O jornal espanhol Marca publica hoje que a Red Bull retomou as negociações com o seu fornecedor de motores, a fábrica francesa Renault.
Diz o jornal que a Renault e a Red Bull “estão destinadas a entender-se, obrigatoriamente.” Apesar das declarações do dono da Red Bull, a realidade e os prazos de construção do novo carro se impõem às discussões que distanciou os dois associados durante a temporada. A Red Bull tem o desenho do novo carro parado há quase um mês, o que unido à antecipação do início do campeonato, é um tempo que não pode perder, diz o Marca.
O jornal acrescenta que trabalhar sobre a unidade de potência que têm agora é o mais simples e rápido e, por isso, a equipe austríaca retomou as negociações com a atual fornecedora. E, esclarece também, a Renault precisa da Red Bull e da Toro Rosso para desenvolver mais rapidamente sei novo motor, com o qual espera recuperar o ano de desvantagem em relação à Mercedes e, um pouco menos, à Ferrari.
Assim conclui o jornal, parece que a Red Bull continuará na F1, assim como a Toro Rosso e o mais provável é que o carro de Carlos Sainz continue com o motor francês e os Red Bull continuem com as unidades de potência que têm agora.
Os desentendimentos são esquecidos rapidamente na F1 graças aos interesses mútuos, comenta o Marca. Por isso, acrescenta, o entendimento entre a Red Bull e a Renault não deve surpreender. A Red Bull teria que pagar os motores mais caros, caso fizesse acordo com a Ferrari, além de perder o patrocínio da Infiniti.
Outros sites da internet informam que Dietrich Mateschitz, dono da Red Bull, pretende resolver essa questão dos motores ou deixar a F1 até o fim de outubro. O dono da empresa de energéticos diz que precisa concluir qualquer acordo nas próximas quatro semanas.
“Nos nos esforçamos para conseguir motores, mas não temos nenhum, pelo menos não o que queremos. O pré-requisito para continuar é um motor competitivo”, ele declarou à revista Speedweek. Solicitado a indicar um prazo para um acordo sobre motores, Mateschitz foi incisivo:
“Em algum momento no final de outubro”.
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