Carlos Sainz Jr.

Perfil

Nome Carlos Sainz Vásquez de Castro
Nascimento 1º de setembro de 1994
Local Madri
Nacionalidade Espanhol
Residência Madri
Família Pai: Carlos Sainz; mãe: Reyes Vasquez de Castro; irmãos: Antonio Sainz e Blanca Sainz Vásquez
Estado civil Solteiro
Namorada Isabel Hernáes
Apelido Chilli
Hobbies Golfe e caça
Altura 1,77
Peso 66 kg
Fórmula 1
Estreia GP da Austrália 2015
Equipes Toro Rosso, Renault, McLaren , Ferrari e Williams
Equipe atual Williams 
Número 55
GPs disputados 246
Títulos 0
Vitórias 4
Poles 6
Pódios 29
Voltas 4
Abandonos 43+2DNS
Não correu  4
Pontos 1.343,50

Carreira

Ano Categoria Equipe Corridas Poles Vitórias Abandonos Voltas Pódios N/ correu Pontos Posição
2026 Fórmula 1 Williams 17 2 7 18º
2025 Fórmula 1 Williams 23 3 2 1 64 9º
2024 Fórmula 1 Ferrari 24 2 2 9 2 290 5º
2023 Fórmula Ferrari 21 1 1 1+DNS 3 200 7º
2022 Fórmula 1 Ferrari 21 3 1 6 2 9 246 5º
2021 Fórmula 1 Ferrari9 22 0 0 0 4 164,5 5º
2020 Fórmula 1 McLaren 17 0 0 1 1 105 6º
2019 Fórmula 1 McLaren 21 0 0 0 0 20 8º
2018 Fórmula 1 Renault 21 0 0 0 0 53 10º
2017 Fórmula 1 Renault 4 0 0 0 0 54 9º
Toro Rosso 16 0 0 0 0
2016 Fórmula 1 Toro Rosso 21 0 0 0 0 46 12º
2015 Fórmula 1 Toro Rosso 19 0 0 0 0 18 15º
2014 Renault 3,5 DAMS 17 7 7 6 7 227 1º
2013 Renault 3.5 Zeta Corse 9 0 0 1 0 22 19º
GP3 MW Arden 16 1 0 2 2 66 10º
2012 Macau GP  

Carlin

1 0 0 0 0 N/A 7º
Masters F3 1 0 0 0 0 N/A 4º
F3 Europa 20 2 1 1 5 161 5º
F3 Euro 24 2 0 0 2 112 9º
F3 inglesa 26 1 5 2 9 224 6º
2011 Macau GP Signature 1 0 0 0 0 N/A 17º
F3 Euro 3 0 0 0 0 N/A N/C
Renault 2.0 Koiranen 20 8 10 12 17 489 1º
Renault 2.0 Euro 14 4 2 5 10 200 2º
 

2010

Renault Winter Koiranen 2 0 0 0 0 18 18º
F3 Open Europa De Villota 4 0 0 0 1 N/A N/C
Renault 2.0 Euro Tec Racing 2 0 0 0 0 N/A N/C
Epslon 2 0 0 2 1
BMW Pacific Euro. 9 2 1 2 5 N/A N/C
BMW Europa 16 2 1 2 5 227 4º
2009 WSK Inter Kf3 Tony Kart Jr 3º
South Garda Cup 5º
Trofeui Margutti Geni Kart 7º
Cik-FIA Europa Tony Kart Jr 2º
Cik-Fia World 24º
Kart Jr Alemanha KSM Racing 12º
Copa Mônaco Genikart 1º
Camp. espanhol 2º
2008 Copa Mônaco Genikart 12º
Cik-Fia Asia 1º
2007 Torneio Industri 12º
Camp. Espanhol 11º
Troféu Campeões 6º
2006 Copa Campões 2º
Torneio minikart 3º

Histórico

Carlos Sainz Jr. é filho de Carlos Sainz, bicampeão mundial de rali, e sobrinho do piloto Antonio Sainz, bicampeão mundial de rali. Ele começou a andar de kart aos sete anos e aos 12 participou das primeiras competições oficiais da categoria. Em 2008, ganhou o título Ásia-Pacífico KF3, além de ser vice-campeão no Campeonato Espanhol. Em 2009, ganhou a prestigiosa Junior Mônaco Kart Cup e foi vice-campeão no Campeonato Europeu KF3.

Em 2010, Sainz correu na Fórmula BMW Europa, pela equipe EuroInternational. Também fez parte do programa Red Bull Junior Team e fez sua estreia na Fórmula BMW, como visitante, na BMW Pacific Series em Sepang. Por ser um piloto convidado, não pôde somar pontos, porém suas primeiras corridas na Malásia foram muito boas, tendo conseguido o segundo lugar na corrida de abertura. Essa impressionante estreia foi seguida por um 4º lugar. No dia seguinte, abandonou a primeira corrida, mas ganhou a segunda.

Ele terminou em 7º na corrida seguinte, mas surpreendeu ao vencer novamente. Perdeu as corridas seguintes na China e em Cingapura. Terminou em 6º na primeira corrida e em 2º na segunda. Perdeu as corridas japonesas, mas voltou a vencer no final da temporada, em Macau. No geral, em 9 corridas conseguiu 3 poles positions; 2 vitórias e 2 voltas mais rápidas.

Na Fórmula BMW Europa, Sainz começou com 3º e 6º lugares no Circuito da Catalunha. Em Zandvoort, conquistou o 5º e o 2º lugar. Em Valência, obteve 7º e 10º lugares. Num fim de semana em Silverstone, conquistou o 3º lugar e uma vitória na corrida seguinte, a primeira naquela temporada. Em Hockenheim, conquistou o 11º e o 6º lugar. Um 4º lugar e um pódio de 3º deram esperanças no campeonato, mas Robin Frijns esteve na liderança, com pódios em todas as corridas, e ele terminou em 4º. Um duplo abandono em Spa pôs fim aos seus sonhos de campeonato. Seguiram-se um 8º e 6º no final da temporada em Monza. Terminou a temporada em 4º, com 227 pontos.

Sainz também competiu na UK Formula Renault Winter Cup, terminando em 6º na primeira corrida e desistindo da segunda, em Snetterton. Durante a temporada de 2012, competiu nos campeonatos de Fórmula 3 da Série Britânica e da Euro. Correndo pela Carlin, venceu quatro corridas; terminou nove vezes no pódio, além de marcar uma pole position no campeonato britânico, para terminar em sexto na classificação final do campeonato. Na Euro Series, conquistou dois pódios e duas poles positions, terminando na 9ª posição.

Em 2013, Sainz assinou com a Arden para competir na série GP3. Seu primeiro fim de semana de corrida na série não saiu como o esperado. Durante a primeira sessão de qualificação do ano, conseguiu se classificar em 5º lugar, a apenas 5 décimos do pole position Kevin Korjus. No entanto, assim como Alex Fontana e Patrick Kujala, perdeu 10 lugares por ignorar as bandeiras amarelas durante os treinos livres. Na corrida, Sainz conseguiu obter o 15º lugar. Ele largou no 15º lugar para a corrida 2, na manhã de domingo. No final da volta 1, conseguiu ganhar 6 lugares para chegar à 9ª colocação. Ao se aproximarem da segunda volta, o safety car foi acionado devido a um acidente, dando a Sainz tempo para economizar seus pneus. A 5 voltas do fim, Sainz subiu para a 8ª posição, terminando no 7º lugar. No entanto, investigação pós-corrida revelou que o carro dele estava abaixo do peso, e por isso foi desclassificado. Em Valência, Sainz começou e terminou a 1ª prova na 8ª posição. Na corrida 2, largou em 4º lugar e conseguiu chegar ao 3º lugar no final da volta 1. Ele permaneceu nessa posição, pontuando um pódio pela primeira vez na GP3. No final do fim de semana, Sainz havia conseguido 24 pontos no campeonato mundial, com voltas mais rápidas em ambas as corridas. Ele estava na 6ª colocação no campeonato e na luta pelo título. Em Silverstone, teve mais um fim de semana ruim, pois em ambas as corridas obteve maus resultados. Na primeira corrida, foi tirado da pista, caindo para a 9ª colocação. Ele conseguiu ultrapassar Lewis Williamson para chegar ao 8º lugar, mas chocou-se com Williamson, rodou e devido aos danos em seu carro, cruzou a linha de chegada no 13º lugar. Na corrida 2, terminou onde começou, no 13º lugar.

Ainda em 2013, Sainz correu também na Fórmula Renault 3.5. No entanto, por estar mais focado na GP3, perdeu várias corridas em sua primeira temporada. Em Mônaco, foi 6º após um início difícil de temporada na GP3. Teve um duplo abandono em Spa. Perdeu as corridas de Moscou e Áustria, mas voltou na Hungria, para terminar em 7º lugar na corrida 1 e em 22º na corrida 2. Na França, no Circuito de Paul Ricard, teve mais um duplo abandono. No último fim de semana de corrida do ano, na Catalunha, abandonou a corrida 1, mas conseguiu marcar o 6º lugar, na 2. Em 2013, Sainz também fez testes para a Red Bull e Toro Rosso, como parte do Teste de Jovens Pilotos em Silverstone.

Em 2014, Sainz mudou para a DAMS. Na abertura da temporada, em Monza, terminou em 18º na primeira corrida, mas venceu a segunda. Deixou Monza com 25 pontos, batendo sua pontuação nas temporadas anteriores por 3 pontos. Com outra vitória em Aragão, na Espanha, dobrou a pontuação e na corrida 2, terminou em 4º. Em Mônaco, conseguiu outro 4º lugar e no fim de semana em Spa obteve mais 2 vitórias. Em Moscou ele não teve um bom desempenho e com os 14º e 6º lugares conquistou apenas 8 pontos em 50 possíveis. Em Nurburgring venceu a corrida 1, mas abandonou a corrida 2. Na Hungria, não foi páreo para Roberto Merhi, que liderou por meio minuto do resto do campo no molhado, na corrida 1. Na corrida 2, obteve o 6º lugar. Na França, venceu e marcou um total de 50 pontos para ampliar sua liderança no campeonato sobre Merhi.

Em 2015, Sainz dirigiu pela Scuderia Toro Rosso, onde fez parceria com Max Verstappen, após a promoção de Daniil Kvyat à Red Bull. E escolheu o 55 como seu número de corrida. Ele se classificou entre os dez primeiros na estreia, no Grande Prêmio da Austrália de 2015, e terminou a corrida na nona posição.

Na terceira sessão de treinos livres do Grande Prêmio da Rússia de 2015, Sainz perdeu o controle do carro ao entrar na curva 13 do Autódromo de Sochi, e bateu no muro e nas barreiras de Tecpro. Depois de passar uma noite no hospital, foi autorizado a correr no dia seguinte, mas não terminou a corrida. No Grande Prêmio dos Estados Unidos, terminou em 7º, o que foi seu último resultado com pontos no ano. Terminou em 15º em sua primeira temporada com a Toro Rosso.

Na temporada 2016, terminou em 9º no Grande Prêmio da Austrália, seguido de abandono no Grande Prêmio do Bahrain. No Grande Prêmio da China, novamente terminou em 9º. Não pontuou no Grande Prêmio da Rússia; terminou em 6º no Grande Prêmio da Espanha; em 8º no Grande Prêmio de Mônaco; 9º no Grande Prêmio do Canadá e não terminou no Grande Prêmio da Europa. Em seguida, conseguiu três 8º lugares nos Grandes Prêmios da Áustria, Inglaterra e Hungria. Posteriormente, não pontuou até o Grande Prêmio dos Estados Unidos, onde terminou em 6º lugar; não pontuou no Grande Prêmio do México; conseguiu outro 6º lugar no Grande Prêmio do Brasil e nenhum ponto em Abu Dhabi. Terminou a temporada em 12º na classificação de pilotos com um total de 46 pontos.

Em 2017, Sainz se transferiu para a Renault, onde substituiu Jolyon Palmer e fez parceria com Nico Hülkenberg. Em sua primeira corrida pela nova equipe, nos Estados Unidos, terminou em 7º e superou Nico Hülkenberg, uma façanha que Jolyon Palmer não conseguiu fazer ao longo do ano anterior. No México, se qualificou em 9º, três décimos e meio atrás em Hülkenberg, e começou a corrida em 7º após as penalidades de motor de Ricciardo. Na primeira volta, subiu para o 5º lugar, atrás de Hülkenberg, depois que os candidatos ao campeonato Vettel e Hamilton colidiram no início da corrida. No entanto, Sainz rodou na seção de alta velocidade da pista, furou seus pneus; foi forçado a ir para os boxes e saiu em 19º lugar, à frente da Mercedes danificada e atrasada de Lewis Hamilton. Ele permaneceu na extremidade final do pelotão até que abandonar a corrida com problemas de direção. Ele fez nenhum ponto no resto da temporada e terminou o campeonato no 9º lugar, com 54 pontos, total igual ao do tempo na Toro Rosso.

Sainz teve um início de temporada de 2018 positivo, pontuando em cinco das seis primeiras corridas, mas terminou atrás de seu companheiro de equipe Nico Hülkenberg em cada uma das quatro corridas que ambos terminaram. Ele terminaria a temporada em décimo lugar com 53 pontos, 3 lugares e 16 pontos atrás do companheiro de equipe Hülkenberg, marcando pontos em 13 corridas das 19 corridas que terminou.

Em 2019, Sainz mudou-se para a McLaren, substituindo Fernando Alonso, que se aposentou após a temporada de 2018 e se tornou parceiro de Lando Norris. Teve um início azarado e sem sentido, devido a problemas de confiabilidade, no Grande Prêmio da Austrália e por se envolver em colisões nos Grandes Prêmios do Bahrein e da China, Sainz. Mas marcou pontos consistentemente depois disso, muitas vezes terminando com força como o melhor do resto, atrás das três primeiras equipes. Ele lutou pelo sexto lugar no campeonato de pilotos com Pierre Gasly e Alexander Albon, que passaram parte da temporada em um Red Bull muito mais rápido. No Grande Prêmio do Brasil, Sainz foi inicialmente qualificado em 4º, tendo largado em 20º e último lugar após um problema de motor na qualificação, mas na corrida subiu para 3º depois que Lewis Hamilton recebeu uma penalidade por causar uma colisão com Alexander Albon. Foi seu primeiro pódio na Fórmula Um. No Grande Prêmio de Abu Dhabi, Sainz conseguiu passar Hülkenberg na última volta para obter o 10º lugar, marcando um ponto que lhe valeu o 6º lugar entre os pilotos, com 96 pontos.

Sainz começou a temporada de 2020 com um quinto lugar, seguido por um nono nos Grandes Prêmios da Áustria e de Estíria. No último, ele se classificou em terceiro, seu melhor resultado de qualificação, e terminou com sua primeira volta mais rápida na Fórmula 1, estabelecendo um novo recorde no Red Bull Ring,1m05s619. No Grande Prêmio da Inglaterra, teve um pneu furado na penúltima volta quando corria confortavelmente em quarto lugar e no Grande Prêmio de 70 anos foi forçado a largar fora dos dez primeiros por causa de um problema de superaquecimento que atrapalhou seu ritmo de qualificação. Sua corrida foi prejudicada por um mau funcionamento do canhão de roda durante seu pit stop, terminando em décimo terceiro.

Ele não pôde começar o Grande Prêmio da Bélgica devido a um problema na unidade de potência na volta de reconhecimento. Na corrida seguinte, o Grande Prêmio da Itália, ele se classificou em terceiro, atrás da dupla dominante da Mercedes, Hamilton e Bottas. Terminou em segundo, na sua melhor corrida de carreira e segundo pódio, terminando 0s4 atrás do vencedor da Pierre Gasly. Sainz terminou a temporada de 2020 na 6ª colocação do campeonato de pilotos pelo segundo ano consecutivo. Ele acumulou 105 pontos e 6 resultados entre os 5 primeiros, os pontos altos da carreira.

Em 2021, Sainz se juntou à Scuderia Ferrari, com um contrato de dois anos, em parceria com Charles Leclerc e substituindo Sebastian Vettel.

Na corrida de abertura da temporada, Sainz se classificou e terminou no 8º lugar no Grande Prêmio do Bahrain. Ele se classificou em 11º para terminar em 5º lugar, no Grande Prêmio da Emilia Romagna alcançando seu companheiro de equipe, Charles Leclerc. Conquistou seu terceiro pódio na carreira e o primeiro com a Ferrari no Grande Prêmio de Mônaco de 2021. Sua capacidade de se adaptar rapidamente à Ferrari foi amplamente elogiada por seus desempenhos em relação ao altamente considerado companheiro de equipe Leclerc nas corridas de abertura da temporada. Ele conseguiu um terceiro lugar no pódio no Grande Prêmio da Hungria, apesar de terminar em quarto lugar na pista, devido a uma penalidade pós-corrida para Sebastian Vettel. Sainz começou o Grande Prêmio da Rússia em segundo lugar e ultrapassou o ex-companheiro de equipe Lando Norris na primeira volta, terminando em terceiro, para marcar seu terceiro pódio para a Ferrari.

Na Turquia, Sainz largou da 18ª posição e, com uma corrida extraordinária, terminou na 8ª, sendo eleito o piloto do dia. Nos Estados Unidos, Sainz foi o 6º do grid, uma posição atrás de Leclerc. Na corrida foi 7º, bem longe do companheiro, que terminou em 4º. Em São Paulo, o espanhol foi terceiro na corrida rápida, ganhando um ponto extra. Na corrida principal, foi 6º, uma posição atrás de Leclerc. No Catar, Sainz saiu bem à frente de Leclerc, sendo o 7º, enquanto o monegasco não passou da Q2, ficando em 13º. Chegou a correr em 4º durante grande parte da corrida, mas acabou no mesmo 7º lugar, um na frente de Leclerc.

Na Arábia Saudita, Sainz, ocupou a liderança da Q1 por alguns minutos, até Verstappen tomar a posição e também ser superado por Bottas terminando na 15º posição. Na corrida, foi89º, de novo uma posição atrás de Leclerc.  Na última corrida da temporada, o Grande Prêmio de Abu Dhabi, Carlos Sainz, foi o 5º do grid e, com o abandono de Sergio Perez, na volta 56, terminou no terceiro lugar do pódio.

Sainz terminou o campeonato no 5º lugar, com 164,5 pontos, 4 pódios e 20 corridas na zona de pontuação. Leclerc foi 7º, com 159 pontos.

O piloto espanhol  continuou na Ferrari ao lado de Leclerc em 2022. Ele se classificou em terceiro para o Grande Prêmio do Bahrein na abertura da temporada. Correu em terceiro lugar até o abandono de Max Verstappen, que lhe permitiu ficar em segundo lugar, atrás de Leclerc, para fazer a dobradinha da Ferrari e uma liderança inicial no Campeonato de Construtores. Um erro e depois uma bandeira vermelha na qualificação fizeram com que ele largasse em nono lugar para o Grande Prêmio da Austrália. Ele caiu de posição na largada e depois girou no cascalho, encerrando a corrida na segunda volta. Ele também teve má qualificação para o Grande Prêmio da Emília-Romagna e, em seguida, uma colisão com Daniel Ricciardo encerrou sua corrida na primeira curva.

Sainz terminou em quarto no Grande Prêmio da Espanha, seu melhor resultado em corrida em casa, apesar de ter rodado antes e caído para décimo primeiro. Ele se classificou e terminou em segundo no Grande Prêmio de Mônaco, mas um problema hidráulico causou sua terceira desistência do ano no Grande Prêmio do Azerbaijão. Ele foi segundo no Grande Prêmio do Canadá, menos de um segundo atrás de Verstappen.

Na sua 150ª largada na Fórmula 1, o Grande Prêmio da Inglaterra, Sainz conquistou a primeira pole position, em sessão de qualificação molhada, batendo Verstappen por 0,034 segundos. Ele foi ultrapassado na corrida por Verstappen, mas recuperou a liderança quando Verstappen desacelerou com danos. Ele lutou pelos pneus macios nas últimas voltas e ultrapassou Leclerc para conquistar sua primeira vitória na Fórmula 1. Sainz corria em terceiro no Grande Prêmio da Áustria, quando uma falha de motor encerrou sua corrida. Ele largou no final do grid no Grande Prêmio da França, depois de pegar novos componentes do motor, e terminou em quinto, apesar de uma penalidade de tempo por saída insegura do box. Ele conquistou sua segunda pole position no Grande Prêmio da Bélgica, quando Verstappen sofreu uma penalidade no motor, mas caiu atrás de ambos os Red Bulls para terminar em terceiro.

Sainz terminou em quinto no Grande Prêmio da Holanda, mas foi rebaixado para oitavo por uma penalidade por saída insegura do box. Ele largou em décimo oitavo no Grande Prêmio da Itália, com penalidade de componente do motor, mas se recuperou para terminar em quarto. No Grande Prêmio do Japão, afetado pela chuva, ele caiu do terceiro lugar na primeira volta. Ele conquistou sua terceira pole position no Grande Prêmio dos Estados Unidos, mas desistiu com danos após ser atingido por George Russell na primeira curva. No México, Sainz largou e chegou em 5º; em São Paulo, foi 7º no grid e terminou em 3º; em Abu Dhabi também saiu e chegou em 4ºç

Carlos Sainz terminou o campeonato de 2022 em 5º, com 246 pontos, 62 pontos atrás do companheiro Charles Leclerc, que foi vice-campeão.. Durante a temporada, Sainz renovou contrato coma Ferrari até 2024. (Wikipedia).

No Grande Prêmio do Bahrein, Sainz começou a temporada de 2024 se classificando em quarto e terminando no pódio em terceiro, à frente do companheiro de equipe Charles Leclerc. Durante o fim de semana do Grande Prêmio da Arábia Saudita, Sainz adoeceu com apendicite e não pôde participar. Enquanto participava do FP1 e FP2, ele perdeu o resto do fim de semana para se submeter a uma cirurgia; ele foi substituído pelo piloto reserva Oliver Bearman. Tendo se recuperado da cirurgia, Sainz retornou ao Grande Prêmio da Austrália, se classificando em segundo. Ele capitalizou O ABANDONO de Max Verstappen para vencer a corrida à frente de Leclerc, marcando a terceira vitória na Fórmula 1 e a primeira dobradinha da Ferrari desde o Grande Prêmio do Bahrein de 2022. Ele conquistou outro pódio no Grande Prêmio do Japão , passando Leclerc para terminar em terceiro.

Após 3 corridas sem pódio, Sainz terminou em terceiro no Grande Prêmio de Mônaco, conquistando seu 4º pódio da temporada. Ele seguiria esse resultado abandonando o Grande Prêmio do Canadá depois de rodar em Alex Albon. Sainz então terminou em um frustrante 6º lugar em seu grande prêmio em casa , mas se recuperou terminando em terceiro no Grande Prêmio da Áustria, embora tenha se beneficiado da colisão de Max Verstappen e Lando Norris para obter o último lugar no pódio.

As 3 corridas seguintes de Sainz consistiram em 5º lugar no Grande Prêmio da Grã-Bretanha , 6º lugar no Grande Prêmio da Hungria e 6º lugar no Grande Prêmio da Bélgica, o que significa que nas férias de verão Sainz estava em 5º lugar no campeonato com 162 pontos.

Sainz marcou um segundo lugar no Grande Prêmio dos Estados Unidos e venceu o Grande Prêmio da Cidade do México da pole position, antes de cair no Grande Prêmio de São Paulo afetado pela chuva . Ele registrou um terceiro lugar no Grande Prêmio de Las Vegas e sexto no Catar. No Grande Prêmio de Abu Dhabi, que encerrou a temporada, ele terminou no pódio para garantir o quinto lugar no campeonato com 290 pontos, o melhor da carreira.

Sainz deixou a Ferrari após a temporada de 2024 e foi substituído por Lewis Hamilton em 2025. Após sua saída, a Ferrari o recompensou com seu chassi F1-75 vencedor de corridas de 2022.

Substituído por Lewis Hamilton na Ferrari , Sainz se juntou à Williams a partir de 2025 em um contrato de dois anos, com Alexander Albon como parceiro. Ele caiu na primeira volta do Grande Prêmio da Austrália afetado pela chuva em condições de safety car.  Na China , Sainz terminou em décimo sétimo no sprint e décimo na corrida principal após desclassificações de Charles Leclerc , Lewis Hamilton e Pierre Gasly .

Em fevereiro de 2025, Sainz foi nomeado diretor da Grand Prix Drivers’ Association (GPDA), o sindicato dos pilotos de Fórmula 1. Ele substituiu Sebastian Vettel, que se aposentou da Fórmula 1 no final de 2022.  Como diretor, a função principal de Sainz é transmitir as preocupações do paddock sobre segurança, qualidade das corridas e o pipeline de pilotos juniores para o pessoal de tempo integral da GPDA.

(Gemini) O balanço da atuação de Carlos Sainz Jr. em 2025 é marcado por uma das transições mais aguardadas e desafiadoras da história recente da Fórmula 1. Após deixar a Ferrari para dar lugar a Lewis Hamilton, o piloto espanhol iniciou seu ciclo na Williams Racing, consolidando-se como o pilar central do projeto de reestruturação da equipe britânica.

O ano de 2025 para Sainz não foi apenas sobre resultados em pista, mas sobre liderança organizacional. Ao chegar em Grove, ele assumiu o papel de “piloto número um” de fato, trazendo consigo a experiência de uma equipe de ponta (Ferrari) para ajudar James Vowles, chefe da Williams, a elevar o patamar técnico do time. Sua integração com Alexander Albon formou uma das duplas mais equilibradas do grid, focada em transformar a Williams em uma competidora regular por pontos e, ocasionalmente, pódios.

No aspecto competitivo, o balanço aponta para uma temporada de consistência e superação:

  • Adaptação Rápida:Diferente de outros pilotos que sofreram ao mudar de equipe, Sainz demonstrou rápida simbiose com o chassi da Williams, extraindo desempenho em qualificações que frequentemente o colocavam no Q3.
  • Gestão de Corridas:Sua característica “estratégica” (o famoso “Smooth Operator”) foi vital. Em circuitos onde o carro não era o mais rápido, Sainz compensou com uma gestão de pneus superior e decisões táticas inteligentes durante as corridas.
  • Resultados:Embora a Williams ainda não estivesse no nível de brigar por vitórias constantes contra Red Bull ou McLaren, Sainz foi o responsável por colocar a equipe de volta à briga direta com times como Aston Martin e Alpine, garantindo pontos cruciais que melhoraram a posição da escuderia no Mundial de Construtores em relação a 2024.

O balanço de 2025 termina com Sainz sendo visto como o “mestre de obras” de um gigante adormecido. Sua permanência e o compromisso de longo prazo (contrato até 2027) deram estabilidade à Williams, atraindo novos patrocinadores e engenheiros de elite. Para o piloto, 2025 foi o ano de provar que ele não precisa de um carro vermelho para ser considerado um dos cinco melhores talentos do mundo, mantendo seu valor de mercado altíssimo para o novo regulamento que viria a seguir.

Ao contrário da narrativa de declínio que alguns previam após sua saída da Ferrari, o espanhol transformou seu primeiro ano na Williams Racing em um estudo de caso sobre como um piloto de elite pode elevar o patamar de uma equipe de meio de grid.

Abaixo, os detalhes fundamentais dessa trajetória:

  1. Estatísticas e Conquistas em Pista

Sainz encerrou o Mundial de Pilotos de 2025 na 9ª posição, somando 64 pontos. Embora o número absoluto seja inferior aos seus anos de Ferrari, o impacto qualitativo foi imenso:

  • Pódios Inesperados:Sainz desafiou as limitações do FW47 ao conquistar dois pódios memoráveis — um 3º lugar no GP do Azerbaijão (Baku) e outro 3º lugar no GP do Catar.
  • Performance em Sprints:Ele também demonstrou força no formato condensado, alcançando a 3ª posição na corrida Sprint do GP dos Estados Unidos.
  • Consistência vs. Azar:Apesar de ter terminado atrás do companheiro Alex Albon (que fez 73 pontos), o ano de Sainz foi marcado por uma série de abandonos e problemas de confiabilidade na primeira metade da temporada, o que distorce a comparação direta em pontos.
  1. O Impacto na Williams (Mundial de Construtores)

O maior mérito de Sainz em 2025 foi coletivo. Com sua contribuição, a Williams deu um salto vertiginoso:

  • Da 9ª para a 5ª posição:A equipe subiu do penúltimo lugar em 2024 para o 5º lugar nos Construtores em 2025, acumulando 137 pontos (um aumento de mais de 700% em relação ao ano anterior).
  • Liderança do Pelotão Intermediário:Sainz foi fundamental para que a Williams vencesse a disputa direta contra equipes com orçamentos similares ou maiores, como Aston Martin e Haas.
  1. Aspectos Psicológicos e Adaptação

O piloto descreveu publicamente 2025 como um ano “psicologicamente difícil”. A transição de um carro capaz de vencer GPs (Ferrari) para um focado em Q3 e pontos mudou sua abordagem de corrida.

  • Luta no “Tráfego”:Ele teve que reaprender a arte de lutar em trens de DRS e gerir pneus em ar sujo de forma muito mais agressiva do que nos anos anteriores.
  • Validação do Projeto:Ao fim do ano, Sainz declarou que a performance superou suas expectativas iniciais, afirmando que “teria assinado o contrato ainda mais rápido” se soubesse que a Williams seria capaz de pódios em 2025.

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