A McLaren está fabricando menos peças de reposição para seu MCL36 para ter maior flexibilidade de desenvolvimento durante a temporada de 2022, incluindo uma atualização na primeira corrida.
As equipes estão aplicando os retoques finais em seus carros totalmente novos antes da próxima campanha que marcará o início da nova era da F1 e uma das maiores revisões do regulamento do campeonato mundial. Aumentando o desafio, as equipes estão tendo que trabalhar com um limite orçamentário mais restritivo de US$ 140 milhões para a temporada de 2022, forçando-as a serem mais eficientes com seus recursos.
Isso provocou a decisão da McLaren de reduzir a quantidade de peças sobressalentes que está produzindo, para garantir que o desempenho não seja comprometido.
“Estamos fabricando menos peças. Essa é uma mudança cultural, mas permitirá maior flexibilidade para considerar atualizações. É uma troca difícil de fazer, mas teremos quantidades menores de peças disponíveis para o ’36 do que tínhamos para o ’35M, para ter espaço no orçamento e oferecer mais desempenho. Nunca teremos poucas peças para rodar os carros, sempre protegeremos isso, mas onde no passado teríamos feito cinco ou seis peças, estamos caindo para cinco; onde eram quatro ou cinco, estamos caindo para quatro”, disse o diretor de operações da McLaren, Piers Thynne.
“Sabemos que o desempenho na primeira corrida é crítico e vamos trazer um pacote de atualização para essa corrida e há muito mais por vir. Uma das razões pelas quais somos austeros no estoque é que queremos desenvolver o carro. Eles não nos dão prêmios por termos seis peças de piso e asa dianteira na primeira corrida. Vamos adotar enfoques ligeiramente diferentes este ano para assegurar a capacidade de produção e poder responder à evolução aerodinâmica”, concluiu Thynne.
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