Um dos últimos patrocinadores a chegar à Fórmula 1, a cerveja Heineken quer uma corrida no Vietnam, embora os novos donos da categoria não queiram correr o risco de voltar a ter arquibancadas vazias.
Os problemas econômicos e as mudanças na F1 afetam diferentes circuitos e podem provocar a troca de alguns dos 21 locais de GPs por outros. Por isso a Heineken propôs a promoção de uma corrida no Vietenam, que lhe interessa comercialmente..
A rodada asiática seria ampliada com uma corrida a mais e a segunda metade do calendário a acolheria bem, pois Cingapura e Malásia são países relativamente próximos do Vietnam.
De acordo com Gianluca Di tondo, diretor global de Heineken, apesar de os Estados Unidos continuarem a ser seu principal mercado, eles são muito fortes no Vietnam, graças a colaboradores locais.
“Eles foram nossos convidados em Monza e estiveram na lua.. assim, por que não ter uma corrida em Ho Chi Minh?”>
Toda via, o interesse da Heineken se choca frontalmente com a a opinião de Chase Carey, novo presidente da F1, que se nega a aceitar que se repitam o que aconteceu na Coreia, Turquia e India, onde a falta de recursos econômicos dos fãs e de cultura do mundo do motor se viu, pela televisão arquibancadas vazias.
Abu Dhabi continuará por muito tempo
O diretor executivo do circuito de Yas Marina, em Abu Dhabi, Al Tarek Al Ameri, confirmou que a o GP de Abu Dhabi terá ainda muitas corridas da F1.
O circuito dos Emirados, que recebe a categoria desde 2009, não tem intenção de abandonar a F1. Ao contrário, quer seguir crescendo e colocar-se como um circuito chave no mundial.
“Estaremos na F1 por muito tempo. Continuaremos trabalhando duro para oferecer um magnífico evento a nossos clientes e também para que todas as pessoas envolvidas possam obter o melhor do circuito, enquanto crescemos e olhamos para os futuro”, disse Al Ameri ao jornal Gulf News.
O GP de Abu Dhabi desperta tanto interesse que as entradas são postas à venda desde março.
“Em março começamos a vender entradas e vendemos durante todo o ano. O mercado internacional voltou a mostrar muito interesse pelo evento e estamos ansiosos por vê-los em novembro. Os fãs locais também saem ganhando se compram as entradas com antecipação, pois têm descontos”, explica o diretor.
O dirigente espera que o último GP do ano seja também o da decisão do título de campeão entre os pilotos:
“Cada ano tentamos melhorar, mas, obviamente, o que acontece na pista é a chave e este ano parece que a batalha entre Rosberg e Hamilton não será decidida antes da última corrida”, torce Al Tareq.
Postado em: Notícia
