06/03/16

Todt quis levar Ayrton Senna para a Ferrari

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Jean Todt, atual presidente da FIA, afirmou em entrevista à revista alemã Auto Bill Motorsport, que tentou levar Ayrton Senna para a Ferrari, quando dirigia a equipe italiana.

“Ele queria, a Ferrari e a Ferrari o queria. Foi o melhor. Nós nos conhecemos antes do GP de Monza, em 1993, no Hotel Villa d’Este, no Lago Como. Estávamos no meu quarto, dez para a meia noite. Eu era fascinado pelo som de sua voz, porque ele falava muito lentamente e com precisão. Ele disse que que queria correr com a gente, em 1994, mas tínhamos contrato com Berger e Alesi e ele respondeu que, na F1, contratos não valem nada. Mas para mim não era assim. Depois, liguei para ele e fiz uma proposta para 1995, mas ele já tinha decidido pela Williams.

Na entrevista, Todt disse também que vê grande sucesso para Vettel e se sente cada ve zmais ligado a Schumacher.

“Sebastian é um líder, um grande piloto, mas, acima de tudo, ele ainda é muito jovem Se ele permanecer motivado, pode até ganhar nove campeonatos. Sebastian tem condições para consolidar a equipe e desfazer a diferença para a Mercedes. É uma tarefa mais fácil do que nos nossos anos atrás. Vettel e Schumacher têm em comum a nacionalidade alemã, o grande talento, o fato de correr para uma equipe italiana e a capacidade de arrastar toda a equipe com sua fome de vencer. ”

Sobre Schumacher ele disse: “Nosso relacionamento mudou de rumo, mas continua a existir. Ainda sou seu amigo. Meu relacionamento com Corinna e sua família tornou-se muito mais intenso e eu sinto a responsabilidade de estar perto deles. O filho Mick? É fantástico, um grande cara, com um talento fora de questão. Agora, vai depender da equipe em que estiver e de como ele vai lidar com a pressão. ”

Jean Todt também disse que seria fantástico se a Audi entrasse para a F1: “A Audi na F1 seria fantástico para o esporte: tem uma tecnologia tem avançada e tenho certeza de que seria veloz desde o início.  Audi faz parte de um grupo maior. que tem problemas no momento, mas tenho certeza de que se fizermos a F1 mais atraente de novo, já não podemos ignorá-la”