Sebastian Vettel disse na quinta-feira que não se importaria de dividir uma equipe com Daniel Ricciardo. O australiano, furioso com a Red Bull após os erros de estratégia em Barcelona e em Mônaco, tem sido mencionado em substituir Kimi Raikkonen na Ferrari.
“É sempre bom quando outras equipes mostram interessem em você. É um elogio.”, disse Ricciardo ao jornal espanhol El Mundo Deportivo. “A única coisa que quero é lutar por um título. Se for para mudar, seria para poder lutar pelo campeonato, não pelo prestígio”, acrescentou.
Vettel deixou claro que quer a permanência de Raikkonen para 2017, mas disse também que voltar a ter Ricciardo como companheiro não seria uma má ideia.
“Em 2014, trabalhamos muito bem como equipe e não tivemos problemas. Ele é um piloto forte e 2014 foi um ano de sucesso para ele, mesmo no ano passado em que ele teve algumas dificuldades. Neste ano, é difícil julgar porque eu não sei o que está acontecendo na equipe dele, mas não tenho nada contra ele”, disse Vettel.
Ferrari com novo desenho de turbo
A Ferrari levou ao Canadá grandes atualizações, a maioria relacionada com o desenho do turbo, mas Vettel disse que a reação da mídia com algumas corridas com menos expressão o surpreendeu.
“Sim, isso foi uma surpresa para nós. Não estamos procurando desculpas, mas existem razões pelas quais não pudemos mostrar o que podemos fazer, algumas referentes à potência, outras não. Estamos tentando de forma agressiva nos aproximar da Mercedes e também pagando um preço por isso.
Heineken entra na F1
A nova patrocinadora da Fórmula 1 é a fábrica de cerveja Heineken, que entrou com um patrocínio de aproximadamente 220 milhões de euros e que se estenderá até 2023.
“A F1 é mais que uma corrida. É um evento global e representa uma oportunidade única para a Heineken seduzir novos consumidores, especialmente em mercados importantes em ascensão”, explicou Gianluca di Tondo, diretor global da Heineken.
A entrada da cervejeira holandesa já aparece no GP do Canadá e será o patrocinador principal do GP de Monza. Outras etapa (como o México já este ano e a China em 2017) serão também apoiadas pela cervejaria.
A empresa holandesa promete uma atividade maior nas redes sociais mas também o poder de atrair mais público aos eventos.
“Este envolvimento da Heineken vai ‘acordar-me’ para a importância das redes sociais”, reconheceu Ecclestone. “Estamos ambos no negócio do entretenimento e da inovação e espero que este seja apenas o início de uma longa parceria”, acrescentou o chefão da Fórmula 1.
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