Os Modelos de 2012

Red Bull – RB8

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O RB8, o oitavo carro projetado por Adrian Newey para a Red Bull, não traz muitas diferenças em relação ao modelo anterior, a não ser as necessárias para adaptação ao regulamento do ano. E a principal dessas alterações é o degrau no bico do carro, que, segundo a FIA, por questão de segurança, na posição mais distante do piloto, não pode ter mais de 55 centímetros do solo. Segundo os especialistas, embora parecido com outros modelos que adotaram a mesma solução, o bico do RB8, mais suave, é mais bonito, ou menos feio do que vários outros concorrentes. O bico é mais curto e menos arredondado do que os dos outros carros. Na frente do degrau (mais suaves do que os dos concorrentes) há um buraco, para evitar turbulência e levar o ar até o cockpit, de onde é distribuído para todo o carro. Sem o difusor aquecido, que foi um dos seus trunfos em temporadas anteriores, outra inovação do RB8 é o sistema de escapamento, semelhante ao do C31, da Sauber. Apontado para o duto do freio, com mais espaço para a liberação dos gases, tem como função principal reduzir a perda aerodinâmica.  As laterais (sidepods), mais curtas, não chegam à asa traseira, mais fina e inclinada, com uma divisória no centro. As suspensões traseiras são reforçadas, protegidas do calor.

Características

Chassis  Estrutura monocoque; fabricação própria
Transmissão  7 marchas, montada longitudinalmente, com sistema hidráulico
Suspensões  Em liga de alumínio, montadas verticalmente, com braços de suspensão duplos, em composto de carbono, com molas e barra antirrolagem
Rodas  OZ Racing, com 12”x13” na frente e 13,”x13″, na traseira
Eletrônica  Unidade de controle standard da FIA (MSL)
Motor  Renault RS27 V8 2,4 litros2.400 cc18.000 rpm32 válvulas

95 kg

McLaren – MP427

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A McLaren foi menos conservadora na interpretação dos regulamentos da FIA do que em anos anteriores, na concepção do MP427. Tim Goss, diretor de engenharia da McLaren, disse que o carro foi modificado “do nariz ao rabo” ; um pouco do sistema de óleo foi mantido, mas tudo mais no carro mudou. Porém, ao contrário das outras equipes, a única mudança no bico foi torná-lo mais curto e menos pontudo; não foi preciso fazer o degrau, como nos outros modelos, porque o bico do carro de 2011 já tinha menos de 55 centímetros do solo, como passou a exigir a FIA. O carro mostra evolução em termos de aerodinâmica, mais limpa. Os escapamentos, que no modelo anterior eram direcionados para a parte traseira do assoalho, foram colocados mais perto das rodas traseiras, apontados para cima, a fim de aproveitar o fluxo de ar das laterais, (sidepods), aumentando o downforce. Uma entrada de ar auxiliar, atrás da principal, faz o resfriamento hidráulico e do câmbio. Um novo retrovisor dá maior visão ao piloto do que ocorre atrás dele.

Características

Chassis  Estrutura em fibra de carbono moldada, com estruturas de impacto frontais e laterais
Transmissão  Câmbio McLaren, moldado com fibra de carbono; 7 marchas, mais ré, com seleção manual; embreagem em carbono, manual.
Suspensão  Dianteira, push-rod; traseira, pull-rod
Eletrônica  Sistema Eletrônico McLaren, com controle de chassis e motor, aquisição de dados, painel de controle, sensores, alternador, telemetria; DRS operado pelo piloto
Motor Mercedes-Benz FP 108Z, V8, 2.3 litros18.000 rpm32 válvulasPistões com 98mm de diâmetro

95 kg

KERS Mercedes-Benz – 60 kW

Ferrari – F2012

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O F2012 é considerado (até pelos seis pilotos) o mais feio dos 58 carros produzidos pela Ferrari desde o seu início na Fórmula 1. Essa impressão em causada, principalmente, pelo bico do carro, com um degrau acentuado no seu final, que, pela semelhança, foi chamado de nariz de ornitorrinco, animal australiano. O artifício foi usado para cumprir exigência da FIA de que, na parte mais distante do piloto, o bico não pode estar a mais de 55 centímetros do solo.  O próprio chefe dos desenhistas da Ferrari admite que a aparência não esteticamente agradável, mas foi a solução aerodinâmica mais eficiente para essa párea do carro. Outra inovação da Ferrari é a troca na suspensão dianteira do sistema push-rod pelo pull-rod, que não era usado na Fórmula 1 desde 2001, quando equipava o PS01, da Minardi. Dizem os especialistas que, com esse novo elemento, a equipe pretendeu ganhar mais espaço para maximizar o fluxo de ar na parte traseira e ganhar pressão aerodinâmica. A carenagem do F2012 é mais longa; o assoalho é mais curto e as paredes laterais (sidepods) mais estreitas, com novo contorno e leve inclinação. A parte inferior da traseira é mais estreita, devido o deslocamento da caixa de câmbio para outra área.  As entradas de ar são quatro, duas na parte superior _ uma maior na frente e outra menor mais atrás _ e duas nas laterais, pouco acima das do modelo anterior. O escapamento, localizado sob a carenagem, posicionado em direção ao difusor, está mais visível externamente. Muitas dessas características, porém, poderão mudar durante o campeonato, porque a Ferrari promete intenso programa de desenvolvimento durante a primeira parte do campeonato, principalmente com relação a aerodinâmica da parte da frente do carro.

Características

Chassis  Moldado em fibra de carbono e estrutura em colmeia
Câmbio  Caixa montada longitudinalmente
Transmissão  Semiautomática, com controle eletrônico sequencial, para troca rápida de 7 marchas à frente, mais ré
Suspensão  Independente, com sistema pull-rod na dianteira e traseira
Freios  Disco em fibra de carbono
Peso  640 kg
Roda  13” na dianteira e traseira
Motor  Ferrari 056 V8 2.4 litros
Distribuição  Pneumática
Partida  Injeção eletrônica e ignição
Potência  2398 cc
Peso  95 kg

Mercedes – F1W03

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O W03, o carro da Mercedes para 2012, tem poucas diferenças em relação ao seu antecessor, o W02. Uma delas é o número de peças, que pulou de 4.200 para 4.500, mas, segundo os projetistas, deixando-o, mais bem distribuído, mais leve e eficiente. Como todas as demais equipes, com exceção da McLaren e da Caterham, a Mercedes também introduziu um degrau no final do bico do carro, que deve ficar a 55 centímetros do solo, no ponto mais distante do piloto, para atender as exigências da FIA, preocupada com a questão da segurança. O bico é mais pesado e arredondado, porém, considerado pelos especialistas, “uma elegante interpretação do regulamento”, um avanço em termos de detalhes do desenho e sofisticação, em comparação com o modelo anterior. As paredes laterais e a tampa do motor tiveram a aerodinâmica redesenhada. Os sidepods continuam estreitos e curtos, acabando antes da tampa do motor, sem prejudicar, todavia, a nova posição do escapamento, no final delas. Os escapamentos podem direcionar o ar tanto para a asa quanto para a roda traseiras e o espaço na área traseira permite ao fluxo de ar chegar ao difusor, propiciando os mesmos ganhos aerodinâmicos do difusor aquecido, agora proibido. A tampa do motor tem duas entradas de ar pouco menores do que as antigas, um pouco mais atrás da entrada normal e do santoantonio. O ar desce pelo suporte da asa, chega à asa dianteira e vai direto aos pneus, aumentando a aderência.

Características

Chassis  Moldado em fibra e carbono e estrutura em colmeia
Suspensão  Dianteira, push-rod; traseira, pull-rod
Rodas  Magnésio forjado
Freios  Discos e pedais em carbono
Volante  Fibra de carbono
Câmbio  Em alumínio fundido, semiautomatico e ativação hidráulica, com 7 marchas
Comprimento  4,8 m
Largura  1,80 m
Altura  95 cm
Motor  Mercedes-Benz FO108Z, V8 , 2.4 litros
Potência  18.000 rpm
Válvulas  32
Pistão  9,8 cm
Peso  95 kg

Lotus – E20

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O E20, novo carro da Lotus, tem várias partes do modelo anterior redesenhadas e outras melhoradas, dentro da filosofia da equipe adotada para várias temporadas. E todas essas mudanças oram feitas com atenção às mudanças do regulamento e com a perspectiva de evoluir a partir daí. A alteração mais evidente é a da posição do escapamento. Para obedecer ao regulamento e compensar a retirada do difusor traseiro aquecido, as equipe teve de buscar um design bastante diferente, abandonando o escapamento posicionado no meio do chassis, perto da suspensão, direcionado para frente, usado no modelo anterior.  No E20, ele está colocado na posição tradicional, na parte alta da carenagem, voltado para trás, com o ar dirigido para trás, sob as laminas da asa traseira. O bico do carro é mais baixo do que os das concorrentes, mas tem também o degrau usado por todas, embora bem mais suave e sutil. As entradas de ar são colocadas no alto das paredes laterais (mais longas do que nos outros carros), para facilitar a circulação do ar na área mais próxima do solo. O sistema de asa traseira foi trabalhado para um nível satisfatório de estabilidade; os radiadores são mais discretos e a parte está bem mais fina do que a robusta traseira da Ferrari, por exemplo. O carro continua preto e dourado, como nas décadas de 1970 e 1980.

Carcterísticas

Chassis  Moldado com fibra de carbono e alumínio, em colmeia
Suspensão  Em fibra de carbono. Dianteira, push-rod; traseira pull-rod
Transmissão  Semi-automática, com sistema de troca rápida, câmbio de titânio, 7 marchas, mais ré
Freios  Pedais e discos de carbono
Comprimento  5,038 cm
Altura  95 cm
Largura  1,80 m
Peso  649 kg
KERS  Renault Sport F1
Motor  Renault RS27 V8 2.4 litros
Válvulas  32
Capacidade  2.400 cc; 18.000 rpm
Peso  95 kg

Force India – VJM05

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O VJM05, da Force India, é uma evolução do modelo anterior, com o aproveitamento das soluções que deram resultado na segunda metade do campeonato de 2011 e adaptações exigidas pelo regulamento da FIA. A principal preocupação dos engenheiros foi trabalhar a parte frontal do carro. A asa dianteira em forma de “cabeça de martelo” é mais fina e suave e há um ponto em que a suspensão se encontra com o chassis. O degrau do bico, com a borda em forma de V, não é tão acentuado. O escapamento voltou à posição tradicional, encobertos e direcionados para a asa traseira. As entradas de ar deixaram de ser duplas. A parte traseira tem bom espaço livre para o fluxo do ar em direção do difusor.

 Características

Chassis  Em fibra de carbono, com painéis laterais anti-intrusão
Suspensão  Verticais, em alumínio, com triangulares de fibra e carbono; dianteira,  push-rod; traseira , pull-rod
Transmissão  McLaren, semiautomática, 7 marchas
Entreeixos 3,5 metros
Comprimento  5,1 metros
Altura  95 cm
Peso  640 kg
KERS Mercedes AMG

Sauber – C31

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O C31, da Sauber, segue a mesma linha do antecessor, o C30, com as alterações decorrentes do novo regulamento da FIA. E entre as inovações se destacam o bico, o escapamento e a traseira. O bico é maior e mais longo do que os da maioria das outras equipes. Atrás do degrau ao final do bico há um buraco, como no carro da Red Bull, segundo os técnicos para melhorar o fluxo de ar, evitando a turbulência provocada pelo degrau. A saída do escapamento (direcionado para a traseira) é encoberta pela tampa do motor. As laterais (sidepods) foram redesenhados, para estreitar a traseira e facilitar a colocação do escapamento e outras possíveis inovações. A suspensão dianteira continua com o sistema push-rod, mas na traseira foi adotado o pull-rod, com novas molas e amortecedores, para compactar mais a área e facilitar o fluxo de ar. A asa dianteira também foi alinhada para receber as mudanças na suspensão dianteira e nas laterais. Para a transmissão, foi adotado modelo em carbono, fornecido pela Ferrari.

Características

Chassis  Em fibra de carbono
 Suspensão Dianteira, push-rod; traseira, pull-rod
Freios  Pedais e discos em fibra de carbono; 7 pistões
Transmissão  Câmbio de carbono; troca rápida; 7 marchas
KERS  Ferrari
Comprimento  5,195 metros
Largura  1,80 m
Altura  1 m
Peso  640 kg
Motor  Ferrari 056 V8 2.4 litros
Válvulas  32
Cilindrada  2.398 cc
Partida  Injeção eletrônica e ignição
Peso  +95 kg

Toro Rosso – STR7

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Além do degrau no bico, com a borda em V, e não tão acentuado quanto os dos concorrentes, o STR7, da Toro Rosso, apresenta poucas novidades em relação ao STR6, no qual a equipe já fizera muito investimento na temporada de 2011. As laterais foram reformuladas para dar mais proteção ao piloto. A distancia entre o motor e a caixa de câmbio, sob a carenagem, foi aumentada, para melhorar a refrigeração e a aerodinâmica. A colocação do sistema de escapamento num ponto mais alto, perto do dito do freio da roda traseira, para aumentar o downforce, assim como a reformulação da asa traseira para otimizar o funcionamento do DRS (Drag Redution System), que provocou reclamações dos pilotos na temporada anterior, foram ajustes feitos no túnel de vento. O carro tem duas entradas de ar, uma sobre a carenagem do motor, em forma triangular e outra mais abaixo. A aerodinâmica não sofreu grandes alterações e o novo modelo continua com o assoalho duplo, como o anterior.

Características

Chassis Estrutura monocoque, em fibra de carbono
Suspensão  Braços superiores e inferiores em carbnono, barras anti-rolagem e molas
Câmbio  Hidráulico, com 7 marchas
Peso  640 kg
Motor  Ferrari 056 V8 2.4 litros

Williams – FW34

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O FW34 é o primeiro carro da Williams projetado por Mike Coughalan, que substituiu a dupla Sam Michel e Patrick Head na equipe técnica da escuderia. Frank Williams diz que a Williams tem um novo carro, uma nova dupla de pilotos e uma nova equipe técnica. Mas alguns especialistas não concordam com a primeira das informações. A única grande novidade mesmo seria o novo motor Renault, em substituição ao Cosworth o FW34. Para eles, o FW34 é uma mistura dos dois últimos projetos, com os aspectos positivos de cada um deles. O que deu certo no carro de 2011 foi mantido; o resto foi mudado. Admitem que houve evolução, mas o resultado não corresponde à mudança drástica na equipe técnica. Uma das inovações do novo modelo é o bico mais longo, como o de 2010, com um degrau bem acentuado, como o da Ferrari. A tampa do motor é mais curta, com os escapamentos na posição tradicional, direcionados para a asa traseira, que, como a dianteira, fica presa bem na extremidade do carro, dando mais espaço para o fluxo de ar em direção ao difusor. A entrada de ar (airbox), mais estreita, tem por objetivo melhorar a refrigeração do carro e o fluxo de ar para a parte traseira. A traseira mais compacta, graças a um câmbio menor, com mais espaço para a circulação do ar, pode ajudar no equilíbrio do carro. Para melhorar a estabilidade, foram feitas também mudanças na suspensão e nos freios.

Características

Chassis Monocoque laminado de carbono epóxi e estrutura em colmeia
Suspensão  Braço duplo de fibra de carbono, barra anti-rolagem; sistema push-rod na dianteira; pull-rod, na traseira
Transmissão  Williams F1, sequencial semiautomática, seleção elçetro-hidráulica, 7 marchas, mais ré
Rodas  Em magnésio forjado
Comprimento  5 metros
Altura  95 cm
Largura  1,8 m
Motor  Renault RS27 V8 2.4 litros

Caterham – CT01

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No seu lançamento o CT01, primeiro carro projetado pela equipe depois da mudança de nome de Lotus para Caterham chamou a atenção pelo até então inusitado formato do bico. A equipe foi a primeira a mostrar o bico rebaixado, para atender às exigências do regulamento da FIA (o ponto mais distante do piloto deve ficar no máximo a 55 cm do solo) e o degrau na extremidade no seu final, que, pela semelhança com o animal australiano, lhe deu o apelido de “nariz de ornitorrinco”. Além de rebaixado, o bico também ficou mais longo, em comparação aos seus antecessores, mas por manter, a partir de certo ponto, a mesma altura anterior, o caro tem duas saliências dos dois lados do chassis e uma seção plana na frente. O CT01 é considerado uma evolução do T128, com aerodinâmica mais avançada do que o antecessor e as vantagens mecânicas proporcionadas pelo motor Renault e o câmbio e o KERS (que o T128 não tinha) da Red Bull. Para receber a caixa de câmbio da Red Bull, o carro tem uma traseira mais fina, para manter o fluxo de ar para a parte de trás, compensando a ausência do difusor aquecido. Com a mesma finalidade de melhorar o fluxo de ar, a asa dianteira teve reduzido o espaço entre seus elementos, tornando mais efetivo o direcionamento do ar para a parte de trás. Além das modificações na asa traseira, outras foram moldadas na estrutura sobre a carenagem do motor, para ganho aerodinâmico. E o carro mantém as cores verde e amarelo da antecessora, a Lotus Racing.

Características

Chassis Em fibra de carbono
Suspensão  Em fibra de carbono
Comprimento  Aproximadamente 5 metros
Altura  95 centímetros
Motor  Renault RS27 -2012 V8 2.4 litros

Hispania – F112

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O F112, da Hispania, teve um mau começo. Não tendo sido aprovado no teste de impacto, teve que passar pela reformulação de alguns itens, o que impediu que a equipe participasse da pré-temporada. Resultado do trabalho de uma nova equipe técnica, o carro não mostrou muitas novidades em relação ao de 2011, a não ser as mudanças exigidas pelo novo regulamento da FIA. Entre a poucas mudanças está o degrau do bico, introduzido pelas as equipes (menos a McLaren e Caterham) para se adaptar ao regulamento que exige a altura máxima de 55 centímetros no ponto mais distante do piloto. Mas o degrau do F122 é bem mais suave e não choca tanto quanto os demais concorrentes. Chega até a passar despercebido por alguns observadores. A estrutura do bico foi reforçada e, mesmo obedecendo ap novo regulamento, está mais alto do que o modelo anterior. O carro continua compacto, apesar da introdução do KERS; a traseira ficou mais estreita e a suspensão passou a ser pull-rod foi modificada, para se adaptar ao câmbio da Williams e melhorar a aerodinâmica; o escapamento voltou à posição tradicional, em obediência ao regulamento.

  Características

Chassis  Em fibra de carbono composto e estrutura em colmeia
Suspensão  Braço duplo em fibra de carbono, com molas de torsão e barra estabilizadora por impulso; sistema push-rod na dianteira e pull-rod, na traseira
Câmbio  Williams, com troca rápida sequencial semiautomática
Embreagem  Disco múltiplo de carbono
Freis  Discos e pedais de carbono
Largura  1,80 cm
Altura  95 cm
Eixo dianteiro 1,445 cm
Eixo traseiro  1,42 cm
Peso  640 kg
Motor  Cosworth CA2012 V8 2.4 litros
Potência  18.00 rpm
Peso  95 kg

Marussia – MR01

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O MR01, da Marussia (ex-Virgin) (assim como aconteceu com o F112, da Hispania) não foi aprovado num dos 18 testes de impacto exigidos pela FIA (o de choque traseiro) e por isso não participou da pré-temporada, em Barcelona. A equipe teve de correr para ajustá-lo até o GP da Austrália, na abertura da temporada. Assim como a McLaren, por já ter o bico na altura máxima permitida pela FIA, a Marussia não precisou recorrer ao degrau introduzido por todas as outras equipes, menos ela e a McLaren. E o bico está mais longo do que o carro do ano anterior. Numa análise visual, o carro é uma evolução do seu antecessor, o MVR02, da Virgin. As laterais e a entrada de ar, que no modelo anterior dificultava o fluxo de ar para a parte traseira foram reformuladas. A asa dianteira também foi modificada e a traseira foi desenhada para tirar mais proveito do DRS, melhorando o desempenho aerodinâmico do carro. O escapamento foi posicionado mais para cima e, como no carro da Mercedes, pode dirigir o ar tanto para a asa quanto para as rodas traseiras. O MR01 é o primeiro desenhado sob a direção de Pat Symonds, que volta oficialmente à F1, depois de punição imposta pelo envolvimento no caso provocado pelo “acidente” de Nelsinho Piquet, em Singapura.

Características

Chassis  Estrutura monocoque em carbono, moldado em colmeia
Suspensão  Em fibra de carbono: dianteira em push-rod; traseira, em pull-rod
Entreeixos  3,3 m
Câmbio  Xtrac, em alumínio, com 7 marchas
Cinto Williams
Motor  Cosworth CA2012 V8 2.4 litros