Lance Stroll

Perfil

 Nome Lance Shtrulovith
País Canadá
Nascimento: 29 de outubro de 1998
Local Montreal
Pais Lawrence Sheldon Strulovitch  (Laurence Stroll)/Claire–Anne Callens
Altura: 1,82
Peso: 70 kg
Hobbies Hóquei, golfe, surfe
Equipe Williams
Carro nº 18

Carreira

Estreia F1 GP da Austrália de 2017
Corridas 206
Títulos 0
Vitórias 0
Pódios 3
Poles 1
Voltas 0
Abandonos 42
DNS (não largou) 2
Pontos 325

Desempenho

Ano Categoria Equipe Corridas Vitoria Pole Pódio Volta Abandonos Não largou Pontos Pos.
2026 Fórmula 1 Aston Martin 16 11 1 0 21º
2025 Fórmula 1 Aston Martin 23 1 1 33 16º
2024 Fórmula 1 Aston Martin 24 2 1 24 13º
2023 Fórmula 1 Aston Martin 21 3+1DNS 74 10º
2022 Formula 1 Aston Martin 21 2 14 15º
2021 Fórmula 1 Aston Martin 22 3 34 13º
2020 Fórmula 1 Racing Point 16 1 1 5  e 1WD 75 11°
2019 Formula 1 Racing Point 21 1 21 15º
WeatherTech Jackie Chan 1 20 42º
2018 Fórmula 1 Williams 21 6 21º
2017 Fórmula 1 Williams 20 1 40 12º
2016 Fórmula 1 Williams Piloto de desenvolvimento
WeatherTech Ganassi 1 5º
F3 Europa Prema 30 14 14 20 13 507 1º
2015

 

 

Fórmula 1 Ferrari Piloto de desenvolvimento
Série Toyota M2 Competition 16 4 10 1 906 1º
GP de Macau Prema 1 8º
F3 Europa Prema 32 1 6 231 5º
 

2014

F4 Itália Prema 18 7 5 13 11 331 1º
Inverno Flórida 12 2 –
2013 Kart – KF3 Disputa o campeonato europeu; é 6º no campeonato mundial da CIK-FIA e disputa a SuperCopa da CIK-FIA
2012 Kart -KF3 Conquista o 4º título do Flórida Winter Tour; é 2º no Troféu Andrea Margutti, disputa campeonato europeu CIK-FIA,; é 4º no WSK Master;é 1º no MG Tires SKUSA Tag Júnior e a final da Copa do Mundo da CIK_FIA
2011 Kart- KF3 Participa da WSK Euro, campeonato alemão de juniores, Copa do Mundo da CIK-FIA, ESKUZA TAG Júnior, ERDF Master Júnior e Copa Bridgestone da Europa
2010 Kart – KF3 Disputa Flórida Winter Tour e ingressa na academia de jovens pilotos da Ferrari
2009 Kart É apontado como o piloto do ano pela Federação de Automobilismo de Quebec

E 2º colocado no Flórida Winter Tour

2008 Kart É eleito o estreante do ano da Federação de Automobilismo de Quebec

 História

 Lance Stroll nasceu em Montreal, no Canadá, em 29 de outubro de 1998, É o segundo filho do empresário e bilionário judeu Lawrence Stroll e da estilista belga Claire-Anne Callens. Sua avó materna, Anne, que é assessora de imprensa dele, já trabalhou com Ayrton Senna, enquanto este esteve na Williams

Lawrence Stroll fez fortuna na indústria de roupas, sendo apontado com o 722º homem mais rico do mundo.Apaixonado por automobilismo, é dono do circuito de Mont Tremblant, no Canadá. Com patrimônio de cerca de 2 bilhões de dólares, usou parte desse dinheiro para incrementar a carreira do filho. Além da uma pista própria, comprou também a equipe Prema, uma das melhores da categoria de base na Europa, e colocou o filho para correr nela na F4 italiana e na F3 europeia. Lawrence levou cerca de 35 milhões de reais ao time inglês para garantir um lugar para o filho como titular em 2015. Além disso, teria pagado por testes com o carro de 2014.

Lance Stroll começou a andar de kart aos cinco anos, com um presenteado pelo pai, Aos 10 anos, em 2008, iniciou a carreira oficial, com vitórias em corridas e campeonatos no Canadá e Estados Unidos. No primeiro ano de atividades, ganhou o prêmio de melhor calouro da temporada, da Federação de Esportes de Quebec.

Em 2009, aos 11 anos, ainda correndo de kart, Stroll ingressou no programa de preparação da Academia Ferrari, que deixou em 2015, quando saiu para entrar no programa de desenvolvimento da Williams e ser piloto reserva em 2016. A mudança provocou surpresa, porque o pai de Lance é apaixonado pela escuderia italiana, tendo patrocinado a equipe no tempo de Michael Schumacher, e ter uma coleção de carros da fábrica italiana.

Entre 2009 e 2011, Lance Stroll ganhou quatro títulos do Flórida Winter Tour de kart. Em 2011, participou da WSK Euro; do campeonato alemão de juniores; da Copa do Mundo da CIK-FIA; ESKUZA TAG Júnior, ERDF Master Júnior e Copa Bridgestone da Europa. Em 2012, foi 2º no Troféu Andrea Margutti; disputou o campeonato europeu CIK-FIA; foi 4º no WSK Master; 1º no MG Tires SKUSA Tag Júnior e correu a final da Copa do Mundo da CIK_FIA.  Em 2013, disputou o campeonato europeu; foi 6º no campeonato mundial da CIK-FIA e correu a SuperCopa da CIK-FIA

Com a mudança para o Campeonato Italiano de Fórmula 4 em 2014, o canadense acrescentou outro título ao seu currículo. , Foi campeão da Fórmula 4 Italiana, em sua edição inaugural, com 7 vitórias, 5 poles, 13 pódios, 11 voltas e 331 pontos, em 18 corridas. Ainda nesse ano, participou de 12 corridas do Flórida Winter Tour, ao lado de Max Verstappen, com um pódio.

Em 2015, foi campeão da Toyota Racing Séries, na Nova Zelândia, com 4 vitórias, 10 pódios, 1 volta rápida e 906 pontos, em 16 corridas. Também nesse ano, foi alvo de muitas críticas, por seu desempenho agressivo no campeonato da Fórmula 3 Europeia, que disputou pela equipe Prema. Em duas ocasiões se envolveu em acidentes ao tentar pressionar os adversários para fora da pista. Primeiro em Spa, na Bélgica, tirou outros dois pilotos da prova; depois em Monza, provocou um acidente impressionante e acabou punido pela manobra que deu origem à batida.  Na “rádio paddock” corria que ele só estava na competição por que o pai teria comprado a equipe Prema Powerteam. Nas 37 provas do campeonato, venceu uma e fez 6 pódios, ficando em 5º na classificação final, com 231 pontos. Em 11 de novembro de 2015, foi confirmado que Stroll deixaria a Ferrari para servir como piloto de testes da Williams.
O canadense começou 2016 com a 5ª colocação no WeatherTech Rolex 24,  em Daytona, num Ford Chip Ganassi Racing e entrou no Ford EcoBoost Prototype,  para se tornar o mais jovem finalizador geral mais bem colocado na história do evento. Ele permaneceu na Prema Powerteam, pelo terceiro ano consecutivo, para disputar a Série Euro F3 pelo segundo ano. Em 30 corridas, obteve 14 vitórias, 14 poles, 20 pódios e 17 voltas mais rápidas, e foi campeão com 507 pontos, mais de 100 à frente do segundo colocado, Maximilian Gunther. Com isso, quebrou o recorde de mais jovem campeão da categoria.

Em 3 de novembro de 2016, a Williams Martini Racing anunciou que o Stroll seria seu piloto em 2017, tornando-se  o primeiro piloto de Fórmula 1 do Canadá, desde o campeão mundial de 1997, Jacques Villeneuve, que também iniciou sua carreira na Williams. O piloto teria coseguido esse espaço pelo grande financiamento de seu pai, o que fez sua permanência na F1 foi muito questionada.

Como piloto titular da Williams, Stroll conquistou seu primeiro pódio, um terceiro lugar, no Grande Prêmio do Azerbaijão 2017, tornando-se o segundo piloto mais jovem a terminar uma corrida de F1 no pódio e o mais novo a fazer isso na temporada de estreia. Depois de três abandonos, o jovem piloto fez a primeira corrida completa na quarta etapa, na Rússia, onde terminou em 11º, apesar de rodar na primeira volta. No Grande Prêmio da Espanha, Stroll terminou em 16º  e último dos pilotos que terminaram a corrida. Duas semanas depois, em Mônaco, deixou a pista  após falha de freio, mas ainda se classificou em 15º,  por ter completado 90% do percurso. Por coincidência, seus primeiros dois pontos foram conseguidos pelo 9º lugar na corrida “em casa”, Montreal.  O primeiro pódio foi obtido com o terceiro no Grande Prêmio do Azerbaijão 2017, e, com a idade de 18 anos e 239 dias, tornou-se o mais jovem piloto novato a subir em um pódio de Fórmula 1. Além disso, Stroll ganhou mais posições na volta de abertura do que qualquer um dos seus rivais na temporada.
No dia 2 de setembro de 2017, o Stroll registrou o quarto melhor tempo durante uma sessão de classificação em pista molhada para o Grande Prêmio da Itália. Devido a ambos os pilotos da Red Bull, Daniel Ricciardo e Max Verstappen (respectivamente, 3º e 2º),terem sido eliminados, Stroll foi promovido ao 2º lugar no grid de largada, fazendo dele o mais jovem piloto de Fórmula 1 a começar na primeira fila da corrida, com a idade de 18 anos e 310 dias. Terminou em 7º na corrida.
Na antepenultima corrida da temporada 2017, o Grande Prêmio do México, no dia 29 de outubro, em que completou 19 anos,  Stroll chegou em 6º, depois de largar da 11ª posição do grid,  colocando-o à frente do companheiro de equipe Felipe Massa em pontos marcados,  pela primeira vez na  temporada. Mas no final, com 40 pontos, Lance Stroll foi 12º colocado, uma posição atrás de Massa, que fez 43 pontos.
Depois de o pai dele passar a fazer parte do grupo que comprou a Force India, surgiram especulações de que Lance Stroll poderia se transferir para a equipe em 2019, ou até mesmo antes disso, já em 2018.

Afinal, após muitas especulações, no dia 30 de novembro de 2018, Lance Stroll foi anunciado como piloto titular da Racing Point, novo nome da Force Índia, para o campeonato de 2019, para correr ao lado do mexicano Sergio Perez.
A transferência se fez depois de uma péssimo campeonato da Williams, que teve em 2018 a pior temporada dos seus 41 anos de Fórmula 1. Terminou o campeonato na 10ª e última colocação, com apenas 7 pontos (6 de Stroll e 1 de Sergey Sirotkin), muito atrás da Toro Rosso, 9ª, com 33 pontos.
Muitos atribuíram essa verdadeira catástrofe à inexperiência da jovem dupla de pilotos, mas na verdade a causa principal foi o FW4, um carro problemático, o único do grid mais lento do que os do ano anterior.
Já no meio da temporada, Stroll dizia estar chocado com o desempenho do carro. “Não traduzimos os pontos fortes do carro de 2017 para este, e as fraquezas permanecem”, disse o piloto canadense.
Obviamente, essa situação se refletiu no desempenho do piloto durante toda a temporada. Com apenas 6 pontos, sendo 4 pelo 4º lugar no Azerbaijão e 2 pelo 9º lugar na Itália, ele acabou no 18º e antepenúltimo lugar no grid. Seus únicos momentos de algum destaques durante toda a temporada foram exatamente esses, precedidos de uma chegada à Q2, com o 11º lugar em Baku, e à Q3, com a 10ª posição, em Monza. Nas demais corridas, Stroll foi 11° na Espanha; 12º na Inglaterra e no México; 13° na Bélgica e Abu Dhabi; 14º na Austrália, Bahrein, China, Áustria, Cingapura e Estados Unidos;15º na Rússia; 17º em Mônaco, França, Hungria, e Japão e 18º no Brasil. Não completou as corridas do Canada, por colisão com Brendon Hartley na largada, e da Alemanha, por problemas de freios na 53ª das 67 voltas.

Em 2019, na estreia pela nova equipe, no GP da Austrália, Stroll foi 16º no grid, mas fez uma boa corrida e terminou em 9º, resistindo a pressão de Daniil Kvyat na volta 38. No Bahrein, não passou da Q1, largando da 18ª posição, para chegar em 14º. Na China, foi 16º no grid e 12º na corrida. No Azerbaijão, de novo não passou da Q1, sendo o 14º no grid, mas terminou na zona de pontuação, no 9º lugar. Na Espanha, largou da 17ª posição e abandonou na 44ª das 66 voltas, depois de um choque com Lando Norris. Em Mônaco, saiu de 17º e chegou em 18º. Na corrida em casa, no Canadá, foi mal na qualificação, ficando em 18º, mas na corrida não chegou a decepcionar os patrícios, alcançando o 9º lugar. Na França, saiu de 17º e chegou em 14º. Na Áustria, foi 17º na qualificação, mas ganhou três posições graças a punições a pilotos da frente, e largou de 14°, mas não evoluiu na pista, chegando na mesma posição. Na Inglaterra, começou em 18º e terminou em 13°, passando desapercebido a corrida toda. Na Alemanha, afinal, voltou à Q2, em 15º, e mesmo demorando em usar pneus intermediários, fez uma boa corrida de recuperação e conseguiu o melhor resultado até então, o 4º lugar. Na Hungria, voltou ao seu nível normal, largando de 18º e chegando em 17º.

Na Bélgica, 13º na qualificação, Stroll perdeu 3 posições, devido a troca de elementos do motor, e largou de 16º. Na corrida, porém, teve bom desempenho e chegou em 10º. Na tália, pela primeira vez na temporada, Lance Stroll chegou à Q3, foi advertido pelos comissários, junto com Hulkenberg e Sainz, por dirigir muito devagar durante a etapa e largou da 9ª posição, para chegar em 12º. Em Cingapura, saiu do 16º e chegou no 13º lugar, beneficiado por vários abandonos. Na Rússia, foi 14º e 11º, também devido a desistências. No Japão, voltou a marcar, largando da 12ª posição e classificando-se em 9º, graças à desclassificação de David Ricciardo e Nico Hulkenberg, da Renault. No México, Stroll saiu do 16º e chegou em 12º. Nos Estados Unidos, foi 14º e 13º. No Brasil, largou de 17º e abandonou na 65ª das 71 voltas, por quebra de suspensão. E em Abu Dhabi, voltou a abandonar a pista, na volta 45, por problemas nos freios.
Com 21 pontos, nas 21 corridas, Lance Stroll foi o 15º na classificação dos pilotos, bem atrás do companheiro de equipe, Sergio Perez, que foi 10º, com 52 pontos.

Como resultado de a autoridade esportiva nacional do Canadá renunciar ao seu mandato na FIA, Stroll correu sob uma licença americana, mas ainda foi reconhecido como canadense nos fins de semana de corrida.

Durante o Grande Prêmio da Áustria, ele se classificou em nono lugar, mas depois desistiu da corrida devido a problemas no motor. Seu primeiro resultado com pontos na temporada veio no Grande Prêmio da Estíria. Ele terminou em sétimo depois de ultrapassar Daniel Ricciardo em um movimento que Ricciardo descreveu como “desesperado” e merecedor de uma penalidade. Stroll se classificou em terceiro e terminou em quarto no Grande Prêmio da Hungria, seguido por mais quatro pontos, incluindo o quarto lugar no Grande Prêmio da Espanha.

Stroll conquistou seu segundo pódio na Fórmula 1 no Grande Prêmio da Itália. Ele estava em segundo lugar quando a corrida se reiniciou, após um período de bandeira vermelha, antes de ser ultrapassado por vários carros, incluindo Pierre Gasly. Stroll mais tarde sugeriu que seu fraco reinício lhe custou a chance de vencer a corrida após Gasly conquistar a vitória. Após oito corridas, Stroll estava em quarto lugar no Campeonato de Pilotos.

Uma série de abandonos se seguiram, começando com o Grande Prêmio da Toscana, onde uma falha mecânica o fez cair fortemente, depois de correr em quarto lugar. Ele foi eliminado do Grande Prêmio da Rússia na primeira volta, após o contato com Charles Leclerc que o fez bater em uma barreira. Ele então retirou-se do Grande Prêmio Eifel antes da qualificação, devido a suspeita de Covid, tendo ficado de fora, também, da terceira sessão de treinos. Sua equipe anunciou que ele não tinha Covid-19, dizendo que ele havia passado em todos os testes FIA necessários a esse respeito, mas ele foi substituído no evento por Nico Hülkenberg. Pouco depois da corrida, Stroll testou positivo para Covid-19. Ele completou um período de isolamento de 10 dias e voltou a correr no Grande Prêmio de Portugal, no qual colidiu com Lando Norris e abandonou a pista, na sua quarta não finalização consecutiva.

Stroll conquistou a primeira pole position no Grande Prêmio da Turquia, depois de uma sessão de qualificação em pista molhada. Ele se tornou o primeiro piloto canadense de F1 a conquistar a pole position desde Jacques Villeneuve, no Grande Prêmio da Europa de 1997. Stroll liderou a corrida em 32 das 58 voltas, mas teve granulação severa dos pneus e acabou caindo para o nono lugar no final da corrida. Após a corrida, Racing Point encontrou danos na asa dianteira de Stroll, considerados a como a causa de seus problemas de pneus.

Pouco depois de o Grande Prêmio do Bahrain ser reiniciado, após o acidente de Romain Grosjean, o carro de Stroll capotou ao fazer contato com Daniil Kvyat na curva oito. Stroll não se feriu e conseguiu sair do carro. No Grande Prêmio de Sakhir, ele se beneficiou de problemas com os pneus dos carros líderes da Mercedes para terminar em terceiro, ganhando seu terceiro pódio na Fórmula Um.

Os resultados de Stroll na temporada de 2020 foram estes: Áustria, abandono; Estiria, 7º; Hungria, 4º; Inglaterra, 9º; GP dos 70 anos, 6º; Espanha,4º; Bélgica, 9º; Itália, 3º; Toscana e Rússia, abandono; Eifel, não correu; Portugal, abandono; Emilia-Romagna, 13º; Turquia, 9º, com pole; Bahrein, abandono; Sakhir, 3º; Abu Dhabi, 10º.

No final da temporada, Stroll ocupou a 11ª posição no Campeonato de Pilotos, marcando 75 dos 210 pontos do time. (wikipedia)

Stroll continuou a correr pela Racing Point em 2021, sob o novo nome Aston Martin. Ele foi parceiro de Sebastian Vettel, que ocupou o lugar de Pérez, transferido para a Red Bull. Stroll se classificou e terminou em décimo no Grande Prêmio do Bahrain, na estreia a temporada. Um vídeo dele dirigindo sobre a zebra no Grande Prêmio de Mônaco se tornou um meme popular na internet, depois que a transmissão oficial interrompeu uma batalha entre Vettel, Pierre Gasly e Lewis Hamilton para mostrar um replay de Stroll dirigindo sobre a zebra.

Uma falha de pneu de alta velocidade no Grande Prêmio do Azerbaijão encerrou a corrida de Stroll. Um incidente semelhante com Max Verstappen, mais tarde na corrida, levou o fabricante de pneus Pirelli a uma investigação sobre as falhas. Tendo largado em décimo nono, depois de não ter conseguido marcar um bom tempo na qualificação, Stroll marcou um ponto com a décima colocação no Grande Prêmio da França,

Na primeira volta do GP da Hungria, Stroll causou uma colisão que eliminou a ele e Charles Leclerc da corrida e causou danos significativos a Daniel Ricciardo. Como consequência, recebeu uma penalidade de cinco lugares no grid para a corrida seguinte, o Grande Prêmio da Bélgica. Ele terminou em sétimo no Grande Prêmio da Itália, seu melhor resultado da temporada até então, mas colidiu com seu companheiro de equipe Vettel e Pierre Gasly no Grande Prêmio da Rússia, pelo que recebeu uma penalidade de dez segundos.

No GP da Cidade do México, Stroll largou do fundo do grid, por exceder sua cota de elementos de unidade de energia. Sua posição de qualificação não foi afetada pela penalidade, pois na classificação foi vigésimo e último. Nas quatro últimas corridas, seu melhor resultado foi o 6º lugar no Catar.

As colocações de Stroll em todo o campeonato foram as seguintes: Bahrein, 10º; Emília-Romagna, 8º; Portugal, 14º; Espanha, 11; Mônaco, 8º; Azerbaijão, abandono; França, 10º; Estiria, 8º; Áustria, 13º; Inglaterra, 8º; Hungria, abandono; Bélgica, 20

º; Holanda. 12º; Itália, 7º; Rússia, 11º; Turquia, 9º; Estados Unidos, 12º; México, 14º; São Paulo, abandono; Catar, 6º; Arábia Saudita, 11º e Abu Dhabi, 13º.

Lance Stroll completou o campeonato de 2021 com 34 pontos, na 13ª colocação, uma atrás de Sebastian Vettel, que foi o 12º, com 43 pontos. (Tradução, com adaptações e acréscimos, de  wikipedia,org)

Em 2022, Stroll continuou na equipe, agora sob a nome de Aston Martin, ao lado de Sebastian Vettel.

Na primeira corrida, no Bahrein, ele largou em 19º, mas chegou em 12º. Na Arábia Saudita, ocupava o décimo primeiro lugar nas últimas voltas, mas perdeu posições após uma colisão com Alex Albon e terminou em 13º. Ele não conseguiu definir um tempo de qualificação no Grande Prêmio da Austrália devido a um acidente com Nicholas Latifi pelo qual foi penalizado. Ele fez três pit stops durante a corrida e depois recebeu uma penalidade por desviar na reta ao se defender de Valtteri Bottas, terminando em décimo segundo.

Stroll conquistou seus primeiros pontos do ano com o décimo no Grande Prêmio da Emília- Romagna] e seguiu com outro décimo lugar em Miami, apesar de uma colisão com Kevin Magnussen. Ele rodou na qualificação para o Grande Prêmio do Azerbaijão e desistiu da corrida com problemas mecânicos.

Stroll conseguiu mais décimos lugares nos Grandes Prêmios do Canadá, França e Holanda. Ele chegou perto de pontuar no Grande Prêmio da Inglaterra, onde largou em vigésimo e terminou em décimo primeiro, e no Grande Prêmio da Hungria, onde correu em oitavo antes de ser derrubado por Daniel Ricciardo. O melhor resultado de Stroll na temporada veio com o sexto lugar no Grande Prêmio de Cingapura, e ele alcançou sua melhor posição no grid com a pole position no Grande Prêmio dos Estados Unidos, largando em quinto. Ele chegou a terceiro nas primeiras voltas, mas foi eliminado em uma colisão em alta velocidade com Fernando Alonso. Uma penalidade por defesa perigosa contra o companheiro de equipe Vettel no sprint do Grande Prêmio de São Paulo deixou Stroll em décimo quinto lugar no grid para a corrida, na qual se recuperou e somou um ponto na décima colocação. Ele marcou mais pontos no Grande Prêmio de Abu Dhabi, largando em décimo quarto e terminando em oitavo.

Stroll terminou a temporada em décimo quinto no Campeonato de Pilotos, com 18 pontos contra 37 de Vettel.  (wikipedia)

Stroll permaneceu na Aston Martin em 2023, em parceria com Fernando Alonso, que substituiu o aposentado Vettel. Stroll perdeu todos os três dias de testes de pré-temporada no Circuito Internacional do Bahrein, depois de sofrer um acidente de bicicleta durante o treinamento. Ele teve vários ferimentos no acidente, incluindo fraturas em ambos os pulsos e um dedo do pé quebrado. Uma pequena cirurgia foi realizada em seu pulso direito com a inserção de parafusos de metal. Ele foi substituído pelo piloto reserva, o brasileiro Felipe Drugovich, para o teste, mas retornou para o Grande Prêmio do Bahrein de abertura da temporada. Na segunda sessão de treinos livres, ele relatou dores persistentes nos pulsos que o forçaram a adotar um estilo de direção relaxado; ele disse que embora se sentisse “bastante rígido”, “se sentia bem” no carro. Stroll se classificou em oitavo para a corrida e terminou em sexto, apesar de uma colisão na primeira volta com seu companheiro de equipe Alonso. Ele largou em quinto lugar no Grande Prêmio da Arábia Saudita, mas abandonou a corrida devido a problemas no motor. Terminou em quarto lugar no Grande Prêmio da Austrália, seu melhor resultado do ano, apesar do contato na primeira volta com Charles Leclerc e depois de cair na brita na segunda relargada.

Stroll marcou pontos no sprint e na corrida principal do Grande Prêmio do Azerbaijão, mas não conseguiu pontuar no Grande Prêmio de Miami depois de ser eliminado no Q1. Os danos provocados por um acidente causaram sua retirada do Grande Prêmio de Mônaco. Ele marcou pontos nas três corridas seguintes, incluindo terminar em nono, de décimo sexto na largada, no Grande Prêmio do Canadá, e em quarto lugar no sprint do Grande Prêmio da Áustria. Stroll terminou em 11º no Grande Prêmio da Inglaterra, mas foi rebaixado devido a uma penalidade por colidir com Pierre Gasly. Ele marcou pontos nos Grandes Prêmios da Hungria e da Bélgica, apesar de ter caído na disputa de sprint neste último. Ele terminou fora dos dez primeiros nos Grandes Prêmios da Holanda e da Itália; seu treino em Monza foi interrompido por uma falha no sistema de combustível e ele se classificou em último lugar. Uma forte queda na qualificação do Grande Prêmio de Cingapura causou sua desistência no fim de semana, com o chefe da equipe Aston Martin, Mike Krack, afirmando que Stroll “ainda estava sentindo as consequências” do acidente.

Depois de se qualificar em décimo sétimo no Grande Prêmio do Qatar, 1s1 atrás do companheiro de equipe Alonso, Stroll terminou em nono na corrida, mas foi rebaixado fora das posições de pontos com uma penalidade por sair dos limites da pista. Ele largou do pit lane no Grande Prêmio dos Estados Unidos, mas se recuperou para terminar a corrida em nono; mais tarde ele foi promovido a sétimo após as desqualificações de Lewis Hamilton e Charles Leclerc, e marcou seus primeiros pontos em seis corridas. Ele largou do pit lane novamente no Grande Prêmio da Cidade do México e abandonou devido aos danos causados ​​pela colisão com Valtteri Bottas. Alcançou seu melhor resultado de qualificação desde 2020 no Grande Prêmio de São Paulo, com o terceiro lugar, à frente de Alonso, e terminou em quinto. Ele ganhou nove posições desde sua posição inicial no Grande Prêmio de Las Vegas para terminar novamente em quinto.

Stroll terminou a temporada em décimo no Campeonato de Pilotos, a classificação mais alta de sua carreira na Fórmula 1. Ele marcou 74 pontos contra 206 de Alonso e foi superado por Alonso em dezenove das vinte e duas classificações da temporada. O chefe da equipe, Krack, defendeu o desempenho de Stroll em relação a Alonso, afirmando que apesar da diferença de pontos, “não [houve] uma diferença acentuada no desempenho” entre os dois e confirmou que Stroll permaneceria na equipe ao lado de Alonso em 2024. (Wikipedia)

Stroll começou a temporada de 2024 com um décimo lugar no Grande Prêmio do Bahrein. Ele se classificou em décimo no Grande Prêmio da Arábia Saudita, mas caiu na volta 7, após bater no muro na curva 23. Ele se recuperou na Austrália, se classificando em nono e terminando em sexto. Após o fim de semana, foi anunciado que o engenheiro de corrida de Stroll, Ben Michell, seria substituído por Andrew Vizard.

Para o primeiro fim de semana de sprint da temporada, na China, Stroll se classificou em 15º e terminou a corrida mais curta em 14º. Ele se classificou em 11º para a corrida principal, mas a prova foi um desastre, pois terminou em 15º, após receber uma penalidade de 10 segundos por bater na traseira de Daniel Ricciardo, na volta 26, na reinicialização do safety car. Após a corrida, Ricciardo ficou furioso com Stroll dizendo “Eu o assisti a bordo e ele nem está olhando para mim, ele está olhando para o ápice, não sei por que ele não está olhando para o carro da frente.”

Stroll se classificou em 7º para o sprint em Miami, mas abandonou na volta 1, devido ao companheiro de equipe Alonso deslizar sobre ele, após uma colisão entre seu companheiro de equipe e Lewis Hamilton . Ele se classificou em 11º para a corrida principal, mas terminou em 17º, após uma penalidade por sair da pista e ganhar uma vantagem. Stroll se classificou em 13º no Grande Prêmio de Emilia-Romagna, mas terminou em 9º, marcando seus primeiros pontos desde a Austrália.

Stroll se classificou em 13º para o Grande Prêmio de Mônaco, mas terminou em 14º, depois de jogar sua chance de pontos fora quando teve um furo após bater no muro no meio da corrida. Ele se recuperou com um sétimo lugar em sua corrida em casa no Canadá, e alcançou mais pontos na Grã-Bretanha e Hungria. No entanto, este acabaria sendo o último resultado de pontos de Stroll na temporada, em que ele terminou em 13º no geral. De notar foi um fim de semana cheio de erros no Brasil, onde Stroll bateu durante a sessão de qualificação; perdeu seu carro na frenagem na volta de formação e encalhou no cascalho enquanto tentava se recuperar de volta à pista.

(Gemini) A temporada de 2025 de Lance Stroll foi marcada por uma persistente “estagnação no pelotão intermediário”. Enquanto a Aston Martin focava seus esforços nos bastidores para a transição técnica de 2026 (com a chegada de Adrian Newey e os motores Honda), Stroll entregou um desempenho irregular, terminando o campeonato na 16ª posição com 33 pontos.

A temporada começou com lampejos de otimismo, mas foi perdendo fôlego conforme a Aston Martin AMR25 era superada por Williams e Haas no desenvolvimento.

O retrospecto de 2025 acentuou a diferença para Fernando Alonso. Enquanto o espanhol extraía pontos em quase todas as corridas (terminando com 56 pontos), Stroll passou por um jejum de 8 corridas consecutivas sem pontuar no segundo semestre.

A dificuldade crônica em classificação (frequentemente eliminado no Q1 ou Q2) forçou Lance a fazer corridas de recuperação, o que, em um grid tão apertado quanto o de 2025, limitou suas chances de sucesso.

O desempenho de Stroll nas 24 corridas do ano:

Etapa G P Resultado Destaque / Nota
1 Austrália 6º Melhor resultado do ano. Aproveitou o caos e boas chamadas de pneus.
2 China 9º Pontuou após desclassificações de rivais à frente.
3 Japão 20º Corrida para esquecer; falta total de ritmo em Suzuka.
4 Bahrein 17º Carro muito instável nas frenagens.
5 Arábia Saudita 16º Fora do ritmo dos pontos durante todo o fim de semana.
6 Miami 16º Conseguiu 4 pontos na Sprint, mas foi mal na corrida principal.
7 Emília-Romanha 15º Preso no “trem de DRS” por quase toda a prova.
8 Mônaco 15º Classificação ruim (P18) impediu qualquer progresso.
9 Canadá 17º Decepção em casa; erro de estratégia sob chuva leve.
10 Espanha 14º Aston Martin foi a 8ª força em Barcelona.
11 Áustria 14º Performance discreta no Red Bull Ring.
12 Grã-Bretanha 7º Ótima leitura de pista em Silverstone sob condições mistas.
13 Hungria 7º Consistente, aproveitando o bom equilíbrio do carro em baixa velocidade.
14 Bélgica 14º Sofreu com a baixa velocidade de reta do AMR25.
15 Holanda 7º Grande recuperação após bater na classificação; beneficiado pelo Safety Car.
16 Itália 18º Desempenho desastroso em Monza; o carro “quicava” muito.
17 Azerbaijão 17º Envolvido em incidentes no meio do pelotão.
18 Singapura 13º Ficou perto dos pontos, mas faltou fôlego nos pneus no fim.
19 EUA (Austin) 12º Escalou posições, mas não o suficiente para pontuar.
20 México 14º Luta constante com a refrigeração dos freios.
21 Brasil 16º Dificuldades visíveis no asfalto molhado de Interlagos.
22 Las Vegas DNF Abandono após colisão nas voltas iniciais.
23 Catar DNF Retirada voluntária devido a problemas mecânicos.
24 Abu Dhabi 10º Encerrou o ano com 1 ponto suado após largar em 15º.

 

Os resultados finais de Stroll:

  • Pontos Totais: 33
  • Melhor Resultado: 6º lugar (GP da Austrália)
  • Duelos em Classificação vs. Alonso: 0 – 24 (Stroll não superou o companheiro em nenhuma sessão)
  • Abandons (DNFs): 2 (Las Vegas e Catar)
  • Posição Final no Mundial: 16º

Com a confirmação de sua renovação plurianual, Stroll entrará na era Honda pressionado para mostrar que pode liderar a equipe quando Alonso decidir se aposentar.