A parir do GP da Espanha, a McLaren vai mudar a pintura do sue carro, segundo as interpretações, como um sinal de indicar descontinuidade da primeira parte e marcar uma nova etapa na temporada. O MP4-30 não terá mais o cinza cromado ou o prata dos últimos tempos, mas um cinza mais sombreado, para dar mais visibilidade ao laranja, a cor mais ligada à história da equipe.
Nas últimas três semanas, os engenheiros japoneses desenvolveram novas técnicas que poderão propiciar um salto grande ao carro da McLaren-Honda.
“Sabíamos que a temporada seria difícil, mas estamos progredindo a cada GP. No Bahrein, tivemos problemas de confiabilidade com o carro de Jenson, mas o de Fernando girou como um relógio durante todo o fim de semana. Ele chegou ao Q2 e quase terminou a corrida nos pontos. Claramente, estes não são os resultados que queremos, mas é claro que o desenvolvimento está indo na direção certa. A McLaren-Honda vai ter os resultados do que estamos fazendo. Marque minhas palavras. Vamos vencer juntos e, quando isso acontecer, vai ser de forma dominante. Eu não quero fixar tempo, porque isso seria imprudente. Estou orgulhoso dos campeonatos do mundo, mas quero outros. Sempre que entro no Centro de Tecnologia da McLaren vejo uma grande ambição, muita confiança e isso me deixa muito orgulhoso”, disse Ron Dennis à revista italiana OmniCorse.
Dennis defende com unhas e dentes seus parceiros fornecedores de motores, a fábrica japonesa Honda:
“A Honda projeta e fabrica motores de todos os tipos e, mais do qualquer outro grupo no mundo. Ela vai fazer bem mais na F1. Seus técnicos sabem que a unidade de potência ainda não é a melhor, mas vai ser. A Honda está seguindo um caminho inovador na concepção da unidade de potência. No longo prazo, eu acredito que os adversários vão ter que se preocupar”.
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