O jornalista Reginaldo Leme teve alta e deixou na manhã desta quarta-feira o Hospital Albert Einstein, onde esteve internado por dez dias, devido a uma trombose.
De acordo com boletim divulgado pelo hospital na última segunda-feira, Reginaldo sofreu “uma oclusão arterial aguda – embolia arterial – secundária a uma arritmia cardíaca”. Também segundo o documento, seu estado de saúde já era considerado muito bom.
Ao dar a informação, o site Grande Prêmio, dirigido por Flávio Gomes, também jornalista especializado na F1, registra:
“Reginaldo Leme tem 66 anos e é um dos mais respeitados jornalistas especializados em automobilismo no mundo. Leme iniciou a carreira em 1968 no jornal ‘O Estado de S. Paulo’, mas foi na TV Globo se tornou realmente conhecido no país. Natural de Campo Grande, o repórter começou a trabalhar na cobertura da F1 pela emissora carioca em 1978.
Ele teve o privilégio de acompanhar todos os oito títulos brasileiros na maior das categorias do esporte a motor e foi dele também o furo que originou o escândalo do GP de Cingapura em 2008, em que o piloto Nelsinho Piquet provocou deliberadamente um acidente para beneficiar o então companheiro de Renault, Fernando Alonso.”
Kvyat acha que idade não importa na F1
Daniil Kvyat considera que o seu desempenho é uma prova de que os jovens pilotos podem correr no mais alto nível da Fórmula 1. O piloto russo, de 21 anos, acha que os temores a respeito de pilotos inexperientes são infundados.
“Eu posso falar por mim e para mim foi tudo perfeito. No começo, as pessoas estavam pessimistas sobre o que eu seria capaz de fazer, mas tudo foi perfeito”, disse o jovem piloto ao site da Autosport.
Muita gente achou que a empresa Red Bull estava errada ao promover Kvyat, de 20 anos, para F1, diretamente da GP3. Pela Toro Rosso, o russo se tornou o mais jovem pontuador na estreia da história da F1, na Austrália, ganhou a disputa interna com Jean-Éric Vergne nas classificações e, no final do ano, foi promovido à Red Bull, como companheiro de Daniel Ricciardo, para 2015.
Este ano, a empresa tem recebido críticas semelhantes por contratar o holandês Max Verstappen, que, com 17 anos, será o piloto mais jovem a ir para o grid na F1. Para Kvyat ele não terá nenhum problema:
“Eu nunca corri com Max, pois ele era jovem demais para corrermos juntos, mas. no final, quando ele começar a correr, mesmo com 17 anos, vai se sair bem”.
Kvyat não concorda com os que dizem que os carros atuais, com motor turbo V6 hibrido, com menos downforce, são mais fáceis de dirigir para os novatos, porque, segundo mele, não há testes que provem isso:
“Eu não tive algumas centenas de volta de testes como alguns pilotos mais antigos, mas não tive nenhuma dificuldade e não houve nada difícil a superar”.
O piloto diz ter levado para F1 a mesma abordagem que o fez campeão da GP3 e que tem funcionando muito bem:
“Ela me ajudou a ganhar o campeonato e eu estava confortável com ela. Desde setembro do ano passado eu não mudei muito, apenas um pouco de ajuste fino, para me adaptar ao novo carro e às pessoas ao meu redor. Se você ficar mudando e a si mesmo o tempo todo, vai achar que nunca está bom.”
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