Os organizadores do Grande Prêmio da Arábia Saudita confirmam a corrida programada para este fim de semana. Nas últimas horas, o exército saudita interceptou vários mísseis apontados para a cidade de Jeddah, onde está localizado o circuito, embora o promotor assegure que esses eventos não afetarão a corrida de Fórmula 1.
No último domingo, faltando uma semana para o GP da Arábia Saudita, o país sofreu vários ataques de um grupo de houthis do Iêmen. Primeiro, eles atacaram as instalações da Aramco, em uma cidade no sudoeste do país com mísseis e drones. A petroleira é patrocinadora global da Fórmula 1 e também a principal patrocinadora da equipe Aston Martin.
No mesmo dia, o exército saudita interceptou um “objeto aéreo hostil” dirigido para a cidade de Jeddah. Esses eventos colocaram a Fórmula 1 em alerta, mas os organizadores confirmaram que os ataques não estão relacionados à corrida e que o Grande Prêmio continua normalmente.
“Este incidente não tem nada a ver com o fim de semana de corrida. Estamos em contato permanente com as autoridades competentes e todas as medidas de segurança necessárias foram tomadas para garantir a segurança de todos os visitantes, bem como dos participantes, da equipe e da mídia”, disse um porta-voz do evento, segundo a agência de notícias GMM.
Esses ataques fazem parte da intervenção militar que a Arábia Saudita iniciou no Iêmen há sete anos. Desde o início, parecia altamente provável que eles forçassem o cancelamento da corrida, mas agora foi confirmado que a segunda rodada da temporada ainda está nos trilhos.
Atualmente, o Oriente Médio tem uma importância especial no calendário da Fórmula 1. O desembarque do Grande Circo na Arábia Saudita na temporada passada e a renovação do Grande Prêmio do Qatar por dez temporadas a partir de 2023 são prova disso.
Tradução do https://bit.ly/3qR5ZL1
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