“Se a Marussia encontrar alguém que possa provar ter dinheiro suficiente para correr o ano inteiro, e nos acharmos que eles estão certos, gostaríamos de deixar as coisas como estão”.
A declaração é de Bernie Ecclestone ao jornal inglês The Independent sobre o destino da equipe russa que não participou das últimas três corridas da temporada, mas solicitou sua inscrição provisória para o ano que bem, sob o nome de Manor.
Ecclestone disse que se a equipe resolver seus problemas ele poderá liberar a ela o prêmio de quase 50 milhões de dólares, pela 9ª colocação no campeonato.
Em entrevista à agência russa Ria Novost, Ecclestone defendeu o Andrey Cheglakov, dono da Marussia, considerando-o “um cara legal”, que não teve a colaboração da equipe:
“Ele foi mal assessorado e entrou no time sem saber tudo sobre isso. Eu acho que se tivesse alguém com ele poderia fazer um pouco mais e ele ainda estaria na F1 hoje”.
Conforme o jornalista de negócios da F1 Christian Sylt, os administradores legais venderam cerca de 1.000 itens do seu acervo em leilão, para pagar seus credores.
A Caterham, outra equipe em situação econômica difícil e por enquanto fora do grid do ano que vem, define o seu futuro nesta segunda-feira. Segundo o jornal Sunday Express, os credores não pagos serão convidados a autorizar a venda da equipe.
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