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Buddh – India

Nova_circuitos

Organização

Nome oficial

Buddh International Circuit

Proprietário

Jaisprakash Associates

Ficha técnica

Extensão

5.137 km

Distância

308,40 km

Voltas

60

Curvas

16 (9 à direita; 7 à esquerda)

Direção

Ponteiros do relógio

Capacidade

150.000 espectadores  (120.00 sentados)

1° GP

30-10-2011

Pole

2011

Sebastian Vettel – Red Bull

1m24s178

Volta + rápida

2011

Sebastian Vettel – Red Bull

1m27s249

O circuito

O Buddh International Circuit que, em 2011, recebe o primeiro Grande Prêmio da Fórmula 1, está localizado em Greater Noida, cidade do Norte da India, no distrito de Gautam Budh, Estado de Uttar Pradesh, a 40 quilômetros a sudoeste de Nova Deli. O local foi escolhido depois de descartados cinco outros, inclusive um circuito de rua na capital do país. Conforme contrato firmado entre a Associação Olímpica Indiana e Bernie Ecclestone, em 2007, o autódromo acolhera o GP da F1 de 2011 a 2018. A promoção do evento cabe à JPSK Sports Private Limited, empresa do grupo Jaisprakash Associates, grande conglomerado industrial, em consórcio com outras duas empresas, uma delas pertencente a Suresh Kalmadi, presidente da Associação Olímpica Indiana.

O circuito foi construído pela Jaiprakash, numa área de aproximadamente 10 mil quilômetros quadrados, que abrigará a Cidade dos Esportes Jaypee Green, com estádio de críquete, de 100 mil lugares; campo de golfe de 18 buracos; estádio de hóquei, para 25 mil lugares, pistas de kart e outros esportes a motor e academia de esportes. Além da F1, o Buddh Circuit será palco de provas da MotoGP e do campeonato de Superbike.

A obra, que envolveu 6.000 pessoas, gerará 10 mil empregos e consumiu 100 mil toneladas de concreto, teve custo aproximado de 400 milhões de dólares. Nas três grandes arquibancadas, o circuito poderá receber 120,000 espectadores, além de mais 30.000, que poderá se espalhar pelos verdes gramados em torno da pista.

Inicialmente chamado de Jaypee Group Circuit e Jaypee International Race Circuit, em abril de 2011, o circuito foi renomeado Buddh International Circuit, em referência ao local onde está instalado (Gautam Budh), mas também a Buddha, líder espiritual da India, criador do budismo. Em indiano, a palavra buddha significa “paz e sossego). A logomarca do circuito é um B estilizado, com curvas que lembram uma pista de corrida, nas cores da bandeira da India, laranja, verde e branco. A letra remete ao nome do circuito, mas também a Bharat, nome para identificar a área rural indiana.

Buddh – India

Buddh – India

Trecho

Setor

DST

FG

Marcha

Velocidade

Tempo

Curva 1

-1.0

115

Curva 2

1.25

200

Detecção2

Entrada curva 3

Curva 3

2.0

80

Ativação2

¼ da reta

½ da Reta

0.2

250

Final da Reta

0.2

295

Curva 4

2.0

100

1/ da Reta

1

41.2

Curva 5

1.5

215

Curva 9

1.5

200

Curva 12

2

22.3

Curva 15

2.1

160

Detecção1

Saída da Curva 15

Ativação1

Saída Curva 16

Chegada

3

20.7

1.24.2

Para detalhes e informações técnicas, acesse:

http://www.fia.com/championship/formula-1-world-championship/gp-india-track-guide

A pista

A pista indiana foi desenhada pelo projetista alemão Hermann Tilke, responsável também pelo traçado dos circuitos da Malásia, China, Bahrein, Indonésia, Abu Dhabi, África do Sul, Coreia do Sul, Turquia e Estados Unidos. O desenhista garantia que o Buddh seria um dos circuitos mais excitantes e velozes do mundo, neste caso só superado pelos de Monza.

A planta original sofreu algumas alterações sugeridas por pilotos e equipes, para proporcionar mais oportunidades de ultrapassagens, entre elas a retirada de grampo na curva 7, o alargamento da curva 3 e a elevação de 4 curvas, a maior delas de 14 metros, entre as curvas 2 e 3. Com isso, a pista se tornou uma combinação de retas velozes, curvas rápidas e lentas e elevações que abrem várias probabilidades de ultrapassagens.

  • Depois da largada, os carros, a cerca de 290 km/h, vão para uma curva de quase 90 graus, à direita, e chegam ao trecho mais elevado, feito a 253 km/h.
  • Dai, depois de uma freada, contornam a curva 3, a não mais de 93 km/h, para mergulhar na longa reta e, a 318 km/h, chegarem ao grampo da curva 4, à direita.
  • Em seguida, entram em nova reta, com declive, à velocidade máxima de 293 km/h e atingem a parte sinuosa do traçado, com 10 curvas, onde podem chegar à curva 10 a 250 km/h e percorrer o trecho entre as curvas 10 e 11 a uma média de 207 km/h.
  • Na saída do labirinto, na curva 14, enfrentam nova elevação para, a 260 km/h, chegar à curva 15; passar por outra reta curta em declive; contornar a curva 16 e atingir a linha de chegada.