Mark Smith, novo diretor técnico da Sauber, admite que chegou tarde demais para ter um grande impacto no carro da equipe para a temporada de 2016. Contratado em meados de julho, ele reconhece que, com o carro já em produção, sua influência no resultado geral do que será o C35 foi limitada.
“Definitivamente, foi tarde demais para dar alguma contribuição para a arquitetura global. Mas algumas coisas estarão congeladas até meados de setembro, então, vou tentar compreender o que as pessoas fizeram até agora, por que eles adotaram certas decisões. Essas coisas são, geralmente, feitas por um grupo de pessoas, por isso é improvável que eu vá olhar para algo e dizer ‘isso está errado’. Será a oportunidade de sugerir algumas coisas que podem afetar o desenvolvimento do carro a logo prazo”, Smith explicou à Automotor.
Smith acredita que 2017 representará uma oportunidade muito maior para que ele deixe a sua marca na equipe e no carro, em particular, se os planos para uma revisão radical das máquinas vier a ser concretizada pela FIA.
Mark Smith está na Fórmula 1 há 25 anos, tendo iniciado a carreira com a Jordan, em 1990, e passando depois pela Benetton, Force India e Caterham, que deixou em maio do ano passado.
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