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Max Chilton

Perfil

Nome Max Alexander Chilton
País Inglaterra
Nascimento 21 de abril de 1991
Local Reigate Surrey
Peso 65 kg
Altura 1,80 m

Desempenho

Estreia

GP da Austrália

16-03-2013

Corridas

34

Títulos

0

Vitórias

0

Pódios

0

Poles

0

Voltas + rápidas

0

Pontos

0

Carreira

Ano

Competição

Equipe

Provas

Vitória

Pole

Voltas

Pódio

Pontos

Posição
2014

Fórmula 1

Marussia

15

0

21º

2013

Fórmula 1

Marussia

19

0

0

0

0

0

23º

2012

Marussia

Piloto de testes

GP2 Séries

Marussia

24

2

2

4

168

2011

GP2 Ásia

Carlin

4

0

22º

GP2 Séries

Carlin

18

4

20º

2010

GP2 Séries

Ocean

20

3

25º

GP2 Ásia

Ocean

2

2009/10

GP2 Àsia

Barwa Assax

6

2

18º

2009

Renault 3.5

Comtec

1

40º

F3 inglesa

Carlin

20

1

4

2

5

171

2008

F3 inglesa

Hitch

22

2

1

2

72

10º

2007

F3 inglesa

Arena

20

18º

2006

Carros T

Tomax

20

7

7

14

106

2005

Troféu Outono

7

4

106

Carros T

2002

Começa a correr de kart

História

Max Chilton foi contratado pela Marussia F1, para a temporada de 2013, em substituição a Sergio Pérez, que se transferiu para a McLaren. Antes de chegar à categoria principal, começou no kart, correu na Fórmula 3 e na GP2. Desde setembro de 2011 era piloto de testes da Marussia, como substituto de Maria de Villota, que sofreu grave acidente.

Max Alexander Chilton nasceu em Reigate Surrey, na Inglaterra, no dia 21 e abrilde 1991.  Pertence a uma família ligada ao automobilismo. O pai Grahme é dono da Carlin Motorsport e o irmão, Tom, corre Campeonato Mundial de Carros de Turismo.

Max começou a correr de kart aos 10 anos e depois de dois anos de aprendizado passou à TKM, categoria econômica de kart, com motor de dois tempos, entre 100 e 115 cc e na qual os pilotos, de 11 a 17 anos, só podem usar um único tipo de pneu. Aos 14 anos, após ficar conhecido pelos pódios em corridas da J.I.C.A. participou do Campeonato Nacional de Kart Super 1, antes de, em 2005, passar às competições da T Cars para jovens entre 14 e 17 anos.  Na primeira temporada, terminou em 8º e no Troféu de Outono foi 3º. Em 2006, venceu seis corridas e foi vice-campeão, três pontos atrás de Luciano Bacheta.

Em 2007, Max não pode participar da primeira etapa da Fórmula 3 inglesa, por estar ainda abaixo da idade mínima de 16 anos, mas esteve presente a partir da segunda etapa, correndo pela Arena Internacional.

Seus melhores resultados foram dois 11º lugares em Bucareste e Brands Hatch. Nesse mesmo ano, ainda correu como convidado, sem contar pontos, no Campeonato Star Mazda, em Laguna Seca. e, com o irmão Tom, nos 100 km de Silverstone, nos quais eles terminaram seis voltas atrás dos vencedores, Nicolas Minassian e Marc Gené.

No ano seguinte, voltou à F3 inglesa, pela Hitch Racing, de David Hayle e foi o 10º colocado no campeonato. Fez a pole position em Monza e Rockingham e dois pódios, com o 2° lugar na corrida e abertura, em Oulton Park, e o 3º em Rockingham.

Em 2009, Max passou para a Carlin Motorsport, a escuderia do pai. Foi pole position em três das 4 primeiras corridas da temporada e venceu no Autódromo Internacional de Algarves, em Portimão, em Portugal, e na sua última corrida pela F3, em Brands Hatch.

Ainda em 2009, Max disputou uma corrida da Fórmula Renault 3.5, pela Comtec, sendo o 40º colocado, e foi promovido à GP2, começando pela série da Ásia, pela Barwa Addax. Em 6 corridas, fez 2 pontos, colocando-se no 18° lugar. Em 2010, pela Ocean Racing Technology, disputou apenas duas corridas da séria asiática, mas competiu nas 20 corridas da categoria principal da GP2, somando 3 pontos, com um 5º lugar, e ficando em 25º. Em 2011, juntou-se à Carlim, correu 18 vezes na GP2 principal, fez 4 pontos e ficou no 20º lugar. Na séria Ásia, fez 4 corridas e terminou em 22º. Em 2010, transferindo-se para a Marussia, o desempenho foi melhor. Fez 24 corridas, ganhou 2m fez 2 poles e 4 pódios, num total de 168 pontos, que lhe valeram a 4ª colocação geral.

Em novembro de 2011, Max participou, com a Marussia, dos testes para jovens pilotos, em Abu Dhabi, na segunda vez que dirigiu um Fórmula, depois de um teste de aerodinâmica feito pouco antes, durante o ano.  Pouco Depois, a Marussia o anunciou como piloto de testes da equipe para a segunda metade da temporada de 2012, a partir do GP do Japão. E em dezembro de 2012, Nicolai Formenko, diretor da escuderia anunciou a contratação de Max Chilton como piloto titular da equipa para 2013, no lugar de Sérgio Pérez.

Como vice-presidente da agência de seguros Aon, Grahame Chilton sempre financiou grande parte da carreira dos filhos. Isso levou muita gente a pensar que Max seja, como mais da metade da F1, mais um “piloto pagador”, aquele que compra uma vaga ou leva patrocinadores. Ao ser apresentado ele admitiu ter promessa de dinheiro, mas garantiu que não era do pai.

Na sua primeira temporada na F1, Max Chilton não ganhou nenhuma corrida; nunca chegou aos pontos; nunca passou da Q1; sua melhor colocação foi um 14º. Mas ele teve um feito a comemorar: completou todas as 19 corridas da temporada, uma façanha para um piloto novato, numa equipe sem grandes recursos como a Marussia. Ele bateu o recorde do português Tiago Monteiro, que na temporada de estreia, em 2005, completou 18 corridas. O recorde absoluto de provas consecutivas é de Nick Heidfeld, que entre o GP da França de 2007 e o GP da Itália de 2009, completou 41 corridas. O 14º lugar, o melhor resultado de Chilton foi obtido no GP de Mônaco, onde ficou à frente de Giedo van der Garde, da Caterham, depois do abandono de 7 dos 22 concorrentes. A melhor classificação dele foi a 16ª posição, no GP da Bélgica.

No primeiro teste da pré-temporada, em Jerez de La Frontera, Chilton saiu da pista por falha da suspensão traseira direita, mas ele nada sofreu. Em Interlagos, ele recebeu uma segunda advertência, por cruzar a faixa de segurança na volta aos boxes. Embora os dois pilotos da equipe tenham terminado o campeonato nas últimas colocações (Jules Bianchi, 22º e Max Chilton, 23º), graças, sobretudo, aos resultados de Bianchi, a Marussia voltou a ocupar a 10ª colocação entre as equipes, o que garante o apoio logístico da FIA para a temporada seguinte.

Os resultados (grid-chegada) de Chilton no campeonato foram os seguintes: Austrália, 20º/17º; Malásia, 21º/16º; China, 19º/17º; Bahrein, 21º/20º; Espanha, 21º/19º; Mônaco, 22º/14º; Canadá, 20º/19º; Inglaterra, 20º/17º; Alemanha, 21º/19º; Hungria, 22º/17º; Bélgica, 16º/19º; Itália, 22º/20º; Cingapura, 22º/17º; Coreia, 21º/17º; Japão, 20º/19º; India, 22º/17º; Abu Dhabi, 20º/21º; Estados Unidos, 21º/21º e Brasil, 22º/19º.

Apesar da campanha medíocre em 2013, Max Chilton foi confirmado pela Marussia para o campeonato de 2014. Até o GP do Canadá ele aumentou para 25 a série de corridas completadas, interrompida por um choque com seu companheiro de equipe, o francês Jules Bianchi.  E a carreira do inglês foi interrompida faltando três corridas para o encerramento da temporada, porque, em crise financeira, a Marussia entrou em administração legal e não participou dessas provas.

Nas 15 corridas disputadas, das quais completou 13, os melhores resultados de Chilton foram o 13º lugar na Austrália e no Bahrein. Na Austrália foi 15°; na China e Espanha, 19º; em Mônaco, 14º; na Inglaterra, Hungria e Bélgica, 16º; na Áustria, Alemanha e Itália, 17º e no Japão, 18º.