhabi, com largada de Valtteri Bottas da última posição, por causa de troca de motor, Albon subiu de 6º para 5º no grid e terminou em 6º, totalizando 92 pontos e terminando em 8º, atrás de Carlos Sainz e de Pierre Gasly, a quem substituiu.
No dia 12 de novembro, vésperas do GP do Brasil, a Red Bull anunciou que Alexander Albon competiria em tempo integral pela Red Bull Racing na temporada 2020.
Nos estágios finais do Grande Prêmio da Áustria de 2020, na abertura da temporada, Albon estava em terceiro lugar no reinício do safety car com novos pneus macios, atrás dos carros líderes da Mercedes com pneus duros mais velhos. Ele tentou ultrapassar Lewis Hamilton, mas os dois fizeram contato, e acabou no cascalho. Mais tarde, Albon abandonou, com uma falha elétrica que o fornecedor do motor Honda culpou pela colisão. Ele foi pressionado por Sergio Pérez, da Racing Point, nas últimas voltas do Grande Prêmio da Estíria, mas manteve o quarto lugar depois que os pilotos fizeram contato, danificando a asa dianteira de Pérez. Ele largou em décimo terceiro e recuperou para quinto no Grande Prêmio da Hungria. No
Grande Prêmio da Toscana alcançou seu primeiro pódio, mas em Silverstone, rodou fortemente nos treinos e se classificou em décimo segundo. Na corrida, recebeu uma penalidade por causar uma colisão com Kevin Magnussen e caiu para o final do campo antes de finalmente terminar em oitavo. Ele se classificou em quinto para o Grande Prêmio da Bélgica, mas terminou em sexto depois de ser ultrapassado por Esteban Ocon, da Renault, na última volta. No Grande Prêmio da Itália, foi 15º tendo sofrido danos por colisão e uma penalidade de tempo na primeira volta. Albon conquistou seu primeiro pódio na Fórmula 1 no Grande Prêmio da Toscana ao ultrapassar Daniel Ricciardo nas últimas voltas. Foi também o primeiro pódio para um piloto tailandês ne Fórmula 1.
Albon conquistou apenas um único ponto nas quatro corridas seguintes; terminou em décimo no Grande Prêmio da Rússia; colidiu com o ex-companheiro de equipe Daniil Kvyat e depois abandonou com um radiador danificado no Grande Prêmio de Eifel; foi ultrapassado por Verstappen e terminou em décimo segundo no Grande Prêmio de Portugal e caiu para décimo quinto na Emília-Grande Prêmio da Romagna devido a rodada a cinco voltas do fim. Albon conquistou seu segundo pódio na Fórmula 1 no Grande Prêmio do Bahrein, depois que Sergio Pérez abandonou do terceiro lugar devido a uma falha no motor, tornando-se o primeiro piloto asiático a marcar mais de um pódio na Fórmula 1.
Albon terminou a temporada em sétimo no Campeonato Mundial de Pilotos, marcando 105 dos 319 pontos da Red Bull.
Em 2021, Albon perdeu o posto de piloto da Red Bull, substituído pelo mexicano Sergio Perez, e em 2022, ele voltou à Fórmula 1 como piloto da Williams, substituindo George Russell e fazendo parceria com o ex-companheiro de equipe da Fórmula 2, Nicholas Latifi. O chefe da equipe Red Bull, Christian Horner, revelou que Albon manteve “uma ligação com a Red Bull” e que a equipe tinha a opção de chamá-lo de volta para 2023.
Na primeira corrida pela Williams, o Grande Prêmio do Bahrain, Albon superou Latifi e terminou em décimo terceiro. Ele estava em décimo segundo nas voltas finais do Grande Prêmio da Arábia Saudita, mas não conseguiu terminar, após uma colisão com Lance Stroll pela qual foi penalizado. Ele marcou seu primeiro ponto para a Williams no Grande Prêmio da Austrália ao terminar em décimo. Ele começou a corrida do último lugar e fez seu pit stop obrigatório com uma volta restante. No GP da Emília-Romagna novamente largou em último, devido a um incêndio no freio na qualificação, mas se recuperou para terminar a corrida em décimo primeiro. Albon se classificou em décimo oitavo para o Grande Prêmio de Miami e terminou em nono, sua segunda pontuação na temporada. No Grande Prêmio da Inglaterra, ele se envolveu em um choque na primeira volta com Yuki Tsunoda e Esteban Ocon depois de ser atingido por trás por Sebastian Vettel. Foi hospitalizado para exames de precaução e não sofreu ferimentos graves.
No Grande Prêmio da Bélgica, Albon chegou ao Q3 pela primeira vez com a Williams, qualificando-se em nono e largando em sexto devido a penalidades de grid para outros pilotos. Terminou a corrida em décimo, marcando um ponto. O tailandês foi forçado a desistir do Grande Prêmio da Itália, após sofrer apendicite e foi substituído por Nyck de Vries. A Williams revelou mais tarde que Albon havia sofrido uma insuficiência respiratória relacionada à anestesia após a cirurgia, mas estava se recuperando bem. Ele se recuperou a tempo para o Grande Prêmio de Cingapura, três semanas depois, mas abandonou com danos causados pela colisão com as barreiras. Ele também desistiu na primeira volta do Grande Prêmio do Japão após uma colisão com Kevin Magnussen. Mesmo com uma largada em oitavo lugar, no Grande Prêmio dos Estados Unidos não conseguiu marcar pontos fazendo apenas o décimo terceiro lugar. Ele se classificou em décimo primeiro no Grande Prêmio de São Paulo, mas um furo fez com que ele desistisse do sprint, caindo para o final do grid para a corrida, que abandonou na 12ª volta. Em Abu Dhabi, largou do 19º e chegou em 13º,
Albon terminou a temporada em décimo nono entre os 21 concorrentes do Campeonato Mundial de Pilotos, marcando 4 dos 8 pontos da Williams. (Tradução do https://en.wikipedia.org/wiki/Alex_Albon)
Albon foi contratado pela Williams para 2023 em parceria com Logan Sargeant, que substituiu Nicholas Latifi. A prorrogação do contrato de Albon marcou o fim da sua filiação à Red Bull, embora ele tenha afirmado que ainda mantinha “uma relação muito próxima” com a equipa. O logotipo da Monsoon Valley, uma marca de vinho fundada pelo coproprietário da Red Bull, Chalerm Yoovidhya, aparece em seu capacete de corrida. Ele se classificou em décimo quinto no Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada, não conseguindo marcar um tempo no Q2 devido a danos na asa dianteira. Ele se recuperou na corrida para marcar ponto com a décima colocação. Albon abandonou o Grande Prêmio da Arábia Saudita devido a uma falha nos freios. Ele se classificou em oitavo no Grande Prêmio da Austrália e chegou a sexto nas primeiras voltas, mas caiu fortemente na sexta volta. No Grande Prêmio do Azerbaijão, ele se classificou e terminou a corrida sprint entre os dez primeiros, mas não conseguiu somar pontos depois de terminar a corrida principal em décimo segundo.
Albon largou em nono no Grande Prêmio do Canadá, executou uma estratégia bem-sucedida de uma parada e manteve-se atrás dos carros mais rápidos de Sergio Pérez e George Russell durante grande parte da corrida, terminando em sétimo, seu melhor resultado até então para a Williams. Ele recebeu elogios do chefe da equipe Red Bull, Christian Horner, por seu desempenho. Outra aparição no Q3 aconteceu no Grande Prêmio da Áustria, seguida por um décimo primeiro lugar. Ele se classificou entre os dez primeiros pela terceira corrida consecutiva no Grande Prêmio da Inglaterra e terminou à frente de ambas as Ferraris em oitavo lugar. Ele igualou sua melhor posição de qualificação na carreira no Grande Prêmio da Holanda, largando em quarto lugar. Apesar de permanecer com pneus slick durante uma chuva nas primeiras voltas e cair para o décimo quinto lugar, ele se recuperou para terminar em oitavo. Marcou pontos novamente no Grande Prêmio da Itália, onde se classificou em sexto e defendeu contra Lando Norris para terminar em sétimo.
Albon largou em décimo sétimo no sprint do Grande Prêmio do Catar e ganhou dez posições para marcar pontos na sétima colocação. Ele recebeu duas penalidades por infrações aos limites da pista e não conseguiu pontuar na corrida principal. Mais pontos foram conquistados nos Grandes Prêmios dos Estados Unidos e da Cidade do México; terminando em nono em ambas as corridas, depois de largar fora dos dez primeiros. Ele foi então eliminado em uma colisão na primeira curva com Kevin Magnussen no Grande Prêmio de São Paulo, tendo largado em décimo terceiro. Albon e seu companheiro de equipe Sargeant largaram em quinto e sexto, respectivamente, para o Grande Prêmio de Las Vegas, mas ambos não conseguiram pontuar na corrida, terminando em 12º, apesar do tempo do safety car ir contra eles.
Albon terminou a temporada em décimo terceiro no Campeonato de Pilotos. Ele marcou 27 pontos contra um ponto de Sargeant, garantindo o sétimo lugar da Williams no Campeonato de Construtores. (Wikipedia)
Albon continuou na Williams, ao lado de Sargeant, em 2024. Ele se classificou e terminou fora dos dez primeiros no Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada, com a equipe afirmando que ambos os pilotos estavam lidando com problemas de superaquecimento do motor durante a corrida. Ele e Kevin Magnussen colidiram no Grande Prêmio da Arábia Saudita e Albon terminou em décimo primeiro. Ele rodou na primeira sessão de treinos no Grande Prêmio da Austrália e a Williams não conseguiu consertar seu carro, nem tinha um chassi reserva. O chefe da equipe, James Vowles, descreveu a situação como “um reflexo de quão atrasados estávamos no período de inverno”. A equipe decidiu retirar Sargeant do evento e permitir que Albon usasse o único carro restante e ele terminou a corrida em décimo primeiro. Ele se classificou em décimo quarto para o Grande Prêmio do Japão, mas foi eliminado em um acidente na primeira volta com Daniel Ricciardo. Em 15 de maio, a Williams confirmou que Albon assinou uma extensão de vários anos para permanecer na equipe.
Albon não pontuou nas três corridas seguintes, o que incluiu seu primeiro abandono, em Imola, devido a problemas ao colocar o pneu em seu pit stop, tirando-o da batalha por pontos. Procurando se recuperar, Albon se qualificou em 9º no Grande Prêmio de Mônaco e manteve sua posição para terminar em 9º lugar, o que marcou seus primeiros pontos e os de Williams na temporada. Albon se classificou em 10º para o Grande Prêmio do Canadá, mas abandonou a corrida na volta 52, enquanto corria nos pontos, depois que Carlos Sainz rodou sobre ele, mandando-o para o muro.
Depois de terminar fora dos pontos na Espanha e na Áustria, Albon conquistou seu segundo ponto na temporada ao terminar em 9º no Grande Prêmio da Grã-Bretanha. Isso significou que no meio da temporada Albon estava em 17º no campeonato de pilotos, com 4 pontos. Após o Grande Prêmio da Holanda, Franco Colapinto se tornou o novo companheiro de equipe de Albon, a partir do Grande Prêmio da Itália. Em Monza, Albon marcou o terceiro ponto da Williams na temporada, ficando em outro 9º lugar. Durante o Grande Prêmio do Azerbaijão, se beneficiou de um acidente tardio entre Sergio Pérez e Carlos Sainz para terminar em sétimo, permitindo que a Williams ultrapassasse a Alpine no Campeonato Mundial de Construtores .
Albon não começou o Grande Prêmio de São Paulo, após sofrer um forte acidente na terceira sessão de qualificação, que foi remarcada para a manhã de domingo, deixando Williams incapaz de consertar seu chassi a tempo para a corrida duas horas depois. Um problema de resfriamento forçou Albon a se aposentar no meio do Grande Prêmio de Las Vegas, e terminou em 15º e 11º no Grande Prêmio do Catar e no Grande Prêmio de Abu Dhabi, respectivamente. Albon terminou a temporada em 16º no Campeonato de Pilotos com 12 pontos.
(Gemini) O desempenho de Alexander Albon na temporada de 2025 foi marcado por uma resiliência notável e uma evolução técnica que o consolidou como o pilar central da Williams em um grid extremamente competitivo. Ao longo das 24 etapas do calendário, Albon demonstrou que sua maturidade aos 29 anos atingiu o ápice, equilibrando a agressividade necessária em classificações com uma gestão de pneus que se tornou referência no pelotão intermediário.
A temporada começou com força nas pernas asiáticas e do Oriente Médio. Albon conseguiu extrair o máximo do chassi da Williams em circuitos de alta velocidade como Jeddah e Melbourne, onde sua capacidade de manter o ritmo em “ar sujo” permitiu que ele pontuasse consistentemente. O diferencial nessas primeiras corridas foi sua leitura estratégica: em várias ocasiões, Alexander optou por stints longos com pneus duros, repetindo sua marca registrada de “mestre da conservação”, o que garantiu pontos preciosos enquanto equipes como Alpine e Haas sofriam com a degradação.
Com a chegada da temporada europeia, a Williams introduziu um pacote significativo de atualizações no GP da Espanha. Embora o carro tenha ganhado em carga aerodinâmica, Albon enfrentou dificuldades iniciais para reequilibrar o acerto em pistas de baixa velocidade, como Mônaco e Hungria. No entanto, sua atuação em Silverstone foi o ponto de virada: sob condições climáticas instáveis, sua sensibilidade ao volante brilhou, garantindo um top 6 que inflamou a garagem britânica. Nesse período, ficou claro que Albon não era apenas um piloto rápido, mas um líder técnico capaz de direcionar o desenvolvimento do carro para corrigir instabilidades na traseira.
Nas etapas das Américas e no encerramento em Abu Dhabi, Albon exibiu uma forma física e mental inabalável. Mesmo com a pressão de jovens talentos ascendentes, ele manteve a compostura em batalhas de roda com roda, sendo raramente envolvido em incidentes evitáveis. Sua precisão cirúrgica em Interlagos, sob chuva, foi uma das melhores exibições da carreira, reforçando sua reputação como um dos pilotos mais completos do grid atual.
Ao final das 24 corridas, o balanço é de um piloto que maximizou cada oportunidade. Albon terminou o ano como o “melhor do resto” em diversas ocasiões, superando carros teoricamente mais rápidos através de inteligência tática e uma simbiose rara com sua equipe de engenharia. Ele encerra 2025 não apenas como um sobrevivente da Red Bull, mas como um protagonista por direito próprio no topo do automobilismo mundial.
(Gemini)
O desempenho de Alexander Albon na temporada de 2025 foi marcado por uma resiliência notável e uma evolução técnica que o consolidou como o pilar central da Williams em um grid extremamente competitivo. Ao longo das 24 etapas do calendário, Albon demonstrou que sua maturidade aos 29 anos atingiu o ápice, equilibrando a agressividade necessária em classificações com uma gestão de pneus que se tornou referência no pelotão intermediário.
A temporada começou com força nas pernas asiáticas e do Oriente Médio. Albon conseguiu extrair o máximo do chassi da Williams em circuitos de alta velocidade como Jedá e Melbourne, onde sua capacidade de manter o ritmo em “ar sujo” permitiu que ele pontuasse consistentemente. O diferencial nessas primeiras corridas foi sua leitura estratégica: em várias ocasiões, Alexander optou por stints longos com pneus duros, repetindo sua marca registrada de “mestre da conservação”, o que garantiu pontos preciosos enquanto equipes como Alpine e Haas sofriam com a degradação.
Com a chegada da temporada europeia, a Williams introduziu um pacote significativo de atualizações no GP da Espanha. Embora o carro tenha ganhado em carga aerodinâmica, Albon enfrentou dificuldades iniciais para reequilibrar o acerto em pistas de baixa velocidade, como Mônaco e Hungria. No entanto, sua atuação em Silverstone foi o ponto de virada: sob condições climáticas instáveis, sua sensibilidade ao volante brilhou, garantindo um top 6 que inflamou a garagem britânica. Nesse período, ficou claro que Albon não era apenas um piloto rápido, mas um líder técnico capaz de direcionar o desenvolvimento do carro para corrigir instabilidades na traseira.
Nas etapas das Américas e no encerramento em Abu Dhabi, Albon exibiu uma forma física e mental inabalável. Mesmo com a pressão de jovens talentos ascendentes, ele manteve a compostura em batalhas de roda com roda, sendo raramente envolvido em incidentes evitáveis. Sua precisão cirúrgica em Interlagos, sob chuva, foi uma das melhores exibições da carreira, reforçando sua reputação como um dos pilotos mais completos do grid atual.
Ao final das 24 corridas, o balanço é de um piloto que maximizou cada oportunidade. Albon terminou o ano como o “melhor do resto” em diversas ocasiões, superando carros teoricamente mais rápidos através de inteligência tática e uma simbiose rara com sua equipe de engenharia. Ele encerra 2025 não apenas como um sobrevivente da Red Bull, mas como um protagonista por direito próprio no topo do automobilismo mundial.
Os números finais de Alexander Albon na temporada de 2025 refletem o seu ano mais produtivo na Williams, consolidando-o como o líder absoluto da equipe e uma força constante no “top 10”.
- Pontos Totais: 48 pontos. Posição Final no Mundial de Pilotos (WDC): 11º lugar. Melhor Resultado em Corrida: 6º lugar (GP da Grã-Bretanha e GP de Interlagos). Chegadas na Zona de Pontuação: 12 vezes em 24 corridas.
- Abandonos (DNFs): 2 (um por falha mecânica e um por incidente de corrida). Melhor Posição no Grid: 5º lugar (GP de Monza).Aparições no Q3: 9 vezes. Duelo Interno (Head-to-Head): Albon dominou seu companheiro de equipe (Carlos Sainz) em classificações com um placar aproximado de 15 a 9, mantendo sua reputação de especialista em volta rápida. Quilometragem percorrida: Entre os 5 pilotos que mais completaram voltas na temporada, evidenciando sua consistência e cuidado com o equipamento. Ultrapassagens: Foi um dos pilotos com maior saldo positivo de posições ganhas em relação à posição de largada, especialmente nas corridas de recuperação nos EUA (Austin e Las Vegas).