Austrália – 2011

GP da Austrália

Data – 27 de março de 2011

Circuito – Albert Park – Melbourne

Pista – 5.303 metros

Voltas – 58

Pole – Sebastian Vettel – Red Bull – 1m23s259

Vencedor – Sebastian Vettel – Red Bull

Tempo – 1h29m30s259

Volta mais rápida – Felipe Massa – Volta 55 – 1m28s947

Líderes – Sebastian Vettel (1-13), Lewis Hamilton (14-16), Sebastian Vettel, (17-58)

Grid

1

Sebastian  Vettel

Red Bull

1m23s529

2

Lewis Hamilton

McLaren

1m24s307

3

Mark Webber

Red Bull

1m24s395

4

Jenson Button

McLaren

1m24s779

5

Fernando Alonso

Ferrari

1m24s974

6

Vitaly Petrov

Renault

1m25s247

7

Nico Rosberg

Mercedes

1m25s421

8

Felipe Massa

Ferrari

1m25s599

9

Kamui Kobayashi

Sauber

1m25s626

10

Sebastien Buemi

Toro Rosso

1m27s066

11

Michael Schumacher

Mercedes

1m25s971

12

Jaime Alguersuari

Toro Rosso

1m26s103

13

Sergio Pérez

Sauber

1m26s108

14

Paul di Resta

Force India

1m26s739

15

Pastor Maldonado

Williams

1m26s768

16

Adrian Sutil

Force India

1m31s407

17

Rubens Barrichello

Williams

s/t

18

Nick Heidfeld

Renault

1m27s239

19

Heikki Kovalainen

Lotus-Renault

1m29s254

20

Jarno Trulli

Lotus-Renault

1m29s342

21

Timo Glock

Virgin

1m29s858

22

Jérôme d’Ambrosio

Virgin

1m30s822

23

Vitantonio Liuzzi

Hispania

1m32s978

24

Narain Karthikeyan

Hispania

1m34s293

Corrida

Sebastian Vettel começou a temporada de 2011 como terminou a de 2010: venceu com folga o GP da Austrália, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, no dia 27 de março de 2011. E, com a 11ª vitória, em 5 anos de carreira, igualou-se a Rubens Barrichello, Felipe Massa e Jacques Villeneuve em número de triunfos na F1. O piloto alemão, que na véspera já tinha surpreendido, com 1 segundo de vantagem sobre Lewis Hamilton, fez uma ótima largada e disparou na frente, aproveitando-se do fato de os dois rivais mais diretos, Lewis Hamilton e Jenson Button, largarem do lado sujo da pista. No fim da 1ª volta, tinha 2.4 segundos de vantagem sobre Hamilton e na 2ª aumentou a diferença para 3,2 segundos. E para isso nem precisou usar o KERS, como os adversários da McLaren. Essa vantagem oscilou até a 14ª volta, quando Vettel parou para a troca de pneus e Hamilton assumiu a ponta. Mas a perda da liderança só durou 3 voltas; na 17ª, Vettel reassumiu a ponta e aumentou a diferença. Na 36ª volta, na segunda parada de ambos, já estava 12 segundos à frente de Hamilton, e no final cravou uma vantagem de 22,297 sobre o adversário.

Ameaçado por Fernando Alonso e Vitaly Petrov, Jenson Button não conseguiu segurar a 4ª posição, assumida pelo russo, enquanto Alonso saía para a grama, caindo para o 9º lugar. Button foi para o 6º, atrás de Felipe Massa, e, depois de várias outras tentativas, na 11ª volta, ao cortar a chicane para ultrapassar o brasileiro, foi punido com o drive-through. A punição o impediu de lutar pelo pódio, mas não evitou que acabasse passando por Massa e terminasse na 6ª colocação. Antes de ser ultrapassado por Button, Massa já havia sido superado por Fernando Alonso, terminando em 9º, ao passo que o companheiro de equipe ainda conseguia chegar no 4º lugar. Depois da corrida, Massa foi presenteado com duas posições, por causa da desclassificação dos dois carros da Sauber, que tinham chegado à sua frente. Ao contrário da maioria dos concorrentes (à exceção de Sergio Pérez, que fez uma só), os dois pilotos da Ferrari foram obrigados a fazer três paradas para troca de pneus; os pneus duros colocados na primeira parada de Massa não resistiram muito e ele teve de voltar logo ao box para nova troca.                         A surpresa da corrida foi o russo Vitaly Petrov, que, com o 3º lugar, conseguiu o primeiro pódio da carreira e do seu país. Ele largou bem, pulou do 6º para o 4º lugar e sustentou a posição, apesar do assédio de Fernando Alonso, nas voltas finais. Já Rubens Barrichello não teve um bom início de temporada. Errou na volta lançada do Q2 e largou na 17ª posição. Na 22ª volta da corrida, na curva 3. ao tentar ultrapassar, tirou Nico Rosberg da corrida e na 48ª, com problemas na transmissão, teve de abandonar a pista.

As duas grandes novidades da temporada não tiveram muita influência no resultado da corrida. Os pneus Pirelli não se desgastaram tanto e não provocaram as três ou quatro paradas ou as muitas ultrapassagens esperadas. A asa móvel não foi tão usada na corrida quanto nos treinos de classificação e foram poucas as ultrapassagens proporcionadas pelo uso delas. Jenson Button, por exemplo, a abriu, mas não teve tempo para ultrapassar Felipe Massa na curta reta de Montreal.

Resultados

Posição Piloto Equipe Tempo Incidentes
1 Sebastian Vettel Red Bull 1h29m30s259  
2 Lewis Hamilton McLaren a 22s297  
3 Vitaly Petrov Renault 30s580  
4 Fernando Alonso Ferrari 31s772  
5 Mark Webber Red Bull 38s171  
6 Jenson Button McLaren 54s304  
7 Felipe Massa Ferrari 1m25s186  
8 Sebastien Buemi Toro Rosso 1 volta  
9 Adrian Sutil Force India 1 volta  
10 Paul di Resta Force India 1 volta  
11 Jaime Alguersuari Toro Rosso 1 volta  
12 Nick Heidfeld Renault 1 volta  
13 Jarno Trulli Lotus-Renault 2 voltas  
14 Jérôme d’Ambrosio Virgin 4 voltas  
15 Timo Glock Virgin 9 voltas  
Não completaram
  Rubens Barrichello Williams   48 – transmissão
  Nico Rosberg Mercedes   22 – colisão
  Heikki Kovalainen Lotus-Renault   19 – vazamento de água
  Michael Schumacher Mercedes   19- – colisão
  Pastor Maldonado Williams   9 – transmissão
Desqualificados
  Sergio Pérez Sauber    
  Kamui Kobayashi Sauber    

 Classificação do campeonato

Pilotos
1 Sebastian Vettel 25
2 Lewis Hamilton 18
3 Vitaly Petrov 15
4 Fernando Alonso 12
5 Mark Webber 10
6 Jenson Button 8
7 Felipe Massa 6
8 Sébastien Buemi 4
9 Adrian Sutil 2
10 Paul di Resta 1

 

 

Equipes
1 Red Bull 35
2 McLaren 26
3 Ferrari 18
4 Lotus 15
5 Toro Rosso 4
6 Force India 3