Helmut Marko, consultor da Red Bull, admitiu que a Mercedes e a Ferrari são as alternativas da equipe da empresa de energéticos para fornecimento de motores, em 2017, indicando que a separação da Renault já é um fato e o contrato com a fábrica francesa, que termina no fim de 2016, não será, mesmo, renovado. A Honda não seria uma opção por causa do seu mau rendimento neste ano e também porque a McLaren, certamente, vetaria.
A Ferrari já disse, em junho, que estava disposta a oferecer seus motores à equipe e as negociações com a Mercedes não deverão ser difíceis, pois todos os interlocutores são austríacos, Dietrich Mateschitz, Helmut Marko, Niki Lauda, Toto Wolff.
Marko indica que construir o próprio motor não está nos planos da Red Bull, pois na opinião dele: “Fazer um motor é muito complicado. Leva três anos para conceber e é preciso investir milhões de dólares”. Além disso, seria necessário saber quais seriam as regras da F1 e se elas teriam estabilidade.
“Claramente, há questões que não têm resposta agora”, afirma o dirigente austríaco.
Diante dessa situação, os austríacos estariam dispostos a deixar de ser uma equipe “oficial” e tornar-se cliente, embora com o estatuto de “cliente privilegiado”, mesmo que saibam que é muito difícil ganhar da marca que vende os motores. Pelo menos fazê-lo em condições de chegar ao título.
Postado em: Notícia
