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Montreal

Montreal_circuitos

Organização

Nome oficial:

Circuit Gilles Villeneuve

Endereço

Bassin Olympique, Ile Notre-Dame, CP 248 succ. Place d’Armes, Montreal, Québec H2Y 3G7 CANADÁ

Ficha Técnica

Extensão

4.361 metros

Número de voltas

70

Distância da corrida

305.270 km

Curvas

 15

Sentido

horário

Primeiro GP de F-1

 1978,

vencido por Gilles Villeneuve

Recorde da prova

2004

Michael Schumacher – Ferrari

1h28m24s803

Volta mais rápida

2004

Rubens Barrichello – Ferrari

1m13s622

Pole

2004

Ralf Schumacher – Williams

1m12s275

Vencedores

12-06-2016 Lewis Hamilton Mercedes 1h31m05s296
07-06-2015 Lewis Hamilton Mercedes 1h31m53s145
08-06-2014 Daniel Ricciardo Red Bull 1h39m12s830
09-06-2013 Sebastian Vettel Red Bull 1h32m09s143
10–06-2012 Lewis Hamilton McLaren 1h32m29s586
12-06-2011 Jenson Button McLaren 2h04m39s537
12-06-2010 Lewis Hamilton McLaren 1h33m53s456
09-06-2008 Robert Kubica Williams 1h36m24s447
19-06-2007 Lewis Hamilton McLaren 1h44m11s292
25-06-2006 Fernando Alonso Renault 1h34m37s308
12-06-2005 Kimi Raikkonen McLaren 1h32m09s290
13-06-2004 Michael Schumacher Ferrari 1h28m24s803
15-06-2003 Michael Schumacher Ferrari 1h31m13s591
09-06-2002 Michael Schumacher Ferrari 1h33m36s111
10-06-2001 Ralf Schumacher Williams 1h34m31s522
18-06-2000 Michael Schumacher Ferrari 1h41m12s313
13-06-1999 Mika Hakkinen McLaren 1h41m35s727
07-06-1998 Michael Schumacher Ferrari 1h40m57s355
15-06-1997 Michael Schumacher Ferrari 1h17m40s646
16-06-1996 Damon Hill Williams 1h36m03s465
11-06-1995 Jean Alesi Ferrari 1m45m31s333
12-06-1994 Michael Schumacher Benetton 1h44m31s887
13-06-1993 Alain Prost Williams 1h36m41s822
14-06-1992 Gerhard Berger McLaren 1h37m08s299
02-05-1991 Nelson Piquet Benetton 1h38m51s490
10-06-1990 Ayrton Senna McLaren 1h42m56s400

Características

Montreal é uma pista meio de rua, meio permanente. Parte do traçado é usado durante o ano pelos freqüentadores do Park Jean-Drapeau, da Ilha de Notre Dame, uma ilha artificial no Rio St. Laurence, construída para receber algumas instalações dos Jogos Olímpicos de 1976. Atrás dos boxes fica a raia olímpica usada para as competições de remo. Nela, todos os anos, os mecânicos disputam uma divertida regata com barcos feitos de sucata dos boxes, como pneus velhos, pedaços de papelão e latas de óleo.

O circuito em si não é dos melhores. A pista é muito estreita e apresenta algumas ondulações. As ruas usadas na corrida são fechadas por barreiras, nas quais muito piloto experiente já bateu. Uma delas é uma parede no final da chicane que leva à reta dos boxes, construída em 1994, para reduzir a velocidade na curva 13, na Virage du Casino. Ironizando a saudação nela inscrita, “Bem-vindo a Quebec”, os pilotos lhe deram o apelido de “Muro de Quebec”. Em 1999, três campeões do mundo, Damon Hill, Jacques Villneuve e Michael Schumacher, terminaram a prova de forma idêntica, de encontro a ela, e desde então, a barreira passou a ser conhecida também como o “Muro dos Campeões”.

Em 2002, modificações no traçado reduziram a extensão da pista dos 4.421 para 4.361 metros. Uma das mudanças foi feita na chicane, com o recuo do muro e a colocação de uma barreira de pneus.  Outra, feita em 2005, com a elevação da barreira, dificultou a visibilidade dos pilotos, tornou o trecho ainda mais desafiador. E as novas vitimas do muro foram Jenson Button, ainda em 2005, e Vitantonio Liuzi, em 2007. Em 2005 e 2006, Fernando Alonso e Nico Rosberg bateram na curva 5. Em 2001, Juan Pablo Montoya igualmente não escapou da maldição de Montreal, batendo no muro da curva 5. E para confirmar o nome da barreira, em 2011, durante o treino de sexta-feira, foi a vez de Sebastian Vettel ir de encontro ao “muro dos campeões”.

Nico Hülkenberger, piloto da Williams, diz que os freios são muito importantes em Montreal, porque são muito usados. E o ponto mais difícil do circuito é a chicane cercada pelo “muro dos campeões”.  Ali, dizem os técnicos da Williams, os carros chegam a 300 km/h e têm que frear forte, para não bater no muro. Eles acrescentam que, apesar de ser um dos circuitos mais velozes, há curvas de baixa e achar o ajuste certo é o desafio para as equipes. O maior problema é a pressão aerodinâmica muito baixa e as velocidades máximas e mínimas extremas exigidas. Há uma grande diferença entre elas e, quanto maior essa diferença, mais se tem de andar no limite. Os freios são usados ao extremo, as frenagens causam oxidação e desgaste, e os pilotos têm que economizá-los durante a prova ou em pontos-chave nas últimas voltas.

De 1960 até 2000, o GP do Canadá era o único disputado na América do Norte. Por isso mesmo, o público foi sempre muito bom nessa corrida.  E as cerca de 300 mil pessoas, em média, que a assistem chegam ao autódromo de metrô, pois há uma estação dentro do parque. O GP não foi disputado em 2009, por discordâncias contratuais, mas no mesmo ano os organziadores da corrida assiaram contrato com Bernie Ecclestone  para promoção do evento de 2010 a 2014.

Montreal passou a ser sede do Grande Prêmio do Canadá em 1978, depois que o circuito de Mosport Park, local da disputa de 1967 a 1989, foi considerado ultrapassado e perigoso. O nome do circuito foi dado em 1982, em homenagem ao primeiro piloto canadense a correr na Formula 1. Gilles Villeneuve, que tinha feito a estréia no GP da Inglaterra, correndo pela McLaren, no dia 17 de julho de 1977, no .dia 8 de outubro de 1978, diante de 72.000 expectadores, foi o primeiro canadense a ganhar um Grande Prêmio da F1, e justamente em seu país. Saiu em 4º, pulou para 3º e depois para o 2º lugar. Na 49ª volta, aproveitou que a Lótus foi para os boxes e assumiu a liderança, que manteve até o fim da corrida. Até 1982, participou de 64 provas, com seis vitórias.

Villeneuve, nascido a 18 de janeiro de 1950, em Berthierville au Québec,  morreu no dia 8 de maio de 1982, no circuito de Zoldr, durante treino para o GP da Bélgica.

Volta da FIA

Montreal

Montreal

Trecho

Setor

DST

FG

Marcha

Velocidade

Tempo

Reta

0.1

7

300

Curva 2

-1.0

3

102

Curva 3

0.5

5

255

Curva 4

-1.0

4

183

Entrada Curva 6

1

20.4

Curva 7

-2.5

4

200

Entrada Curva 8

-0.5

7

300

Curva 9

2.7

5

210

Tomada Curva 10

2

0.1

6

295

23.0

Curva 10

-1.0

3

102

Saída Curva 10

Detecção

Entrada/Curva 12

Ativação

Reta/Início

0.7

6

295

Reta/Meio

-0.5

7

310

Reta/Fim

0.0

7

316

Curva 13

-2.5

3

135

Chegada

3

28.8

1.12.2

Registros da FOM (FG, marcha, velocidade)  – Final Reta dos boxes – 1.21, 6, 294; Curva 1 – 0.71, 2, 136; Curva 2 – 2.23, 1, 77; Entrada Curva 3 – 1.13, 5, 253; Curva 4 – 3.44; 3, 155; Curva 5 – 3.15, 5, 254; Curva 6 – 0.52, 2, 93; Curva 7 – 2.57, 2, 155; Final Reta/Entrada – Curva 8 – 0.73, 6, 294; Curva 8 – 3.2, 2, 120; Curva 9 – 3.59, 2, 160; Entrada Grampo/Curva 10 – 1.5, 6, 297; Grampo/Curva 10 – 1.56, 1, 56; Final Reta Cassino – 0.32, 7, 316; Chicane (12/13) – 1.54, 2, 134.

Para mais detalhes e informações técnicas, acesse:

http://www.fia.com/championship/formula-1-world-championship/gp-canada-track-guide

Volta de Mark Webber

 Trecho Força G Marcha Velocidade
Curva 1 0.71 2 136
Curva 2 2.23 1 77
Curva 3 1.61 3 121
Curva 4 3.44 3 155
Curva 5 3.15 5 254
Curva 6 0.52 2 93
Curva 7 2.57 2 155
Curva 8 3.20 2 120
Curva 9 3.59 2 160
Curva 10 1.56 1 56
Curva 11 1.17 3 175
Curva 12 1.54 2 134
Curva 13 1.14 3 127

Volta de David Coulthard

 “Você chega a 297km/h na curta reta dos boxes, antes de frear forte para a fazer a esquerda-direita das curvas um e dois. Localizada pouco antes da saída da pit lane, a curva um é tomada a 112 km/h, em terceira marcha e imediatamente depois vem a o Coin Senna, Este grampo de direita é negociado 80km/h, em segunda marcha. Você empurra forte o acelerador, ao sair do Coin Senna para a curta reta que leva à chicane das curvas três e quatro.

Você baixa de 257km/h, em 5ª, para negociar a chicane direita-esquerda a 131km/h, em segunda. Saindo da curva quatro, você baixa o pé na cinco, longa curva de direita, chegando a 273 km/h em sexta, antes de frear forte de novo para a chicane das curvas seis e sete. A primeira, de esquerda, é tomada a 80km/h/ em segunda, com sua velocidade subindo para 144km/h, em terceira, para a direita da curva sete.

Com aceleração plena na saída, ao longo da Praça da Concórdia, chega-se a 318km/h, em sétima marcha, antes de baixar as marchas para a seqüência de das curvas oito em nove. Entrando na área complicada para freada sob a ponte para a curva oito, sua velocidade cai a 112 km/h, em terceira marcha. Ligeiramente mais rápida, a curva nove vem em seguida e pode ser tomada a 128km/h, ainda em terceira marcha.

Saindo da curva nove, você entra na reta que leva ao grampo Epingle. Depois de chegar a 257km/h, em quinta marcha, você freia forte para curva de direita de 180º, que o joga na Droit du Casino. Acelerando pela reta principal, você alcança 318km/h em sétima marcha, até chegar ao ponto de freada mais forte da pista.

Você sofre 3.8 de Força G, você breca mais forte para negociar as duas curvas finais que levam e volta à linha de partida/chegada. O complexo de curvas de direita-esquerda é negociado a 115km/h, em terceira marcha, e você tem de ser cuidadoso para não pular nas zebras, também agressivas.”(Tradução adaptada de texto do site F1complet.com)

Momentos

1982 – Um acidente na largada provoca a morte do italiano, de 23 anos,  Riccardo Palleti,  que se caracterizava por pilotar de óculos, devido a problemas de visão.  A Ferrari de Didier Pironi, parada no grid, foi atingida pela March do brasileiro Raul Boesel, e na confusão envolvendo vários carros,  a Osella de Palleti bate violentamente na Ferrari. Um incêndio retardou o socorro e pouco depois de ser retirado do carro, Palleti morreu devido a hemorragia provocada pelo choque contra o volante.

1991 – Na última volta, com a vitória praticamente assegurada, Nigel –Mansell, surpreendentemente, para na pista, por pane seca na sua Williams-Renault. Nelson Piquet, com Benetton, que já se conformava com o segundo lugar passa por ele  e obtém a sua 23ª e última vitória  de sua carreira.

1996 – Pela primeira vez, desde 1981, um canadense participa de um Grande Prêmio do Canadá. É Jacques Villeneuve, filho do piloto que dá nome ao circuito e, que, admitiu, por “conservadorismo” deixou de ganhar a corida, terminando em 2º lugar.

1997 – A corrida foi encerrada na 52ª das 70 voltas, devido a acidente com o piloto Olivier Panis. Michel Schumacher foi o vencedor com o tempo de 1h17m40s646

2000 – Michael Schumacher vence e supera Nelson Piquet, que tinha, como ele, três vitórias no Canadá. Giancarlo Fisichella vai para o pódio peloa quarta vez consecutiva, em Montreal. ,

2004 – Num desfecho que daria muito o que falar, principalmente no Brasil, Michael Schumacher vence o companheiro de Ferrari, Rubens Barrichello, por uma diferença de 5 segundos.

2007 – Na 27ª volta, depois de uma relargada, num choque com o italiano Jarno Trulli, o carro do polonês Robert Kubica é arremessado contra o muro, capota e para junto ao guarda-rail. O piloto foi levado de helicóptero, inconsciente, ao hospital e lá se constatou que havia sofrido apenas fratura da perna direita.

2008 – Pela primeira vez a a Sauber vence e com uma dobradinha na Fórmula 1. Robert Kubica e Nick Heidfeld chegaram em primeiro e segundo lugares, respectivamente. Os dois se aproveitaram de uma batida entre Lewis Hamilton e Kimi Raikkonen, na entrada dos boxes, com luz vermelha, após entrada do safety car. David Coulthard, o terceiro colocado, subiu ao pódio pela última vez, pois no fim da temporada abandonou a carreira.

2010 – O GP do Canadá, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal, no dia 13 de junho de 2010, na 8ª etapa do Campeoanto Mundial da Fórmula 1, foi a mais disputada e emocionante da temporada, até então. Pela primeira vez, todos os carros se alinharam no grid, e também pela primeira vez os pilotos e equipes adotaram estratégias diferentes em relação às paradas e ao uso de compostos duros e macios. A prova teve 63 pit stops, para trocas de pneus e bicos dos carros; muitas ultrapassagens e cinco líderes diferentes. Para manter a tradição, Kamui Kobayashi foi de encontro ao “muro dos campeões” e teve de abandonar a corrida logo na primeira volta.  Lewis Hamilton venceu e pulou do 3º para o 1º lugar da classificação geral.  Rubens Barrichello foi 6º, a sua melhor colocação do anoDavid Coulthard, terceiro colocado,  subiu pela última vez ao pódio, pois no fim da temporada abandonou a carreira.

2011 – O GP do Canadá de 2011 foi uma das corridas mais conturbadas da  historia da Fórmula 1.  Por causa da chuva, teve cinco entradas do safety car, bandeiras amarelas, seis abandonos e uma bandeira vermelha que interrompeu a prova por duas horas.  No total, durou 4h04m39s, a mais longa prova da F1.. Sebastian Vettel saiu na frente, liderou a corrida, mas na última volta superado por Jenson Button que, apesar de  duas batidas, seis entradas no boxes e uma punição, acabou sendo o vencedor.

2012 –  Lewis Hamilton foi o sétimo piloto diferente a vencer um GP na temporada, até então, o que aconteceia pela primeira vez na categoria. A corrida teve um início monótono, mas um final empolgante, com Lewis Hamilton, Sebastian Vettel e Fernando Alonso disputando a liderança. Nas últimas voltas, Hamilton ultrapassou os dois e venceu até com tranquilidade. Felipe Massa, que vinha fazendo uma boa corrida, rodou sozinho, na 6ª volta, e caiu do 5º para o 12º lugar e acabou em 10º.

2013 – Com mais facilidade do que poderia imaginar, Sebastian Vettel, da Red Bull, venceu o GP do Canadá, no dia 9 de junho de 2013. Nem mesmo dois pequenos erros cometidos durante o percurso, puseram em risco a sua1ª vitória no circuito Gilles Villeneuve, a 3ª da temporada e 29ª da carreira, 14s308 à frente do segundo colocado, Fernando Alonso, da Ferrari. Na 10ª volta, chegou a tocar o muro e na 52ª, depois do segundo pit stop, entrou rápido demais, teve de cortar a curva e perdeu 4 segundos, que não lhe fizeram falta no final. Com uma boa largada, Vettel, que era o pole position, ganhou uma boa vantagem logo de início e na 9ª volta já livrava uma diferença superior a 5 segundos sobre o segundo colocado, o companheiro de equipe, Lewis Hamilton.

2014 -Num resultado surpreendente, Daniel Ricciardo, da Red Bull, quebrou a hegemonia dos carros da Mercedes e ganhou o GP do Canadá, no circuito Gilles Villeneuve, em Montreal.  A primeira vitória do piloto australiano na Fórmula 1 se desenhou na volta 68,quando ele passou por Nico Rosberg e se confirmou no início da última volta, quando foi agitada a bandeira amarela, por causa e um acidente entre Felipe Massa e Sérgio Perez. Na ânsia de ganhar o 4º lugar e tentar ir ao pódio, ou até mesmo vencer, o piloto brasileiro bateu na traseira do carro do mexicano , os dois bateram violentamente nas barreiras de pneus e tiveram que abandonar a pista. O pódio foi formado por Daniel Ricciardo, Nico Rosberg e Sebastian Vettel.  Lewis Hamilton, da Mercedes, favorito da corrida, assim como seu companheiro Nico Rosberg, abandonou a prova na volta 47, por problemas nos freios. Felipe Massa fez a volta mais rápida da corrida, com 1m18s504, na volta 58.

2015 –  Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu o GP do Canadá, mas quem deu espetáculo na pista do circuito Gilles Villeneuve, na ilha de Notre Dame, em Montreal, no dia 7 de junho, foram Sebastian Vettel e Felipe Massa, da Williams, que largando das últimas posições, com exuberantes ultrapassagens, chegaram à zona de pontuação. Vettel, o 18º no grid, cruzou a linha de chega em 5º, Felipe Massa, o 15º, terminou no 6º lugar. Com o tempo de 1h31m53s145, Hamilton conseguiu a 37ª vitória da carreira sem grandes dificuldades, administrando bem a vantagem quando, na metade da corrida,  Nico Rosberg, que terminou em segundo, a 2s285, ameaçou pressioná-lo. Valtteri Bottas, da Williams, quebrou a rotina da Ferrari e, com uma corrida consistente, depois de largar da 4ª posição, aproveitou uma rodada de Kimi Raikkonen, para ocupar o terceiro lugar do pódio.

2016 – Lewis Hamilton, da Mercedes, venceu o GP do Canadá, mas quem deu espetáculo na pista do circuito Gilles Villeneuve,  no dia 7 de junho, foram Sebastian Vettel e Felipe Massa, da Williams, que largando das últimas posições, com exuberantes ultrapassagens, chegaram à zona de pontuação. Vettel, o 18º no grid, cruzou a linha de chega em 5º, Felipe Massa, o 15º, terminou no 6º lugar. Com o tempo de 1h31m53s145, Hamilton conseguiu a 37ª vitória da carreira sem grandes dificuldades, administrando bem a vantagem quando, na metade da corrida, o companheiro Nico Rosberg, que terminou em segundo, a 2s285, ameaçou pressioná-lo. Valtteri Bottas, da Williams, quebrou a rotina da Ferrari e, com uma corrida consistente, depois de largar da 4ª posição, aproveitou uma rodada de Kimi Raikkonen, para ocupar o terceiro lugar do pódio. Sem muitas emoções na frente, só, alguns momentos da pressão de Rosberg sobre Hamilton e o desempenho de Vettel e Massa evitaram que a do Canadá fosse uma corrida monótona.