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Kuala Lumpur

Kuala_circuitos

Organização

Nome Oficial:

   Sepang International Circuit

Localização:

  Kuala Lumpur, Malásia

Endereço:

 Malaysian Motor Sports Clubt

111A Jalan SS 2/24
Sea Park – Petaling Jaya
47300 Selangor – MAL
Tel : +603 777 2788
Fax : +603 777 2588

E-mail

www.malaysiangp.com.my

Ficha Técnica

Extensão :

5.543 metros

Distância

310,408 km

Curvas

15

Voltas :

56

Inauguração:

1999

Primeiro GP:

17 de outubro de 1999 ,

vencido por Edie Irvine – Ferrari

Recorde da prova

2017

Sebastian Vettel – Ferari

1m34s080

Pole recorde

2017

Lewis Hamilton – Mercedes

1m30s076

Vencedores

01-10-2017 Max Verstappen Red Bull 1m30m01s290
02-10-2016 Daniel Ricciardo Red Bull 1h37m12s776
29-03-2015 Sebastian Vettel Ferrari 1h41m05s793
30-03-2014 Lewis Hamilton Mercedes 1h40m58s710
24-03-2013

Sebastian Vettel

Red Bull 1h38m56s681
22-03-2012

Fernando Alonso

Ferrari 2h44m51s812
10-04-2011

Sebastian Vettel

Red Bull 1h37m39s832
04-04-2010

Sebastian Vettel

Red Bull 1h33m48s412
05-04-2009

Jenson Button

Brawn

55m30s622

(31 voltas)

23-04-2008

Kimi Raikkonen

Ferrari 1h31m18s555
08-04-2007

Fernando Alonso

McLaren 1h32m14s930
19-03-2006

Giancarlo Fisichella

Renault 1h30m40s529
20-03-2005

Fernando Alonso

Renault 1h31m33s736
21-03-2004

Michael Schumacher

Ferrari 1h31m07s490
23-03-2003

Kimi Raikkonen

McLaren 1h32m22s195
17-03-2002

R. Schumacher

Williams 1h34m12s912
16-03-2001

M. Schumacher

Ferrari 1h47m34s801
22-10-2000

M. Schumacher

Ferrari 1h35m54s235
17-10-1999

E. Irvine

Ferrari 1h36m38s4

http://www.formula1.com/content/fom-website/en/video/2015/3/Circuit_Guide_-_Sepang.html

A Malásia foi sede, em 1999, do seu primeiro GP de Fórmula 1. A chegada da categoria a um local sem a menor tradição, tanto em pilotos quanto em construtores, só foi possível graças ao pesado investimento do governo malaio e da empresa Petronas. Ao custo de US$ 120 milhões, o país asiático construiu Sepang, o mais moderno e elogiado circuito do mundo. Com uma extensão de 5.543 metros, o traçado agradou por proporcionar ótimos pontos de ultrapassagens, já que as duas maiores retas terminam em curvas de baixa velocidade, além do fato de a largura da pista ser maior do que a dos autódromos europeus. O circuito é dividido, pela reta principal em dois setores, o Norte com 9 curvas e o Sul, com 8. Das 15 curvas do traçado, 8 têm nomes locais: Curva 1 – Chicane Pangkor Laut; Curva 4 – Langkawi; Curva 6 – Genting; Curva 8 – KLIA; Curva 9 – Berjaya Tioman; Curva 11 – Kenyir Lake; Curva 14 – Sunway Lagoon. A reta oposta é a Penang Straight e a reta principal Kuala Lumpur Straight.

Mas não é só. Sepang tem tudo para entrar para a história da Fórmula 1 graças à sua arquitetura futurista. O teto das arquibancadas situadas entre as duas retas impressiona pela mistura de linhas orientais com tecnologia de ponta. Parece estar suspenso sobre o público, proporcionando imagens de rara beleza.

O asfalto é quase um tapete. Utilizando um tipo chamado polimérico, o piso tem aderência e nivelamento acima da média. Em caso de chuva, o processo de drenagem é muito mais rápido que no asfalto comum. O paddock, com escritórios exclusivos para as equipes e uma funcional sala de imprensa, também é considerado o melhor do mundo. Os malaios parecem ter chegado na F-1 para ficar.

A perfeição de Sepang gerou um curioso efeito: todos os outros circuitos da temporada receberam  obras para não ficar muito atrás do autódromo asiático. Interlagos, por exemplo, importou duas idéias: também fez recapeamento utilizando o asfalto polimérico e construiu uma área nova no paddock, com escritórios para as equipes. A falta de espaço para trabalhar durante o GP do Brasil sempre foi uma reclamação constante das escuderias da Fórmula 1.

Em Sepang, Michael Schumacher teve algumas significativas performances. Em 1999, saiu na frente, liderou a prova até o final, quando abriu passagem para Irvine, seu companheiro da Ferrari, passar e vencer.  No ano seguinte, fez de novo a pole e ganhou a corrida. Em 2001, ele rodou, foi parar na grama, voltou e ganhou a corrida.

Em 2009, em Sepang, pela primeira vez, desde 1991, no GP da Austrália, vencido por Ayrton Senna, uma corrida teve de ser interrompida por causa da chuva.  Uma tempestade provocou a interrupção na 31ª volta e depois de uma espera de quase hora, embora a chuva teve amainado, por causa da falta de luz natural, a corrida foi encerrada. Jenson Button, o vencedor, recebeu só metade dos pontos, por não tinham sido completados 75% do percurso.

Em 2016, uma pista diferente

Em 2016, a F1 encontrou uma pista de Sepang bastante diferente, depois de uma reforma feita pela empresa italiana Dromo, que foi muito além do reasfaltamento trivial e alterou as características do traçado. Algumas melhorias se referem à segurança, com modificações no sistema de drenagem e áreas de escape, onde o asfalto foi substituído por areia. Outras alterações foram feitas em 9 curvas e poderão implicar na trajetória dos carros.

O diretor de pista Razlan Razali diz: “Haverá algumas incógnitas para equipes e pilotos, porque mudamos um pouco da dinâmica de circuito nas várias curvas Será como se tivessem chegado em Sepang pela primeira vez.”.

As mudanças são tão importantes que a Dromo enviou um aviso às equipes e pilotos a fim de ajudá-los a se prepararem melhor para o fim de semana.

Na analise do site Motorsport.com são as seguintes as principais mudanças e suas consequências:

Curva 1 – Na entrada da curva 1 foi removida uma saliência e a abordagem pode ser mais “normal”. A rota de fuga também foi melhorada, em termos de segurança, com bom equilíbrio de carros e motos. A área pavimentada foi parcialmente substituída por uma camada de areia. À esquerda, a faixa limite foi transferida, para manter a largura de 16 metros e aumentar a área de escape. A parte final da camada de areia foi trocada por uma faixa de grama.

Curva 2 – A curva 2 foi redesenhada, para melhorar a dirigibilidade, a velocidade e a segurança no complexo. Uma mudança fundamental foi melhorar a entrada da curva, fazendo com que o meio-fio à esquerda seja mais visível. Foi removido um solavanco na entrada, para atender pilotos que se queixavam da sensação de perda do controle do volante, quando batiam nele.

Curva 3 – Na curva 3, foi melhorado o sistema de drenagem, para evitar que se possa formar uma corrente d’água em condições de piso molhado e esse objetivo foi alcançado com o redesenho da superfície em seções diferentes. A parte central da pista é mais alta e isso permite que a água flua para o lado esquerdo. Além disso, a remoção de 20 metros de meio-fio no lado direito melhorou o limite com grama e isso pode ajudar, porque vai permitir que a água corra para fora da pista mais rapidamente.

Curva 4 – Na curva 4 foi melhorada a dirigibilidade, removendo a elevação na parte do traçado perto do meio-fio no lado esquerdo. Também foram reconstruídos os locais de frenagem. A via de escape foi melhorada a partir de um ponto de vista da segurança, com uma parte da área em que o asfalto foi substituído por cascalho. Na parte final, o leito de cascalho foi substituído por grama natural.

Curvas 5 e 6 – Toda seção da pista, especialmente a inclinação do lado esquerdo, foi alterada. Há uma seção mais acentuada perto da trajetória e um perfil mais plano nos outros segmentos. Mais uma vez, uma área de asfalto foi substituída por uma camada de areia na área de escape. A drenagem também foi melhorada, com a remoção de 15 metros do meio-fio no lado direito e a criação de novas grades de drenagem.

Curvas 7 e 8 – Na entrada da curva 7, foi removida uma elevação e reconstruída uma longa seção de meio-fio à esquerda. Isso significa que curva pode ser abordada de uma forma mais “normal”, Além disso, foram removidos dois grandes sulcos formados nessa área.

Curva 9 – Uma elevação no final do meio-fio, no lado direito, foi reconstruída. O novo meio-fio tem maior inclinação e isso deve torna mais fácil pilotar na curva.

Curvas 12 e 13 – A elevação na entrada da curva 12 foi removida e o meio-fio do lado esquerdo foi reconstruído. Um grande sulco no meio d acurva 12 também foi removido. Uma elevação na parte central da pista, entre as curvas 12 e 13, melhorou a drenagem, que era um problema particularmente na curva 13, onde se formava uma poça em condições molhadas. Em uma área da via de escape o asfalto foi substituído por areia.

Curva 15 – A mudança mais visível na pista é a da curva 15, para a qual foi estudada uma nova rota de fuga, melhor drenagem e nova inclinação. Para melhorar a drenagem, a forma da curva foi alterada e a inclinação não vai continuar a permitir que se formem poças na trajetória. Isso altera as características da curva e pode exigir uma trajetória completamente diferente.

Características do circuito de Sepang

 Primeira corrida – 1999

Extensão da pista –  5,543 km

Distancia até a 1ª curva –  600m

Reta mais extensa – 920m, começando na curva 15

Velocidade máxima – 330km/h, a partir da  curva 15

Extensão da pitlane –  420m (percorrida em 24s),

Acelerador a fundo – 65%, com período mais longo de 12s

Zonas de DRS –  Duas , nas entradas das curvas 1 e 15

Curva chave – 14, um giro fechado com sobresterço para a direita, com carga na parte externa dos pneus. É importante chegar ao ápice e acelerar, para a entrada na reta mais longa e a segunda zona de DRS

Curva mais rápida – 5 (200km/h)

Curva mais lenta – 2  (70km/h)

Consumo de combustível –  média de 1,79 por volta

Exigência de ERS – Baixa – há várias curvas lentas, onde a potência elétrica tem impacto na aceleração, mas há oito pontos de freada ao longo do traçado, onde se pode recuperar enetrgia

 Desgaste de freios – Médio – Só 15% da volta se passa freando

Trocas de marcha – 57 por volta, 3.192 por corrida

GP de 2013 – Um comportamento no mínimo anti-esportivo marcou a vitória de Sebastian Vettel, da Red Bull, no GP da Malásia, em Sepang, no dia 24 de março de 2013. Para subir ao lugar mais alto do pódio, o piloto alemão ignorou ordem da equipe para não ultrapassar o companheiro de equipe, Mark Webber, que liderava a prova e merecia a vitória. Vettel, o pole position, largou bem e manteve a ponta até a 6ª volta, quando parou para colocar pneus médios, para pista seca. A partir daí, passou a se revezar na liderança, com Mark Webber, Nico Rosberg e Jenson Button. Na primeira vez que ficou atrás de Webber, pediu autorização da equipe para passar, alegando que estava mais rápido, mas não obteve. Na volta 44, Webber fez sua última parada e saiu atrás de Jenson Button, mas logo tomou a posição e ficou na frente de Vettel. Nas duas voltas seguintes, os dois travaram um acirrado duelo, chegaram a emparelhar na reta, até que, ignorando a determinação do chefe da equipe, Christian Homer (“Isso é bobagem, Seb!). Depois da corrida, ele admitiu o erro e pediu desculpas, mas Webber parece não ter assimilado o golpe. Na entrevista desabafou: “No fim, Seb tomou a sua própria decisão, hoje, não respeitando ordens da equipe. Mas ele será protegido, como de costume”. Homer reconheceu que Vettel ignorou sua ordem, mas lembrou que Webber também tem histórico de ignorar ordens da equipe.

GP de 2014 – Depois de uma chuva torrencial que atrasou em 50 minutos o treino de classificação e prejudicou o desempenho da maioria dos carros, a corrida do domingo foi disputada com sol e pista seca durante todo o tempo. Lewis Hamilton, o pole position, venceu de ponta aponta, fazendo também a volta mais rápida. Nico Rosberg completou a dobradinha da Mercedes. Felipe Massa protagonizou o fato mais comentado durante e depois da corrida: recusou-se a obedecer ordem da equipe para deixar que o companheiro Valtteri Bottas o passasse, para tentar ultrapassar Jenson Button e chegar no 6º lugar. Massa foi 7º e Bottas, o 8º.

GP de 2015  – Sebastian Vettel, que não vencia desde o GP do Brasil, a 24 de novembro de 2013, e a Ferrari, cuja última vitória tinha sido no GP da Espanha, a 12 de maio de 2013, foram os vencedores do GP da Malásia, no circuito de Sepang, em Kuala Lumpur, no dia 29 de março. Com uma boa estratégia de apenas duas paradas e menos desgaste dos pneus, o piloto alemão dominou praticamente toda a prova e completou o percurso em 1h41m05s793, com 8s569 à frente de Lewis Hamilton e 12s310 de Nico Rosberg, ambos da Mercedes.

GP de 2016 – Depois de liderar praticamente toda a corrida, Lewis Hamilton teve o motor quebrado na volta 40 e a Red Bull fez a dobradinha no GP da Malásia de 2016, no dia 2 de outubro, com Daniel Ricciardo em 1º e Max Verstappen, em 2º. Com a dobradinha, a Red Bull impediu que a Mercedes conquistasse o título das equipes com 5 corridas de antecipação. Nico Rosberg chegou em terceiro, depois de superar dois grandes obstáculos, o primeiro na largada, quando foi tocado por Sebastian Vettel e caiu para 17º, e o segundo no final, ao ser punido com 10 segundos no tempo, por forçar a passagem e tocar em Kimi Raikkonen na volta 38. Na  classificação, Lews Hamilton, com 1m32s850, bateu o recorde da pole position, que era de Michael Schumacher, desde 2004, com 1m33s074.

2017 – Max Verstappen, um dia depois de completar 20 anos, surpreendeu Lewis Hamilton logo na 4ª volta para conquistar a segunda vitória da carreira, no GP da Malásia, no circuito de Sepang, em Kuala Lumpur.  O jovem piloto holandês completou as 56 voltas do percurso em 1h30m01s290, 12s770 à frente do líder do campeonato. Daniel Ricciardo foi o 3º colocado, depois de resistir a forte pressão de Sebastian Vettel, nas últimas 15 voltas. O alemão, que largou da 20ª e última posição, por ter sido eliminado na classificação e trocado o motor, fez uma excelente corrida de recuperação e redução de prejuízo, chegando no 4º lugar. Com isso, ficou apenas mais seis pontos a atrás de Hamilton, que aumentou a vantagem para 34 pontos (281 a 247). Ainda como compensação, Vettel fez a volta mais rápida da corrida, estabelecendo, com 1m34s080, novo recorde da pista, que era de Carlos Montoya, desde 2004, com 1m34s223.

 Volta  do site oficial do Circuito

Trecho Marcha Velocidade

Final da reta

7

303

Curva 1

2

85

Curva 3

3

123

Curva 4

2

103

Curva 5

4

255

Curva 6

4

174

Curva 7

4

193

Curva 8

4

200

Curva 9

2

88

Curva 11

2

124

Curva 12

4

258

Curva 13

3

176

Curva 14

2

114

Final da reta

7

290

Curva 15

2

106

Volta da FIA

circuito_sepang_02

Trecho

Setor

DST

FG

Marcha

Velocidade

Tempo

Reta

0.1

7

300

Curva 1

-2.0

2

80

Curva 3

1.5

6

270

Aproximação Curva 4

1

24.8

Curva 4

-1.0

3

110

Curva 6

0.1

6

260

Curva 8

-3.0

4

200

Chegada .Curva 9

-0.1

6

285

Chegada Curva 11

-2.2

4

170

Saída Curva 11

2

31.7

Aproximação Curva 12

2.0

5

255

Entre Curvas 13/14

-3.0

4

200

¾ Reta

Detecção

Saída Curva 15

Ativação

Chegada

3

38.6

1.35.1

Registros da FOM (FG, marcha, velocidade) – Final da Reta – 0.16, 7, 299; Curva 1 – 2.20, 2, 76; Curva 2 – 1.99, 2, 70; Curva 3 – 2.45, 5, 242; Entrada Curva 4 – 0.10, 7, 287; Curva 4 – 2.85, 2, 110; Meio da Reta – 1.80, 5, 236; Curva 5 – 3.96, 6, 252; Curva 6 – 3.93, 6, 248; Final da reta – 0.05, 7, 280; Curva 7 – 2.97, 4, 191; Curva 8 – 3.52, 4, 203; Entrada. Curva 9 –  0.44, 7, 281; Curva 9 – 2.21, 2, 71; Curva 10 – 2.64, 4, 153; Entrada Curva 11 – 1.87, 5, 225; Curva 11 – 2.64, 3, 152; Entrada Curva 12 – 1.60, 6, 251; Curva 12 – 3.96, 6, 257; Curva 13 – 3.40, 6, 269; Curva 14 – 2.39, 2, 122; Reta Oposta – 7,  302; Entrada Curva 15 – 0.28, 7, 301; Curva 15 – 2.45, 2, 84.

Para mais detalhes e informações técnicas, acesse:

http://www.fia.com/championship/formula-1-world-championship/malaysian-gp-track-guide

Volta de  Mark Webber

Trecho Força G Marcha Velocidade
Curva 1 2.2 2 76
Curva 2 1.99 2 70
Curva 3 2.45 5 242
Curva 4 2.85 2 110
Curva 5 3.96 6 252
Curva 6 3.93 6 248
Curva 7 2.97 4 191
Curva 8 3.52 4 203
Curva 9 2.21 2 71
Curva 10 2.64 4 183
Curva 11 2.64 3 152
Curva 12 3.96 6 257
Curva 13 3.4 6 269
Curva 14 3.39 2 122
Curva 15 2.54 2 84

Volta de  De La Rosa

“Sepang é um circuito agradável, incrivelmente moderno e com espaçosas instalações para o público e as equipes. Tem diferentes tipos de curvas e é realmente largo e plano. Para a primeira curva, que é muito lenta, tem-se que fazer uma freada forte e sacrificar um pouco da velocidade para a curva seguinte, um grampo à esquerda que se faz em segunda, para manter uma boa linha. É uma curva divertida, mas é preciso se apoiar no solo o máximo possível, para fazer uma boa saída.

As curvas seguintes são bastante planas e não são problemas, mesmo que chova.
À curva Langkawi (4), que tem um ângulo de 90 graus, chega-se em sexta e tem-se que reduzir até a segunda e apoiar-se completamente no vértice interior. É importante fazer isso com precisão, pois as duas curvas seguintes são as mais complicadas do circuito.

Depois, pode-se entrar alto na curva Genting (6),, que se faz em quarta e é fascinante. A curva seguinte é a KLIA (8), divertida porque tem-se que frear no vértice e, depois, acelerar um pouco para voltar a frear antes da curva seguinte.

Às vezes, pode-se saltar à segunda curva, caso se vá muito rápido, pois é muito estreita. Essa curva leva a uma bifurcação de esquerda, algo muito agradável num carro de Fórmula 1, pois como ela é demasiado lenta, tem-se que frear forte e não se pode acelerar até que o carro esteja completamente reto.

Depois, acelera-se ao máximo até a curva Berjeva Tioman (9) e se breca progressivamente para a Kenyir Lake (11), à qual se chega em terceira e, depois, se faz em segunda. Pode ser um pouco complicada porque é uma curva cega.

Em seguida, se sobe para a quarta e vem uma curva agradável à esquerda e outra à direita, que se pode fazer quase no máximo.

A curva seguinte volta a ser complicada, pois tem-se que fazer uma freada forte e entrar nela em segunda. A saída dá para a reta oposta, quase tão larga quanto a principal, o que obriga a acelerar logo. Na última curva, reduz-se de sexta para segunda. É um grampo rápido, com boa tração de saída. Depois dele, já se está na reta e recomeça a volta”

O circuito na visão de Reginaldo Leme

“O circuito de Sepang tem duas retas muito longas, o que significa que a corrida deverá ter um grande número de ultrapassagens. Mais até do que aquelas primeiras voltas de Melbourne. Além das retas, Sepang tem curva para todos os gostos – de 70 a 240 km/h. É essencial que os carros tenham boa tração – principalmente por causa do cotovelo em subida na Curva 9 – e um balanço perfeito para enfrentar as curvas de alta. Mesmo com chuva, devido ao calor muito forte, as equipes usam radiadores com o máximo de abertura para entrada de ar e, mesmo assim, o índice de quebra de motor é sempre alto. O segredo para se chegar ao final da corrida é um bom funcionamento do sistema de refrigeração”.