Lewis Hamilton conquistou a pole position e tornou-se favorito para vencer o GP da Inglaterra, depois de ter liderado todos os três treinos livres e a etapa de classificação, com um recorde da pista, na Q2, quando fez 1m29s243 e superou a sua própria marca de 2013.
Todavia, o piloto inglês levou um susto na Q3, quando perdeu uma volta, por ter excedido os limites da pista, na curva Copse.
“Não foi a sessão de classificação mais limpa, mas tivemos, realmente um bom ritmo desde o início da Q1. A penúltima volta da Q3 foi muito boa, mas, infelizmente, me foi tirada. Toquei a zebra e ela me puxou ainda mais. Eu não senti que estava indo para fora das linhas. Houve muita pressão na última volta, mas eu só sabia que não podia deixar os rapazes por baixo. Mas, honestamente, isso só me energizou. Eu não sei. É nesses momentos que eu fico mais animado. Estar sob pressão não é algo que me coíba, é algo para aproveitar e é isso que tento fazer. A equipe também fez um trabalho incrível para proporcionar o desempenho que temos neste fim de semana”, expôs o piloto.
Hamilton também procurou fazer média com seus fãs ingleses:
“Eu quero dizer o quanto são incríveis os fãs neste fim de semana e eu sou grato por isso. A partir de quinta-feira até hoje é a maior multidão que já vi. A energia e a onda que eles enviam é apenas fascinante. Amanhã, como sempre, vai ser uma corrida muito difícil, por isso é importante que a gente trabalhe hoje à noite e amanhã de manhã para entender a estratégia, os pneus. Minhas corridas longas, ontem tiveram ritmo muito forte, então, acho que tenho o carro em boas condições em termos de equilíbrio para a classificação e para a corrida”.
Já Nico Rosberg admitiu que simplesmente não foi um bom dia para lutar pelo pole com o companheiro. Ele pareceu não ser capaz de alcançar o meso nível de Hamilton
“Não foi o melhor dia para mim. Parabéns a Lewis que fez um bom trabalho aqui e é isso. Mas, ainda assim, amanhã, é jogar tudo. Há uma boa oportunidade para o ataque na curva 3. Vamos ver.”
Rosberg negou que a ausência no segundo treino livre tenha tido influência na classificação e insistiu em que tinha tudo o que precisava do carro, hoje.
“Eles nos deram um carro incrível. Foi um prazer dirigi, especialmente nas curvas de alta velocidade, iguais às retas. Essa é a área mais espetacular para nós pilotos de corridas, essas curvas de alta velocidade, foi muito especial lá, hoje”, explicou Rosberg.
Postado em: Notícia