Europa – 2011

GP da Europa

Data – 26 de junho de 2011

Circuito – Valência

Pista – 5.419 metros

Voltas – 57 – 308,883 km

Pole – Sebastian Vettel – Red Bull – 1m36s975

Vencedor – Sebastian Vettel – Red Bull

Tempo – 1h39m36s169

Volta mais rápida – Sebastian Vettel – Red Bull – 53 – 1m41s852

Líderes – Sebastian Vettel (1-13), Felipe Massa (14), Sebastian Vettel (15-57)

Grid

1

Sebastian Vettel

Red Bull

1m36s975

2

Mark Webber

Red Bull

1m37s163

3

Lewis Hamilton

McLaren

1m37s380

4

Fernando Alonso

Ferrari

1m37s454

5

Felipe Massa

Ferrari

1m37s535

6

Jenson Button

McLaren

1m37s645

7

Nico Rosberg

Mercedes

1m38s231

8

Michael Schumacher

Mercedes

1m38s240

9

Nick Heidfeld

Renault

s/t

10

Adrian Sutil

Force  India

s/t

11

Vitaly Petrov

Renault

1m39s068

12

Paul di Resta

Force India

1m39s422

13

Rubens Barrichello

Williams

1m39s489

14

Kamui Kobayashi

Sauber

1m39s525

15

Pastor Maldonado

Williams

1m39s645

16

Sergio Pérez

Sauber

1m39s657

17

Sébastien Buemi

Toro Rosso

1m39s711

18

Jaime Alguersuari

Toro Rosso

1m40s232

19

Heikki Kovalainen

Lotus-Renault

1m41s664

20

Jarno Trulli

Lotus-Renault

1m42s234

21

Timo Glock

Virgin

1m42s553

22

Vitantonio Liuzzi

Hispania

1m43s584

23

Jérôme d’Ambrosio

Virgin

1m43s735

24

Narain Karthikeyan

Hispania

1m44s363

 

Corrida

O GP da Europa, no circuito de rua de Valência, no dia 26 de junho de 2011, estabeleceu um novo recorde na Fórmula 1: todos os 24 carros que iniciaram a corrida receberam a bandeirada ao final das 57 voltas e esse foi também o maior número de competidores a completar uma corrida. O recorde  mais recente tinha sido anotado no GP da China de 2011, com 23 carros. Antes, isso só havia acontecido no GP da Holanda de 1961, com 15 carros; no GP dos Estados Unidos de 2005, com seis, e no GP da Itália de 2005, com 20 carros. Levando em consideração as altas temperaturas, a velocidade do circuito e o desgaste dos pneus, a Pirelli forneceu às equipes para o GP da Europa um novo tipo de pneus, de composto médio, com duas opções: um mais duro, identificado com faixa branca, e outro mais suave, com faixa amarela. Uma semana antes da corrida, a FIA proibiu as equipes de mudarem para a corrida a configuração (mapeamento) do motor usada na classificação, tirando uma grande vantagem da Red Bull.

Essas foram as únicas novidades do campeonato. Na pista, nada mudou. Sebastian Vettel teve um fim de semana perfeito, com um hat-trick (barba, cabelo e bigode): a pole position, a volta mais rápida e a vitória tranquila na corrida. Foi o segundo triunfo consecutivo no piloto alemão no GP da Europa; o 6º nas 8 corridas da temporada; a 16ª vitória na F1. Ele aumentou para 77 pontos a vantagem sobre Jenson Button e Mark Webber, que totalizaram 109 pontos.

A corrida foi uma das mais monótonas da temporada e nem mesmo os dois trechos para o uso da asa móvel proporcionaram emoção, pois a diferença entre os pilotos foi quase sempre maior do que o 1s exigido para permitir abrir o equipamento.

Com a temperatura na pista em torno de 47º, Sebastian Vettel manteve facilmente a liderança e só a deixou por uma volta, substituído por Felipe Massa, quando fez o primeiro pit stop. A menor vantagem sobre o segundo colocado foi de 1s3, sobre Mark Webber, no final da primeira volta. No final, cravou 10s891 sobre Fernando Alonso. A surpresa da largada foi Felipe Massa, que, passando por Fernando Alonso e Lewis Hamilton na curva 1, pulou da 5ª posição para o 3º lugar. Logo, porém, preocupado em alcançar Mark Webber, descuidou-se e foi ultrapassado por Alonso e depois por Hamilton, terminando mesmo na 4ª colocação. Os McLarens largaram mal. Hamilton caiu de 3º para 5º. Jenson Button perdeu o 6º lugar para Rosberg, mas algumas voltas depois conseguiu retomar a posição. As Ferraris melhoraram em relação ao GP do Canadá e algumas vezes tinham ritmo melhor que as McLarens. Alonso e Webber travaram um bom duelo. O espanhol fez a ultrapassagem na curva 12, dentro do trecho de DRS; nos pit stops, Webber recuperou a posição, mas mais tarde Alonso usou segunda bateria de paradas para passar à frente do australiano. Alertado pelo rádio sobre problemas na caixa de câmbio, Webber passou a controlar a velocidade e permitiu que Alonso chegasse em 2º sem maiores preocupações.

Resultados

Posição Piloto Equipe Tempo Incidentes
1 Sebastien Vettel Red Bull 1h39m36s169  
2 Fernando Alonso Ferrari a 10s891  
3 Mark Webber Red Bull 27s255  
4 Lewis Hamilton McLaren 46s190  
5 Felipe Massa Ferrari 51s705  
6 Jenson Button McLaren 1m00s065  
7 Nico Rosberg Mercedes 1m38s090  
8 Jaime Alguersuari Toro Rosso 1 volta  
9 Adrian Sutil Force India 1 volta  
10 Nick Heidfeld Renault 1 volta  
11 Sergio Pérez Sauber 1 volta  
12 Rubens Barrichello Williams 1 volta  
13 Sébastien Buemi Toro Rosso 1 volta  
14 Paul di Resta Force India 1 volta  
15 Vitaly Petrov Renault 1 volta  
16 Kamui Kobayashi Sauber 1 volta  
17 Michael Schumacher Mercedes 1 volta  
18 Pastor Maldonado Williams 1 volta  
19 Heikki Kovalainen Lotus-Renault 2 voltas  
20 Jarno trulli Lotus-Renault 2 voltas  
21 Timo Glock Virgin 2 voltas  
22 Jérôme d’Ambrosio Virgin 2 voltas  
23 Vitantonio Liuzzi Hispania 3 voltas  
24 Narain karthikeyan Hispania 3 voltas  

Classificação do campeonato

Pilotos
1 Sebastian Vettel 186
2 Jenson Button 109
3 Mark Webber 109
4 Lewis Hamilton 94
5 Fernando Alonso 87
6 Felipe Massa 42
7 Nico Rosberg 32
8 Vitaly Petrov 31
9 Nick Heidfeld 30
10 Michael Schumacher 26
11 Kamui Kobayashi 25
12 Adrian Sutil 10
13 Jaime Alguersuari 8
14 Sébastien Buemi 8
15 Rubens Barrichello 4
16 Sergio Pérez 2
17 Paul di Resta 2

 

Equipes
1 Red Bull 295
2 McLaren 206
3 Ferrari 129
4 Lotus 61
5 Mercedes 58
6 Sauber 27
7 Toro Rosso 16
8 Force India 12
9 Williams 4