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Barcelona

Barcelona_circuitos

Organização

Nome oficial:

Circuit de Catalunya

Endereço:

Mas la Moreneta 08160,

Montmeló – Tel: (+34) 93 571 9700
Fax: (+34) 93 572 2772Espanha

Ficha Técnica

Extensão

4.655 metros

Voltas:

66 (307.104 km)

Curvas:

16 (9 delas com nomes e patrocinadores:

(Elf, Renault, Repsol, Seat, Wrth, Campsa, La Caixa, Sabadell, New Holland). A reta oposta leva o nome da Nissan

Sentido

Horário

Capacidade:

104.000 pessoas, 43.770, sentadas

Primeiro GP:

29 de setembro de 1991,

vencido por Nigel Mansell

Pole recorde:

2005

Jarno Trulli – Toyota

11m14s795

Volta mais rápida:

2008

Mika Hakkinen

1m24s125

Vencedores

Data

Vencedor

Equipe

Tempo

15 – 05 -2016

Max Verstappen

Red Bull

1h41m40s017

10 – 05 – 2015

Nico Rosberg

Mercedes

1h41m12s555

11 –  05-2014

Lewis Hamilton

Mercedes

1h41m05s155

12 – 05 – 2013

Fernando Alonso

Ferrari

1h39m16s596

13 – 05 – 2012

Pastor Maldonado

Williams

1h39m09s145

22 – 05 – 2011

Sebastian Vettel

Red Bull

1h39m03s301

09 – 05 – 2010

Mark Webber

Red Bull

1h35m44s101

10 – 05 – 2009

Jenson Button

Brawn

1h37m19s202

27 – 04 – 2008

Kimi Raikkonen

Ferrari

1h38m19s051

13 – 05 – 2007

Felipe Massa

Ferrari

1h31m36s230

14 – 05 – 2006

Fernando Alonso

Renault

1h:26m21s759

08 – 05 – 2005

Kimi Raikkonen

McLaren

1h27m16s830

09 – 05 – 2004

Michael Schumacher

Ferrari

1h27m:32s.841

04 – 05 – 2003

Michael Schumacher

Ferrari

1h33m46s933

30 – 04 – 2002

Michael Schumacher

Ferrari

1h30m29s981

29 – 04 – 2001

Michael Schumacher

Ferrari

1h31m03s305

07 – 05 –  2000

Mika Hakkinen

McLaren

1h33m50s390

30 – 05 –  1999

Mika Hakkinen

McLaren

1h34m13s665

10 – 05 –  1998

Mika Hakkinen

McLaren

1h33m37s621

25 – 05 –  1997

Jacques Villeneuve

Williams

1h30m35s896

02 – 06 – 1996

Michael Schumacher

Ferrari

1h59m49s307

14 – 05 –  1995

Michael Schumacher

Benetton

1h34m20s507

29 – 05 –  1994

Damon Hill

Williams

1h36m14s374

09 – 05 –  1993

Alain Prost

Williams

1h32m27s685

03 – 05 –  1992

Nigel Mansell

Williams

1h56m10s674

29 – 09 – 1991

Nigel Mansell

Williams

1h 38m41s541

Características

O Circuito da Catalunha, em Montmeló, Barcelona, é um dos autódromos mais modernos e seguros do mundo, com variedade de curvas, algumas bem acentuadas, chicanes e a maior reta da F-1, a dos boxes, com 1.040 metros, onde se podem alcançar velocidades acima de 300km/h. O traçado original do circuito sofreu várias modificações a partir de 1994, depois dos acidentes de Imola. Primeiro, foi feita uma chicane de pneus na, então, curva Nissan.  Em 1995, a curva foi eliminada porque era perigosa e no seu lugar foi criada uma espécie de reta oposta.  Em 2004/05, toda a pista recebeu asfalto novo e as áreas de escape das curvas Elf e Seat foram modificadas, para maior segurança. Em 2007, uma chicane foi construída entre as curvas Europcar e New Hollanda, que davam acesso à reta dos boxes, para facilitar ultrapassagens e aumentar a segurança. O novo traçado começa na curva Europcr, continua com uma reta curta e mais duas curvas ligadas ao desenho anterior. A.área de escape da curva foi aumentada em seis metros. Para o GP de 2008, a caixa de brita da Elf foi substituída por uma faixa de asfalto. A troca obedeceu a orientação da FIA, sob o entendimento de que, graças à eficiência dos freios modernos,  a desaceleração provocada pelo atrito com o asfalto reduz o impacto do choque com as barreiras de pneus ou muretas. E o asfalto também evita as capotagens.

Os pilotos têm dificuldades no acerto dos carros para as corridas em Barcelona. Um dos motivos é a mudança brusca de ventos durante o dia, que impede um bom acerto aerodinâmico, embora com a eliminação de uma curva rápida, o traçado exija menos nesse quesito. É difícil encontrar o melhor set up, desde que a mesma parte da pista é completamente diferente de manhã e de tarde.  Normalmente, s equipes optam por uma pressão aerodinâmica alta.

Sem o controle de tração, a suspensão dianteira pode ser mais rígida, mas a dianteira deve ser mais flexível, para dar mais arrasto na saída das curvas. O piso abrasivo e as curvas de alta velocidade (Repsol e Campsa) exigem pneus duros e médios, com compostos mais resistentes, mas, em contrapartida, os motores resistem bem e são raras as quebras.

Além da reta dos boxes, outro ponto para ultrapassagem é a freada na primeira curva, a Elf, mas Kimi Raikkonen diz que, por se uma pista rápida, o carro perde um pouco do efeito solo, quando está atrás de outro, nas curvas rápidas e isso complica as ultrapassagens.

 Velocidades —  Registros da FIA:

Barcelona

Barcelona

Trecho

Setor

DST

FG

Marcha

Velocidade

Tempo

Reta

0.0

6

305

Curva 1

-2.0

3

140

Curva 2

-1.5

200

Saída/Curva 3

00

280

Entrada/Curva 4

1

-0.5

6

185

22,7

Curva 4

-2.2

4

160

Saída Curva 9

0.1

6

260

Entrada/Curva 10

2

30.7

Curva 10

3.0

3

133

Curva 12

-2.2

3

140

Entrada Curva 13

1.5

5

213

Detecção

Saída da Curva 15

Entrada da Reta

-4.0

6

260

Ativação

Início da reta

Chegada

3

28.4

1.21.8

Para mais detalhes e informações técnicas, acesse:

http://www.fia.com/championship/formula-1-world-championship/gp-spain-track-guide

Registros da  FOM

Trecho

Setor

FG

Marcha

Velocidade

Tempo

Final da Reta

0.0

6

304,190

Elf

-2.0

3

141,88

Saída da Curva 2

3

200,125

Saída da Curva 3

0.0

6

280,175

1º Setor

22,7

Entrada/Curva  4

6

184,294

Curva 4

-2.2

4

152,99

Saída Curva 9

5

257.161

Final da Reta

2

30.7

Curva 10

3.0

3

83,133

Curva 12

-2.2

3

87,139

Entrada Curva 13

5

217,133

Entrada da Reta

-4.0

6

260,163

Chegada

3

28.4

1:21.0

Historia

O primeiro GP da Espanha da Fórmula 1 foi disputado a 28 de outubro de 1951, no traçado de 6.316 metros, com 70 voltas, num total de 442,12 km, das ruas do circuito bairro de Pedralbes, no oeste da cidade de Barcelona. O vencedor, num Alfa Romeo 159, no tempo de 2:46:54.10 e média de 153,94 km/h, foi  Juan Manuel Fangio, que com essa vitória confirmou o primeiro dos seus cinco títulos mundiais. Um segundo Grande Prêmio da Espanha foi disputado no mesmo circuito, em 1954,com vitória de Mike Hawthorn, da Ferrari, com 3:13:52.1.

Por falta de segurança nos circuitos, a Espanha ficou fora do calendário da FIA de 1955 a 1968. A partir daí, os circuitos de Jarama, em Madrid, e Montjuich, nas ruas de Barcelona, alternaram-se na promoção da prova, até 1975, quando um acidente em que morreram cinco pessoas provocou a exclusão do circuito do calendário da F1. Até 1981, as provas foram disputadas apenas em Jarama e, depois de mais cinco anos de ausência, o GP da Espanha ganhou um novo palco, o recém inaugurado circuito de Jerez de la Frontera, no sul do país. A primeira corrida, em 1986, teve um final emocionante, com Ayrton Senna chegando a 14 milésimos de segundo à frente de Nigel Mansell.

Um novo grave acidente com o piloto Martin Donelli, durante os treinos para a corrida de 1990, causou também a exclusão de Jerez e, a partir de 1991, a prova passou a ser disputada no Circuito da Catalunha , em Montmeló, município da província de Barcelona , a 20 quilômetros ao norte da Capital da província.  O calendário de sua construção foi aberto a 3 de outubro de 1986, quando o Parlamento da Catalunha aprovou a projeto de lei recomendando ao Conselho Executivo “coordenar os organismos pertinentes com a finalidade de estudar e unir esforços para a criação de novo circuito permanente de velocidade”.

No dia 24 de fevereiro de 1989 foi constituído o Consórcio do Circuito da Catalunha, formado pelo governo  da província, a prefeitura e o Real Automòbil Club de Catalunya (RACC), encarregado da empreitada e no mesmo dia foi assentada a pedra fundamental da obra.

Construído na carona das obras para os Jogos Olímpicos de 1982, cinco dias depois de sua inauguração, a 10 de setembro de 1991, o Circuito da Catalunha foi sede da sua primeira corrida oficial, uma prova do Campeonato de Turismo da Espanha. No dia 29 de setembro de 1991, promoveu o 36º GP da Espanha, da Fórmula 1, com vitória de Nigel Mansell, que venceu cinco GPs durante a temporada, mas perdeu o título para Ayrton Senna, que obteve sete vitórias.

Mika Hakkinen ganhou o GP da Espanha, em Barcelona, três vezes seguidas: 98, 99 e 2000. Michael Schumacher deu o troco. Venceu em 2001, 2002 e 2003. Antes de Fernando Alonso, o público nas corridas de Fórmula 1 na Espanha foi sempre muito pequeno, devido à  ausência de pilotos do país nas corridas. Os eventos de motociclismo arrastavam o dobro de público às corridas.

Uma volta com Giancarlo Fisichella

“Uma volta neste circuito começa na reta da largada, que, com 830 metros, é uma das mais longas da Fórmula Um. No final dessa reta, eu reduzo fortemente a velocidade de 300 km/h para 130 km/h, e entro em 2ª na curva à direita. Ela é imediatamente seguida por uma curva à esquerda, tomada em 3ª, a aproximadamente 165 km/h, que conduz a uma longa curva de 4ª, a Renault. Essa curva é extremamente difícil porque tem cerca de 350 metros, durante os quais os pneus são extremamente exigidos. Na pequena reta em seguida, eu engato uma 4ª marcha, antes de brecar de 285 km/h para uma segunda marcha na Repsol, curva à direita, que tomo a cerca de 125 km/. Depois de uma pequena aceleração, volto à 2ª, para a lenta curva à esquerda, tomada abaixo de 90 km/h. Ai, eu passo para a 4ª marcha e 260 km/h, antes de tomar a próxima curva de 2ª, à esquerda, em torno de 130 km/h. A seguinte é uma curva à direita, tomada em 4ª marcha, a 210 km/h mais ou menos. Ela é realmente complicada e eu tenho de fazer um controle rigoroso do acelerador. Daí eu chego à reta oposta, onde engato uma 5ª marcha e chego a 290 km/ h, antes de brecar forte para entrar na curva La Caixa, de 2ª, que eu tomo perto dos 100km/h, e que é seguida imediatamente pela apertada Blanca Sabadell, outra curva de 2ª, à direita, tomada em torno dos 110 km/h. Isto me leva às duas curvas finais, que são as mais desafiadoras não só deste circuito mas da temporada inteira. Ambas são tomadas em 4ª marcha, a penúltima a 230 km/h e a última a 220 km/h. É importante uma boa saída para maximizar a velocidade na longa reta e para isso eu tenho de usar da melhor maneira essas excitantes curvas”.

Momentos

1975 – Os pilotos protestam contra a falta de segurança no circuito de rua de Montjuich e Emerson Fittipaldi se recusa a correr. No final da corrida, cinco pessoas morrem, quando o piloto Rolf Stommelen perde a direção da sua Lola-Hill, batendo numa arquibancada especial a apenas um metro da pista. Depois disso, o circuito é excluído da F1.

 1991 – Nigel Mansell e Ayrton Senna correm lado a lado, pela liderança, na reta principal, e Mansell sai na frente, para vencer a corrida

1992 – Damon Hill estréia na F1, na Brabham, em substituição a Giovanna Amati

1994 – Acontece a primeira greve de pilotos da história da Fórmula 1. Liderados por Flavio Briatore, chefe da equipe Benetton, os pilotos se recusavam a ir para pista por não concordarem com as alterações postas em prática pela FIA, alegando que elas aumentavam a insegurança dos carros.

1995 – Nigel Mansell que voltava à F1, abandona a corrida e a carreira retomada, dizendo que o chassi da McLaren era muito ruim]

1996 – Pedro Paulo Diniz, da Ligier, consegue seu primeiro ponto na F1, com um sexto lugar

1997 – O jogador Ronaldo (na época ainda Ronaldinho e jogando pelo Barcelona) é a atração maior da corrida e andando pelo paddock chama mais atenção do que os pilotos

2000 – Na volta 22, a BAR de Jacques Villeneuve pega fogo e o piloto canadense tem de abandonar a prova. Ao sair do segundo pit stop, Michael atropela um mecânico, que tem de ser hospitalizado

2001 – Mika Hakkinen liderava e sua vitória parece certa quando, a menos de um quilômetro para a chegada, o motor estoura. Michael Schumacher vence e Juan-Pablo Montoya, com o segundo lugar, sobe ao pódio pela primeira vez.

2002 – Na volta de apresentação, o carro de Rubens Barrichello fica parado na pista. Ele tenta largar do box, mas o carro falha de novo

 2003 – Na largada, Jarno Trulli toca a McLaren de David Coulthard; a Jaguar de Pizzonia fica parada na pista e é atingida por Kimi Raikkonen. Trulli, Pizzonia e Raikkonen têm de abandonar a corrida. David Coulthard consegue voltar e correr até a 26ª volta.

2006 – Alonso é o primeiro espanhol a vencer em seu país, recebendo a bandeirada 20 segundos à frente de Schumacher. Fisichella corria em segundo, com outro Renault, mas foi ultrapassado por Schumacher no pit stop. Durante os treinos da pré-temporada, em janeiro,  Lewis Hamilton foi alvo de racismo por parte de torcedores espanhóis.

2007 – Felipe Massa dominou a corrida desde o pole position, no segundo GP pela Ferrari. Nem um toque com Fernando Alonso, na primeira curva impediu a vitória tranqüila. Lewis Hamilton foi o segundo colocado e Alonso o terceiro.

2008 – Na 22ª volta, Heikki Kovalainen saiu da pista a 240 km/h, depois de do estouro de um pneu, passou direto pela curva 9 e se chocou com a barreira de pneus a 130 km/h. Ficou desacordado por algum tempo, mas não sofreu lesões graves.

2009 – A sensação do ano, os carros da Brawn GP dominaram o GP da Espanha. Jenson Button ganhou a corrida e Rubens Barrichello foi o segundo. Felipe Massa (6º) teve de economizar combustível para terminar a corrida e foi ultrapassado por Fernando Alonso (5º), que também parou sem gasolina logo após a chegada.

2010  – Mark Webber, da Red Bull, venceu de ponta a aponta, mas o companheiro de equipe, Sebastian Vettel fez uma parada  a mais e perdeu o segundo lugar para Fernando Alonso. O brasileiro Bruno Senna envolveu-se num acidente logo no início e deixou a pista.

2011 – Mark Webber quebra uma sequencia de 5 poles seguidas do companheiro Sebastian Vettel e sai na frente. Mas na corrida, com tática inteligente de evitar o tráfego nos boxes, Vettel atrasou a sua parada, assumiu a liderança obteve a sua 4ª vitória em cinco corridas.

2012 –  Num resultado surpreendente e histórico, o venezuelano Pastor Maldonado venceu o GP da Espanha de 2012. Beneficiado por punição aplicada a Lewis Hamilton, que perdeu 10 posições no grid, Maldonado conseguiu se defender do assédio de Fernando Alonso e ganhou também a corrida. Foi primeira vitória da Williams, em 8 anos, e serviu também para a comemoração dos 70 anos do dono da equipe, Frank Williams.

2013 –  Pela primeira vez no circuito da Catalunha, no GP da Espanha, em 12 de maio de 2013, o vencedor foi um piloto que não largou entre os três primeiros do grid. E a façanha coube, justamente, a um piloto da casa, o asturiano Fernando Alonso. Ele largou da 5ª posição, mas já na 3ª curva estava em 3º e na 13ª volta assumiu a liderança, que manteve até a volta 21. Até a volta 38, o espanhol travou uma dura luta, primeiro com Sebastian Vettel e depois com Kimi Raikkonen, mas, depois de belas ultrapassagens e de superar o finlandês na pista, liderou sem muita dificuldade as 27 voltas restantes.

2014 – Lewis Hamilton, da Mercedes, conquistou a sua 4ª vitória consecutiva na atual temporada e a 26ª da carreira, no  GP da Espanha, no circuito da Catalunha, em Montmeló, em Barcelona, dia 11 de maio de 2014. Com o triunfo, o piloto inglês assumiu a liderança do campeonato, com 4 pontos à frente de seu companheiro de equipe, Nico Rosberg. A dobradinha da Mercedes patenteou, mais uma vez, a ampla superioridade dos seus carros em relação dos demais. Houve momentos em que o líder Hamilton chegou a cravar 1m3s de vantagem sobre o 4º colocado.

2015 –  Pela quarta vez em cinco corridas da temporada, a Mercedes fez a dobradinha no GP da Espanha, em Barcelona, no dia 10 de maioo, só que, desta vez, com as posições invertidas: Nico Rosberg foi o vencedor, com Lewis Hamilton em 2º. O piloto alemão, que largou da pole position, dominou inteiramente a corrida, não dando oportunidade de reação ao companheiro. Completou as 66 voltas em 1h41m12s555, com 17s551 de vantagem.

2016 – Lewis Hamilton e Nico Rosberg se chocaram logo na curva 3, deixaram a pista e deram chance a Max Verstappen, que, na estreia pela Red Bull, ganhou a sua primeira corrida e, no GP da Espanha, em Barcelona, tornou-se o mais jovem vencedor da Fórmula 1. Ele superou a Sebastian Vettel, que no GP da Itália de 2008, foi o mais jovem, com 21 anos.  holandês, de 18 anos e 227 dias, completou as 66 voltas no circuito de Montmeló em 1h41m40s017, com apenas duas paradas e resistindo, durante 22 voltas, um forte assédio de Kimi Raikkonen, da Ferrari, segundo colocado, a 0s616 do vencedor.