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Max Verstappen, da Red Bull, conquistou a pole position par o GP da França, no circuito de Paul Ricard, uma pista normalmente favorável à Mercedes. Com o tempo de 1m29s990, essa foi a 5ª pole do holandês com a equipe austríaca e a primeira desde o GP do Bahrein. Lewis Hamilton, da Mercedes, com1m30s248, será o segundo do grid, seguido de Valtteri Bottas, Sergio Perez, Carlos Sainz, Pierre Gasly, Charles Leclerc, Fernando Alonso, Lando Norris, Fernando Alonso e Daniel Ricciardo, que completaram os Top10.
A etapa de qualificação para o GP da França, a ser disputado amanhã, a partir das 10 horas, com transmissão da Band, foi marcada por duas bandeiras vermelhas. A primeira, logo no início da Q1, quando Yuki Tsunoda foi de encontro à barreira, na curva 2, sendo obrigado a abandonar a pista. A segunda bandeira, ainda na Q1, foi causada por Mick Schumacher, que também teve um choque com a barreira, na curva 6, depois de ter conseguido tempo para passar à Q2 pela primeira vez.
As três etapas da qualificação foram disputadas com tempo bom e pista completamente seca. Na Q1, a temperatura do asfalto era de 44 graus.
O primeiro a deixar a pit lane foi Pierre Gasly, seguido de Kimi Raikkonen e Antonio Giovinazzi. Os carros da Red Bull, Mercedes e Alpine foram os últimos a ir para a pista e, assim como os demais levavam pneus macios. Fernando Alonso e Esteban Ocon só entraram depois do incidente com Tsunoda, logo no começo da fase e antes que os outros pilotos pudessem fazer volta lançada.
No reinicio do treino, Carlos Sainz fez 1m32s289 e Valtteri Bottas assumiu a liderança, com 1m31s669. Hamilton fez 1m31s692; Verstappen, 1m31s001 e Sergio Perez, 1m31s560.
Na segunda tentativa, com os mesmos pneus macios, Hamilton ficou a dois décimos de Verstappen. E o acidente de Schumacher, provocando bandeira vermelha, impediu que os tempos fossem melhorados e os eliminados foram Nicholas Latifi, Kimi Räikkönen, Nikita Mazepin, Lance Stroll e Yuki Tsunoda. Schumacher passou, mas não pode participar da Q2, devido as avarias no carro.
Para a Q2, só George Russel saiu com pneus macios. O resto preferiu os compostos médios, com os quais pretendem largar amanhã. Gasly foi o primeiro a ter tempo registrado, com1m31s353, e Carlos Sainz baixou para 1m31s146. Poucos segundos depois, Max Verstappen conseguiu melhorar o tempo de Carlos Sainz em 66 milésimos, mas Sergio Pérez assumiu o primeiro lugar, com o recorde de 1m30s971.
Lewis Hamilton surpreendeu numa segunda tentativa com o primeiro conjunto de pneus médios, e tomou a liderança, apenas 12 milésimos à frente de Sergio Pérez, com o tempo de 1m30s959.
Na reta final da etapa, com exceção de Giovinazzi, Perez e Ricciardo, com pneus macios, todos os pilotos usaram os médios. Com eles, Valtteri Bottas melhorou o seu tempo para 1m30s735 e terminou a sessão na primeira posição, com Lewis Hamilton em segundo; Sergio Pérez em terceiro; Max Verstappen em quarto e Carlos Sainz em quinto. Os eliminados foram Ocon, Vettel, Giovinazzi, Russell e Schumacher.
Para a Q3, as condições do asfalto se mantiveram estáveis, completamente seco, e a uma temperatura de 45ºC. Fernando Alonso e Daniel Ricciardo saíram com pneus médios e todos os demais com macios.
Na primeira tentativa, Max Verstappen cravou 1m30s325 e ficou em primeiro lugar, com quase quatro décimos de vantagem sobre Hamilton, mais de meio segundo sobre Pérez e oito décimos sobre Bottas.
Na rodada final, Verstappen conseguiu uma volta mágica de 1m29s990, para garantir a pole, dois décimos à frente de Hamilton; três décimos sobre Bottas e quatro décimos sobre Perez.
O grid para o GP da França ficou assim:
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