“Em condições normais, devemos ser o último ou penúltimo”, declarou Fernando Alonso, depois do Grande Prêmio da Austrália, à Sky Sport italiana. “Quando chegarmos aos circuitos normais, a nossa posição será muito mais para trás”, acrescentou o piloto a uma emissora espanhola.
“Em termos de condução, eu provavelmente fiz uma das minhas melhores corridas se não a melhor absoluta. A volta de qualificação foi muito boa, no início eu consegui ganhar uma posição e com a retirada de Grosjean nós ganhamos mais uma. Eu nunca tive uma corrida melhor, mas raramente me sentei num carro menos competitivo”, acrescentou. “Em termos de desempenho, nós somos os últimos”, reforçou Alonso.
Muitos observadores interpretaram os comentários de Alonso como um sinal claro de que sua paciência está finalmente se esgotando e a colaboração anglo-japonesa continua a vacilar pela terceira temporada consecutiva.
“Otimismo? Acho que o que eu fiz neste fim de semana será impossível fazer de novo”, ele disse à imprensa espanhola, mostrando estar “orgulhoso” da classificação e por correr nas posições de pontos, apesar de ter o carro mais lento no campo.
“Eu não posso alcançar os pontos sozinho. Minha volta de qualificação foi extremamente boa, mas em condições normais em uma pista normal, devemos ter o último ou penúltimo lugar”, repetiu Alonso à emissora espanhola Movistar.
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