Um balanço do jornal espanhol Mundo Deportivo mostra que a participação no campeonato da Fórmula 1 não sai barato. Ser campeã é caro, embora isso possa ser rentável. A Mercedes, por exemplo, já teve que desembolsar custosos prêmios aos pilotos, dirigentes e funcionários, pelo título de 2014 e deve fazer o mesmo, agora, em 2015, enfrentando esses custosos pagamentos.
Além da taxa federativa, o preço da licença da equipe e da superlicença dos pilotos crescem, conforme os pontos conquistados.
A equipe campeã deve pagar nada menos do que 5.719 euros por ponto conquistado, além de uma taxa básica de 476.592 euros, que todos devem pagar. No caso da Mercedes, foram 703 pontos e sua fatura se eleva a 4.497.329 euros, As outras equipes só pagam 4.765 euros por pontos e, assim, a Ferrari, segunda colocada, pagará pela licença pouco mais da metade do que a Mercedes. A equipe italiana, que este ano fez uma campanha muito melhor do que em 2014, terá o preço da sua licença aumentado em 40 %, enquanto a McLaren, que segundo o jornal foi um desastre, paga menos da metade em 2015 e a Red Bull pagará quase um milhão de euros menos neste ano.
Os preços das licenças para o campeonato de 2016, segundo o Mundo Deportivo são os seguintes:
Mercedes – 4.497.329 euros
Ferrari – 2.516,298
Williams – 1.701.369
Red Bull – 1.367.772
Force India – 1.124,723
Lotus (Renault em 2016) – 848,314
Toro Rosso – 795.892
Sauber – 648,156
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