Max Verstappen

Perfil

Nome Max Emilian Verstappen
País Holanda
Nascimento: 30 de setembro de 1997
Local Hassel – Bélgica
Pais Jos Verstappen e Sophie Kumpen
Altura: 1,80
Peso:  67 kg
Estado civil: solteiro
Residência Maaselk – Bélgica
Hobbies: Kart
Comida Sopa de tomate, carpacio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Desempenho

 

Corridas Vitorias Pódios Poles Voltas Pontos
81 5 22 4 670

 

Carreira

Ano

Categoria

Equipe

Corridas

Vitórias

Poles

Voltas

Pódios

Pontos

Posição

2018 Formula 1 Red Bull 21 2  2 11  249
2017 Fórmula 1 Red Bull

20

 2 4

168

2016 Fórmula 1 Red Bull

17

1 7

204

2016 Fórmula 1 Toro Rosso

4

 1
2015 Fórmula 1 Toro Rosso

19

 1

49

12º

Piloto de teste

2014 Serie Florida

12

4

3

3

7

F3 europeia Amersfoort

33

10

7

7

16

411

GP Macau

1

1

Masters Zandvoort Motopark

1

1

1

0

1

2013 KF  e KZ IntrepidCRG

Campeão europeu KF e KZ e do Mundial do KF1, principal categoria do kart, na França

2012 KF2 e KZ2

Vencedor da WSK Master –KF2

E 21º colocado na SuperNationals SKUSA –KZ2

2011 CRG

Vencedor do WSK Europa

2010 KF3 CRG

2º colocado na Copa do Mundo

Vencedor da WSK Europa e WSK World

2009 KF5 Verstappen Pex

Campeão do Flamengo Minimax e do campeonato belga

 2007

                    Campeão holandês e belga Minimax, Cadete belga

2006

                      Graduado na Rotax Max Minimax e campeão belga

2001

                                     Começa a andar de kart

História

No dia 15 de março de 2015, aos 17 anos e 166 dias, no GP da Austrália, em Melbourne, Max Verstappen, nascido na Bélgica, mas correndo pela Holanda, tornou-se o piloto mais jovem a participar de uma corrida oficial da Fórmula 1.O recorde anterior era do espanhol Jaime Alguersuari, que correu o GP da Hungria de 2009 com 19 anos e 125 dias. Nessa primeira corrida, Max estava na zona de pontuação quando teve de parar, por falha do motor e não pode estabelecer também novo recorde de piloto mais novo a pontuar na primeira corrida. Isso ele conseguiu, porém, na prova seguinte, na Malásia, onde foi o 6º no grid e terminou em 7º. Max foi também o primeiro piloto a passar à F1 depois de apenas um ano de experiência na Fórmula 3.

Max Emilian Verstappen nasceu no dia 30 de setembro de 1997, na cidade belga de Hasselt, filho do ex-piloto holandês da F1 Jos Verstappen e da ex-corredora de kart belga Sophie Kumpen. Por influência do pai e pela convivência com holandeses nos tempos do kart, em Maaselk, perto da fronteira holandesa, onde cresceu, ele preferiu se inscrever pela Holanda, nacionalidade que deve adotar oficialmente em setembro, quando completar 18 anos. A revelação da verdadeira nacionalidade do piloto foi feita por sua mãe, com quem ele não mantém boas relações e que, desde 2008, está separada do pai dele, ao qual acusou de agressão.

Max Verstappen vem de família ligada aos esportes motorizados. O pai, Jos Verstappen,  correu na F1 de 1994 a 1998, em 2000 e 2001 e 2003, passando por sete equipes diferentes, com 106 largadas, com dois pódios e total de 17 pontos. Em 2008 e 2009, ele disputou também as 24 horas de Le Mans. A mãe, Sophie Kumpen, foi corredora de kart e participou de competições de 1991 a 1995. Ela ganhou dois campeonatos belgas e, em 1995,ganhou o Troféu Andrea Margutti, em Lonato, na Itália, correndo contra Jarno Trulli e Giancarlo Fisichella. O avô materno, Robert Kumpen, competiu em endurance e de kart; o irmão de Robert, Paul Kumpen, é ex-piloto de rali e GT e fundador da equipe belga PK. Anthony, filho de Paul e primo de Sophie, é piloto da Nascar. A irmã de Max, Vitoria Jane, também corre de kart.

Verstappen teve a sua primeira experiência num monoposto no dia 11 de outubro de 2013, no circuito de Pembrey, no País de Gales, quando deu 160 voltas num carro Barazi-Epsilon FR2.0-10, da Fórmula Renault, da equipe Manor MP Motorsport, da Holanda. Em dezembro de 2013, fez teste com um Dallara F311, da Fórmula 3, e em outro, em Jerez de La Frontera, foi mais rápido do que pilotos regulares da Fórmula Renault, o mesmo acontecendo depois em Valência.

Em 2014, Verstappen disputou o campeonato da F3 europeia e obteve o 3º lugar, com 10 vitórias, uma a mais do que o campeão, Esteban Ocon, e três a mais do que o vice, Tom Blomqvist. No dia 6 de julho, no circuito de Zandvoort,  ele foi o pole position e venceu o Zanvoort Masters da F3, no tempo de 39m49s252, com 9s779 de vantagem sobre o segundo colocado, o holandês  Steijin Schothorst.

No dia 18 de agosto de 2014, a Red Bull anunciou que Verstappen estava se juntando à sua equipe de juniores e, seis dias depois, ele foi confirmado como piloto da Toro Rosso para a temporada de 2015, ao lado do espanhol Carlos Sainz Jr.

Sem ter ainda nem mesmo licença para dirigir um carro de estrada, porque, segundo seu empresário, Raymond Vermeulen, ele vive na Bélgica, onde não se pode começar as aulas de direção até seis meses antes de completar 18 anos, Max Verstappen iria passar a dirigir um carro da Fórmula1. Para isso, porém precisou obter a Super Licença da FIA, com a conquista de um dos três primeiros lugares da Fórmula 3 e fazer 300 quilômetros ao volante de um carro da principal categoria, nos testes de inverno. Essa segunda exigência ele atendeu no dia 10 de setembro de 2014, com 148 voltas no circuito de Adria, na Itália, com um STR7, de Daniel Ricciardo e Jean-Éric Vergne, na temporada de 2012.

A entrada de um piloto tão jovem provocou comentários nos bastidores da Fórmula 1, mas,apesar de algumas restrições, a maioria apoiou a iniciativa da Toro Rosso.

Helmut Marko, consultor da Red Bull, negou que a contratação de Max tenha sido um risco e se disse convencido de que o jovem piloto tem todos os ingredientes de um “campeão absoluto” e será um futuro campeão mundial.

“Acho que ele tem uma velocidade inacreditável. Para sua idade, é muito maduro e é um trabalhador. Tem todos os ingredientes necessários para ser campeão absoluto. Foi uma surpresa a rapidez com que ele se adaptou à Fórmula 3. Ele vai ter 17 anos, quando fizer a sua primeira corrida, ainda muito jovem, mas não acho que isso seja um risco. Ele provou em várias corridas que pode usar sua cabeça. Tive algumas conversas com ele e vi como ele está maduro”, Marko disse ao site oficial da F1.

Emerson Fittipaldi, que começou a correr aos 22 anos, talvez pensando na possibilidade de o seu neto Pietro, de 17 anos, tentar também a F1 daqui a dois anos, é um dos que apoiam a promoção do garoto. Ao site globo.com, ele declarou:
“Hoje, com toda a ajuda eletrônica que há na Fórmula 1, os carros são muito bem regulados e acertados. Então, o piloto jovem que tem talento vai conseguir andar muito rápido, logo de cara. No ano passado, tive oportunidade de guiar uma nova Lotus, e o carro é realmente muito equilibrado. O verdadeiro diferencial é o talento. O Verstappen vem de uma família com renome, é filho do Jos Verstappen, e isso conta muito. A idade não é um fator decisivo. Na minha época havia o Chris Amon, que estreou aos 19 anos. Pilotos da Fórmula 1 têm uma equipe de suporte muito grande, então há todo um aparato para auxiliá-los nessa adaptação”.

O também ex-piloto Gerhard Berger, chefe da série de juniores da FIA, é mais preocupado: “Mudar do kart em linha reta para a Fórmula 1 e ir direto para frente, eu nunca vi. Max se destaca”, disse o austríaco ao Auto Bild.

Enquanto isso, Max parece não demonstrar nenhum medo ou preocupação.

“Eu acho que o maior passo que dei foi do kart para a Fórmula 3. Dá Fórmula 3 para a Fórmula 1 será um passo menor”, declarou à BBC.

“Os carros são realmente seguros. Acho que é mais perigoso andar de bicicleta numa grande cidade do que uma corrida da F1. Eu nunca fiquei nervoso ou tive medo e não vou ter agora”, disse ao jornal holandês The Telegraph.

Ao radialista Tony Jardini, que quis saber como ele espera que os outros pilotos o recebam, respondeu, com um toque de ironia:

“Penso estar numa coletiva de pilotos dizendo a Fernando Alonso, ‘pode passar, por favor’. Mas num carro não tenho medo de ninguém”.

E o jovem holandês confirmou as suas palavras. Na pista, não teve medo de ninguém. E enfrentou como um veterano, às vezes até com excesso de cofiança, as estrelas da categoria. Logo na segunda corrida, o GP da Malásia, obteve o 7º lugar, tornando-se o mais jovem piloto da F1 a pontuar, aos 17 anos e 180 dias. E no final da temporada, dominou a cerimônia de premiação da FIA, arrebatando três troféus: Calouro do ano, Personalidade do ano e Ação do ano (a ultrapassagem sobre Felipe Nasr, no GP da Bélgica).

É verdade que a juventude e a inexperiência, em ocasiões ofuscaram o talento e a competência do jovem piloto, que recebeu severas críticas por provocar incidentes desnecessários. O primeiro deles foi em Mônaco, onde causou um choque espetacular com Romain Grosjean e foi punido com a perda de cinco posições no grid do Canadá. Depois foi punido por disputa com Jenson Button e por não respeitar bandeiras azuis na última corrida do campeonato. Durante a temporada acumulou oito pontos na carteira e terá de tomar cuidado nas primeiras corridas de 2016, para não chegar aos 12 pontos na carteira em 12 meses, e ser suspenso por uma corrida.

Verstappen com seu ídolo Schumacher

Verstappen com seu ídolo Schumacher

No dia 15 de março de 2015, no GP da Austrália, em Melbourne, Max Verstappen fez sua estreia como o piloto mais jovem a correr na Fórmula 1, aos 17 anos e 166 dias, quase dois anos menos do que Jaime Alguersuari, o recordista anterior. Na corrida, porém, depois de uma colocação razoável no grid, a 12ª posição, teve de deixar a pista na 32ª das 56 voltas, por quebra do motor. Na corrida seguinte, foi o 6º no grid e terminou em 7º, batendo o recorde de idade. Nas primeiras voltas ele teve dificuldades com os pneus médios, mas depois que trocou pelos duros conseguiu gerenciar bem e chegar em boas condições. A partir daí ele não terminou na zona na China, onde abandonou a três voltas do final, por falha do motor. E no Bahrein, por problemas elétricos, e foi 11º na Espanha, por causa dos pneus traseiros e as várias bandeiras azuis que teve de obedecer. Em Mônaco, Max largou da 9ª posição, mas na sua primeira parada, na volta 30, perdeu 11 segundos no box para reparar um problema na parte traseira do caro. Em seguida, na tentativa de recuperação, a partir do volta 60 passou a perseguir Romain Grosjean, pelo 10º lugar e na 62, na curva 1, atingiu a traseira da Lotus, jogando-a contra as barreiras.  Ele teve de deixar a corrida; foi punido com a perda de 5 posições no Canadá; teve 2 pontos anotados na carteira e ainda teve de ouvir críticas de companheiros, principalmente Felipe Massa, a quem Max respondeu acusando de ter feito o mesmo com Sergio Perez, no GP do Canadá de 2014. O holandês também chegou a acusar Grosjean de ter feito teste de freios, mas este negou, alegando que tinha brecado ainda mais tarde do que na volta anterior.  No Canadá, além das 5 posições devido à colisão com Grosjean, Verstappen perdeu mais 10, pela troca do motor de combustão interna e durante a corrida sofreu mais uma pena de perda de 10 segundos. Com isso, largou da19º posição e só ultrapassou outros três pilotos que largaram na frente dele, chegando em 15º.  Na Áustria, Verstappen teve de ceder o 7º lugar a Pastor Maldonado na última voltas, mas ficou satisfeito com o resultado, porque aprendeu mais sobre os pneus e as atualizações feitas pela equipe deram certo.  Na Inglaterra, Max rodou e deixou a pista logo na 3º volta. Ele reconheceu que largou mal, patinou demais, teve sorte de escapar de acidente e quando a prova recomeçou, com o safety car, perdeu a traseira na curva 2 e rodou. Na Hungria, Max teve seu melhor resultado até então, chegando em 4º, mesmo depois de ter largado em 9º e sofrido um drive-through, por excesso de velocidade durante a presença do safety car, o que ele mesmo achou inacreditável. Na Bélgica, o holandês voltou a sofrer perda de 5 posições no grid, por troca de unidade de potência, mas mesmo tendo largado da 18º posição, chegou em 8º e fez sobre Felipe Nasr, na curva Blanchimont, a ultrapassagem que lhe valeu um prêmio no final da temporada. Na Itália, Verstappen foi, mais uma vez punido, agora com perda de 30 posições no grid por causa de troca de vários componentes da unidade de energia, deveria, em principio, largar da 17ª posição, mas fez tempo 107% a mais do que pole e por isso largou da 20ª posição. Ainda assim, numa boa corrida de recuperação, chegou no 12º lugar, mesmo tendo de pagar um drive-through logo no inicio da corrida. Em Cingapura, Max voltou a entrar na Q3, ocupou a 8ª posição, mas seu carro ficou parado na largada e ele teve de ir ao box para reparo. Depois de ficar uma volta atrás, conseguiu entrar na zona de pontuação, em 8º, e se recusou a atender ordem da equipe para ceder a posição a Carlos Sainz Jr, terminou na mesma colocação. Após a prova, Franz Tost, chefe da equipe admitiu que o jovem holandês tinha razão porque ficou evidente que Sainz não poderia alcançá-lo. No Japão, Verstappen fez outra boa corrida de recuperação. Ele foi, mais uma vez, punido com a perda de 3 posições, por estacionar o carro em lugar perigoso na Q1, largou da0 17ª posição, mas nas voltas finais passou à frente do seu companheiro Carlos Sainz Jr. para terminar na 9º colocação. Na Rússia, na largada, Max teve um pneu furado por Nico Hulkenberg, mas apesar do contratempo, caindo da 9ª para 12ª posição, conseguiu se recuperar em terminar no 10° lugar.  Nos Estados Unidos, Verstappen repetiu a sua melhor colocação na temporada, ocupando o 4º lugar. Na volta 16, Verstappen tomou a sexta colocação de Vettel, mas a perdeu em seguida. Na 35, porém, depois de passar por Daniil Kvyat, ultrapassou também Daniel Ricciardo para cruzar alinha de chegada em 4º. No México, Verstappen fez o melhor tempo do primeiro treino livre, 1m25s990, embora tenha escapado da pista no segundo setor e no final da Q2 tomou o lugar do companheiro Sainz Jr. Largou bem, da 8ª posição, chegou a correr em 6º, mas por problemas de aquecimento, acabou caindo para o 9º lugar. No Brasil, ele voltou a largar entre os dez primeiros, porém não teve carro para brigar com as Lotus e Force India e só com muito esforço pode terminar em 10º. Na última corrida, em Abu Dhabi, Verstappen voltou a ter uma má perfomance. Ele largou da 11ª posição e terminou em 12º, mas acabou caindo para o 16º lugar, sofrendo pena de 5 segundos por forçar a passagem sobre Jenson Button e depois da corrida, teve 3 pontos anotados na Super Licença, pelo meso motivo e mais dois por não obedecido as bandeiras azuis, quando Hamilton pretendia passar por ele.

Nas 19 corridas da temporada, Max Verstappen totalizou 40 pontos, ocupando o 12º lugar na classificação final e tendo como melhores resultados os dois 4ºs lugares na Hungria e nos Estados Unidos. Nas classificações, perdeu para o companheiro de equipe, o espanhol Carlos Sainz Jr, por 10 a 9, mas nas corridas levou uma enorme vantagem 49 a 18. Devido às várias punições, o jovem holandês leva para a temporada de 2016 8 pontos na carteira e, se sofrer mais quatro nos primeiros três meses, será suspenso por uma corrida.

Na temporada de 2016, Max Verstappen foi protagonista de um fato raro, senão inédito, na Fórmula 1. Foi promovido e trocou de lugar na equipe principal de Red Bull de Daniil Kvyat, rebaixado à Toro Rosso. Dois fatores determinaram a mudança radical na carreira do piloto holandês. Um, certamente, foi desempenho dele no ano anterior e nas primeiras corridas da nova temporada. Outro, foi a lambança de Kvyat no GP da Rússia, onde bateu em Sebastian Vettel, que por sua vez bateu em Daniel Ricciardo, tirando-o da prova.  O comportamento do russo deu à Red Bull o motivo que esperava para a troca, cogitada já havia algum tempo.

A decisão radical gerou grande polêmica, logo sufocada pela atuação de Verstappen desde a primeira corrida pela equipe principal da Red Bull.

No início do campeonato, ainda pela Toro Rosso, Verstappen foi 5º colocado no grid para o Grande Prêmio da Austrália, à frente do companheiro Carlos Sainz Jr. , 7º colocado. Na corrida, reclamou por ter sido chamado para o pit stop depois do companheiro e continuou reclamando, por ficar muito tempo atrás do espanhol, sem autorização da equipe para ultrapassar.  Ele chegou a dizer pelo rádio que a estratégia era uma piada, mas depois, mesmo tendo ficado em 10º, uma posição atrás de Sainz, pediu desculpas à equipe. No Bahrein, o piloto holandês começou a mostrar as garras. Largou da 10ª posição e com uma atuação fantástica,com boa estratégia de dois bons pit stops, terminou no 6º lugar. Na China, largou bem, mas em seguida titubeou e perdeu algumas posições. Todavia, fez uma boa recuperação e chegou em 8º, atrás de Carlos Sainz, depois de ambos terem passado por Valtteri Bottas. Na Rússia, onde Daniil Kvyat teve a desastrada atuação que o levou ao rebaixamento, Verstappen abandonou na 33ª das 53 voltas, por quebra de motor. Depois da corrida, a Red Bull anunciou a troca de pilotos, explicada por Christian Horner, chefe da equipe: “Max provou ser um excelente talento jovem, sua atuação na Toro Rosso tem sido impressionante até agora e temos o prazer de dar a ele a oportunidade de pilotar para a Red Bull Racing”. Na corrida seguinte, na Espanha, a primeira pela nova equipe, Max mostrou o acerto da decisão. Ele se classificou em 4º e subiu para 2º, atrás do novo companheiro Daniel Ricciardo, na primeira volta, com o abandono de Lewis Hamilton e Nico Rosberg, da Mercedes. Com estratégia de duas paradas e não três, como Ricciardo, depois de se revezar com este e com Vettel e Raikkonen, assumiu definitivamente a liderança na 44ª das 66 voltas, para vencer a sua primeira corrida na e, aos 18 anos e 228 dias, superar Sebastian Vettel como o piloto mais jovem a ganhar uma prova da Fórmula 1.  m Mônaco, Verstappen não conseguiu tempo para classificação, por problemas no carro e teve de largar da pit lane.  Ele superou os momentos difíceis do início, mas quando estava escalando o pelotão, errou a freada na área molhada, rodou e virou passageiro, deixando a corrida na 34ª das 78 voltas. No Canadá, 5º no grid, o holandês começou poupando combustível e pneus, mas nas 10 voltas finais travou uma dura batalha com Nico Rosberg e no último giro garantiu o 4º lugar na frente do alemão. Em Baku, no Grande Prêmio da Europa, Verstappen teve um início que ele mesmo considerou complicado, com degradação dos compostos supermacios e macios traseiros. Quando passou aos médios, o desempenho e os tempos de volta melhoraram, mas não o suficiente para obter mais do que o 8º lugar. Na Áustria, Verstappen começou a fase áurea da sua temporada, pontuando em 11 das 13 últimas corridas. Só não pontuou na Bélgica, onde foi 11º e nos Estados Unidos, quando não completou a corrida. E dessas 11 provas, subiu ao pódio em 6. Essa série começou Áustria, com o 2º lugar, com uma corrida consistente, depois de largar em 8º. Ele repetiu a colocação no GP da Inglaterra, em Silverstone, entre Lewis Hamilton e Nico Rosberg, depois de ter sido 3º no grid, Na Hungria, Verstappen largou em 4º, mas não resistiu à pressão de Vettel e terminou em 5º. Para garantir a colocação, travou dura batalha com Kimi Raikkonen, que criticou a sua maneira de defender a posição. Na Alemanha, largando da 4ª posição, Verstappen ultrapassou Ricciardo e, mesmo sendo alvo de um toque que valeu punição a Nico Rosberg, manteve a 2ª posição até o final. Só a deixou quando, por ordem da equipe, deixou Ricciardo, que era mais rápido, passar. Verstappen e Raikkonen voltaram a discutir no Grande Prêmio da Bélgica. Na largada, Verstappen foi espremido na Source, primeira curva de Spa-Francorchamps, pelos dois pilotos da Ferrari, colidiu com Räikkönen na primeira curva, empurrou Vettel, Räikkönen e Perez na Les Combes, e bloqueou agressivamente Räikkönen na reta Kemmel, quando lutavam pela 14ª posição. Eles se tocaram e o finlandês reclamou que poderia ter havido um grave acidente, se ele não freasse a tempo.  No final, Verstappen chegou em 11º e Raikkonen , em 9º. No dia 2 de setembro, Charles Whiting, diretor de corridas da FIA, fez uma advertência a Verstappen, por sua condução agressiva. Na Itália, o holandês largou e chegou em 7º, após ter problemas de operação na largada e ser obrigado a grande desgaste de pneus. Em Cingapura, ele voltou a largar mal, patinou e ficou atrás de outros carros mais lentos por quatro ou cinco voltas. Chegou a ter uma disputa dura com Ricciardo, mas foi superado pelo companheiro, que terminou em 2º, e ele, em 7º. Na Malásia, Nico Rosberg foi punido por ter batido em Sebastian Vettel, e, partir da volta 40, com o abandono de Lewis Hamilton, por quebra de motor, Verstappen e Daniel, que eram 3º e 4º no grid, liberados pela equipe, brigaram pela liderança.  Ricciardo teve mais carro e subiu ao ponto mais alto do pódio, com o companheiro na segunda colocação. No Japão, Verstappen foi 3º no grid, mas na corrida conseguiu se colocar entre Rosberg e Hamilton e superar Sebastian Vettel, que liderou por 4 voltas, para voltar a terminar no 2º  lugar. Nos Estadods Unidos, ele teve quebra da caixa de câmbio e abandonou na 28ª volta.depois de ter ido para o box, pensando ter sido chamado pela equuipe, o que não tinha acontecido. No México, foi ultrapassado por Ricciardo e ficou em 4º, reclamando de um punição, dizendo que não levou vantagem quando saiu da pista e cortou caminho. No Brasil, em pista encharcada,  Verstappen saiu da 4ª posdição, rodou na reta, mas evitou bate rno guard-rail e acabou na segunda posição do pódio, após ter chegado a correr em 16º.  Vettel reclamou que ele o havia jogado para fora da pista para ganhar uma posição, mas os comissários não concordaram com o alemão. O lance mais empolgante de Verstappen foi uma ultrapassagem, por fora, na curva 3, embora tenha perdido a posição depois. Em Abu Dhabi, Verstappen foi tocado por Lewis Hamilton na largada e caiu para o último lugar.  Com uma parada só, contra rivais que chegaram a fazer três, fez uma corrida persistente e terminou numa honrosa 4ª colocação.Na classificação final dos pilotos, Max Verstappen foi o 5º colocado, com 204 pontos, contra 256 de Daniel Ricciardo, na 3ª colocação.