Segundo o site thisisf1.com, Luca di Montezemolo, o ex-presidente da Ferrari, sem especificar o real estado de saúde do ex-piloto, descreveu como “terrível” a situação atual da lenda da F1, Michael Schumacher. Quase dois anos depois do acidente de esqui, em que bateu a cabeça numa pedra e entrou em coma, o hepta campeão mundial está recolhido em sua casa na Suíça e sua condição de saúde é desconhecida.
“Michael foi fundamental para a Ferrari. Para mim, para as nossas vidas. Ele é uma pessoa extraordinária, que mesmo nos momentos mais difíceis foi um absoluto jogador do time. Vê-lo nesta situação é terrível. É uma situação em que você não sabe o que deve fazer. Então eu tento recordar tantos grandes momentos na vida em que comemoramos juntos. Eu sempre penso em um excepcional piloto, homem, amigo. Devo dizer também que eu admiro a coragem e a força de sua família, de Corinna e os filhos, e como eles ajudam Michael. Do fundo do meu coração, eu espero ouvir boas notícias em breve”, disse Montezemolo à emissora de rádio alemã RTL .
Montezemolo revelou que, durante toda a campanha de Sebastian Vettel na Toro Rosso, Schumacher recomendava à Ferrari que pensasse em trabalhar com o jovem alemão no futuro.
“O primeiro que nos encorajou sobre Sebastian foi Michael. Ele disse que era esperto, bem-comportado, confiável, rápido.”
No entanto, foi Fernando Alonso, que, em última análise, precedeu Vettel na Ferrari e Montezemolo explica:
“Estávamos à procura de pessoas com um pouco mais de experiência e por isso escolhemos Fernando, que – por favor, não vamos esquecer – passou quatro anos de muito sucesso com a gente. Mas nós sempre mantivemos Sebastian em mente, especialmente depois de seus grandes sucessos com a Red Bull. Claro, ele veio no momento certo para iniciar um novo ciclo vitorioso e, como Niki Lauda e Michael Schumacher, ele pode ser parte da história da Ferrari. E para ele eu desejo nada além do melhor”, completou Montezemolo
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