Paul di Resta

Perfil

Nome Paul di Resta
País Escócia
Nascimento 16 de abril de 1986
Local Uphall, West Lothian
Residência Monte Carlo
Altura 1,85
Peso 78 kg
Estado civil Solteiro

Desempenho

 

Estreia GP da Austr´´alia – 27/03/2011
Corridas 59
Títulos 0
Vitórias 0
Pódios 0
Poles 0
Voltas + rápidas 0
Pontos 121

História

Paul di Resta nasceu em Uphall, cidade escocesa do Conselho de West Lothian, localizada a cerca de 40 quilômetros de Glasgow, no dia 16 e abril de 1986. Como o nome indica, é descendente de italianos, Seu pai, Louis di Resta, dono de uma empresa de lazer, que inclui um café e a boate Twig, em Bathgate, foi corredor de kart e quatro vezes campeão escocês Fórmula Ford. Ele é, também, primo dos também pilotos Dario Franchitti, vencedor das 500 milhas de Indianápolis, e Marino Franchitti, veterano corredor com carros esporte. Nas corridas, é quase sempre acompanhado pela mãe Maria, o irmão Stefan  e a namorada Laura, primos e amigos. O padrasto, o ex-jogador profissional de futebol Dougie McCracken, que também costumava acompanhá-lo, morreu no dia 5 de maio de 2011, aos 47 anos.

O pai, por ter medo de viajar de avião, não viu sua estreia na F 1, na Austrália. Foi pela televisão, no sofá da sala de sua casa em Bathgate que viu o filho obter o primeiro ponto na primeira corrida do campeonato. Paul lamentou a ausência do pai, quem o acompanhou todos os fins de semana, em todas as corridas, desde o tempo do kart, de um extremo ao outro da Escócia ou na Europa, arcando com as despesas e até sacrificando sua vida pessoal, para lhe dar incentivo e consolo, nas horas necessárias.  Foi ele quem, como já tinha feito com o sobrinho Dario, colocou o filho num bug, quando Paul tinha apenas dois anos e sete meses. E, como contou ao repórter Richard Bath, do Scotland Sunday, sem apoio de equipes de fábrica, para economizar dinheiro, levava o kart ou carro de Paul para todo lado num caminhão e era, ao mesmo tempo, empresário, mecânico e o “faz tudo” do filho. Louis conta que, até Paul chegar à Fórmula gastou cerca de 1,3 milhão de libras, uma fração dos gastos de Lewis Hamilton na GP2, que desde os 10 anos tinha patrocinadores e para ingressar na categoria principal deve ter custado a eles entre 5 e 6 milhões de libras. E para continuar cuidando da carreira do filho, praticamente se afastou dos outros negócios, passando a se preocupar com a Paul di Resta Racing Limited, que centraliza as atividades e os negócios do piloto.

Criado num ambiente onde imperava o gosto pela velocidade, Paul desde cedo se interessou pelos motores, andando no bug dado pelo pai ou dirigindo carros pelo controle remoto. Quando tinha sete anos e oito meses, foi autorizado a sentar num kart e a participar de competições, geralmente com meninos bem mais velhos. Com oito anos e oito dias, mesmo largando  nas últimas posições do grid, venceu sua primeira corrida.

Até 1998, se destacou ganhando várias competições da categoria cadete. Em 1999, passou para a categoria Júnior, chegando em 2° lugar no campeonato europeu, no Campeonato do Futuro e na Copa de Mônaco, da JICA Séries. Em Monte Carlo, saiu na pole position, à frente, entre outros, pelo menos um ano mais velhos, como Robert Kubica, Nico Rosberg e Lewis Hamilton, e só foi superado pelo polonês.

Graças às boas performances no kart, entre 2000 e 2001, em 2002, começou a correr na Fórmula Renault britânica, sem abandonar os campeonatos europeu e britânico de kart. Em 2003, participando, pela Eurotech Motorsport, de todas provas da Fórmula Renault britânica do inverno, conseguiu a primeira vitória na categoria e, em 17 provas, obteve também 2 poles, 2 pódios e 233 pontos, terminando em 7° lugar. Nesse período, por causa das constantes viagens, deixou de frequentar a escola em Bathgate às sextas-feiras e, lamenta, estava sempre tendo que recuperar o atraso nos trabalhos escolares.

Em 2004, Paul di Resta, na Manor Motorsport, continuou competindo na Fórmula Renault, tanto na etapa da Inglaterra quanto da Europa, mas também fez sua primeira incursão na Fórmula 3, disputando o Bahrein Superprix. Na fase britânica da Fórmula Renault, em 20 corridas, obteve 4 vitórias, 4 poles e 9 pódios, somando 415 pontos e ficando no 3° lugar. Na Eurocopa, disputou, como convidado, sem direito a marcar pontos, apenas 3 das 17 provas, conseguindo um  6° e um 3° lugares no autódromo de Donington, na Inglaterra, e não completando a primeira etapa em Spa de Francorchamps. Na estreia na Fórmula 3, no Bahrein Superprix, vencido por Lewis Hamilton, di Resta completou apenas 10 das 20 voltas, não obtendo classificação. Nesse ano, ele entrou para o programa de desenvolvimento de jovens pilotos da Mercedes-Benz e recebeu da McLaren Autosport BRDC o prêmio Jovem Piloto do Ano, que já havia sido dado, em 1992, ao seu primo Dario Franchitti e com o qual foram também agraciados  Jenson Button e David Coulthard.

O prêmio deu a Paul a oportunidade de sentar pela primeira vez num carro da Fórmula 1 da McLaren-Mercedes e participar da competitiva Euroséries da Fórmula 3. Em 19 corridas, ele fez 3 poles e 1 pódio (com o 3° lugar em Nuremberg, na Alemanha) e somou 32 pontos, ficando na 10ª posição. O campeão foi o seu rival costumeiro, Lewis Hamilton. Na corrida da F3 Masters, disputada em Zandvoort, na Holanda, ele foi 4° colocado e , mais uma vez, o vencedor foi Hamilton.

Em 2006, Paul di Resta se transferiu para a equipe francesa ASM ( a sigla não significa nada e foi escolhida ao acaso por Frederic Vasseur, seu fundador) e conquistou sue primeiro título importante e um marco na sua carreira. Com 5 vitórias, 5 poles, 9 pódios e um total de 86 pontos, em 20 corridas, ele foi o campeão da Euroséries da Fórmula 3, deixando para trás Sebastian Vettel, que foi o vice-campeão, Kazuki Nakajima, Kamui Kobayashi, Romain Grosjean e Sebastian Buemi, que logo se transfeririam para a Fórmula 1. No mesmo ano, depois de sair na 2ª posição do grid, entre 38 concorrentes, Paul  venceu

o Ultimate Masters da F3, em Zandvoort, de novo à frente de Sebastian Vettel, de Kobayashi, Nakajima e do brasileiro Bruno Senna, 7° colocado. No dia 19 de novembro, no GP de Macau, foi o 4° no grid de largada, mas não chegou a completar a primeira volta.

De 2007 a 2010, sem patrocinador para a GP2, seduzido por um contrato da Mercedes, embora isso reduzisse suas chances de chegar à categoria principal, Paul di Resta trocou os monopostos pelos carros de turismo, disputando o Torneio Máster alemão (Deutsche Tourenwagen Masters – DTM). No primeiro ano, em 10 corridas, com um carro dois anos mais velho do que os dos concorrentes, obteve 4 pódios e 32 pontos, ficando em 5° lugar. Esse resultado o credenciou a promoção para a C-Class, e posição de destaque na HWA, a empresa que dirige a equipe da Mercedes no DTM,, recebendo um carro do último modelo no ano seguinte. Nas 11 corridas, ele venceu duas vezes; fez 1 pole e 7 pódios, disputando o título até o final do torneio. Teve, porém, de se contentar com a vice-liderança, a 4 pontos do campeão, o experiente piloto alemão da Audi, Rimo Scheider.

No fim de 2009, di Resta fez testes na McLaren, foi aprovado, mas cedido à Force India, que tinha também como fornecedor de motores a Mercedes. A Force India, porém, preferiu manter a dupla formada por Giancarlo Fisichella e Adrian Sutil e o piloto reserva Vitantonio Liuzzi.  Em dezembro, com a ida de Fisichella para a Ferrari e a promoção de Liuzzi a piloto titular, ele ganhou o posto de piloto de testes da equipe indiana.

Na temporada de 2011, di Resta ganhou o lugar de Liuzzi, formando dupla com Adrian Sutil. Ele surpreendeu, marcando pontos logo nas primeiras duas corridas (10º na Austrália e na Malásia), mas só voltou a pontuar 8 corridas depois, na Hungria, onde foi 7º colocado. Antes, foi 11º na China; 12º na Espanha e Mônaco; 13º na Alemanha; 14º em Valência; 15º na Inglaterra e 18º no Canadá. E depois foi 11º na Bélgica.

Depois da interrupção do campeonato, a atuação de di Resta melhorou bastante e ele só não frequentou a zona de pontuação no Japão (12º) e India (13º). Seu melhor resultado foi o 6º lugar em Cingapura, onde ficou à frente de Sutil, o 8º. Nas demais corridas dessa segunda fase da temporada, foi 8º na Itália e Brasil; 9º em Abu Dhabi e 10º na Coreia. Terminou o campeonato na 13ª colocação, com 27 pontos, atrás de Adrian Sutil, que foi o 9º colocado, com 42 pontos.

Em 2012, Paul di Resta fez dupla com Nico Hülkenberg, que substituiu Adrian Sutil. Com 46 pontos, foi o 14º na classificação final, bem atrás do companheiro, o 11º, com 63 pontos. Das 20 corridas do calendário di Resta só marcou pontos em 7. Foi 10º na Austrália (onde ultrapassou Hülkenberg na volta final); 7º na Malásia, depois de ter largado em 14º; 6º no Bahrein; 7º em Mônaco, largando da 15ª posição; 4º em Cingapura; 7º em Valência; 10º na Bélgica; 8º na Itália e 9º em Abu Dhabi. Ele só não terminou uma corrida, a da Inglaterra e nas demais foi 12º na China; 14º na Espanha; 11º no Canadá e na Alemanha; 12º na Hungria, Japão, Coreia e India; 15º nos Estados Unidos e 19º (por ter completado 90% do percurso) no Brasil.

No Bahrein, classificou-se em 10º para o grid, mesmo tendo perdido a última etapa da classificação, por causa de um problema da equipe de box com a bomba de gasolina. Em Cingapura, onde pela primeira vez desde 2008 a corrida terminou no tempo limite de duas horas, com o 4º lugar, di Resta confirmou a boa performance da etapa de classificação, quando foi o 2º colocado, a 0s442 do pole Lewis Hamilton. Na Itália, di Resta conseguiu uma excelente classificação, fazendo o 4º tempo da Q3, mas foi punido com a perda de 5 posições, por trocar a caixa de câmbio, e caiu para a 9ª posição. Na corrida, conseguiu ganhar uma posição, cruzando a linha em 8º.

Em 2013, Paul di Resta continuou a correr pela Force India e fez a sua melhor temporada na F1. Das 19 corridas, não completou 6 e ainda assim somou 48 pontos, colocando-se em 12º lugar entre os 23 pilotos que participaram do campeonato. Seu melhor resultado foi o 4º lugar no Bahrein e o pior momento foi a série de 5 abandonos seguidos na Hungria, Bélgica, Itália, Cingapura e Coreia. Os seus resultados (grid/chegada) foram os seguintes: Austrália, 9º/8º; Malásia, 15º/NC; China, 11º/8º; Bahrein, 5º/4º; Espanha, 10º/7º; Mônaco, 17º/9º; Canadá, 17º/7º; Inglaterra, 21º/9º; Alemanha, 12º/11º; Hungria, 18º/NC; Bélgica, 5º/NC; Itália, 15º/NC; Cingapura, 17º/NC; Coreia, 15º/NC; Japão, 12º/11º; India, 12º/8º; Abu Dhabi, 11º/6º; Estados Unidos, 11º/15º; Brasil, 12º/11º.

A trajetória de Paul di Resta na temporada foi assim:

Austrália – Por estratégia da equipe, di Resta, 9º no grid, não pode ultrapassar o companheiro Adrian Sutil (12º) e terminou em 8º. “Eu me senti roubado no final do GP. Tinha carro para chegar em 7º”, reclamou o piloto.

Malásia – Nas duas paradas di Resta perdeu vários segundos à espera de atendimento a Sutil e, com problemas na fixação da roda, foi aconselhado a abandonar, ainda na 22ª volta.

China – O 11º no grid, no final da primeira volta, o escocês foi obrigado a sair da pista, atacado por Sutil, mas, depois de três paradas, resistindo ao ataque de Romain Grosjean e Nico Hulkenberg, terminou em 8º. Depois da corrida, di Resta e Sutil foram advertidos pela direção da equipe de que incidentes como o em que se envolveram não poderiam se repetir.

Bahrein – No dia 21 de abril, cinco dias depois de completar 27 anos, com a conquista do 4º lugar, di Resta teve seu segundo grande momento Fórmula 1. O primeiro tinha sido no GP de Cingapura de 2012, onde obteve a mesma colocação. No mesmo circuito onde tinha sido o 6º colocado em 2012, largando da 5ª posição, esteve perto de chegar ao pódio. Liderou a corrida por 3 voltas (11-13); esteve em 2º e 3º; passou por Fernando Alonso e Felipe Massa e só a seis voltas do final, com pneus desgastados, foi superado pelas Lotus de Romain Grosjean.

Espanha – Em Barcelona, di Resta confirmou o bom início de campeonato, ocupando a 10º posição no grid e cruzando a linha de chegada no 7º lugar. Ele largou do lado sujo da pista, caiu para o 12º lugar depois da primeira parada, mas em seguida passou por Lewis Hamilton, assumindo o 11º. Depois de 4 paradas, provocadas pela degradação dos pneus, chegou ao 7º lugar e só não ultrapassou Nico Rosberg, que tinha sido o pole position por problemas com o DRS. Ficou a 0s968 do alemão.

Mônaco – Um erro da equipe na escolha dos pneus fez di Resta amargar a pior classificação dele na temporada, só igual à do GP da Bélgica de 2011, quando também largou da 17ª posição. No início da corrida, apesar do ritmo forte, encontrou tráfico intenso, mas conseguiu passar por alguns carros. No final, ficou preso atrás de Jean-Éric Vergne, que se defendeu bem e não permitiu que ele passasse do 9º lugar. Depois da etapa de classificação, o dono da Force India, Vijay Mallya, pediu desculpas publicas a di resta e, no domingo, elogiou os dos pilotos da equipe por terem levados os carros “de volta pra casa” com 12 pontos. Com essa pontuação, a Force India manteve-se na 5ª colocação entre os construtores, com 44 pontos.

Canadá – Depois de liderar o primeiro dia de treinos livres, di Resta não passou do Q1, largou da 17ª posição e criticou a equipe por ainda estar consertar a caixa de câmbio no melhor momento da pista. Na corrida, porém, o desempenho o fez ser apontado como o melhor piloto em Montreal, depois de Sebastian Vettel, ao chegar, com uma só troca e correndo 54 das 70 voltas com os mesmos pneus, no 7º lugar.

Inglaterra – Em Silverstone, depois de ser um dos destaques da etapa de classificação, com o 5ª lugar, di Resta foi surpreendido com uma notícia desagradável: seu carro estava abaixo do peso regulamentar e ele deveria largar da 21ª e penúltima posição do grid. Na corrida, porém, foi beneficiado pela “síndrome dos pneus” e, com o estouro dos pneus de 4 concorrentes (Hamilton, Massa, Vergne e Perez), na relargada da volta 22, já era o 11º. Nas 6 voltas finais, em ritmo forte, ganhou mais duas posições; foi 9º e subiu para o 9º lugar da classificação dos pilotos, com 36 pontos.

Alemanha – Em Nurburgring, pela segunda vez, em nove corridas, di Resta ficou fora da zona de pontuação. Antes isso só tinha acontecido na Malásia, onde ele não completou a corrida. Sem se adaptar aos novos compostos dos pneus adotados após a crise da Inglaterra, esteve perto, mas não chegou à Q3, ficando na 12ª posição. Na corrida, ele admitiu, teve dificuldades com o equilíbrio do primeiro jogo de pneus médios e quando fez a troca já estava fora da disputa por pontos. Chegou em 11º.
Depois do GP da Alemanha, Paul di Resta entrou no que se pode chamar de “inferno astral”; não completou as 5 corridas seguintes.

Hungria – Parou a 3 voltas do final, por problemas hidráulicos.

Bélgica – Saiu na volta 26, por colisão causada por Pastor Maldonado.

Itália – Deixou a pista na 1ª volta, por causa de batida em Romain Grosjean, na freada da chicane, que tentou evitar, mas não conseguiu.
Cingapura – Saiu na 56ª das 61 voltas, por escapada e batida na barreira.

Coreia – di Resta jogou o carro contra o muro da curva 12 e foi o primeiro a deixar a pista, na volta 26.

Japão – Por escassos 0s265, di resta não chegou à Q3, em Suzuka. Saiu em 12º e, conforme seu relato, na largada não conseguiu uma boa tração, sendo superado por vários carros. Uma segunda parada antecipada permitiu passar os carros da Williams e ganha posição, mas no trecho final, com pneus desgastados, não conseguiu segurar Jenson Button e ficou atrás também de Felipe Massa, em 11º.

India – Após um jejum de 7 corridas, desde o GP da Inglaterra, di Resta voltou à zona de pontuação. O escocês largou da 12ª posição, com pneus macios e já na primeira volta teve de ir ao box para a primeira troca. Em seguida, alternou posições e chegou a cair para a 19º colocação. Na volta 40. Herdou a 10ª posição, com a saída de Mark Webber; na volta 44, Sutil lhe cedeu o 9º lugar e na 53 com o abandono de Nico Rosberg, di Resta ganhou definitivamente a 8ª colocação.

Abu Dhabi – Em Yas Marina, mesmo sem ter ainda voltado aos top10 da classificação (foi o 11º), Paul di Resta deu sequencia à fase de recuperação e obteve o 6º lugar, a sua melhor colocação, desde o 4º lugar do Bahrein. Com uma só parada, fez uma corrida consistente, esteve na frente de carros sabidamente mais velozes e chegou a estar em 5º lugar, foi ultrapassado por Fernando Alonso, que tinha pneus macios novos, mas, usando a asa móvel, defendeu-se de Hamilton e acabou em 6º.

Estados Unidos – Em 11º no grid, Paul fez uma boa largada, mas logo o carro perdeu ritmo. Ele, que pretendia fazer apenas uma parada, devido ao desgaste dos pneus mais alto do esperava, foi obrigado a fazer duas. A segunda, a nove voltas do final, comprometeu o resultado da corrida e ele terminou em 15º.

Brasil – O GP Brasil, em Interlagos, não deve ter deixado nenhuma boa lembrança a Paul di Resta. Não conseguiu pontuar de novo; na corrida ganhou apenas uma posição, passando da 12ª do grid para a 11ª da linha de chegada e fez a sua última corrida pela Force India e que pode ter sido também a última na F1. Em 12 de dezembro, a equipe anunciou que seu contrato não seria renovado para 2014, sendo substituído por Sérgio Perez.

No GP da Hungria, de 2017, foi chamado às pressas pela Williams, para substituir Felipe Massa, adoentado. Deixou o posto de comentarista de uma rede de TV e , com o carro nº 40, abandou a pista na volta 51.