Red Bull já decidiu que continuará na Fórmula 1 após o último fim de semana da temporada. Há pouco tempo, a marca de energéticos ameaçava deixar a categoria, caso não encontrasse um novo fornecedor de motores. Mas, de acordo com o jornalista especializado em F1, Christian Sylt, do Telegraph, o chefe da equipe, Christian Horner revelou que “não tem planos ou intenções que poderiam afetar operações da empresa nos próximos 12 meses”.
Acredita-se que o plano da Red Bull seja fazer a temporada 2016 com um motor Renault sem marca, antes de mudar para novo “motor cliente”, em 2017. Essa seria a solução encontrada pela empresa austríaca, segundo o chefe da Renault F1, Cyril Abiteboul, que, todavia, ressalva:
“Mas antes de tudo temos que decidir sobre a nossa participação na F1. O que nós queremos fazer? O que vamos fazer com a Lotus? Com a Red Bull e Toro Rosso? Eu sei quais são os rumores, mas a decisão é do nosso CEO”.
O presidente da Renault, Carlos Ghosn, deve vai tomar uma decisão final antes do dia 8 de dezembro.
Renault não usou todas as fichas
A Renault não usou todos seus tokens de motor na unidade de potência do carro de Daniel Ricciardo no Brasil. Todos pensavam que o fabricante francês tinha usado onze de seus doze tokens de desenvolvimento restantes, em sua tentativa de aumentar o nível de desempenho de sua unidade de potência. Na verdade, porém, ela usou apenas sete tokens no motor introduzido no Brasil, o que, de qualquer forma, levou Ricciardo a tomar uma punição no grid.
A Renault aparentemente está focada no motor de combustão interna, enquanto o saldo de tokens deve ser dedicado ao trabalho de turbo compressor da unidade de potência. As razões para a atualização foram a produção de uma peça limitada e a compatibilidade com o sistema de escape da unidade de potência.
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