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Felipe Nasr

Perfil

Nome Luiz Felipe de Oliveira Nasr
País Brasil
Nascimento: 21 de agosto de 1992
Local Brasília
Pais Samir Nasr e Eliane de Oliveira Nasr
Irmã Flávia de Oliveira Nasr
Altura: 1,76
Peso: 57 kg
Estado civil: solteiro
Residência Brasília e Londres
Preferências Comida árabe, comida italiana e suco natural
Hobbies: Pescaria e vídeo games
Esportes Futebol, Tênis e Pescaria
Piloto Ayrton Senna
Circuito Spa-Francorchamps

Carreira

Ano

Categoria Equipe Corridas Vitórias Poles Voltas Pódios Pontos

Posição

2016

Fórmula 1

Sauber 21    2

17º

2015

Fórmula 1

Sauber         19

27

13º

2014

Fórmula 1

Williams

Piloto de testes

GP2

Carlin

16

4

1

1

8

200

2013

GP2

Carlin

22

6

154

 2012

GP Macau

1

GP2

DAMS

24

95

10º

24h Daytona

M.Shank

1

1

30

  2011

GP Macau

Carlin

1

F3 inglesa

Carlin

30

7

4

8

17

118

    2010

GP Macau

Raikkonen

1

11º

F3 inglesa

Raikkonen

30

1

1

3

4

136

2009

BNW Pacifico

EuroInter.

3

2

2

2

2

N/C

BMW Europa

EuroInter.

16

5

6

6

14

392

2008

BMW Américas

Amir Racing

2

1

25

11º

2000/2007

Kart

Campeão brasileiro em 2004,2006, 2007

História

Luis Felipe de Oliveira Nasr, no automobilismo apenas Felipe Nasr, nasceu em Brasília, no dia 21 de agosto de 1992, em uma família de origem libanesa, filho de Samir Nasr e Eliane de Oliveira Nasr. O pai trabalha na Amir Nasr Racing, empresa do tio do piloto, pela qual começou a correr. Em entrevista a Reginaldo Leme, no programa Linha de Chegada do SporTV, Samir contou que teve preocupação com o filho na infância, principalmemte quando ele decidiu ser piloto e se dedicou à profissão.

“A minha maior preocupação sempre foi que ele perdeu um pouco da infância. Mas é uma troca que ele escolheu”, disse o pai de Felipe, acrescentando que, na semana da corrida ninguém dorme e ele não consegue assistir a corrida ao lado da mãe do piloto, que é a que mais sofre com o filho piloto.

Felipe começou a correr de kart aos sete anos e dois anos depois passou a participar de competições oficiais, sendo campeão brasileiro em 2004,2006 e 2007. Em 2008, fez sua estreia nos monopostos participando da rodada final da Fórmula BMW Américas, em Interlagos, pela equipe do tio. Dez duas corridas,marcou 25 pontos, inclusive com um pódio, e terminou no 11º lugar.

Em 2009, na primeira experiência fora do país, disputou  3 provas da Fórmula BMW Pacífico, pela  Euro Internacional,  obtendo 2 vitórias, 2 poles positions e 2 voltas mais rápidas. No mesmo ano e pela mesma equipe, correu também a Fórmula BMW Europa, sagrando-se campeão com 392 pontos, 5 vitórias, 14 pódios, 6 poles e 6 voltas mais rápidas.

Em 2010, pela Raikkonen Robertson Racing,  foi 5º colocado na  Fórmula 3 inglesa, com 136 pontos, 1 vitória, 4 pódios, 2 poles e 3 voltas mais rápidas. NO GP de Macau, pela mesma equipe, foi 5º colocado.

Em 2011, Felipe passou a correr pela equipe inglesa Carlin Motosport e conquistou o título da F3 inglesa, com 318 pontos, 7 vitórias, 15 pódios, 4 poles e 8 voltas mais rápidas. No GP de Macau, foi o 2º colocado.

Em 2012, Felipe deu o primeiro grande passo da carreira, como apoio do Banco do Brasil e da OGX, empresa do então trepidante empresário Eike Batista. Depois de, em dupla com Curb-Agajanian, obter o 3º lugar, nas 24 horas de Daytona, nos Estados Unidos, pela Michael Shank Racing, equipe norte-americana do ex-piloto conhecido por Mike Shank,  foi 5º colocado no GP de Macau e começou a correr na GP2.

No primeiro ano da categoria que serve de vestibular para a F1, pela equipe francesa DAMS,, em 24 corridas, fez 95 pontos, 14 pódios e 1 volta mais rápida, terminando na 10ª colocação. Ele começou o campeonato com um 3º lugar na prova curta do domingo, ma Malásia; voltou a ocupar a mesma colocação na Inglaterra e na Alemanha e foi 2º na Bélgica. Na Inglaterra chamou a atenção a sua ultrapassagem .na última curva

Em 2013, voltou a disputar as 24 Horas de Daytona, pela Action Express Racing, ocupando o 8º lugar, e foi  4º colocado na GP 2, com 154 pontos e 6 pódios. Começou bem o campeonato, com  2º lugar  na Malásia, Bahrein e Espanha e 3º na Espanha, nas primeiras seis corridas, mas depois  nas outras 16  só conseguiu um 2º lugar na corrida longa, de sábado, em Singapura.

No dia 22 de fevereiro de 2014, Felipe Nasr foi  anunciado como piloto de testes da  Williams. No dia 2 de abril, depois de maratona de idas e vindas entre Brasil, Inglaterra, Bahrein, Abu Dhabi, Austrália e Malásia, ele voltou ao Bahrein, para fazer seu primeiro teste pela nova equipe. No dia 4 de abril, entrou pela primeira vez numa pista para teste num carro da Fórmula 1. Nos dois treinos da pré-temporada, conta seu assessor de imprensa no site pessoal,  “ Felipe impressionou a Williams pela velocidade, técnica e sensibilidade” e foi escalado para fazer tetes de pneus para a Malásia, no simulador.

Além dos testes na Williams , fez seis dias de testes da pré-temporada da GP2 e chegou  a fazer dois turnos num mesmo fim de semana, trabalhando pela Williams e pela Carling .

Na GP2, foi  vice-campeão, com 4 vitórias, 1 pole, 1 volta mais rápida e 8 pódios, em 16 corridas. Ele ganhou as corridas rápidas na Espanha, Inglaterra e Bélgica e a corida longa da Áustria. E foi 3º na Espanha, Mônaco, Hungria e Rússia. Em Barcelona, ganhou no Dia das Mães, 11 de maio, e ofereceu a vitória à mâe dele Eliane de Oliveira. Com o 3º lugar na primeira prova em Mônaco, passou à vice-liderança do campeonato. Nos dias 22/23 de junho, no circuito de Spielberg, da Red Bull, ganhou as duas corridas. de ponta a ponta. Na Alemanha, no dia 24 de julho, em pista molhada, o brasileiro largou em 4º, caiu para o 21º lugar e terminou em 2º. Em Spa, na Bélgica, no dia 24 de agosto, ganhou a sua 4ª prova do ano e diminuiu para 29 pontos a diferença para o líder, o inglês Jolyon Palmer. Em Sochi, na última corrida, depois de sofrer no sábado duas punições que considerou estranhas, foi o 3º colocado no domingo, garantindo o vice-campeonato, com 200 pontos, 56 atrás de Palmer, o campeão, e 8 pontos à frente do 3º colocado, Stofell Vandoome.

Em 5 de novembro de 2014, depois de negociações sigilosas, Felipe Nasr foi anunciado como piloto titular da Sauber. Na opinião de Reginaldo Leme, ele foi contratado pelo que fez antes, como campeão europeu da Fórmula BMW e inglês da Fórmula 3, além das vitórias na GP2, sem nunca, em três anos, estar numa equipe competitiva. “Inteligência e maturidade, que ele mostrou, são características que a F1 mais procura nos novatos”, explica Reginaldo. Nasr disse que seu engenheiro aponta como sua principal qualidade a calma, que às vezes é até exagerada, mas que sabe ser agressivo, quando necessário.

Com uma equipe sem grandes recursos e um carro de pouca pressão aerodinâmica, apesar do motor Ferrari, Felipe Nasr mostrou, em 2015,  na sua primeira temporada um grande potencial. Sem ser muito veloz, confirmou maturidade e inteligência para resolver os problemas de pista e levar o carro até o final. Surpreendeu principalmente pela capacidade de recuperação, chegando várias vezes à zona de pontuação, ou bem perto dela, mesmo tendo largado das últimas posições. Nas sete primeiras provas, Nasr superou nitidamente Marcus Ericsson, durante algum tempo foi superado pelo companheiro de equipe, mas nas últimas corridas se recuperou, ganhando por 10 a 9 no grid e por 27 a 9 na pontuação. Na classificação dos pilotos, ficou no meio do pelotão, no 13º lugar, tendo como melhores resultados o 5º lugar na Austrália e o 6º na Rússia.

Felipe Nasr começou o campeonato com a melhor estreia de um brasileiro na Fórmula 1, ao conquistar o 5º lugar na Austrália. Ele teve uma boa atuação nas duas primeiras fases da classificação e por pouco não chegou à Q3. No último minuto da Q2 foi superado por Daniel Ricciardo e Romain Grosjean, caindo para o 11º lugar. Na corrida, porém, transformou-se na maior surpresa da pista, sendo o primeiro brasileiro a marcar pontos na estreia, coisa que nem Emerson Fittipaldi, Nelson Piquet ou Ayrton Senna tinham conseguido.  Na Malásia, por causa de problemas no diferencial do carro e de uma escapada na última volta lançada, Nasr não passou do 16º lugar e da primeira fase da classificação. Depois de uma boa largada, quando avançou para o  13º lugar, foi obrigado a fazer 4 paradas, voltou a brigar pela zona de pontuação, mas  acabou no 12º lugar. Na China, na sua 3ª participação, o brasileiro passou pela primeira vez para o Q3 e largou da 8ª posição, depois de ganhar um posto por punição da Daniel Ricciardo. Com a entrada do safety car, a duas voltas do final, Nasr, que estava ameaçado de perder a 9ª posição para Daniel Ricciardo, voltou a ganhou mais uma lugar, coma saída de Max Verstappen, terminando em 8º. No Bahrein, Nasr fez uma última tentativa no minuto final da Q2, mas teve, mesmo, que largar da 12ª posição. Na corrida, na volta 25, saiu do pit stop atrás de Maldonado e não conseguiu, outra vez, passar da 12ª colocação. Na Espanha, Nasr largou da 15ª posição, ganhou três corrida e, mais uma vez, foi o 12º colocado no final. Em Mônaco, o piloto brasileiro se beneficiou do azar dos rivais. Depois de ter sido o 15ª no grid, primeiro ganhou duas posições, com a queda de Felipe Massa e Nico Hulkenberg, passando ao 11º lugar, e mais tarde foi favorecido pelo abandono de Fernando Alonso e Max Verstappen, herdando o 9º lugar, excelente resultado para o num estreante nas ruas de Mônaco. No Canadá, os mecânicos da Sauber conseguiram recuperar o carro de Felipe Nasr, que errou e bateu na barreira de pneu no treino livre da manhã, e completar a corrida, mesmo que no 16º lugar acabou sendo um bom prêmio de consolação para o piloto brasileiro. Na Áustria. Felipe Nasr se classificou em 9º, mas largou em 8º, devido à punição a Daniil Kvyat, que estava na frente dele. De novo, a performance de Nasr deveu-se muito aos seus mecânicos, que repararam a tempo um problema no escapamento que o prejudicou no terceiro treino livre, pela manhã. Ele largou 8º e até a volta 47 manteve a chance de chegar na zona de pontuação, mas nesse giro ele não resistiu ao ataque de Perez e caiu para o 11º lugar. Na Inglaterra, Nasr não passou da primeira etapa da classificação e iria largar em 16º, mas não pode participar da prova por problema na caixa de câmbio. Na Hungria, o brasileiro largou da 18ª posição, melhorou na corrida, mas não teve carro para chegar à zona de pontuação; terminou em 11º. Na Bélgica, largou na 14ª posição, esteve perto de chegar à zona de pontuação, mas terminou, outra vez, em 11º, à frente de Vettel e Alonso. Na Itália, na última volta para tomada de tempo da Q2, Felipe Nasr pôs a perder a sua chance de passar à etapa seguinte. Na saída da segunda variante, travou o pneu esquerdo traseiro e teve de abortar a tentativa. O piloto brasileiro admitiu o erro, mas também reclamou a falta de velocidade do seu carro em comparação com o do companheiro Marcus Ericsson e de problemas mecânicos do seu C34. Nasr que deveria largar da 12ª posição, enquanto Ericsson seria o 8º, aumentando para 7 a 5 a sua vantagem nas classificações. Todavia, o brasileiro, que havia ganhado uma posição no grid, graças a punição ao seu companheiro, largou do 11º lugar, com pneus novos, não pode tirar vantagem disso. Na largada, pulou para o 7º lugar, porém ainda na primeira volta teve um pneu furado e teve de fazer uma parada não prevista, caindo para o final do pelotão. Terminou no 13º lugar. Em Cingapura, Nasr não passou da primeira fase, apenas com o consolo de ter ficado em 16 ª, uma posição à frente do companheiro Marcus Ericsson. E de ter vivido outros bons momentos durante a corrida, como a passagem por Maldonado, pela 11ª colocação e, no final, o ataque ao Romain Grosjean, para chegar à zona de pontuação, Nas duas últimas voltas, Nasr pressionou o francês, ameaçando passar de um lado e do outro, até que conseguiu provocar um erro do adversário, quem pressionado, saiu da pista. Nasr poderia mesmo ter terminado a corrida em posição melhor do que o 10º lugar, não fosse a falta de sorte de ter parado para a troca de pneus duas voltas antes da entrada do safety car, deixando de aproveitar a chance que beneficiou seus adversários mais próximos. No Japão, o brasileiro foi prejudicado por uma bandeira amarela provocada por Kvyat, quando fazia uma boa volta, e foi jogado para a 18ª posição do grid. Ele largou da 12ª posição e ameaçou chegar à zona de pontuação, acabou abandonando a pista a uma volta do final, por problemas técnicos no carro. Na Rússia, foi o 7º colocado, o seu segundo melhor resultado na temporada, depois do 5º lugar na Austrália, após escapar da degola na primeira fase com uma excelente volta com o cronometro já zerado e ter ficado em 12º, na Q2. Na largada Nasr foi do 12º para o 10º. Com o abandono de Rosberg, passou a 8º e, na 13ª volta, com a saída de Romain Grosjean, pulou para o 6º lugar. Na volta 34, Nasr era o terceiro colocado, mas, ao parar, caiu para12º. Na volta 49, Ricciardo também parou por problemas técnicos, Nasr voltou ao 6º lugar. Nos Estados Unidos, o brasileiro fez uma verdadeira proeza. Depois de largar em 17º e fazer cinco paradas nos boxes, acabou chegando no 9º lugar. No México, depois de ganhar duas posições e largar do 15º, Nasr abandonou a pista na 58ª das 71 voltas, por causa de problemas nos freios. No Brasil, Felipe Nasr chegou a estar em 4º, na primeira bateria de pit stops, mas não conseguiu sustentar as posições por problemas de pneus e terminou em 13º, ganhando um posição com a desclassificação de Massa. Em Abu Dhabi, Nasr, 14º no grid, na largada, tocou em Alonso, que, desgovernado bateu no meio do carro de Maldonado, tirando o venezuelano da corrida. O brasileiro teve quer ir ao box para trocar o bico, mas voltou à pista normalmente, terminando a corrida no 15º lugar.

 

No dia 23 de julho de 2015, a Sauber anunciou a renovação dos contratos de seus dois pilotos titulares, Felipe Nasr e Marcus Ericsson, até o fim da temporada de 2016. A chefe da equipe, Monisha Kaltenborn, afirmou que a renovação antecipada dos contratos “mostra que os pilotos e a equipe têm a certeza de que estão na direção certa”.

A segunda temporada de Felipe Nasr na Fórmula 1 foi para esquecer. A Sauber correu a maior parte do ano com uma versão atualizada do carro de 2015, devido às dificuldades financeiras e ele não conseguiu repetir a performance do ano anterior, sendo superado pelo companheiro na classificação e nas corridas. E o único momento marcante do campeonato, o 9º lugar no Brasil, que garantiu à Sauber o 10º lugar entre as equipes e um bonus de alguns milhões, foi suficiente para garantir a sua permanência na equipe e na Fórmula 1.

Nas últimas corridas, chegou-se até a especular sobre um possível boicote a Nasr, com favorecimento a Ericsson, que levou para a equipe o dinheiro de um novo proprietário. O brasileiro andava bem nos treinos, mas na classificação o carro dele caía de rendimento, enquanto o do companheiro melhorava sensivelmente de um dia para o outro.

Nasr começou mal a temporada e quase não foi notado no GP da Austrália, onde terminou no 15º lugar, já sentindo a falta de desempenho do C35. No Bahrein, ele largou do final do pelotão, ganhou algumas posições, ma os problemas persistiram e ele acabou em 14º.  Na China, foi tocado logo na curva 1 por Lewis Hamilton, teve o pneu direito furado e teve de ir para o box, para trocar também o bico do carro. Com isso, perdeu muito tempo e não conseguiu recuperar a volta perdida com o safety car. Terminou em 20º. Na Rússia, Nasr fez uma boa largada, ganhou posições, mas de novo teve um pneu furado e teve de parar logo na volta 12, para trocar os supermacios pelos macios, com os quais foi até o final. A parada antecipada comprometeu a corrida, em que chegou na 16ª posição. Na Espanha, embora tenha voltado a largar do final do pelotão, o brasileiro fez uma boa corrida, com estratégia acertada e parada na hora certa, para terminar em 15º. Em Mônaco, ao deixar de obedecer a ordem da equipe para que deixasse Ericsson passar, Nasr provocou um choque entre ambos e o abandono dos dois na volta 51. Na véspera, na ida para a pista, o motor do carro dele fumou, impedindo que participasse da classificação e obrigando que partisse do último lugar do grid. Em Baku, no GP da Europa, o desempenho do carro e do piloto melhoraram e pela primeira vez Nasr chegou perto da zona de pontuação, ultrapassando a bandeira quadriculada no 12º lugar. Na Áustria, de novo, o brasileiro largou do final do pelotão, andou entre os 10 primeiros em várias voltas da primeira parte da corrida, mas terminou em 13º. Na Inglaterra, Nasr foi o 21º e penúltimo do grid, só à frente do companheiro Marcus Ericsson, fez uma prova regular, mas não passou do 15º lugar Na Hungria, Nasr foi o 16º e último dos pilotos que conseguiram tempo para garantir lugar no grid. Outros seis pilotos que não atingiram o tempo mínimo exigido, devido às más condições meteorológicas, foram autorizados a largar atrás dele. Na corrida, Nasr ganhou uma posição depois da largada, mas em seguida perdeu tempo no pit stop, ficou preso no tráfego e chegou no 17º lugar. No GP da Alemanha, Nasr formou, com Ericsson a última fila do grid, ganhou algumas posições, mas, na 57ª das 67 voltas, foi obrigado a parar, por quebra do motor. Em Spa-Francorchamps, na Bélgica, o brasileiro largou bem e voltou a ganhar posições, pulando da 17ª para a 11ª posição. Todavia, devido aos destroços na pista, teve o pneu esquerdo traseiro furado, danos no assoalho e no difusor e a perda de tempo na troca o jogou de novo à posição do início, 17º. Na Itália, por causa de uma colisão com Jolyon Palmer, que provocaram danos irreparáveis logo na 6ª volta, Nasr teve de abandonar a pista e ainda perderia 10 segundos no tempo, se continuasse.  Em Cingapura, largando da 16ª posição, Nasr perdeu duas, por causa de acidente na largada, mas se recuperou bem e terminou em 13º. Na Malásia, perdeu tempo na largada, para evitar bater em Nico Rosberg, que rodou na curva 1. Conseguiu se recuperar, porém teve problema no sistema eletrônico dos freios e foi obrigado a abandonar na 46ª das 56 voltas do percurso. No Japão, Nasr travou as rodas na curva 11, danificando os pneus e foi obrigado a parar mais cedo do que o planejado. Além disso, perdeu tempo no pit stop, por problema na embreagem, e teve o ritmo prejudicado pelas bandeiras azuis, terminando no 19º lugar. Para quem largou da 21ª e penúltima posição do grid, o 15º lugar nos Estados Unidos até que foi um bom resultado. Isso aconteceu graças à estratégia de uma só parada, mantendo o carro na pista o maior tempo possível, e a recuperação de várias posições nas voltas finais. O 15º lugar foi repetido no México, com uma estratégia agressiva, como único na pista a sair com pneus médios, enquanto a maioria usava os macios. A entrada do safety car e um dano na asa dianteira prejudicaram os tempos de volta e impediram um resultado melhor. No Brasil, Nasr superou as más condições da pista em alguns pontos, trocou informações com a equipe e fez a sua melhor corrida do ano. Com o 9º lugar, conquistou dois pontos preciosos para a equipe e a vibração da torcida brasileira em Interlagos. Os velhos problemas, porém, voltaram em Abu Dhabi. Nasr, 19º no grid, largou bem e pulou para 14º na primeira volta, mas, num choque com um carro da Manor, teve danos no assoalho, na roda e na asa dianteira e foi obrigado a antecipar a parada. O incidente impediu que fosse além da 16ª colocação. No final, só lhe restou torcer para que a Manor não chegasse à zona de pontuação e a Sauber mantivesse o 10º lugar entre as equipes. Esteban Ocon e Pascal Wehrlein estiverem perto, mas não conseguiram isso, terminando em 13º e 14º, respectivamente.