02/01/19

Acidentes tiveram alto custo à Toro Rosso

A temporada de 2018 foi uma das mais caras para Toro Rosso. A equipe, que terminou na 9º posição, à frente apenas da Williams, gastou em reparos dos carros, depois de acidentes, cerca de 2,3 milhões de euros.
Em declarações ao motorsport.com, Franz Tost, chefe da equipe, lembrou que eles tiveram momentos destacados, como o 4º lugar no Bahrein, o 6º em Mônaco e Hungria, mas ressalva:
“Talvez os bons resultados pudessem ser mais, não fossem os numerosos acidentes envolvendo nossos pilotos. Alguns desses acidentes provocaram o abandono e em outros eles puderam continuar, mas muito prejudicados”.
E Franz Tost revela o alto custo desses acidentes: “Este ano gastamos 2,3 milhões de euros só com os choques. O mais forte foi entre Gasly e Grosejan, em Barcelona, onde Pierre não pode fazer nada, e o acidente com Ocon, na França. Também foram fortes o choque entre Stroll e Hartley, no Canadá, e o incidente em Silverstone. Em Monza, Brendon foi alcançado por Vandoorne e Ericsson antes da primeira curva. O carro quase desapareceu”.
A informação de Tost dá uma ideia do esforço e das despesas de uma equipe causados pelos acidentes na corrida. Um acidente exige um grande esforço para recuperar o carro no menor tempo possível. Além disso, provoca a perda de pontos, com a redução do bônus, e o custo dos reparos. Para as equipes pequenas principalmente, cada ponto conta e cada euro também! Os fãs, as equipes e os pilotos não entendem a F1 sem acidentes e, graças a Tost se pode fazer uma ideia de seu custo econômico.