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Hermanos Rodriguez

autodromohnosrodriguezaerea

 

Organização

Nome oficial:

Autódromo Hermanos Rodriguez

Endereço:

Av. Viaducto Rio de  La Piedad S/n

Iztacalco, Granjas México

08400 Ciudad de México DF

+52 55 5764 8499

Propriedade

Governo da Cidade do México

Administração

Corporación Interamericana de Entretenimento  (CIE)

 

Ficha Técnica

Percurso

305,049 metros

Voltas

69 – 4,438 km

Curvas

17 (7 para esquerda, 10 para direita)

Sentido

Horário

Altitude

2.285 metros

Inauguração

4 de novembro de  1962

Primeiro GP

1963

Último GP

1992/2015

Pole

Nigel Mansell – Williams Renault

1m16s346 – 1991

Volta mais rápida

Gerhard Berger – McLaren-Honda V12

1m17s711 – 1992

 

Vencedores

Ano

Piloto

Equipe

Voltas

Tempo

2016

Lewis Hamilton Mercedes 71 1h40m31s402

2015

 Nico Rosberg Mercedes 71 1h42m35s038

1992

Nigel Mansell Williams-Renault

69

1h31m54s4

1991

Riccardo Patrese Williams-Renault

67

1h29m52s2

1990

Alain Prost Ferrari

69

1h32m36s2

1989

Ayrton Senna McLaren-Honda

69

1h35m21s4

1988

Alain Prost McLaren-Honda

67

1h30m16s2

1987

Nigel Mansell Williams-Honda

63

1h26s24s2

1986

Gerhard Berger Benetton-BMW

68

1h33m19s3

1970

Jacky Ickx Ferrari

65

1h55n28s3

1969

Denny Hulme McLaren-Ford

65

1h54m09s2

1968

Graham Hill Lotus-Ford

65

1h56m44s0

1967

Jim Clark Lotus-Ford

65

1h59m29s3

1966

John Surtees Cooper-Maserati

65

2h06m35s3

1965

Richie Ginther Honda

65

2h08m32s1

1964

Jim Clark Lotus-Climax

65

1h57m34s

1963

Jim Clark Lotus-Climax    65

2h09m52s1

1962

Kim ClarkTrevor Taylor Lotus-Climax

História

 

O Autódromo Hermanos Rodriguez volta a ser palco do Grande Prêmio do México depois de 23 anos e dois períodos de participação no calendário da Fórmula 1, de 1963 a 1970 e de 1986 a 1992.  A volta do circuito como sede da corrida mexicana foi anunciada em 2012, com um contrato de cinco  anos, já para substituir o GP da Europa, em Valência, em 2013. Isso não aconteceu e também em 2014, depois  de ser anunciada como a 19ª prova do calendário, a corrida não foi confirmada. Só  em 3 de dezembro de 2014 a FIA confirmou a inclusão do GP do México no calendário de 2015, como a antepenúltima corrida da temporada, no dia 1º de outubro.

O circuito, localizado no parque público de Magdalena Mixhuca Sport City, no sudoeste da cidade do México,  é de propriedade do governo da cidade, mas administrado, por concessão, pela OCESA, uma subsidiária da Corporación Interamericana de Entretenimentos (CIE). O primeiro Grande Prêmio do México de Fórmula 1 foi realizado de forma extraoficial no dia 4 de novembro de 1962, quando o circuito ainda mantinha o nome de Magdalena Lixhuca. A prova, vencida por Jim Clark e Trevor Taylor, com a Lotus 25, foi marcada pela morte, durante os treinos, do piloto mexicano Ricardo Rodriguez. Com a morte, nove anos depois, no dia 11 de julho de 1971, do irmão de Ricardo, Pedro Rodriguez, em homenagem aos dois o circuito passou a chamar-se Autódromo Hermanos Rodriguez.

No ano seguinte, 1963, o GP do México e o Autódromo Hermanos Rodriguez entraram para o calendário oficial da Fórmula 1, com a prova sendo realizada no dia 23 de outubro e vencida por Jim Clark, com uma Lotus-Climax. O autódromo permaneceu no calendário da F1 até 25 de outubro de 1970, quando a corrida no México foi suspensa por superlotação e falta de segurança no circuito, depois da morte de Pedro Rodriguez, que tinha sido o sexto colocado nessa prova.

Depois de 18 anos de ausência, com a melhoria da segurança e um novo complexo de pits, no dia 18 de outubro de 1986, o GP do México voltou a ser disputado, com a participação de Ayrton Senna, Alain Prost e Nelson Piquet e a primeira vitória do austríaco Gerhard Berger, da Benetton, na categoria. Essa nova fase durou até 22 de março de 1992, quando foi disputada da última corrida do período, vencida por Nigel Mansell, com Michael Schumacher obtendo o primeiro pódio da carreira, com o terceiro lugar.

Em 2011, a CIE e a Forsyte Racing iniciaram uma completa reforma e atualização do circuito para partipar de uma rodada do Campeonato da Cart e o comparecimento de uma assistência recorde de 402,413 animou os organizadores recuperar inteiramente o cricuito e pleitear a volta à Fórmula 1. O CIE decidiu investir 50 milhões de reais na renovação  e modernização da sintalações so autódromo e mais 20 milhões por ano para a realização da corrida. O Conselho de Turismo do México também vai investir 42,6 milhões de dólares por ano, ao longo de cinco anos, para garantir a realização do GP do México.

A renovação do circuito esteve a cargo de 19 empresas mexicana , sob a doreção do desenhista alemão Herman Tilke, responsável pela remodelação da pista, sob supervisão da FIA. Mais de mil trabalhadores mexicanos trabalharam nas obras com horas por dia de trabalho, a fim de completar a obra a tempo para a homologação do circuito pela FIA.

Sob a direção de Tilke, o circuito passou por uma reforma significativa. A reta da frente foi ligeiramente alargada e refeira para abrigar um novo centro de imprensa, para receber cerca de 500 jornalistas, e novo paddock. Os esses icônicos entre as curvas 7 e 13  fora modificados com o alto raio reduzido e substituídos por um ângulo fixo,. A área ao lado do campo de beisebol tambpem foi alterada  para uma velocidademais baixa na combinação de esquerda-direita. A extensão da pista foi reduzida em aproximadamente 170 metros em relaçoa aos GPs anteriores  e os organizadoresdo GP preveem voltas de 75 segundos, com velocidades superiores a 328 km/h, para os turbos atuais, que nçao sofrem os efeitos adversos da altitude como os motores aspirados.

Depois de 15 meses de trabalhos, as novas instalações do  Autódromo Hermanos Rodriguez  foram reinauguradas no dia 3 de outubro de 2015, numa solenidade com a participação de representantes dos administradores e altas autoridades mexicanas, além do ex piloto brasileiro Emerson Fittipaldi e de Sergio Perez, piloto da Force India e o  ex engenheiro da F1  Joe Ramirez .

Entre as reformas feitas no autódromo incluem-se: novo edifício cntral com maior capacidade e conforto; modificação dopolimero do asfalto; reparos necessário nas 33 garagens; nova torre de controle; renovação e construção de novas  arquibancadas temporárias para 75 mil pessoas; três novas passarelas para pedestres; recapeamento de  22.720 metros quadrados  nas áreas do paddock; recapeamento de 80 mil metros quadrados de pista e pit lane; serviços médicos de emergência; centro de imprensa e capela.

Para garantir a segurança dos pilotos  e espectadores mais de 2 mil metros de materiais  de  alta tecnologia para absorver impacto de carros foram usados em substituição às barreiras de pneus. Uma série de sensores transmitirá todas a informações da corrida em tempo real aos vários escritórios das equipes em todo o mundo

A modificação mais importante, porém, no Autódromo Hermanos Rodriguez foi a eliminação da Peraltada, a curva mais tradicional dos circuitos da Fórmula 1. O projetista alemão Herman Tilke disse que foi inevitável excluir a famosa e temida curva:

“Nós simplesmente não tínhamos espaço do lado externo daquela curva para ter a área de escape exigida. E a curva é tão veloz que isso é absolutamente indispensável para a segurança. Outra ideia era manter a curva e movê-la para dentro, como já fizemos em outros circuitos. Mas o estádio nos limitou”, afirmou Tilke, referindo-se ao estádio de beisebol, localizado do lado interno da Peraltada.

“Além disso, o promotor queria que o circuito passasse por esse estádio porque será realmente espetacular para os fãs. Cerca de 40 mil pessoas estarão sentadas lá”,explicou o projetista.

O promotor de corridas Federico Gonzalez diz também que o novo lugar será um ponto de referência do circuito.

“Os pilotos chegarão como estrelas de rock a um estádio que estará completamente tomado por 28 mil pessoas”, ele disse referindo-se ao estádio de beisebol.

O Autódromo Hermanos Rodriguez tem uma reta de 1.314 metros, onde se poderá alcançar a velocidade máxima de 328 km/h, tornando o circuito o segundo mais rápido da F1, depois de Monza. O circuito tem também 17 curvas, 7 para a esquerda e 10 para a direita. Uma delas, a 17, num dos pontos mais emblemáticos e históricos co circuito, onde acontecem momentos tensos e emocionantes, recebeu o nome de Nigel Mansell, em homenagem ao vencedor do último GP do México, disputado há 23 anos.

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Corridas

2015 – Depois de ter sido o primeiro em todos os treinos livres e conquistado também a pole position, Nico Rosberg completou o domínio do fim de semana, vencendo o GP do México, que retornava ao Autódromo Hermanos Rodrigues 23 anos depois. O piloto alemão percorreu as 71 voltas do circuito em 1h42m35s038, ficando 1s954 à frente, do companheiro Lewis Hamilton, depois de, na 57ª, fazer também a volta mais rápida, em 1m20s521.No geral, a corrida não teve momentos de emoção e a torcida mexicana, especialmente a que estava no estádio, o Foro de Sol, teve só dois instantes de vibração, um quando Sainz Jr rodou à frente de Sergio Perez e o outro quando o mesmo espanhol cortou caminho e teve de devolver posição ao mexicano.