Christian Horner, chefe de equipe da Red Bull, acha que Sebastian Vettel readquiriu a confiança, depois de um início difícil da atual temporada.
O dirigente diz que o piloto está começando a voltar ao “nível de conforto” ao volante que o fez imbatível em 2013.
Vettel estava à frente não só de Mark Webber, seu companheiro de equipe, “mas claramente um passo adiante de todo o campo”, em 2013, na opinião de Horner.
“Sua confiança estava tão alta e ele estava tão na crista da onda e, assim, você pode andar sobre a água. Sentia o carro, tudo estava indo bem para ele e é o que está procurando com o RB10. Você viu, em Barcelona, a corrida de recuperação que ele fez, com a volta mais rápida e como caçou a Ferrari”, afirmou.
E Sebastian Vettel acha que Mônaco é uma boa oportunidade para a Red Bull bater a Mercedes pela primeira vez no ano. Indagado sobre a sua equipe seria capaz de competir com a alemã no circuito de ruas estreitas e sinuosas do principado, ele disse:
“É difícil prever, mas talvez em Mônaco você precise de um pouco menos e energia. Você precisa de energia, mas um pouco menos do que nos outros lugares. Talvez haja um pouco de chuva, que poderia ajudar também. Assim, todos têm chance de vencer”.
Vettel participou do segundo dia de testes em Barcelona, mas disse que não trabalhou um set up específico para Mônaco: “Era mais útil para nós entender mais do carro em geral, em vez de nos preparamos para uma única corrida”.
Na quarta-feira, Daniel Ricciardo garantiu que o fato de ele vir tendo melhores resultados não abala a sua ligação com Vettel: “Nos damos muito bem, para companheiros de equipe. Muitas vezes vamos tomar café da manhã juntos e eu diria que isso é incomum entre companheiros de equipe. O momento está bom para mim, mas também sei que não vai demorar muito para Seb voltar. Ele não esqueceu como se dirige”.
Wolff: a vantagem em Mônaco não conta
Toto Wolf, chefe de equipe da Mercedes, admite que o domínio de sua equipe no último GP de Mônaco, com vitória de Nico Rosberg, não conta nada para a corrida de 2014, apesar da ampla vantagem na classificação.
“Nós fomos a equipe mais rápida em Mônaco, porque não fomos a mais rápida em outros circuitos. Em um circuito de baixa aderência, como Mônaco, fomos capazes de manter os pneus vivos com facilidade, mas esse não é um problema no momento. Penso também que o motor não é tão importante”, diz Wolff.
O diretor acha que Mônaco será mais fácil para os nervos do que Bahrein, dada a dificuldade para ultrapassar:
“Mônaco é mesmo mais difícil de ultrapassar, então eu prefiro Mônaco a Bahrein, onde você pode ter os carros lado a lado em muitas curvas, deixando-me mais nervoso
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