Publicidade

Marcus Ericsson

Perfil

Nome: Marcus Ericsson
País:  Suécia
Nascimento: 2 de setembro de 1990
Local: Kumia – Condado de Orebro
Família: Pai, mãe e dois irmãos mais novos
Altura:  1,80
Peso: 64 kg
Hobbies: Hóquei no gelo, futebol e trabalho
Preferências: Comida italiana e sueca

Desempenho

Estreia

GP da Austrália

16-03-2014

Corridas

78

Títulos

0

Vitórias

0

Pódios

0

Poles

0

Voltas + rápidas

0

Pontos

9

Carreira

Ano Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Pódios Pontos Posição
2017

Formula 1

Sauber

16

0

20º

2016

Fórmula 1

Sauber

21

0

22º

2015

Fórmula 1

Sauber

19

9

20º

2014

Fórmula 1

Caterham

16

0

18º

2013

GP2

DAMS

22

1

2

3

5

121

2012

GP2

iSport

24

1

0

1

5

124

2011

G2 Final

iSport

2

0

0

0

1

10

2011

GP2

iSport

18

0

0

0

2

25

10º

2011

GP2 Ásia

iSport

4

0

0

0

1

9

2010

GP2

Super Nova

20

1

0

0

1

11

17º

2009/10

GP2 Ásia

ART GP

4

0

0

0

0

0

24º

2009

Testes

Testes para a GP 2 e primeira experiência dem carro da F1, da Brown GP

2009

GP de Macau

TOM’s

1

0

1

0

0

0

2009

F3 UK

Raikkonen

2

0

1

0

0

65

11º

2009

F3 Japão

TOM’s

16

5

5

9

11

112

2008

GP Macau

Carlin

1

0

0

0

0

N/C

N/C

2008

F3 UK

Fortec

20

2

1

0

3

65

2007

BMW UK

Fortec

18

7

11

6

13

676

2006

Trofeu Viking, Gotemburgo
Corridas internacionais

2005

Campeão sueco da ICA Júnior
3º no Aberto Masters da Itália do ICA Júnior
Campeão Nórdico da ICA Júnior
2º no Torneio da Indústria – ICA Júnior

2004

3º no Troféu Tom Trana – ICA Júnior
4º no campeonato nacional sueco
Inicio da carreira internacional, na Itália

2003

Campeão da série MKR na Fórmula Mini

2001

3º na MKR da Fórmula Micro

História

Marcus Ericsson é o 10º sueco a correr na Fórmula 1 e, coincidentemente da mesma região, Orebo, do último piloto do país que participou da categoria, Ronnie Peterson (Bengt Ronald Peterson), chamado de “sueco voador”, que correu desde 1970 e morreu num desastre no GP da Itália, no dia 11 de setembro de 1978.

Marcus nasceu no dia 2 de setembro de 1990, em Kumia, no condado de Orebo. Sua história no automobilismo começou quando, em 1998, e, por acaso, entrou num kart e por pouco não bateu o recorde da pista. O dono do autódromo, o ex-piloto de Fórmula 3000 e da Indy Lights, Fredrik Ekborn, se impressionou e convenceu o pai, Tomas Ericsson, a comprar um kart para o menino. No ano seguinte, participou da série sueca do Cadetti 1999, com 6 pódios em 7 corridas. Em 2000, começou a correr num nível mais elevado, a categoria Micro, pela equipe Ward Racing, e ganhou o prêmio de “Calouro do Ano”. Em 2001, foi 3º colocado no campeonato sueco de kart e, nas suas palavras, “nesse momento senti fortemente que correr era meu negócio”. Em 2001, Marcus avançou para a categoria Mini, “um aprendizado que realmente valeu a pena” e, em 2003, entre 100 competidores da sua classe, ganhou o campeonato sueco, com várias das poles positions transformadas em vitórias.

Em 2004, o jovem sueco iniciou a carreira internacional, disputando campeonato aberto da Itália, ao mesmo tempo em que continuava a correr na Suécia, terminando em 4º no campeonato nacional e 3º no Troféu Tom Trana, em homenagem a piloto de rali sueco, falecido em 1991. Em 2005, continuou a correr na Suécia e na Itália. Na Suécia, foi campeão nacional, com 4 vitórias e a conquista do título com 2 corridas de antecipação; em Gotemburgo, venceu o campeonato nórdico e ainda foi 2º no Torneio da Indústria, todos da ICA Júnior. Na Itália, foi 3º no Aberto Italiano de Masters.

Na sua autobiografia, Marcus diz que 2006 foi o tempo de algumas mudanças, com a sua ida para a série ICA: correu somente em nível internacional, com uma exceção, o Troféu Viking, em Gotemburgo, a maior corrida do ano na Escandinávia, onde se encontrou com Kenny Brack, campeão da IndyCar e vencedor das 500 milhas de Indianápolis de 1999, a quem ele já havia sido recomendado por Fedrick Ekborn. Brack diz que ele não venceu a corrida porque seu motor explodiu a duas voltas do final, mas ficou claro que ele era o melhor na pista. Esperava o momento de ultrapassar, tinha paciência, mas quando decidia, o fazia perfeitamente. “Lembrou-me estar vendo Alain Prost”, conclui Brack.

Depois da corrida, Kenny e Eje Elgh, ex-piloto sueco da Fórmula 1, ofereceram apoio para que passasse do kart para carros de Fórmula, ele aceitou e logo fez seus primeiros testes na Fórmula BMW, na avaliação dele, “um estilo de pilotagem muito diferente do kart”. Brack fez contato com Richard Dutton, chefe da Fortec Motorsport, e o convenceu a colocar Marcus no campeonato da Formula BMW do Reino Unido, e 2007. Ele foi o 4º no grid e venceu logo na estreia; terminou 16 das 18 corridas entre os 5 primeiros; fez 6 voltas mais rápidas; 11 poles, 7 delas consecutivas nas últimas 7 provas, e conquistou o título, com 676 pontos, 40 a mais do que o 2º colocado. Pela performance foi eleito o “calouro do ano” e já no dia seguinte à entrega do prêmio fez o primeiro teste para a Fórmula 3.

Em 2008, de 24 de março a 12 de outubro, o sueco disputou o campeonato da F3 inglesa, ainda pela Fortec, e, com 2 poles positions, 4 voltas mais rápidas e 5 pódios (quatro 2ºs lugares e um 3º) e foi o 5º colocado, com 141 pontos, contra 251 do campeão, o espanhol Jaime Alguersuari. No dia 15 de novembro, correndo pela equipe inglesa Carlin Motorsport Marcus não chegou a completar a primeira volta do GP de Macau. No final do ano, Marcus assinou contrato com a equipe japonesa TOM’s, da Toyota, para disputar o campeonato da F3 do Japão de 2009.

E 2009 foi um ano que Marcus considera dos mais difíceis, mas também dos melhores da carreira dele. Começou com a mudança para o Japão, e o desafio de um país com costumes muito diferentes. E enfrentou, também, um estilo de corrida a que não estava acostumado, tanto que teve dificuldades no começo e só na 6ª corrida conseguiu a primeira vitória. Depois dessa, vieram mais 4, a decisiva delas na última etapa do campeonato, no dia 26 e 27 de setembro, no circuito de SUGO, na cidade de Murata, onde foi 2º no primeiro dia e ganhou a corrida do domingo, superando o seu companheiro de equipe, Takuto Iguchi.

Em resumo, de 4 de abril a 27 de setembro, o piloto sueco participou de 16 corridas, em 8 etapas, pelos diversos circuitos japoneses, com 5 vitórias, 9 voltas mais rápidas e 5 poles position. Conquistou o título, com 112 pontos, contra 102 de Takuto Iguchi. Paralelamente, Marcus fez 6 das 20 corridas da F3 inglesa: no dia 31 de maio, correu no circuito inglês de Rockingham, onde fez a pole e venceu a segunda corrida do dia; em 6 e 7 de junho, participou da etapa de Hockenheim, na Alemanha, e venceu a prova de sábado e a 20 de setembro, correu em Brands Hatch. Com 65 pontos, foi o 11º colocado na classificação final, à frente de 5 concorrentes que correram todas as provas do campeonato. Nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, Marcus disputou a etapa de Abu Dhabi da série da Ásia da GP2, pela equipe ART, ocupando a 11ª colocação na primeira corrida e a 12ª na prova seguinte. Em fevereiro e março, correu as outras três etapas do torneio, mas pela Supernova, e terminou na 24ª colocação. No dia 22 de dezembro, Marcus correu o 56º GP de Macau, obtendo a pole position na classificação; o 2º lugar no sprint, à frente de gente como Valtteri Bottas e Daniel Ricciardo, Max Chilton e Jules Bianchi, e em 4º, na corrida principal.

O ano de 2009 terminou com dois grandes acontecimentos na carreira de Marcus: andou no carro campeão do ano da F1, da Brown GP, nos três dias de teste para jovens pilotos, em Jerez de La Frontera, na Espanha, e, finalmente, assinou contrato com a equipe Supernova, para a temporada da GP2 de 2010.

Na primeira temporada pela GP2 Séries, de 8 de maio a 14 de novembro, Marus Ericsson não marcou pontos nas três etapas iniciais: foi 11º e não completou, na Espanha; 12º e 9º, em Mônaco, e não completou as duas corridas da Turquia. Em Valência, porém, o sueco, depois de chegar em 7º na prova e sábado, conquistou a primeira vitória, no domingo, superando, entre outros pilotos que viriam correr na F1, Giedo van der Garde, Pastor Maldonado, Charles Pic, Jerome D’Ambrosio, Sergio Perez e Max Chilton. Nas 12 corridas seguintes, no entanto, suas melhores colocações foram um 6º lugar na Alemanha, e um 7º, na Bélgica e ele terminou o campeonato em 17º, com 11 pontos. Os primeiros colocados foram Pastor Maldonado (87), Sérgio Perez (71) e Jules Bianchi (52).

Em 2011, Marcus voltou a mudar de equipe e passou a correr pela equipe inglesa iSport. Começou o ano disputando a GP2 Ásia, que, devido ao cancelamento das duas etapas do Bahrein, teve apenas 4 provas, 2 em Abu Dhabi e 2 em Monza. Ele fez a pole position e ficou em 3º na segunda corrida de Yas Marina, mas foi 16º e 10 em Monza, terminando o torneio na 6ª colocação, com 9 pontos. No campeonato da GP2, a iSport teve problemas internos e, além disso, o carro não rendeu o que esperava. A equipe produziu rapidamente um novo carro, mas os resultados não foram muito melhores e Marcus terminou a temporada em 10º lugar, com 25 pontos (na GP2, só os 6 primeiros colocados recebem pontos, de 1 a 6). Ele não completou as 2 provas de Mônaco; a primeira de Valência, por causa e uma colisão que envolveu 5 carros na largada e corrida de sábado na Bélgica. As melhores colocações foram dois 3ºs lugares em Montmeló e em Silverstone. Nos dias 12 e 13 de novembro, Marcus participou de uma rodada extra, que a FIA chamou de GP2 Final, em Abu Dhabi. Foi 4º na primeira corrida e 2º na segunda e, com 10 pontos, foi o segundo colocado.

Marcus Ericsson iniciou a temporada de 2012 disposto a lutar pelas primeiras posições, mas o desejo não se transformou em resultados na pista. Nas primeiras oito corridas esteve sempre no pelotão intermediário e apenas dois 7ºs lugares só na 9ª prova começou a melhorar, com o 2º lugar em Mônaco e Valência. Nas últimas seis corridas, subiu mais três vezes ao pódio, com um vitória na Bélgica; um 3º lugar na Itália e um 2º em Cingapura e com 124 pontos, ficou no 8º lugar. O campeão foi o italiano Davide Valsecchi, com 247 pontos, seguido do brasileiro Luiz Razia, com 222. No final da temporada, o sueco acertou a transferência para a equipe francesa DAMS (de Driot-Arnoux Motorsport), pela qual passou a correr em 2013.

Na sua 4ª temporada na GP2, Marcus não mostrou grandes progressos em relação ao ano anterior, passou do 8º para o 6º lugar, mas fez três pontos a menos, 121. O início do campeonato foi pior ainda do que o anterior. Das 8 primeiras corridas, não completou 4 e a melhor colocação foi o 11º lugar na Inglaterra, depois de sair da pole position. A partir da vitória na corrida de sábado na Alemanha, os resultados melhoraram e ele foi mais 4 vezes ao pódio (Hungria, Bélgica, Cingapura e Abu Dhabi).

Duas semanas depois de encerrado o campeonato da GP2, foi anunciado que Marcus Ericsson era candidato a uma vaga na Caterham, para 2013. No dia 21 de janeiro a especulação foi confirmada pelo anúncio oficial da escuderia, que informou também sobre a contratação do japonês Kamui Kobayashi e o piloto reserva Robin Frijns. Nos bastidores da F1 a interpretação foi a de que Marcus Ericsson ganhou a preferência em relação a Charles Pic, Giedo van der Garde e Heikki Kovalainen não pelos seus méritos e resultados, mas pelo “pacote econômico” que levou para a equipe. Segundo o jornal finlandês Turun Sanomat, os patrocinadores suecos investiram mais de 11 milhões de euros na escuderia malaia.

Numa equipe de poucos recursos e em permanente crise financeira, o piloto sueco nunca pode mostrar, realmente, todo o seu potencial. Ele teve alguns bons desempenhos, mas, no final, sem marcar nenhum ponto, seu único mérito, no 19º lugar da classificação, foi ter superado Esteban Gutierrez, da Sauber, 20º; o rival da Marussia, Max Chilton, 21º colocado, e o companheiro de equipe, Kamui Kobayashi, 22º.  Ficou atrás do outro concorrente direto, Jules Bianchi, que mesmo não tendo participado das últimas quatro corridas, marcou dos pontos e terminou no 17º lugar.

As melhores colocações de Ericsson na temporada foram um 11º lugar em Mônaco e o 14º na Malásia. Nas demais corridas, esteve sempre entre o 15º e o 20º lugares. Na primeira participação, na Austrália, teve um bom começo, chegando a correr em 11º, mas teve de abandonar por problema na pressão do óleo. Na Malásia, largou da 14ª posição e conseguiu mantê-la na corrida, terminando à frente do rival direto Max Chilton. Na Espanha, saiu e chegou na 20ª posição e pela primeira vez ficou à frente de Kobayashi, que não completou a prova, mas foi superado pelos dois carros da Marussia. Em Mônaco, bateu em Felipe Massa, tirando o brasileiro da classificação, foi punido e teve de largar da pit lane, porém, aproveitando-se da má sorte de alguns e o abandono de outros pilotos, como Sebastian Vettel e Valtteri Bottas, chegou no 11º lugar. Na Bélgica perdeu o 16º lugar para Chilton na última volta. Em Cingapura, embora tenha largado da última posição, fez bom trabalho com os pneus e terminou em 15º, à frente dos dois carros da Marussia.  No Japão, largou e chegou à frente Kobayashi e da Marussia, em 17º, com boa corrida de recuperação, depois de ter caído para último. Na Rússia, obteve a sua melhor posição no grid, o 17º lugar, chegou a ganhar uma posição, mas terminou em 19º, ainda à frente de Kobayashi e Max Chilton, o único representante da Marussia na prova.

Devido aos problemas financeiros e a intervenção legal na Caterham, Ericsson não participou das últimas três corridas e, em outubro, rescindiu unilateralmente o contrato, mas não ficou sem equipe por muito tempo. Mais uma vez, graças a um aporte de 10 milhões de euros de seus patrocinadores suecos, logo foi contratado pela Sauber, para substituir o mexicano Esteban Gutierrez.

A contratação pela Sauber foi anunciada durante o fim de semana do GP dos Estados Unidos, segundo o comunicado da equipe, devido ao bom desempenho nas últimas corridas de 2014. Na Austrália, na sua estreia pela equipe Suíça, ele terminou em 8º lugar, o primeiro piloto sueco a terminar na zona de pontuação, desde Stefan Johansson, 3º colocado no GP de Portugal de 1989. Na Malásia, pela primeira vez, ele passou à Q3, ficando com o 10º lugar, e ganhou uma posição, sendo o 9º no grid. Ele começou bem a corrida, mas, na 4ª volta, ao tentar ultrapassar Nico Hulkenberg, freou tarde demais e rodou na curva, tendo de deixar a corrida, Na China, mais uma vez, Marcus chegou à Q3, ocupando a 10ª posição no grid e terminando a prova na mesma posição, depois do estouro do motor de Max Verstappen a 4 voltas do final.  No Bahrein, o sueco corria em 8ª, quando perdeu 27 segundos no pit stop e a oportunidade de terminar na zona de pontuação. Foi o 14º colocado, uma posição abaixo da que tinha largado. Na Espanha foi 14º e em Mônaco, 13º. No Canadá chegou no 14º lugar, após largar do 12º. Na Áustria largou em 11º e chegou em 13°. Na Inglaterra, corria nos pontos, mas errou na troca de pneus e terminou no 11º lugar Ele só voltou a pontuar na Hungria e na Bélgica, com o 10º lugar em ambas as provas.  Na Itália, classificou-se no 10º lugar, mas foi punido e perdeu duas posições pode ter bloqueado Nico Hulkenberg na Q1. Na corrida, mostrou bom ritmo e terminou em 9º. Em Cingapura, largou bem e fez uma boa primeira volta, ultrapassando Jenson Button e ameaçando o companheiro Felipe Nasr. Um erro no manejo dos botões do volante provocou problemas nos freios, travando a traseira e depois disso, apesar da corrida satisfatória foi apenas o 11° colocado.  No Japão, depois de uma boa largada, da 15ª posição, Ericsson foi ultrapassado, perdeu o 13º lugar e chegou em 14º. Na Rússia, conseguiu ultrapassar alguns carros antes da curva 2, mas, de repente, foi surpreendido pelo carro de Hulkenberg virado na pista, colidiu com ele e teve de abandonar a corrida. Nos Estados Unidos, de novo, Ericsson fez uma boa largada, mas para escapar de outro carro rodando na pista, perdeu várias posições. Recuperou-se e passou por alguns carros depois, mas na 25ª das 56 voltas, foi obrigado a deixar a prova por causa de problemas elétricos. No México, o superaquecimento dos freios com que teve de lutar durante toda a prova o impediu de chegar aos pontos; largou da 14ª posição e chegou em 12º. No Brasil, Ericsson largou mal e caiu para as últimas posições e quando tentava se recuperar, foi atingido na traseira por Pastor Maldonado. Teve que ir ao box para reparar o carro e os quase 40 segundos perdidos comprometeu toda a sua corrida. Terminou em 16º. Em Abu Dhabi, o sueco teve outro resultado decepcionante. Ele largou da 17ª posição, chegou a correr e, 9º, mas cruzou a linha de chegada no 14º lugar.

Durante toda a temporada, Marcus Ericsson aproveitou as oportunidades para pontuar, mas não fez o suficiente para se igualar ao companheiro de equipe, Felipe Nasr. No meio da temporada, talvez empolgado pela iminência da renovação do contrato para 2016, Ericsson conseguiu ficar à frente de Nasr em três corridas: Inglaterra, Itália e Bélgica. Mas, no final, terminou no 18º lugar, com apenas 9 pontos, enquanto o brasileiro foi o 13º, com 27 pontos.

.Na temporada de 2016, o desfecho do campeonato, no que se refere a classificação, foi pior ainda para Marcus Ericsson. Ele não fez nenhum ponto, enquanto o companheiro Felipe Nars obteve, no Brasil, o 9º lugar, e os 2 pontos que garantiram à Sauber alguns milhares de euros, para o ano seguinte. Mas, paradoxalmente, foi ele quem saiu ganhando, pois teve o contrato renovado para 2017, ao contrário do brasileiro, demitido pela equipe suíça. A renovação foi anunciada durante o fim de semana do GO do Brasil, depois de Ericsson ter mantido contatos com a Williams, Renault e Force India.

O campeonato não começou bem para Ericsson. De principio, ele não pode participar da pré-temporada, em Barcelona, porque a Sauber não tinha dinheiro para o desenvolvimento dos carros, Na primeira corrida, na Austrália, depois de obter a 16ª colocação no grid, teve de deixar a pista, na 36ª das 56voltas, por problemas nos pneus traseiros.  No Bahrein, fez uma boa corrida de recuperação, cruzando a linha na 12ª colocação, após ter largado da 17ª, duas posições à frente de Nars. Na China, Ericsson voltou à Q2, classificando-se na 15ª posição e terminou em 16º, novamente à frente do companheiro, que foi 20º. Na Rússia, ele largou da 22ª posição, atrás de Nasr, que foi 19º, ma corrida voltou a superar o brasileiro, Na Espanha, em corrida excepcional para as suas condições, o piloto sueco foi da 19º posição do grid para o 12º lugar, por pouco não chegando à zona de pontuação e, mais uma vez, à frente de Nars, 14º colocado. Em Mônaco, Ericsson e Nasr entraram num clima de rivalidade que, mais tarde iria culminar com acusações de boicote feitas pelo brasileiro. Na 48ª, das 78 voltas do Principado, Nars se recusou a atender ordem da equipe para dar passagem a Ericsson, este pressionou e os dois se chocaram, sendo obrigados a abandonar a corrida. Considerado culpado pelo acidente, Marcus perdeu 3 posições no grid do Canadá, mas, mesmo largando da 21ª posição, chegou em 15º, novamente à frente de Nasr, que largou em chegou em 18.  Nas demais corridas, só na antepenúltima, no México, Ericsson esteve perto de pontuar, chegando no 11º lugar. Em Baku, no GP da Europa, foi 17º; na Áustria, 15º. Na Inglaterra, Ericsson não participou da classificação, devido a um grave acidente durante o último treino livre.  Ele perdeu o controle do carro perto da entrada dos boxes e destroçou seu carro. Embora tenha saído sozinho do cokpit, por precaução, foi levado ao hospital, onde não se constatou nenhum ferimento e ele foi liberado para correr. Largou da pit lane e abandonou na 11ª volta. Na Hungria, largou da pit lane, outra vez, por ter trocado o cokpit e chegou em 20º.  Na Alemanha, saiu da 22ª e última posição e completou o percurso em 18º. Na Bélgica, foi punido coma perda de 10 posições no grid, largou da 20ª posição, porque Hamilton e Alonso tinham punições maiores, e deixou a pista logo na 3ª volta, com problemas na caixa de câmbio.  Na Itália foi 16º e em Cingapura esteve perto de conquistar seu primeiro ponto e só não conseguiu por erro estratégico da equipe; ele chegou a correr em 11º, mas ao optar por três paradas ficou preso no tráfego e acabou em 17º.  Lá, também sofreu um acidente inusitado, com machucados nas mãos e nos braços, depois de atropelar uma galinha e cair da bicicleta. Na Malásia, Ericsson foi 12º; no Japão, 15°; nos Estados Unidos, 14° e no México, como já foi dito, 11º. No Brasil, na pista molhada, rodou e teve de deixar à prova na volta 11, para acompanhar de fora a chegada do companheiro Felipe Nasr na 9ª posição, para marcar os únicos dois pontos da Sauber,

A compra da Sauber por um grupo financeiro sueco garantiu a permanência de Marcus Ericsson na Sauber.  Felipe Nasr, que perdeu o apoio do Banco do Brasil, não conseguiu levantar recursos para a renovação do contrato com a equipe suíça.