Timo Glock

Perfil

Nome

Timo Glock

País

Alemanha

Nascimento:

18 de março de 1982

Local:

Lindenfels

Altura:

1,69

Peso:

64 kg

Residência:

Suiça

Preferências

Comida: massa; bandas: Red Hot Chilli Peppers e Guns ‘n Roses

Hobbies

Kart, musculação, pôquer

Web site:

www.timoglock.de

Desempenho

Estreia

GP do Canadá – 13/07/2004

Último GP

GP do Brasil – 25/11/2012

Corridas

91

Títulos

0

Vitórias

0

Pódios

3

Poles

0

Voltas

1

Pontos

51

Carreira

Ano Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Pódios Pontos Posição
2012 Fórmula 1 Marussia

20

0

0

0

0

0

20º

2011 Fórmula 1 Virgin

19

0

0

0

0

0

25º

2010 Fórmula 1 Virgin

19

25º

2009 Fórmula 1 Toyota

14

1

2

24

10º

2008 Fórmula 1 Toyota

18

1

25

10º

2007 Fórmula 1 Sauber

Piloto de  testes

GP2 iSport

20

5

4

5

10

88

2006 GP2 iSport

20

2

5

60

BCN
2005 Champ Car Rocketsprts

13

1

1

202

2004 Fórmula 1 Jordan

4

Piloto de testes

2

19º

Porsche Porsche

1

N/C

2003 F3 Masters Opel 

1

30º

F3 Euroseries

20

3

1

6

55

2002 F3 alemã

18

3

2

3

6

52

2001 ADAC BMW 

20

9

3

13

268

2000 ADAC Jr,

19

11

6

15

285,5

1998

Começa a correr de kart

História

Timo Glock é um nome que traz amarga lembrança aos brasileiros. O piloto alemão se tornou o “inimigo nº. 1” do Brasil, depois de participar do desfecho do GP do Brasil que tirou de Felipe Massa o título de campeão mundial da Fórmula 1, em 2008. O brasileiro e o inglês Lewis Hamilton decidiam em Interlagos o campeonato. Se Massa vencesse e Hamilton chegasse depois do 5º lugar, o brasileiro seria o campeão.

Quando Felipe Massa cruzou a linha sem primeiro lugar e Hamilton era apenas o sétimo colocado, a torcida brasileira e até a família e a equipe dele começaram a comemorar o título quer parecia liquido e certo. Mas ai, o inesperado aconteceu.  Na última curva, a menos de 500 metros da linha de chegada, Sebastien Vettel e Hamilton ultrapassaram Timo Glock, que era o quarto colocado e, sob chuva, corria com pneus para pista seca. O inglês terminou em quinto lugar e garantiu o título de campeão.E Timo Glock carregará para sempre a acusação de ter entregado deliberadamente a posição.

Em entrevista à BBC, o piloto alemão disse que os dois ou três dias depois dessa corrida foram os momentos mais desagradáveis de sua carreira, desapontado por ter de ler  muitas coisas negativas sobre ele. “Eu fiz tudo certo, não cometi nenhum erro, por  isso foi muito difícil. Foi muito ruim ler tantas coisas que não eram verdadeiras”, declarou.

Glock talvez seja o piloto que mais rapidamente tenha chegado à Fórmula 1. Em pouco mais de quatro anos, saiu do kart para a categoria principal do automobilismo mundial. Começou a andar de kart em 1998, aos 15 anos, e já em 2004 disputou seu primeiro campeonato mundial.

Depois de apenas dois anos no kart, Glock passou em 2000 para a Fórmula Júnior da BMW ADAC, conquistando o seu primeiro título. No ano seguinte, repetiu a dose, mas na categoria principal da fórmula alemã. Em 2002, subiu mais um degrau na carreira, obtendo o 3º lugar e o título de “calouro do ano”, na Fórmula 3 da Alemanha. Em 2003, venceu três corridas e obteve três pódios, que lhe valeram o 5º lugar na série européia da Fórmula 3, que disputou pela KMS Motorsport.

O desempenho nas categorias inferiores chamou a atenção de Eddie Jordan e,ainda no final de 2003, Timo Glock foi contratado como terceiro piloto da equipe Jordan. No dia 13 de junho de 2004, estava no lugar certo e na hora certa e, por um golpe de sorte, teve a oportunidade de fazer a estreia na Fórmula 1. Giorgio Pântano teve um desentendimento com a Jordan, por questão dinheiro (parece que não conseguiu o patrocínio previsto no contrato) e Glock foi chamado para substituí-lo no GP do Canadá. Ele terminou a corrida no 11º lugar, mas com a desclassificação dos carros da Williams e da Toyota, por irregularidades no sistema de freios, ganhou a 7ª posição e os primeiros dois pontos da carreira. Pântano voltou nas sete provas seguintes, mas nas três últimas voltou a ser substituído por Glock, que foi 15º na China, Japão e Brasil.

Em 2005, com a venda da Jordan ao grupo Midland, Glock não teve o contrato renovado e, sem outra opção na Fórmula 1, foi correr na ChampCar, dos Estados Unidos, pela Rocketsports Racing. Seu melhor resultado na categoria foi o segundo lugar no GP Molson Indy Montreal, no qual só não foi 1º porque, pelo regulamento, na ultima volta teve de ceder a liderança a Oriol Servia. No final da temporada, Glock foi apenas o 8º colocado entre os pilotos, mas ganhou o título de “ChampCar World Série Rookie Of the Year” (Calouro do Ano).

Provavelmente, com a intenção de ficar mais próximo do ambiente e dos dirigentes da Fórmula 1 e assim abrir perspectiva de voltar à categoria, Glock retornou à Europa em 2006, para disputar o campeonato da Fórmula 2, primeiro pela BCN Competition e depois, na segunda metade da temporada, pela iSport. Se esse foi o plano, ele deu resultados. No mesmo ano, com duas vitórias, foi o 4º colocado da categoria, com 60 pontos, embora não tenha participado da última prova e tenha tido como adversários pilotos como Lewis Hamilton (1º) e Nelsinho Piquet)2º) e Alexandre Prèmat (3º)..

A performance foi acompanhada pelos dirigentes da BMW Sauber que, depois de testes feitos no final de 2006, o contrataram para piloto de teste para 2007. Nesse ano, ele conciliou essa atividade com a disputa do campeonato da Fórmula 2, da qual se tornou campeão, com 88 pontos e 5 vitórias (Barcelona Istambul, Nurburgring, Monza e Valência), em 21 corridas, depois de uma acirrada disputa com o brasileiro Lucas di Grassi, vice-campeão, com 77 pontos..

No final de 2007, talvez, como diria Stanislaw Ponte Preta, “surpreendido por um contrato melhor”, no dia 19 de novembro, Timo Glock foi anunciado como piloto da Toyota para a temporada de 2008, substituindo Ralf Schumacher e tendo como companheiro de equipe o italiano Jarno Trulli. O contrato só pode ser assinado depois que o Comitê de Reconhecimento de Contratos liberou Glock do compromisso como piloto de testes da BMW.

Na estreia na nova equipe, Timo Glock foi protagonista do acidente mais espetacular do GP da Austrália, no circuito de Melbourne, mas seus problemas começaram bem antes, ainda nos treinos de classificação. Primeiro, ele foi punido com a perda de cinco posições no grid, por causa da troca do câmbio de seu carro (pelo novo regulamento, a peça deveria durar quatro corridas), depois, mais cinco por ter bloqueado o austríaco Mark Webber, da RBR, durante o treino. Embora classificado no 9º lugar, Glock teve de largar da 19ª posição.

Na corrida, ele andou bem e tudo levava a crer que terminaria na zona de pontuação. Na 43ª das 58 voltas da corrida, seu carro escapou na curva 12, decolou ao passar por um desnível da grama e rodou várias vezes, antes de bater no muro. Por sorte, o piloto sofreu apenas uma contusão no pulso esquerdo, mas só foi liberado para a corrida seguinte, na Malásia, após passar pelo departamento médico, ainda na Austrália.

Em Sepang, Glock largou na 10ª posição, mas não passou da 1ª volta, jogado fora da pista por Nico Rosberg, numa tentativa de ultrapassagem. No Bahrein, o 9º lugar acabou sendo um bom resultado para o piloto alemão, levando-se em conta que tinha largado na 13ª posição e mais 18 carros conseguiram terminar a prova. Na Espanha, Glock manteve o ritmo, saindo em 14º e conseguindo chegar em 11º, duas posições à frente dos 13 carros que completaram a prova. Na Turquia, o único feito do alemão foi terminar a corrida, ganhando duas posições: saiu em 15º e chegou em 13º. Em Mônaco, deu-se o contrário. Largou em 10º, rodou várias vezes na pista e terminou em 12º, entre os 14 carros que cruzaram a linha de chegada. Depois da corrida, Glock teria pedido desculpas à direção da Toyota, pela quebra do bico numa rodada e danos no carro, ao bater no muro.

No Canadá, que parece ser seu circuito de sorte (como já vimos, foi lá que, em 2004, obteve seus primeiros dois pontos na Fórmula 1), Timo Glock liderou uma corrida pela primeira vez e marcou os primeiros pontos no campeonato, com a 4ª colocação, atrás de Robert Kubica, Nick Heidfeld e David Coulthard. O resultado foi expressivo e bastante comemorado, tendo em vista que Glock largou da 11ª posição e no final da prova conseguiu suportar forte pressão de Felipe Massa.

Na França, Glock foi 11º colocado e na Inglaterra ficou em 12º, depois de se envolver em vários incidentes, entre eles uma batida por trás, outra vez por Nico Rosberg. O resultado do que aconteceu na Inglaterra, principalmente os danos no sistema de suspensão, foi sentido por Glock duas semanas depois, no GP da Alemanha, onde foram aproveitadas algumas peças da corrida anterior.

Na 35ª volta, na última curva do circuito de Hockenhein, a suspensão traseira esquerda quebrou, Glock perdeu o controle do carro, na entrada da reta dos boxes, e foi de encontro ao muro da pit lane. O piloto saiu tonto do carro, devido à desaceleração brusca; foi atendido ainda na pista pela equipe médica e depois levado para o centro médico do circuito. Felizmente, outra vez, o piloto nada sofreu e, após um dia sob observação, foi fazer testes em Jerez de la Frontera, na Espanha, e correr o GP da Hungria.

Numa demonstração de que o acidente na Alemanha não passou mesmo de um grande susto, Timo Glock obteve em Hungaroring o seu melhor resultado, assim como o melhor resultado da Toyota em muitos anos. Largando na 5ª posição, o alemão andou bem sempre e contou também com a sorte. Depois que o motor de Felipe Massa estourou, a Ferrari pediu que Kimi Raikkonen poupasse o carro e, com isso, Glock se livrou de um adversário que andava bem mais rápido, o pressionava e, nas últimas voltas, já estava chegando na sua traseira. Esse conjunto de fatores propiciou a Timo Glock o segundo lugar na prova, atrás de Heikki Kovalainen, e o primeiro pódio de sua carreira.

No GP da Europa, no circuito de rua de Valência, na Espanha, numa corrida que só três carros não conseguiram chegar ao final, Timo Glock não se deu bem na classificação e largou da 13ª posição, mas manteve um ótimo ritmo durante toda a prova, chegando em 7º lugar e faturando mais dois pontos.

Na Bélgica, Glock largou na 13ª posição e fez uma boa corrida de recuperação para chegar em 7º lugar, apesar da punição de 25 segundos, por ter ultrapassado Mark Webber com bandeira amarela. Em Monza, na Itália, Glock largou da 9ª posição do grid, foi, deslealmente, jogado para fora da pista por Lewis Hamilton, numa ultrapassagem e chegou em 11º. Talvez como castigo, Hamilton não foi além do 7º lugar na corrida vencida por Sebastian Vettel, da Toro Rosso. Na corrida noturna de Cingapura, o alemão voltou a ter um bom desempenho, partindo da 7ª posição e chegando em 4º lugar, enquanto o companheiro Jarno Trulli teve de abandonar a prova, por problemas hidráulicos, a 6 voltas do final.

Na segunda sessão de treinos livres da sexta-feira, para o GP do Japão, Glock foi mais rápido do que Lewis Hamilton e Felipe Massa, os líderes do campeonato, mas não repetiu a façanha no dia seguinte, obtendo apenas a 8ª posição no grid, e na corrida abandonou já na 6ª volta, devido à quebra do motor. Na China, largando em 12º, Timo Glock cruzou a linha de chegada em 7º lugar, e no Brasil, nas circunstâncias citadas no início, foi o 6º colocado, terminando o campeonato com 25 pontos, na 10ª posição, uma atrás de Jarno Trulli, o 9º, com 31 pontos.

Depois de um início de temporada irregular e se chegar a pensar que ele poderia perder a vaga na Toyota, em agosto a escuderia japonesa anunciou a renovação do seu contrato para a 2009 e em janeiro Timo Glock já fazia testes com o novo carro, o TF109, na pista de Algarves, em Portugal. Nessa primeira série de treinos o motor do carro estourou, mas nos testes seguintes, no início de fevereiro, voltou a perturbar Felipe Massa, conseguindo tempo melhor que o do brasileiro no Bahrein.

Glock começou bem o campeonato e logo na segunda corrida, na Malásia, subiu ao pódio, com o 3º lugar. Das demais 13 provas só em duas não esteve na zona de pontuação e em Singapura surpreendeu ao conquistar o 2º lugar. Mas justamente quando ocupava o 9º lugar na classificação geral, com 24 pontos, e caminhava para a sua melhor na Fórmula 1, um acidente o afastou do resto da temporada. No treino de sábado para o GP do Japão, ele bateu forte, sofreu um ferimento na perna e teve uma vértebra fraturada, sendo substituído por Kamui Kobayashi.

Na Austrália, na abertura da temporada, Glock classificou-se chegou ao Q3 e se classificou em 5º lugar, mas, devido a uma irregularidade no carro, teve de largar da 19ª posição. Todavia, fez uma excelente corrida, inclusive com ultrapassagens sobre Fernando Alonso e Sebastian Buemi, chegou em 5º e foi promovido ao 4º lugar, beneficiado pela desclassificação de Lewis Hamilton.

Na Malásia, Glock voltou a ser favorecido por punições aos adversários. Ele se classificou na 5ª posição do grid, mas com penalidades aplicadas a Rubens Barrichello e Sebastian Vettel, pulou para a 3ª, Na largada, caiu para 12º, porém, com uma boa escolha de pneus quando começou a chover, se recuperou e era o 3º, quando a corrida foi  interrompida, depois da volta 31.

A partir daí, Glock se manteve na zona de pontuação, mas sempre no pelotão intermediário: foi 7º, na China e no Bahrein; 10º, na Espanha e em Mônaco; 8º, na Turquia; 9º, na Inglaterra e na Alemanha; 6º, na Hungria. No GP da Europa, em Valência, despencou para o 14º lugar; na Bélgica, voltou ao 10º e na Itália foi 11º.

No Bahrein, Glock saiu na 2ª posição e a Toyota tinha tudo para ganhar seu primeiro GP, com o alemão fazendo a dobradinha Jarno Trulli, mas um erro na troca de pneus, com a opção pelo composto duro, provocou a queda de rendimento dos dois carros. Trulli ainda conseguiu segurar o 3º lugar, mas Glock terminou em 7º.  Em Mônaco, devido a modificações no carro, o alemão teve de largar dos boxes e o 10º lugar acabou sendo comemorado como um bom resultado. Na Alemanha, ele voltou a largar dos boxes, dessa vez por ter atrapalhado Fernando Alonso na classificação, mas ainda pode comemorar mais dois pontos, chegando no 9º lugar.

Em Singapura, Timo Glock conseguiu o 2º lugar no pódio, melhor resultado da temporada e um dos dois melhores da carreira (o outro foi também o 2º lugar, no mesmo circuito, em 2008). Ele largou na 6ª posição; ultrapassou Fernando Alonso na largada; ganhou de Nico Rosberg e de Sebastian Vettel e Mark Webber e só não conseguiu passar por Lewis Hamilton, que saiu na pole e dominou toda a corrida.

E foi depois dessa boa performance e quando prometia chegar entre os primeiros do campeonato que a temporada de Timo Glock desandou. Ele chegou a Suzuka, no Japão, com forte gripe e sob o impacto do anúncio da Toyota de que le estava liberado para buscar nova equipe para o campeonato seguinte e ele deve ter levado para a pista essa pressão física e psicológica. No treino de sábado, bateu forte e sofreu um ferimento na perna que o impediu de participar da corrida do domingo. Durante a semana, descobriu-se que ele também sofrera a fratura de uma vértebra que o afastaria do resto do campeonato.

Mesmo que não tivesse sido dispensado, Glock não correria, mesmo, o campeonato seguinte pela Toyota, porque no dia 9 de outubro, a equipe japonesa anunciou a sua retirada da Fórmula 1.  O destino do piloto parecia incerto, mas a 17 de novembro foi anunciada sua contratação pela Manor Grand Prix, que logo depois viria a se chamar Virgin Racing.

Com um carro visivelmente inferior aos demais competidores, Timo Glock não teve nada a comemorar durante toda a temporada de 2010.  Sua melhor posição no grid foi o 16º lugar na Malásia e a melhor colocação em corrida um 14º lugar, no Japão. Não terminou 9 das 19 provas, sempre por problemas no carro e, na China, chegou ao cúmulo de ter o motor quebrado quando ia para o grid. Glock não esteve nunca nem perto da zona de pontuação e chegou ao final do campeonato sem pontuar, na 25ª e última colocação entre os pilotos que participaram de toda a temporada.

O desempenho de Timo Glock, em 2011, não foi diferente. Dos 19 GPs, não completou quatro (Mônaco Singapura, India e Brasil); não se classificou na Austrália e foi desclassificado na Turquia. Nas demais provas, a melhor colocação foi o 15º lugar, no Canadá e na Itália. Os demais resultados foram: Malásia, 16º;  China, 21º; Espanha, 19º; Valência, 21º; Alemanha e Hungria, 17º; Bélgica, 18º;  Japão, 20º; Coreia. 18º, e Abu Dhabi, 19º. Terminou o campeonato, de novo, no 25º lugar, uma posição atrás do companheiro Jérôme D’Ambrosio, que também não pontuou na temporada.

A temporada de 2012 não foi muito diferente. Timo Glock não completou a corrida do Canadá por falha nos freios do carro; não largou para o GP da Europa, em Valência, por problema estomacal, e a melhor colocação foi o 12] lugar, em Cingapura. Nas demais corridas, foi  14º na Austrália, Mônaco e Abu Dhabi;  15º na Bélgica; 16º no Japão e Brasil: 17º  na Malásia e Itália; 18º na Espanha, Inglaterra e  Coreia; 19º  na China, Bahrein e Estados Unidos; 20º  na India; 21º  na Hungria e 22º  na Alemanha. Na pontuou, mas foi o 20º colocado entre os 25 pilotos que participaram da temporada.

Timo Glock vive na Suíça, coma namorada, a modelo alemão Isabell reis, que o acompanha que o acompanha durante toda a temporada.