2015
A Mercedes domina de novo
O Campeonato da Fórmula 1 de 2015 foi a 66ª temporada da principal categoria do automobilismo mundial, promovido pela Federação Internacional de Automobilismo (FIA).
O campeonato foi disputado por 10 equipes, com a participação de 23 pilotos, em 19 Grandes Prêmios, que começaram no dia 15 de março,em Melbourne, na Austrália, e terminaram em Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, no dia 29 de novembro. As duas principais novidades do calendário da categoria foram a inclusão do Grande Prêmio do México, na Cidade do México, e a ausência, pela primeira vez em 50 anos, do Grande Prêmio da Alemanha, por falta de condições financeiras do autódromo de Nurburgring, ao qual caberia promover a corrida, no rodízio com Hockenheim.
Lewis Hamilton, da Mercedes, repetiu a façanha do ano anterior e conquistou o seu segundo título seguido, tornando-se tricampeão da F1, no GP dos Estados Unidos, faltando ainda três provas para o fim do campeonato. O piloto inglês também faturou o troféu de poles da FIA, largando da primeira posição em 11 das 19 provas da temporada. Seu companheiro de equipe, Nico Rosberg, foi o vice-campeão e Sebastian Vettel, da Ferrari, o terceiro colocado.
A Mercedes garantiu o titulo das construtoras com 4 corridas de antecedência, no GP da Rússia, com ampla vantagem sobre a Ferrari, segunda colocada, e a Williams, a terceira. A Honda que voltou à Fórmula 1, equipando com motor V6 e o Sistema de Recuperação de Energia à McLaren, que rompeu uma relação de 20 anos com a Mercedes. A Lotus trocou os motores da Renault , que usava havia 20 anos, pelos da Mercedes. A equipe Manor substituiu a Marussia, retirando-a da administração judicial em que estava desde no fim de 2014 e registrando-se como Marussia Manor, equipe inglesa e não russa.
Entre os pilotos, Fernando Alonso deixou a Ferrari e voltou à McLaren, a qual tinha deixado em 2007, ocupando a vaga de Kevin Magnssen. Sebastian Vettel , depois de 15 anos e quatro títulos mundiais, trocou a Red Bull pela Ferrari, no lugar de Alonso. A sua vaga na Red Bull foi ocupado pelo jovem russo Daniil Kvyat. A Toro Rosso formou a dupla mais jovem da F1, com o espanhol Carlos Sainz Jr., de 21 anos, e o holandês Max Verstappen, que, com 17 anos, tornou-se o piloto mais novo a iniciar uma temporada da categoria. A Sauber igualmente renovou a sua dupla de pilotos, substituindo Esteban Gutierrez e Adrian Sutil pelo brasileiro Felipe Nasr e o sueco Marcus Ericsson. A Manor, com motor Ferrari, começou o campeonato com o norte-americano Will Stevens e o espanhol Roberto Merhi, que, a partir do GP de Cingapura, se revezou com outro norte-americano, Alessandro Rossi. A nota lamentável do ano com relação aos pilotos foi a morte do francês Jules Bianchi, no dia 17 de julho, sete meses depois do acidente que sofreu no GP do Japão de 2014.
A Mercedes dominou inteiramente o campeonato, desde a primeira corrida, na Austrália, onde fez a dobradinha e livrou uma vantagem de 28 pontos sobre a Ferrari e terminou 30 segundos à frente do terceiro colocado, Sebastian Vettel. A diferença da equipe alemã só cresceu durante o andamento do campeonato e chegou a 275 pontos no final do campeonato. A Ferrari ameaçou ser mais competitiva e chegou a ganhar três corridas, com Sebastian Vettel, mas não teve forças para contar o poderio da Mercedes. A Williams, graças à regularidade de Felipe Massa e o ímpeto e arrojo de Valtteri Bottas, voltou a ocupar a terceira posição entre as equipes.
A Red Bull passou quase a temporada inteira queixando-se dos motores fornecidos pela Renault e o dono da fábrica de energéticos que mantém a equipe, Dietrich Mateschitz, ameaçou deixar a categoria, caso não conseguisse um novo fornecedor de motores. Depois de muita troca de acusações, e da negativa da Mercedes, Ferrari e Honda terem recusado pedido da Red Bull, as duas partes chegaram a uma solução de compromisso e a equipe austríaca vai usar em 2016 um motor fabricado pela Renault, mas que levará uma outra marca.
Uma crise idêntica à da Red Bull e Renault viveram a McLaren e a Honda. Desde os testes da pré-temporada, na Espanha, os motores da fábrica japonesa mostraram problemas de confiabilidade e de potência, que provocaram vários abandonos e más colocações de pilotos do quilate de Fernando Alonso. No final do campeonato a equipe deu sinais de progresso, mas o suficiente para melhorar a sua performance. A Manor, ainda em decorrência da herança maldita, começou mal o campeonato, não podendo participar da primeira corrida na Austrália, por falta de computadores, que tinham entrado no leilão dos bens da Marussia. A partir do GP da Malásia, porém, a equipe inglesa se mostrou mais consistente, conseguindo participar e quase sempre terminar todas as corridas.
Entre os pilotos, Lewis Hamilton e Nico Rosberg começaram se alternando nas vitórias, com o inglês vencendo na Austrália, na China e Bahrein (depois de uma surpresa de Vettel na Malásia) e o alemão chegando em primeiro na Espanha e Mônaco. Em seguida, Hamilton venceu no Canadá; Rosberg, na Áustria; Hamilton, na Inglaterra e Vettel , na Hungria. A partir daí, Hamilton ganhou na Bélgica, Itália, Japão, Rússia e garantiu o tricampeonato nos Estados Unidos, numa série que só foi quebrada em Cingapura, com vitória de Sebastian Vettel. Nico Rosberg reagiu e ganhou as três últimas corridas, quando já não tinha mais condições de brigar pelo título, mas podia mostrar a sua capacidade de reação e o que será capaz de fazer na próxima temporada. Sebastian Vettel, com as três vitórias (Malásia, Hungria e Cingapura) deu novo alento à Ferrari e abriu boas perspectivas para a equipe italiana em 2016.
O ano da Fórmula 1 terminou com uma ampla discussão entre equipes e dirigentes sobre motores. As montadoras mais fortes, Ferrari, Renault e Honda, assim como algumas equipes, querem mudanças no regulamento que lhes permitam pelo menos se igualarem à Mercedes. As equipes menores, com a apoio do presidente da FIA, Jean Todt, e do administrador da F1, Bernie Ecclestone, presidente da FOM, querem motores mais baratos. Todavia, a proposta da FIA e da FOM de abrir concorrência para escolha de um fornecedor alternativo não teve a unanimidade necessária na última reunião da Comissão de Estratégia.
Calendário/Vencedores
|
Data |
País |
Circuito |
Vencedor |
Equipe |
Tempo |
|
15/03 |
Austrália |
Melbourne |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h31m54s067 |
|
29/03 |
Malásia |
Sepang |
Sebastian Vettel | Ferrari | 1h41m05s793 |
|
12/04 |
China |
Xangai |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h39m42s008 |
|
19/04 |
Bahrein |
Sakhir |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h35m05s809 |
|
10/05 |
Espanha |
Barcelona |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h41m12s555 |
|
24/05 |
Mônaco |
Monte Carlo |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h39m16s420 |
|
07/06 |
Canadá |
Montreal |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h31m53s145 |
|
21/06 |
Áustria |
Spielberg |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h49m18s420 |
|
05/07 |
Inglaterra |
Silverstone |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h31m37s729 |
|
26/07 |
Hungria |
Hungaroring |
Sebastian Vettel | Ferrari | 1h46m09s985 |
|
23/08 |
Bélgica |
Spa |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h23m40s387 |
|
06/09 |
Itália |
Monza |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h28m00s688 |
|
20/09 |
Cingapura |
Marina Bay |
Sebastian Vettel | Ferrari | 2h01m22s118 |
|
27/09 |
Japão |
Suzuka |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h28m06s508 |
|
11/10 |
Rússia |
Sochi |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h37s11s024 |
|
25/10 |
EUA |
Austin |
Lewis Hamilton | Mercedes | 1h50m52s824 |
|
01/11 |
México |
Cidade do México |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h42m35s038 |
|
15/11 |
Brasil |
Interlagos |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h31m09s090 |
|
29/11 |
Abu Dhabi |
Yas Marina |
Nico Rosberg | Mercedes | 1h38m30s175 |
Classificação
Pilotos
|
Posição |
Piloto |
Equipe |
Pontos |
|
1º |
Lewis Hamilton | Mercedes |
381 |
|
2º |
Nico Rosberg | Mercedes |
322 |
|
4º |
Sebastian Vettel | Ferrari |
278 |
|
4º |
Kimi Raikkonen | Ferrari |
150 |
|
5º |
Valtteri Bottas | Williams |
136 |
|
6º |
Felipe Massa | Williams |
121 |
|
7º |
Daniil Kvyat | Red Bull |
95 |
|
8º |
Daniel Ricciardo | Red Bull |
92 |
|
9º |
Sergio Perez | Force India |
78 |
|
10º |
Nico Hulkenberg | Force India |
58 |
|
11º |
Romain Grosjean | Lotus |
51 |
|
12º |
Max Verstappen | Toro Rosso |
49 |
|
13º |
Felipe Nasr | Sauber |
27 |
|
14º |
Pastor Maldonado | Lotus |
27 |
|
15º |
Carlos Sainz Jr | Toro Rosso |
18 |
|
16º |
Jenson Button | McLaren |
16 |
|
17º |
Fernando Alonso | McLaren |
11 |
|
18º |
Marcus Ericsson | Sauber |
9 |
|
19º |
Roberto Merhi | Manor |
0 |
|
20º |
Alexander Rossi | Manor |
0 |
|
21º |
Will Stevens | Manor |
0 |
|
22º |
Kevin Magnussen | McLaren |
0 |
Equipes
|
Posição |
Equipe |
Pontos |
|
1º |
Mercedes |
703 |
|
2º |
Ferrari |
428 |
|
3º |
Williams |
257 |
|
4º |
Red Bull |
187 |
|
5º |
Force India |
136 |
|
6º |
Lotus |
78 |
|
7º |
Toro Rosso |
67 |
|
8º |
Sauber |
36 |
|
9º |
McLaren |
27 |
|
10º |
Manor |
0 |
Um balanço completo da temporada
Veja o balanço completo da temporada de 2015 da Fórmula 1, preparado pelo site da Rádio e Televisão Portuguesa (RTP):
Vitórias
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
10 |
Mercedes |
16 |
|
| Nico Rosberg |
6 |
Ferrari |
3 |
|
| Sebastian Vettel |
3 |
- Hamilton venceu 10 GPs. É a 6ª melhor marca da historia. No ano passado ele ganhou 11, em 19 GPs. Em 2011, Vettel venceu 11, em 19 provas.em 2002, Schumacher também teve 11 vitórias, em 17 corridas. O máximo de vitórias numa temporada foi obtido por Schumacher, em 2004, com 13 em 18 provas e por Vettel, em 2013, com 13 vitórias em 19 GPs.
- A Mercedes repete a marca recorde de 2014: 16 vitórias em 19 GPs. A equipe alemã obteve 12 dobradinhas, uma a mais do que em 2014. É um novo record absoluto. Os 3 melhores resultados são Mercedes em 2015 – 12 Dobradinhas, em 2015: Mercedes, 11, em 2014, e McLaren, com 10, em 1988.
Voltas mais rápidas
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
8 |
Mercedes |
13 |
|
| Nico Rosberg |
5 |
Red Bull |
3 |
|
| Daniel Ricciardo |
3 |
Ferrari |
3 |
|
| Kimi Raikkonen |
2 |
|||
| Sebastian Vettel |
1 |
- Lewis Hamilton, com 28, 8 delas em 2015, iguala o número de voltas mais rápidas em corrida de Jim Clark.
- A Mercedes, com 38 (13 em 2015), iguala a marca de voltas mais rápidas da Ferrari, de 2008.
Pódios
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
17 |
Mercedes |
32 |
|
| Nico Rosberg |
15 |
Ferrari |
16 |
|
| Sebastian Vettel |
13 |
Williams |
4 |
|
| Kimi Raikkonen |
3 |
Red Bull |
3 |
|
| Felipe Massa |
2 |
Lotus |
1 |
|
| Daniel Ricciardo |
2 |
Force India |
1 |
|
| Valtteri Bottas |
2 |
|||
| Romain Grosjean |
1 |
|||
| Daniil Kvyat |
1 |
|||
| Sergio Perez |
1 |
- Nico Rosberg, com 41 pódios, iguala marca de Felipe Massa. Pela 14ª vez, conseguiu o 1º lugar no grid, como Emerson Fittipaldi, Jack Brabham e Graham Hill.
- Lewis Hamilton, com 87 pódios, 25 pelo 2º lugar, está a 10 pódios de Fernando Alonso, que é o 3º piloto com mais pódios, atrás de Prost, com 106, e Schumacher, com 155.
- Kimi Raikkonen tem 90 pódios na carreira, igualando-se aAyrton Senna e com um a mais do que Sebastian Vettel. Subiu ao 3º lugar pela 30ª vez, recorde absoluto nessa classificação, pois nenhum outro piloto tem mais 3ºs lugares.
- A Mercedes tem 94 e 95 pódios ma sua história, contra a marca de 100 pódios da Renault.
- Hamilton igualou a marca de 17 pódios num mesmo ano, de Schumacher, em 17 corridas, em 2002, e de Vettel, em 19 provas, em 2011,
- No GP da Itália de 2015, Hamilton completou 16 pódios consecutivos, ficando atrás só de Schumacher, que fez 19 entre 2001 e 2001,
- A Mercedes estabeleceu recorde absoluto de 32 pódios numa única temporada, superando seus 31 pódios de 2014.
- A Mercedes conquistou 12 dobradinhas, o que também é um recorde absoluto na F1.
GPs nos pontos
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
18 |
Mercedes |
35 |
|
| Sebastian Vettel |
17 |
Ferrari |
31 |
|
| Nico Rosberg |
17 |
Williams |
27 |
|
| Kimi Raikkonen |
14 |
Red Bull |
27 |
|
| Felipe Massa |
14 |
Force India |
21 |
|
| Daniil Kvyat |
14 |
Toro Rosso |
17 |
|
| Valtteri Bottas |
13 |
Lotus |
15 |
|
| Daniel Ricciardo |
13 |
Sauber |
11 |
|
| Sergio Perez |
12 |
McLaren |
6 |
|
| Max Verstappen |
10 |
|||
| Romain Grosjean |
10 |
|||
| Nico Hulkenberg |
9 |
|||
| Carlos Sainz Jr |
7 |
|||
| Felipe Nasr |
6 |
|||
| Marcus Ericsson |
5 |
|||
| Pastor Maldonado |
5 |
|||
| Jenson Button |
4 |
|||
| Fernando Alonso |
2 |
Poles
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
11 |
Mercedes |
18 |
|
| Nico Rosberg |
7 |
Ferrari |
1 |
|
| Sebastian Vettel |
1 |
|||
|
Primeira fila |
||||
|
Pilotos |
Equipes |
|||
| Lewis Hamilton |
18 |
Mercedes |
33 |
|
| Nico Rosberg |
15 |
Ferrari |
4 |
|
| Sebastian Vettel |
4 |
Red Bull |
1 |
|
| Daniel Ricciardo |
1 |
|||
Nico Rosberg, com 22 poles na carreira, 7 do ano, oguala o número de poles de Fernando Alonso.
- Lewis Hamilton, com 11 poles, ganhou o troféu FIA Pole de 2015
Lewis Hamilton tem 90 primeiras filas (18 este ano), marca só superada por Schumacher, com 116. - A Mercedes tem 35 primeiras filas completas (15, em 2015) e obteve 33 primeiras filas em 36 possíveis.
Disputas internas
| Lotus | Romain Grosjean | 17 | Pastor Maldonado | 2 |
| Ferrari | Sebastian Vettel | 15 | Kimi Raikkonen | 4 |
| Mercedes | Lewis Hamilton | 12 | Nico Rosberg | 7 |
| Red Bull | Daniel Ricciardo | 12 | Daniil Kvyat | 7 |
| Force India | Nico Hulkenberg | 11 | Sergio Perez | 8 |
| Williams | Valtteri Bottas | 11 | Felipe Massa | 8 |
| Manor GP | Will Stevens | 9 | Robert Mheri | 4 |
| Manor GP | Will Stevens | 2 | Alexander Rossi | 3 |
| Toro Rosso | Carlos Sainz Jnr | 10 | Max Verstappen | 9 |
| Sauber | Felipe Nasr | 10 | Marcus Ericsson | 9 |
| McLaren | Fernando Alonso | 10 | Jenson Button | 8 |
| McLaren | Kevin Magnussen | 0 | Jenson Button | 1 |
Voltas na liderança
|
Pilotos |
Km |
Voltas |
% |
Equipes |
Km |
Voltas |
% |
|
| Lewis Hamilton |
3096 |
587 |
51% |
Mercedes |
4706 |
936 |
81% |
|
| Nico Rosberg |
1610 |
349 |
30% |
Ferrari |
919 |
186 |
16% |
|
| Sebastian Vettel |
866 |
176 |
15% |
Williams |
118 |
20 |
2% |
|
| Felipe Massa |
112 |
19 |
2% |
Red Bull |
39 |
7 |
1% |
|
| Kimi Raikkonen |
52 |
10 |
1% |
|||||
| Daniel Ricciardo |
39 |
7 |
1% |
|||||
| Valtteri Bottas |
6 |
1 |
0% |
Abandonos
|
Pilotos |
Equipes |
|||||
| Pastor Maldonado |
10 |
Lotus |
17 |
|||
| Fernando Alonso |
8 |
McLaren |
15 |
|||
| Romain Grosjean |
7 |
Toro Rosso |
12 |
|||
| Carlos Sainz |
7 |
Manor GP |
7 |
|||
| Jenson Button |
6 |
Force India |
7 |
|||
| Nico Hulkenberg |
6 |
Ferrari |
7 |
|||
| Max Verstappen |
5 |
Red Bull |
6 |
|||
| Kimi Raikkonen |
5 |
Sauber |
6 |
|||
| Will Stevens |
4 |
Williams |
5 |
|||
| Roberto Merhi |
3 |
Mercedes |
3 |
|||
| Daniel Ricciardo |
3 |
|||||
| Daniil Kvyat |
3 |
|||||
| Valtteri Bottas |
3 |
|||||
| Marcus Ericsson |
3 |
|||||
| Felipe Nasr |
3 |
|||||
| Nico Rosberg |
2 |
|||||
| Felipe Massa |
2 |
|||||
| Sebastian Vettel |
2 |
|||||
| Kevin Magnussen |
1 |
|||||
| Sergio Perez |
1 |
|||||
| Lewis Hamilton |
1 |
|||||
|
Acidente/ Escapadas – 22 |
||||||
|
Pilotos |
Equipes |
|||||
| Nico Hulkenberg | 4 | Lotus | 7 | |||
| Pastor Maldonado | 4 | Force India | 4 | |||
| Romain Grosjean | 3 | Ferrari | 3 | |||
| Marcus Ericsson | 2 | McLaren | 2 | |||
| Kimi Raikkonen | 2 | Sauber | 2 | |||
| Max Verstappen | 1 | Toro Rosso | 2 | |||
| Fernando Alonso | 1 | Williams | 1 | |||
| Jenson Button | 1 | Red Bull | 1 | |||
| Carlos Sainz | 1 | |||||
| Valtteri Bottas | 1 | |||||
| Daniil Kvyat | 1 | |||||
| Sebastian Vettel | 1 | |||||
|
Problemas mecânicos – 58 |
||||||
|
Pilotos |
Equipes |
|||||
| Fernando Alonso | 7 | McLaren | 12 | |||
| Pastor Maldonado | 6 | Lotus | 10 | |||
| Carlos Sainz | 6 | Toro Rosso | 10 | |||
| Max Verstappen | 4 | Red Bull | 5 | |||
| Jenson Button | 4 | Manor GP | 4 | |||
| Romain Grosjean | 4 | Ferrari | 4 | |||
| Daniel Ricciardo | 3 | Sauber | 4 | |||
| Kimi Raikkonen | 3 | Force India | 3 | |||
| Will Stevens | 3 | Mercedes | 3 | |||
| Felipe Nasr | 3 | Williams | 3 | |||
| Daniil Kvyat | 2 | |||||
| Nico Hulkenberg | 2 | |||||
| Nico Rosberg | 2 | |||||
| Felipe Massa | 2 | |||||
| Robert Mehri | 1 | |||||
| Kevin Magnussen | 1 | |||||
| Sebastian Vettel | 1 | |||||
| Sergio Perez | 1 | |||||
| Lewis Hamilton | 1 | |||||
| Valtteri Bottas | 1 | |||||
| Marcus Ericsson | 1 | |||||
Curiosidades
Os últimos 52 GPs do mundial de F1 foram vencidos por apenas por 4 pilotos. Rosberg, Vettel, Hamilton e Ricciardo. A 2ª melhor sequencia é de 26 GPs, entre o GP de Portugal de 1987 e o GP do Canadá de 1989, dividida por Prost, Mansell, Berger e Senna.
- Pela 7ª vez, apenas 3 pilotos venceram as corridas de uma temporada, algo que nunca tinha acontecido em anos consecutivos.
- Nos últimos 2 anos, só 3 equipes venceram os 38 GPs. É a 8ª vez que isso acontece. Em 1976-77, 9 equipes diferentes chegaram à vitória.
- Nos últimos 2 anos, só 4 pilotos venceram. um novo recorde absoluto na história da F1. Em 1981-82, 15 pilotos diferentes venceram
- Em 17 das 19 corridas de 2015, quem liderava na 1ª volta, venceu a corrida.
- A punição final a Max Verstappen, impediu a Toro Rosso de conseguir, pela 1ª vez na historia, 7 GPs consecutivos nos pontos.
Regulamento
Apesar de não ter havido tantas mudanças como em 2014, uma série de novas regras entrarão em vigor nesta temporada de 2015.
Eis algumas delas:
- O peso mínimo do carro foi aumentado para702 kg. sem combustível.
- Novas regras foram introduzidas para melhorar a segurança e também restringir soluções estranhas e feias nos bicos dos carros. Desenhos como o bico de tamanduá ou duplo (como o da Lotus em 2014) não serão mais permitidos
- Para que os pilotos possam ser facilmente distinguidos uns dos outros, enquanto estão na pista, o capacete de cada um deles deve ser apresentado com a mesma pintura em todos os eventos da temporada
- Cada carro deve levar o número de corrida de seu piloto, conforme publicado pela FIA no início da temporada, ou o número de corrida que foi atribuído ao seu substituto. Esse número deve ser claramente visível a partir da frente do carro e no capacete do piloto e deverá ser usado por esse piloto durante toda a sua carreira na Fórmula 1. A carreira na Fórmula 1 será considerada terminada se ele não participar de um evento por duas temporadas inteiras consecutivas.
- A classificação dos pilotos nas Q1 e Q2 vai depender do número de carros no grid. Se houver 20 carros, serão eliminados 5 pilotos em cada etapa; Se houver 18, esse número será reduzido para quatro.
- Depois de iniciada a volta de apresentação, qualquer piloto que sair da sua posição deve recuperá-la antes de passar a primeira linha do Safety Car (geralmente pouco antes do grid); se não o fizer, deve iniciar a corrida dos boxes e receber stop&go de dez segundos.
- Um um piloto será obrigado a largar da pit lane se algum membro ou qualquer equipamento de sua equipe permanecer no grid de largada após o sinal de 15 segundos ter sido mostrado.
- As liberações inseguras, após uma parada no box, serão punidas com uma penalidade de stop&go de dez segundos.Punições adicionais podem ser impostas a critério dos Comissários Desportivos.
- Os pilotos devem se dirigir lentamente para a pit lane, ao invés de voltar para o grid de largada, em caso de uma suspensão de corrida.
- Os carros podem descontar uma volta atrás do safety-car; no entanto, o safety-car não será mais obrigado a esperar até todos os pilotos que tem volta para descontar cheguem até a parte de trás do grid antes de sair da pista. O safety-car fica livre para voltar os boxes na volta seguinte, após o último carro com volta para descontar tê-lo ultrapassado
- Os pilotos que tiverem permissão para começar a corrida, apesar de não terem conseguido tempo inferior a 107% do pole position, deverão largar da última posição do grid, atrás de todos os demais competidores que tiveram penas aplicadas. Se isso se aplicar a mais de um piloto, os seus tempos na sessão final de classificação serão usados para determinar uma ordem de partida.
- O combustível não pode ser adicionado nem removido de um carro, após a saída do pit lane para iniciar a primeira volta de reconhecimento.
- Se o pessoal ou equipamento da equipe permanecer no grid após o sinal de 15 segundos, o piloto do carro em questão deve começar a corrida da pit lane
- Quando uma corrida for suspensa, os pilotos devem se dirigir lentamente para a pit lane, em vez de voltar para o grid de largada
- As liberações inseguras serão punidas com stop&go de dez segundos e sanções adicionais poderão ser impostas a critério dos Comissários Desportivos.
- Para cumprir a penalidade de cinco segundos, o piloto deve entrar no pit lane, parar em sua posição de pit stop durante pelo menos cinco segundos e, em seguida, voltar a participar da corrida. O piloto pode, no entanto, optar por não parar, desde que não realize mais nenhuma pit stop até o final da corrida. Nesse caso, cinco segundos serão adicionados ao seu tempo de corrida de decorrido o condutor em questão.
- Para cumprir a penalidade de 10 segundos, o piloto deverá entrar na pit lane, parar em sua posição de pit stop por dez segundos e, em seguida, voltar à corrida. O piloto pode, no entanto, optar por não parar, desde que não faça mais nenhum pit stop até o final da corrida. Nessa caso, 10 segundos serão adicionados ao seu tempo de corrida. Em ambos os casos acima, o piloto deve cumprir a pena na primeira vez que entre na pit lane.
- A menos que ele dirija para mais de uma equipe, cada piloto não poderá usar mais de quatro unidades de energia durante a temporada. As punições serão aplicadas cumulativamente com base nos componentes de cada unidade de potência substituídos. As peças de substituição devem ser “semelhantes em design, massa, inércia e função à original”.
- As punições não passarão para o evento seguinte. Se um piloto não puder cumprir sua punição completa no grid, o restante será transformado numa penalidade de tempo para o Grande Prêmio posterior, na seguinte base:
- 1 a 5 posições no grid: penalidade de tempo de cinco segundos
6 a 10 posições no grid: drive-through
11 a 20 posições no grid: penalidade de stop&go de dez segundos. - Essas punições só se referem a mudanças de componentes do motor e não a outras infrações na pista
- Em uma tentativa de melhorar a segurança, um sistema de Safety Car Virtual foi criado para garantir que os pilotos diminuam suficientemente a velocidade quando bandeiras amarelas duplas sejam necessárias em qualquer seção da pista e os concorrentes ou funcionários possam estar em perigo, mas as circunstâncias não são de molde a justificar o uso do carro de segurança. Quando é dada a ordem para dar início ao processo VSC uma mensagem de “VSC DISTRIBUÍDO” será exibida no sistema de mensagens oficial e todos os painéis de luzes da FIA exibirão o dístico “VSC”.
- Durante a vigência do Safety Car Virtual
- Nenhum carro pode ser conduzido lentamente sem necessidade, de forma irregular ou de maneira que possa ser considerada potencialmente perigosa para os outros pilotos ou qualquer outra pessoa, a qualquer momento, na pista, na entrada dos boxes ou na pit lane. durante o procedimento de VSC está em uso.
- Nenhum carro pode entrar nos boxes a menos que seja para fins de troca de pneus.
- Todos os carros concorrentes devem reduzir a velocidade e ficar acima do tempo mínimo estabelecido pela FIA ECU pelo menos uma vez em cada setor de triagem (um setor de triagem é definido como a seção da pista entre cada um dos painéis de luzes da FIA).
- Todos os carros devem também estar acima deste tempo mínimo quando os painéis de luzes da FIA mudarem para verde. Os comissários podem impor sanções a qualquer piloto que deixar de ficar acima do tempo mínimo conforme exigido.
- Nenhum motorista pode ultrapassar outro carro na As exceções são: a) Ao entrar nas boxes, o condutor pode passar outro carro remanescente na pista depois de ter alcançado a primeira linha do safety car. b) Ao deixar os boxes, o condutor pode ultrapassar ou ser ultrapassado por um outro carro na pista antes de atingir a segunda linha do safety car. c) Na entrada do pit, pit lane ou na saída do pit saída, o piloto pode ultrapassar outro carro que também esteja em uma dessas três áreas. d) Se qualquer carro desacelera com um problema óbvio.
- Quando o Diretor de Prova decidir que é seguro terminar o procedimento de VSC, a mensagem “VSC Ending” será exibida no sistema de mensagens oficial e, a qualquer momento entre 10 e 15 segundos mais tarde, “VSC” nos painéis de luz da FIA CHL muda para verde e os pilotos podem continuar imediatamente corrida. Após 30 segundos as luzes verdes serão extintas.
- Haverá dois testes de dois dias durante a temporada. Esses testes serão realizados na terça-feira e quarta-feira após os GPs da Espanha e da Áustria. Dois dos quatro dias devem ser reservados para jovens pilotos. Nenhum piloto que competiu em mais de duas corridas do Campeonato Mundial de Fórmula 1 pode participar de tais testes e todos os pilotos devem estar de posse de uma Licença Internacional.
A critério da FIA, e com o pleno conhecimento de todos os concorrentes, a cada competidor também será permitida a realização de dois eventos de demonstração (DE) dos carros. A DE é definida como um evento em que um concorrente participa somente para fins de demonstração e só pode ser realizado entre o final do último evento do campeonato e o final do ano civil. Tais demonstrações não podem exceder a 15 km de distância e apenas pneus fabricados especificamente para esse fim pelo fornecedor nomeado poderão ser usado.
Participantes
|
Equipe |
Carro |
Motor |
Nº |
Pilotos |
País |
| Red Bull/Renault | RB11 | Renault F1 2014 |
3 |
Daniel Ricciardo Daniil Kvyat |
Austrália Rússia |
| Mercedes | F1 W05 | Mercedes F1W06 |
6 |
Nico Rosberg Lewis Hamilton |
Alemanha Inglaterra |
| Ferrari | SF15-T | Ferrari 059/3 |
7 |
Kimi Raikkonen Sebastian Vettel |
Finlândia Alemanha |
| Lotus/Mercedes | E23 | Renault F1 2015 |
8 |
Romain Grosjean Pastor Maldonado |
Suíça Venezuela |
| McLaren/Honda | MP4-30 | Honda |
14 |
Fernando Alonso Jenson Button |
Espanha Inglaterra |
| Sauber/Ferrari | C34 | Ferrari |
9 |
Marcus Ericsson Felipe Nasr |
Suécia Brasil |
| Force India/Mercedes | VJN08 | Mercedes |
11 |
Sérgio Perez Nico Hulkenberg |
México Alemanha |
| Williams/Mercedes | FW37 | Mercedes |
19 |
Felipe Massa Valtteri Bottas |
Brasil Finlândia |
| Toro Rosso/Renault | STR9 | Renault Energy F1 2014 |
25 |
Jean-Éric Vergne Daniil Kvyat |
França Rússia |
| Caterham | CT05 | Renault Energy F1 2014 |
9 |
Marcus Ericsson Kamui Kobayashi |
Suécia Japão |
| Marussia | MR03 | Ferrari 059/3 |
4 |
Max Chilton Jules Bianchi |
Inglaterra França |
| Red Bull | Mercedes | ||
| Ferrari | Lotus | ||
| McLaren | Sauber | ||
| Force India | Williams | ||
| Toro Rosso | Manor | ||



















