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Nick Heidfeld

Perfil

Nome Nick Lars Heidfeld
País Alemanha
Nascimento: 10 de maio de 1977
Local: Mönchengladbach
Altura: 1,64
Peso: 59 kg
Residência: Stafa – Suíça
Estado civil: Vive  com a namorada Patrícia com quem tem dois filhos, Juni (2005) e Joda (2007)
Hobbies:
Web site: http://www.nick-heidfeld.com/

Carreira

2011

 Dispensado pela Renault, depois de 11 corridas e 34 pontos

2010

 Piloto de testes da Mercedes GP
B 18º colocado, com 6 pontos, em 5 corridas (Sauber)

2009

13º colocado, com 19 pontos (Sauber)

2008

 5º colocado, com 60 pontos (Sauber)

2007

Faz 61 pontos e termina na 5ª posição (Sauber)

2006

Volta à Sauber e fica em 9° no campeonato, com 22 pontos

2005

Vai para a Williams e termina em 11°, com 28 pontos

2004

Corre pela Jordan e faz só 3 pontos no campeonato

2003

14º, com 6 pontos

2002

10º colocado, com 7 pontos

2001

8º colocado, com 12 pontos

2000

Estréia na F1, pela Prost.

1999

Campeão da Fórmula 3000 e piloto de testes da McLaren

1998

Vice-campeão da F3000

1997

Campeão alemão de Fórmula 3

1996

Terceiro lugar no alemão de F3

1995

Vice-campeão no alemão de Fórmula Ford

1994

Campeão da Fórmula Ford alemã

1993

Formula A

1992

5º no Campeonato Alemão Júnior de Kart

1991

3º no Campeonato Europeu e Mundial de Kart

1990

 Campeão da Liga Norte-Westfalen de Kart

História

Nick Heidfeld  começou a andar de kart aos 9 anos, no clube Kerpen-Manheim. Aos 13 ganhou o campeonato da DMV Karting, de Nordrheim-Wstefalen. Em 1991, foi o terceiro no Troféu Júnior ADAC e integrou a seleção nacional ADAC e ganhou torneio júnior internacional.

Em 1994, foi campeão alemão da Fórmula Ford 1600, com oito vitórias em nove provas. Em seguida, em 1995, venceu o campeonato internacional da  Fórmula Ford  1800, alemã,  com 4 vitórias e 5 pódios e foi vice-campeão alemão da mesma categoria.

Em 1996, foi para a Fórmula 3 alemã, com a Opal BSR, obtendo três vitórias e terminando o campeonato em terceiro lugar. No mesmo ano, obteve a pole position no GP de Macau, venceu uma bateria e acabou em 6º lugar na classificação geral.

Em 1997, passou a ser piloto júnior da Mercedes e assinou contrato para piloto de testes da McLaren, sem deixar de competir pela Opal na Fórmula 3 alemã, da qual foi campeão.

Em 1998, com vitórias em Mônaco, Alemanha e Hungria, duas poles e três voltas mais rápidas, foi vice-campeão da F3000 internacional. Em 1999, enquanto testava os carros da McLaren, foi campeão da Fórmula 3, com 53 pontos.

Em 2000, Heidfeld estreou na Fórmula 1, pela Prost. Certamente, não imaginou quanto a temporada viria a ser  difícil. O carro AP03 teve um comportamento medíocre e para completar, não conseguiu um bom relacionamento com o companheiro de equipe, Jean Alesi. Heidfeld não terminou 8 das 17 provas, uma delas (o GP da Europa, em Nurburgring), por culpa da equipe, pois o carro foi desclassificado por estar com 2 kg abaixo do peso .

Fugindo dessa situação incomoda, foi para a Sauber, pela qual disputou o campeonato de 2001. A equipe suíça lhe ofereceu um pacote mais competitivo, graças ao qual conquistou, no Brasil, o seu primeiro pódio e terminou a temporada em 7º lugar, com 12 pontos.  Completou 11 das 17 corridas, marcando pontos em sete delas. Entretanto, sem condições para testes e desenvolvimento do equipamento, no ano seguinte a  Sauber voltou às últimas posições entre as equipes. Um 4º lugar em Barcelona foi o melhor resultado de Heidfeld, que completou o campeonato em 10º lugar, com 7 pontos, três a mais do que seu companheiro de equipe, o brasileiro Felipe Massa.

Apesar do prejuízo de 400 mil dólares que ajudou a dar à equipe, quando os dois carros dela se chocaram logo na primeira curva, na Austrália, a Sauber não teve porque se queixar de Heidfeld, no início da temporada de 2003. No segundo GP da temporada, na Malásia, ele conseguiu o primeiro ponto sob o novo patrocinador, a Petronas, e na terra da empresa. Mas, além desse ponto, resultado da oitava colocação, durante todo o resto do campeonato ele só conseguiu mais 5, pela 5º lugar em Indianápolis. Terminou o campeonato em 14º lugar, e foi demitido pela Sauber.

Ameaçado de ficar sem equipe no ano seguinte, depois de alguns testes, acabou por conseguir um lugar na já decadente Jordan, ao lado do estreante Giorgio Pântano. Sem um bom carro, voltou a fazer um mau campeonato e terminou a temporada com apenas três pontos.

Em 2005, a sorte parecia mudar. Durante a primavera de 2004 ele fez testes na Williams, e com o apoio da BMW, em disputa com o brasileiro Antonio Pizzonia,  ganhou a disputa pelo segundo carro da Williams. O início da temporada foi muito bom. Foi três vezes ao pódio, com 2 segundos e um 3 lugares, e na sétima corrida, em Nurburgring conseguiu a sua primeira pole position. Dois acidentes, porém, o afastaram de cinco GPs no final da temporada. O primeiro, durante teste em Monza, causado pela quebra da suspensão, impediu que ele corresse os GPs da Itália e da Bélgica. Um choque de bicicleta antes do GP do Brasil o afastou das provas três últimas provas do campeonato. No final, somou 28 pontos e ficou em 11° lugar entre os pilotos, o que não evitou uma nova demissão.

Em 2006, novamente, a BMW o amparou, levando-o de volta à  Sauber, que tinha comprado. O início do campeonato não foi muito feliz. Depois de um quarto lugar na Austrália, em Indianápolis envolveu-se num acidente com três outros pilotos e acabou jogado contra a barreira de pneus e para fora da corrida. Recuperou-se depois, conquistando um terceiro lugar na Hungria e totalizando 23 pontos, que lhe valeram a 9ª posição no campeonato.

Em 2007, Heidfeld teve um começo de temporada arrasador. Conquistou três quartos lugares nas três primeiras corridas, um sexto em Mônaco e um segundo no Canadá. Com uma consistência que não mostrara antes, completou 15 das 17 corridas do ano, só uma fora da zona de pontuação e, com 61 pontos, foi o 5° colocado no campeonato.  Das 14 provas, duas marcaram sua atuação durante o ano, uma positiva e outra negativamente. No GP da Bélgica, foi para os boxes assim que começou a chover e, com a troca de pneus, passou por muita gente, garantindo o terceiro lugar. Em Nurburgring, no dia 22 de julho,  um dia depois do nascimento de seu filho Joda, fez uma série de lambanças na pista. Bateu no seu companheiro de equipe, Robert Kubica, na primeira e  na segunda curva; tirou Ralf Schumacher da corrida e foi seis vezes ao box. Ainda assim, terminou em quarto, à frente  de Kubica.

Nick Heidfeld ainda disputou os campeonatos de 2008 e 2009, pela Sauber; foi piloto de testes da Mercedes GP e disputou 5 provas da F1 pela Sauber, em 2010. Em 2011, corria pela Renault, mas  em agosto foi demitido e substituído pelo brasileiro Bruno Senna.